Aviso legal: Os personagens e o universo ficcional de Harry Potter não me pertencem. Eles são propriedade exclusiva de J.K. Rowling. Esta é apenas uma estória feita por uma fã e para fãs, sem fins lucrativos.

Notas iniciais: Conforme prometido, aí esta o 3 e último capítulo de "Se beber, não digite". Eu estou imensamente grata por todos que leram, comentaram e favoritaram essa fanfic. Não pude imaginar que essa estória teria tanta repercussão, justamente por ser uma comédia em um universo alternativo. Tive uma excelente recepção por parte dos leitores e isso me leva a considerar escrever mais fanfics do gênero. De qualquer forma, não deixe de ler minhas outras estórias!


CAPITULO 3 ‐ QUEBRANDO PROMESSAS

— Quer uma carona, Granger? — a pergunta dele perdurou em sua mente com reincidência, até ela se dar conta de seu verdadeiro significado e de suas implicâncias. Deve ter se passado menos de dez segundos, mas em sua cabeça, fora uma eternidade: parada ali, entre as portas do elevador abertas, o átrio do prédio – a levando para fora da perdição – e o convite implícito de Severo Snape.

Naquele momento, ela não ouviu a batalha de vozes sendo travada entre a emoção e a razão em sua mente, Hermione Granger simplesmente desligou-se de seu cérebro e deixou-se levar pelo fogo que a consumia, como lava que corria em suas veias movidas pelo desejo que conservava há tempos por seu chefe. A sensação da mão larga dele em sua cintura ainda queimava, fazendo ansiar por seu toque em todo o seu corpo.

Dando um passo para trás e olhando por cima do ombro para ele, respondeu: — Sim, obrigada. — ela aceitou, enquanto as portas automáticas do elevador se fecharam a sua frente, como se pudessem encerrar a questão decidindo por ela.

Ele apertou o botão do subsolo, onde seu carro estava estacionado, ao mesmo tempo que seu coração batia forte e rápido como um tambor em seu peito. Achou que ele estivesse alheio ao que aconteceria a seguir, mas com uma rápida olhadela a ele, viu a sombra de um sorriso de lado perpassar sua face – quebrando sua falsa impassividade. Podia sentir as possibilidades preenchendo o espaço entre eles, quase como se fosse um terceiro passageiro no elevador.

Desceram em silêncio e caminharam pelo estacionamento deserto. Hermione o seguiu até que ele acionasse o alarme do seu SUV marrom metalizado, um Range Rover Velar com teto panorâmico, vidros fumês e rodas esportivas. O carro em seu interior era moderno e requintado, todo em couro creme, e apesar de que ela sentou-se no banco ao lado Snape, o veículo parecia grande demais, dando a impressão que eles estavam longe um do outro. Puxou seu cinto de segurança enquanto ele dava partida no motor e saíram do prédio, a chuva maculando os vidros limpos quando alcançaram a rua. Havia uma completa quietude dentro do carro, quebrado apenas pelas grossas gotas de chuva contra o teto solar, e ela desejou ligar o som para evitar aquele silêncio constrangedoramente palpável. Como se ouvisse seus pensamentos, Snape esticou a mão para o painel touchscreen e os acordes de guitarra que ela reconheceu de "Sex on fire" soaram nos alto falantes.

"Ah, ótimo! Trilha sonora perfeita!", que ironia, ela pensou. Hermione engoliu em seco, sem saber se sentia-se mais ou menos confortável com a música quebrando o silêncio. Disfarçadamente, deu uma olhada para Snape: ele não parecia focado na letra da música e tampouco abalado por sua presença, como ela estava. Se deu conta de que não entendera a mensagem subliminar por trás da oferta de carona erroneamente, já que em momento algum ele lhe perguntara em que lugar ela morava ‒ e Hermione sabia que ele não fazia a mínima ideia de onde ela residia; mas ela sabia onde ele morava – pois pegou o caminho contrário, em direção ao bairro residencial de Belgravia, onde Snape vivia. Teve que se controlar para não sorrir da ironia: afinal, quando ela decidiu que iria esquecê-lo, o destino resolveu que ela enfim teria seus desejos sendo realizados.

