Sinopse completa: Na véspera do seu aniversário de 16 anos Isabella Swan criou uma lista com 5 itens que ela sabia que realizaria até seus 30 anos. Os itens eram:
1. Casar com Edward Cullen;
2. Ter dois filhos;
3. Virar uma atriz de sucesso;
4. Escrever um livro;
5. Conhecer Paris.
No entanto, na véspera do seu aniversário de 30 anos nenhum daqueles itens já tinha sido realizado. É aí que Isabella recorre a ajuda de uma fonte dos desejos, para que quem sabe assim tornar aqueles itens reais.
x Personagens e história original pertencem a Stephenie Meyer, mas enredo e alguns personagens são de minha autoria.
x Fanfic postada no Nyah em 2019.
x História clichê, digna de comédias românticas da sessão da tarde.
x Avisos Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência, Traição.
Espero que curtam, logo mais volto com o primeiro capítulo!
Prólogo
Era véspera do meu aniversário de dezesseis anos, uma segunda-feira de setembro. Eu tinha ido jantar na casa do meu namorado após nosso ensaio do clube de teatro da escola, como eu não tinha um carro Edward me levou para minha casa depois de jantarmos, durante o caminho ele me provocava sobre meu presente do dia seguinte.
— Isso não é justo — reclamei quando ele falou que eu só ganharia o presente se adivinhasse o que era.
— Eu acho muito justo — Edward falou, tinha uma mão segurando a minha, enquanto a outra estava no volante. Ele dirigia com calma pelas ruas de Seattle, o ruivo sempre era muito apressado no trânsito, menos quando me levava de volta para casa, pois segundo ele queria fazer nosso tempo juntos durar o máximo possível.
Nós nos conhecíamos desde que tínhamos catorze anos, quando me mudei de Forks para Seattle por conta do trabalho do meu pai — um policial —, mas foi só em janeiro daquele ano que nos tornamos amigos quando fizemos um par romântico na peça da escola e em maio começamos a namorar. Edward era perfeito, o amor da minha vida, eu já podia imaginar um futuro todo ao seu lado.
— Posso ter uma dica? — perguntei.
— Não, sem dicas para você, Princesa — ele respondeu, eu suspirei, amava a forma como ele me chamava.
— É uma caixa de bombons de chocolate?
— Não.
— Duas caixas de bombons de chocolate? — Edward riu alto.
— Não, mas agora estou pensando que eu deveria ter comprado chocolates para você.
— Nunca falha, me deixe dizer isso. — Olhei pela janela, Seattle parecia tão tranquila aquela noite, era até meio estranho. — Já sei, é um banquinho para eu conseguir ficar da sua altura na hora te beijar.
Edward e eu gargalhamos com a minha sugestão.
— Você precisaria de uma escada — ele provocou, eu só consegui rir mais.
Continuamos todo o resto do caminho para minha casa comigo tentando adivinhar o presente, o que foi uma tarefa furada, pois eu não consegui. Quando Edward parou o carro, na frente da casa que eu morava com meus pais, ele desceu também para me acompanhar até a porta, mas antes que pudéssemos nos afastar muito da sua picape, uma vermelha desbotada, ouvimos uma voz nos chamar em meio ao silêncio da minha rua.
— Ei, vocês! — Edward e eu olhamos em direção a voz, que pertencia a uma mulher de estatura média, pele clara, usava roupas coloridas e de tecidos finos e esvoaçantes, muitas pulseiras e muitos colares, ela também usava um turbante colorido na sua cabeça.
— O-Oi — gaguejei, Edward por outro lado segurou minha mão com mais força e me colocou praticamente atrás de si em um gesto de proteção.
— Vocês formam um casal tão lindo — ela disse dando um sorriso e um passo a mais em nossa direção. — Eu posso ver o futuro de vocês se quiserem.
— Não queremos, não acredito em videntes, ou seja lá o que você é — Edward falou.
A mulher sorriu mais e falou:
— Eu sabia que você diria isso.
— Ok, tchau! — Edward exclamou, mas não tivemos tempo de continuar andando até minha casa, pois a mulher estendeu seu braço bloqueando meu caminho, ela segurava na mão uma espécie de panfleto.
Impulsivamente eu peguei, só tinham duas coisas escritas ali na parte da frente.
"Como será o seu futuro?"
E embaixo.
"Madame Corinne"
— Eu verei você em alguns anos, Isabella — ela falou para mim quando eu a olhei nos olhos, eram muito escuros. E como ela sabia meu nome?
A mulher se afastou sem dizer mais nada, desaparecendo pela rua pouco iluminada.
— Como ela sabia meu nome? — questionei Edward, levemente apavorada, amassei o papel que tinha pego da tal Madame Corinne e o enfiei no bolso da minha calça jeans.
— Ela deve ser alguma louca da vizinhança, Princesa — Edward falou, beijou minha cabeça e me fez andar até a porta. — Ignora essas maluquices.
É, eu ignoraria, era o melhor a se fazer. Mas nunca tinha visto aquela mulher antes, ela saber meu nome era tão estranho.
Edward e eu nos despedimos na porta da minha casa, ele me esperou entrar e foi embora. Bebi um copo de água na cozinha, depois fui para o segundo andar falar com mamãe que estava entretida em seu quarto assistindo a uma série policial que gostava, meu pai estava de plantão aquele noite.
Depois fui para meu quarto, estava tirando minhas roupas quando o papel dado por aquela mulher caiu do meu bolso. Eu o peguei, desamassei e li de novo a pergunta escrita ali.
"Como será o seu futuro?"
Eu sabia muito bem como seria meu futuro, tinha ele todo planejado de forma geral. E naquela noite, só de calcinha e sutiã, peguei uma caneta da minha escrivaninha e escrevi no verso do panfleto de Madame Corinne cinco itens que eu sabia que já teria realizado até meus trinta anos de idade.
1. Casar com Edward Cullen;
2. Ter dois filhos;
3. Virar uma atriz de sucesso;
4. Escrever um livro;
5. Conhecer Paris.
Beijos!
Lola Royal.
14.06.22