Fitando-o novamente com sutileza, observou seu braço esticado no volante com mais rigidez do que necessário, flexionando o músculo de seu bíceps; os botões de seu paletó abertos, como era comum que estivessem quando ele estava sentado, e em seu rosto, um sorriso presunçoso brotava quando o vocalista do Kings of Leon cantou "The head while I'm driving". Ela corou quando a letra da música falou sobre "o sexo oral enquanto dirijo". E de repente o carro estava quente demais, e ela duvidava que fosse a temperatura do ar-condicionado.

Snape trocou as mãos do volante, fazendo sua esquerda descansar no apoio de braço, perto do câmbio – que ela não deixou de reparar que era automático –, tendo ciência de que aquela mão ali tinha outras intenções que não eram mudar de marcha. A mão dele se aproximou tanto quanto podia de sua coxa sem alcançá-la, e mesmo sem tocá-la, era como se descarregasse nela pequenos choques elétricos, que foram diretamente para seu baixo ventre, fazendo suas paredes pulsarem e seu clitóris inchar. Em uma curva fechada para direita, seu sobretudo de lã escorregou pelo couro do banco levando sua coxa diretamente de encontro aos dedos longos dele. A mão larga pousou suavemente sobre sua meia, fazendo-a sentir o calor da sua palma por sobre o tecido. Ele nunca tirou os olhos da estrada, nem mesmo quando seus dedos percorreram o caminho acima – como se antes já o tivesse trilhado –, encontrando o fecho da sua cinta-liga sob o vestido. Como se estivesse surpreso pelo uso da lingerie pouco convencional, ele dignou-se a olhá-la brevemente com sua sobrancelha erguida e um sorriso de lado quando pararam a sinaleira fechada. Hermione, em um ímpeto de coragem, segurou sua mão e o levou mais acima, onde gostaria de finalmente ser tocada.

O sinal verde fez o carro andar e os dedos indicador e médio dele massagearem seu clitóris por cima do cetim da calcinha. Ela arfou e segurou-se à porta, seu limite de ousadia não deixando que sua face se virasse para ele, mas sentiu quando Snape remexeu desconfortavelmente em seu próprio assento. Abriu-lhe mais as pernas e puxou o vestido pouco acima, expondo sua cinta-liga e concedendo acesso para que ele a tocasse livremente.

Os nós de seus dedos estavam pálidos agarrados à porta e quando a fricção do tecido com sua carne tornou-se insuportavelmente deliciosa, agarrou-se também à gola de seu paletó, amassando a roupa sempre meticulosamente passada. Hermione mordia os lábios, mas que em dado momento, escaparam do aprisionamento de seus dentes, deixando seus gemidos ecoarem libertos até os ouvidos de Snape. Quando seus dedos impudicos e impiedosos afastaram sua calcinha para o lado e a tocaram pele-a-pele, Hermione achou que poderia fundir-se ao couro do banco. Seus pelos da nuca eriçaram, sua pele arrepiou-se e o grito ficou preso na garganta; seus seios rijos e sensíveis reclamam atenção, aprisionados no sutiã sob toda aquela roupa de inverno que a estava fazendo suar.

Estava próxima ao seu gozo quando percebeu que Snape parara o carro em uma rua vazia, destravara seu cinto e foi para cima dela. A segurou pelos ombros, e, trocando de mão, seus dedos novamente a invadiram, entrando e saindo com rapidez de sua boceta gotejante. Afundou-se em seu pescoço, embriagando-se de seu perfume amadeirado enquanto era levada por seus dedos para a beira do abismo do prazer; sabia que em algum momento sua perna dobrou-se quando seu salto buscou apoio e perfurou o couro creme do porta luvas. Ela pouco se importava se algum transeunte pudesse vê-la gozar nos braços de Severo Snape. Seu corpo todo tremeu quando ele finalmente chegou, avassalador, a deixando torpe. A mão dele descansou no interior de sua coxa esquerda, esperando os espasmos dela passarem, e antes que recobrasse sua consciência, Snape a beijou pela primeira vez.

Com selvageria incontida, ele bebeu de seus lábios e chupou sua língua, invadindo sua boca como outrora fizera com seus dedos em sua vagina, buscando a forma que mais a agradava. O beijo que ela tanto fantasiou foi melhor do que poderia imaginar, Severo Snape tinha o sabor requintado e refrescante de hortelã, seus lábios finos eram macios e eles encaixavam aos dela como se fossem duas peças de um mesmo quebra-cabeças. Dessa vez, fora ele quem gemera quando Hermione puxou-lhe os cabelos, trazendo-o mais perto de si. A mão pequena de Hermione deslizou pela sua forma esguia, sentindo seus músculos e sua volumosa ereção, sua palma parou em seu traseiro, que estava levemente empinado desde que ele se atirara sobre ela. Deu um pequeno aperto em sua curva arredondada, ressaltada pela calça de linho, antes dele abandoná-la – puxando seu lábio inferior entre os dentes e soltando com um estalo – e retornar para seu próprio assento. Os lábios de Hermione estavam rosados, inchados e deliciosamente doloridos, mas tudo que ela queria era continuar beijando-o até que não pudesse mais respirar. Com muita calma, Snape puxou seu cinto, religou o carro e retomou o seu trajeto.

Levou os dedos que anteriormente estiveram dentro de Hermione à boca e os sugou, a encarando com um olhar de soslaio. — Você tem um gosto delicioso, Srta. Granger. O gosto sujo da devassidão. — a voz dele estava rouca e ele imperceptivelmente apertou sua ereção sob a braguilha.

Hermione se esticou até onde o cinto lhe permitia e esfregou o volume entre as pernas, beijou a pele macia do seu pescoço, arranhou seu maxilar recém barbeado e mordiscou o lóbulo de sua orelha.

— Você ainda não viu nada. Quando me chupar, aí sim, vai sentir meu verdadeiro gosto. — ela murmurou em seu ouvido, sua respiração quente chegando à orelha molhada de seus lábios, fazendo Snape se empertigar no assento.

— Você é uma caixinha de surpresa, Granger. — ele sorriu maliciosamente.

— Ah, é? Eu sou? Por quê?

— Primeiro — pontuou calmamente —, aquelas mensagens; e então a cinta-liga, e agora, essa boca suja, tsc tsc tsc. — Hermione riu com o som irônico que ele fez. — Achei que você fosse o tipo de mulher frígida, que mantém um livro da Jane Austen na mesa de cabeceira, tem três gatos e usa tanga bege. E não cinta-liga e um consolo brilhante na gaveta ao lado da cama.

— Eu deixo meu consolo ao lado do livro Razão Sensibilidade, se quer saber. E eu só tenho um gato. Mas posso garantir que, frígida, eu não sou.

— Pude perceber. — falou enquanto seu indicador esquerdo brincava com o elástico da cinta que prendia-se à meia.

Uma das mãos de Hermione desabotoaram com habilidade os primeiros botões da camisa de seda preta dele, e seus dedos se embrenharam entre os pelos de seu peito, arranhando a pele do seu tórax enquanto ela beijava sua bochecha e o canto de sua boca. Inspirada por "Your sex is on fire" nos alto falantes, ela até tentara devolver os agrados, mas ele rapidamente parou sua mão antes que Hermione pudesse abrir sua calça.

— Acalme-se, nós já estamos chegando. Não quero transar no carro como um adolescente. — ele fez uma pausa. — Além do mais, não quero sujar o carro que saiu ontem do lava-rápido. Já basta a sujeira que você fez no meu banco de couro. — Snape deu a ela um sorriso jocoso, apertando sua coxa, recebendo uma risadinha dela em resposta.

Pela janela, viu passarem rapidamente pelo Hyde Park e pelos jardins do Palácio de Buckingham. Passaram por embaixadas de diversos países, hotéis luxuosos, restaurantes renomados, até as casas geminadas começarem a aparecer no horizonte. O carro percorrera o caminho até a casa em Belgravia com rapidez, e ela imaginava que por diversas vezes Snape ultrapassara o limite de velocidade. Ele virou à esquerda para uma rua tranquila, com grandes casarões antigos e afastados uns dos outros, trazendo privacidade para seus moradores. Parou seu SUV na entrada de uma residência do período georgiano, com seu característico pórtico, portas duplas e grandes janelas brancas. As paredes de tijolos avermelhados eram tomados por uma planta trepadeira, que crescia em direção ao segundo andar, e os arbustos e canteiros em frente à casa estavam desfloridos e ressecados, molhados da chuva e da neve derretida, assim como o caminho até a porta.

Desceram do carro e ela andou atrás de Snape, pisando seus scarpins com cuidado para não escorregar. Ele abriu-lhe a porta e ela deparou-se com um ambiente bem iluminado, com paredes e piso em mármore também branco, o estilo minimalista e ébrio, com poucos objetos pessoais, dando a impressão que seu morador não passava muito tempo em casa a ponto de deixar sua marca ali. No hall de entrada, uma escada imponente com corrimão de ferro fundido levava aos dormitório no piso superior, e Hermione a encarou; de repente sendo tomada por uma ansiedade e insegurança desconhecida.

"O que estou fazendo aqui?", perguntou-se. "Droga, você não deveria transar com seu chefe. Isso é tão errado", refletiu, sentindo-se culpada.

Uma segunda voz, que soava maliciosa, sussurrou em sua mente, sobrepondo-se à primeira: "Mas ele é tão gostoso. E você queria isso há tanto tempo. É sua chance. Não vá amarelar agora", ela a advertiu.

"E então, como vai ser amanhã no trabalho? Duvido que ele lhe mande flores", a voz consciente da razão a lembrou.

"Mas, caramba, eu gozei gostoso em seus dedos há alguns minutos, e tudo que eu quero é mais", as vozes da razão e emoção se calaram quando ela tomou a frente novamente.

Snape, percebendo como ela estava dividida e tensa com as ações a seguir, deu o primeiro passo após trancar a porta: — Posso pegar seu casaco? — seu timbre aveludado soou mais próximo a ela do que imaginava, indicando que ele estava bem atrás de si.

Seus olhos continuavam fixos à frente, na mesa redonda com um arranjo floral ao pé da escada, mas ainda assim ela confirmou com a cabeça, mal prestando atenção ao que ele perguntou-lhe. Sentiu o calor do corpo dele colar ao seu, e sua pele despertar ao toque gentil de suas palmas em seus ombros, quando ele plantou um beijo no seu pescoço exposto e deslizou as mãos ao longo dos seus braços, removendo o tecido grosso do seu sobretudo.

Ele afastou-se por um momento para pendurar seu casaco, e quando voltou, perguntou: — Aceita uma bebida? — a segurando firmemente pela cintura, deixando claro sua imponente presença.

Sua boca seca reclamou e ela aceitou com um murmúrio: — Sim, por favor.

Ele passou pela porta em formato de arco que dava para a sala de estar e ela o seguiu. Snape dirigiu-se para um pequeno aparador-bar com adega climatizada disposta no canto, pegou duas taças e derramou o vinho escolhido e então a serviu. Hermione apressadamente deu um grande gole, tomando um terço do conteúdo líquido como se o vinho fosse um bálsamo para acalmar seus nervos. Ele riu dela sobre a taça, e ela sentiu-se minimamente ofendida por sua falta de classe. Era óbvio que Snape estava girando o líquido no fundo do cálice de cristal, sentindo o aroma que se desprendia do vinho do Porto e o apreciando antes de enfim degustá-lo, como qualquer entendedor de vinicultura faria.

— Delicioso. — Hermione disfarçou.

Snape sorriu ao tomar a bebida carmesim, lançando-lhe um olhar de luxúria por cima da taça. — Não só o vinho, Granger.

Viu Snape passar lentamente a ponta da língua pelo lábio superior. Ele tinha uma postura de predador, com as pernas levemente afastadas e uma das mãos no bolso da calça, trazendo o paletó para trás e expondo a sua persistente ereção. Hermione bebeu mais um gole do vinho português enquanto encarava seu pau duro por ela. Tantas vezes imaginou como seria seu tamanho, seu formato e como seria tê-lo dentro de si, e agora, que ele estava pronto para preenchê-la, estava ansiosa pelo próximo movimento. Quantas vezes ela fantasiara sobre ele nas noites insones e febris: como seriam seus lábios sob os dela? Que gosto ele teria? Como seria o seu toque em sua carne? Ele seria um amante silencioso ou rogaria por seu nome quando seu gozo o levasse? Seria ele tão bom quanto em seus sonhos? Ela julgava que sim.

"Acho que vou precisar de mais vinho", antecipou-se.

— Desde que você me mandou aquelas mensagens, — começou ele — não paro de pensar em você. — ele aproximou-se vagarosamente. — E nas coisas que disse que queria que eu fizesse com você. — ela corou visivelmente, sem saber como reagir. — Ah, Granger, — ele notou seu constrangimento — onde está sua coragem? Cadê aquela garota ousada — a mão dele desceu pela sua lombar até alcançar sua bunda — que me ofereceu até essa parte deliciosa aqui? — seus dedos apertaram a carne macia e sua sobrancelha ergueu-se para ela com ironia.

— Be-be-bem… — ela gaguejou. — Evidentemente, aquilo foi um erro. — eles estavam tão próximos agora que podia sentir a respiração dele em seu rosto.

— A mensagem ou a oferta? — indagou ao colocar um cacho curto perdido para trás da orelha, uma carícia gentil demais para o nível daquela conversa. — Ou sua moral acha que estar aqui é um erro? — a proximidade dos lábios dele aos dela não deixavam que o cérebro sempre pensante de Hermione funcionasse para respondê-lo. — Você não parecia estar em um conflito moral lá no carro, quando meus dedos lhe foderam e você ofereceu sua boceta a minha boca. — ele afastou-se minimamente apenas para bebericar de seu vinho enquanto a observava lutar com seus dilemas. — Então, Granger, o que vai ser? Eu não a trouxe aqui para tomar chá. E não vou tocá-la até que você peça, afinal, ainda sou seu chefe e não quero uma acusação de assédio.

— Severo-

Ele a interrompeu. — Tsc tsc tsc. — fez um aceno negativo. — Não perdemos as formalidades, Srta. Granger. O uso dos primeiros nomes seria passarmos dos limites entre chefe-funcionário. Você entende, não é?

Hermione riu com deboche. — E me comer não seria passar desse limite?

— Não, seria apenas um benefício. — ele sorriu maliciosamente.

— Então acho que temos algumas cláusulas do meu contrato de estágio para revisarmos. — ela o puxou pela gravata e disse: — Me come, Sr. Snape.

Ela passou o braço que segurava a taça por trás do pescoço dele e o trouxe para perto de si, o beijando em seguida. Seu corpo começou a se arquear para trás à medida que a língua de Snape adentrava sua boca, buscando saborear mais profundamente o gosto dela. Sua mão acariciou o rosto dele enquanto a beijava, escorregando pelos seus cabelos até a base de sua nuca; Snape, a segurou pela cintura fina, tentando equilibrar seu corpo magro e a taça ao mesmo tempo em seus braços, sem deixar derramar uma só gota de vinho no tapete. Pressionava sua ereção a barriga de Hermione, que em certo momento, desceu sua mão livre para desafivelar o cinto com uma habilidade que ele admirou.

Foi ele quem quebrou o beijo com um estalo, colocando-a ereta novamente. Tirou a taça da mão dela, virou o restante de seu próprio vinho na garganta e declarou:

— Vamos lá para cima, terminar o que começamos.

Com uma calma irritante, do ponto de vista de Hermione, ele deixou as taças sobre o aparador, a pegou pela mão e a arrastou até os primeiros degraus da escada, quando ela atacou novamente seus lábios – suas bocas agora niveladas pelos degraus de mármore. Ela não queria manter sua boca longe da dele, como se a febre que a consumia fosse aplacada apenas por seus lábios sedosos. Snape a empurrou de costas escada a cima, a cada degrau que subiam botões e fechos eram abertos, e roupas eram deixadas pelo caminho como rastros na areia. Ele a levantou, fazendo as pernas torneadas dela cruzarem suas costas quando a segurou no colo e venceu os últimos degraus e o corredor até a suíte principal.

Quando chegaram ao quarto, Snape vestia apenas suas calças, com o cinto pendendo em sua cintura e a braguilha livre; Hermione ainda mantinha o vestido de mangas longas no lugar, mas o zíper nas suas costas estava aberto. Ele a largou no chão e virou-lhe de costas para si e de frente para um grande espelho, suas mãos agarraram a barra da roupa e a puxou sobre a cabeça da morena, em seguida tirando seu sutiã de cetim negro. Hermione Granger ficou apenas de calcinha e um conjunto de meias, cinta-liga e scarpins preto em frente ao espelho, sendo observava através deste pelos olhos famintos de Severo Snape, que devoravam cada centímetro de sua pele, fazendo-a queimar sem nem mesmo a estar tocando. Ela quis cobrir sua nudez dos olhos atentos e minuciosos dele, mas o que ele disse a seguir, a encorajou:

— Deliciosa, de fato. — era a terceira vez naquele dia que ele usava aquele adjetivo, mas sem nunca perder o efeito sensualmente hipnótico sobre ela.

Com um toque gentil, muito diferente do que ela antes vira, ele passou seus dedos pelas mãos dela, subiu vagarosamente pelos braços, traçou o desenho de seus pequenos seios, deixando-os arrepiados e seus mamilos rígidos, fez uma ligeira cócega ao passar por seu abdômen e cintura, e, enquanto uma das mãos dele subia pelo seu pescoço, a outra ia de encontro a sua calcinha. Segurou seu maxilar por trás, com firmeza, unindo o olhar dela ao seu através do espelho.

— Você é tão bonita, Granger. Há algum tempo venho desejando saber o que você escondia debaixo daquelas roupas antiquadas que você parece comprar em brechós.

Se fosse em outro momento, Hermione se veria ofendida, mas ela estava bastante ciente do membro rijo dele cutucando-lhe a bunda e seus dedos descendo por seus pelos pubianos em direção ao seu botão intumescido. As mãos dela buscaram apoio para seu corpo na superfície espelhada e gelada quando seu chefe começou a estimular seu clitóris, deslizando os dedos em volta dele muito lentamente. Buscou a umidade mais abaixo e a espalhou em torno do botão, para que seus dedos escorregassem sem dificuldade por sua carne sensível. As pernas de Hermione se fecharam sobre sua mão, e a esquerda de Severo desceu para o seio em formato de gota, brincando com o mamilo rígido quando ela começou a gemer, totalmente entregue às carícias dele.

A cabeça dela pendeu para o lado no momento que os lábios de Snape avançaram sobre seu pescoço e a junção com o ombro, onde deixou uma mordida e chupou a pele acima, deixando beijos até o pé de seu ouvido. Os lábios de Hermione estavam entreabertos, os olhos fechados, e suas bochechas estavam rubras, esfregava-se impensadamente na ereção dele atrás de si enquanto tentava uma maior fricção entre suas pernas.

— Você é uma puta safada, Granger. Sempre soube disso. Toda aquela postura de boa moça comportada para agora estar se esfregando no meu pau como uma cadela no cio.

As mãos dele pararam e brutalmente rasgaram a calcinha de cetim do corpo dela, expondo seu triângulo de cachos para o espelho e assustando-a. Pressionou o corpo dela em direção ao objeto, fazendo sua bochecha colar ao seu reflexo e ela se segurar à moldura quando suas mãos voltaram para onde estavam: o braço esquerdo passou pela cintura – a ajudando a mantê-la no lugar – enquanto sua mão alcançava sua vulva e a outra tomava um dos seios na palma. Seus sapatos de salto fino concediam a Hermione a altura perfeita para empinar sua bunda para trás e acomodar provocativamente a ereção dele ainda presa sob a boxer entre suas nádegas.

Snape a deixou por um momento, e se ela rapidamente não tivesse se segurado e equilibrado, teria caído no chão; suas pernas estavam moles como gelatina, e ela não confiava que pudesse andar. Ia se virar para procurá-lo pelo quarto, quando ele retornou para trás dela, puxando-a pelo rabo de cavalo para deixá-la na posição que antes se encontrava. Ouviu um pacote metálico ser rasgado e o observou por sobre o ombro para vê-lo encaixar o preservativo na sua glande e desliza-lo por sua extensão. Voltou seus olhos para frente, aguardando, quando, em sua visão periférica, uma embalagem de lubrificante foi abandonada na cômoda ao seu lado, e ela ficou tensa, seus olhos vidrados no espelho, pensando se de fato ele ia comer seu...

— Porra! — ele gemeu quando o seu membro escorregou pela umidade de sua boceta, também levando com aquele gemido quaisquer pensamentos que Hermione tivesse.

Seus olhos rolaram para trás e ela gemeu, sentindo ele a preencher com seu pau grande e grosso, alcançado lugares que ela supunha ser apenas falácia das revistas femininas, a levando para um prazer que jamais imaginou sentir. "De fato, muito melhor que em minhas fantasias", concluiu. Suas pernas se afastaram levemente e arqueou mais seu corpo em direção ao espelho, os dedos dele cravaram na cintura coberta pela cinta-liga para mantê-la no lugar enquanto entrava e saia com ferocidade de dentro dela, seu corpos se chocando a cada estocada forte que ele dava, fazendo os pequenos seios da estagiária balançarem com o movimento brusco. Hermione já não tinha mais controle sobre seus gemidos e murmúrios de "mais forte", "mais rápido"; Severo a segurava pelos cabelos, envolvendo os fios castanhos na sua mão, quando, em um impulso, trouxe o corpo dela para trás, forçando sua cabeça para cima e apertando seu dedos em seu pescoço imaculadamente alvo. As mãos de Hermione também buscaram apoio no quadril dele, enquanto a cadência dos movimentos se tornou mais lenta e rítmica, fazendo-a choramingar quando ele mordiscou sua orelha.

A respiração ofegante e entregue dele em seu ouvido e seu olhar ardente cruzando com o seu através do espelho, observando seus corpos unidos e suados, faziam Hermione sentir-se poderosa e absolutamente sexy, e se alguma vez ela duvidara da sua sensualidade e autoestima, ela nem lembrava mais. Embalada nos braços de Severo Snape, totalmente perdido em seu prazer e já sem conseguir manter mais o compasso de seus golpes, o ventre dela pulsou e suas paredes apertaram em volta de seu membro. Em um último balançar de seus quadris, ele deu um gemido sôfrego e derramou-se dentro da camisinha.

Retirou-se dela e a beijou intensamente, suas línguas dançando uma valsa sensual enquanto a virava para si e a encaminhava em direção à cama; quando sentiu suas pernas baterem na cama kingsize, ele a atirou sobre ela, e antes que Hermione pudesse empurrar seu corpo com os cotovelos para a cabeceira, ele a puxou pelos tornozelos, a mantendo na beira do colchão. O olhou em expectativa, e por segundos, ele não fez um só movimento – que ela usou também para apoiar-se em seus antebraços e olhar para o corpo dele: aqueles músculos magros, que pareciam de uma escultura renascentista, o peito subindo e descendo ofegante, brilhando da transpiração, seu pênis jazia flácido ainda com o preservativo para fora da boxer, e suas calças que pendiam frouxamente no quadril; o olhar dele era como um buraco negro, intragável e indecifrável que a engolia para o desconhecido e deixava pouca margem para interpretação, fazendo-a tremer em antecipação.

Ele ergueu um de seus tornozelos e retirou seu scarpin – num movimento avesso ao que o príncipe encantando faria – e jogou o sapato no chão antes de apoiar seu pé em seu peito e deslizar suavemente sua mão sobre a meia; ao alcançar o fecho da cinta no alto de sua coxa, ele a desconectou e muito lenta e sensualmente tirou sua meia direita, seus dedos provocando uma leve carícia na pele sensível de trás do joelho e em sua panturrilha. Snape beijou seu tornozelo desnudo e acima, antes de baixá-la e dar a mesma atenção à outra perna, repetindo o ato ao retirar a meia esquerda. Beijou a planta de seu pé e ela sorriu, segurando um riso provocado por cócegas – ele ergueu uma sobrancelha brincalhona para sua recém descoberta sensibilidade nos pés –, antes de beijar seu calcanhar e tornozelo; apoiou o pé dela em seu ombro antes de descer seus beijos pela panturrilha e parte superior, e então pela carne logo acima do joelho e lado interno de sua coxa.

A cada beijo que Snape distribuía em sua pele, ele a fitava, fazendo Hermione morder o lábio com a provocação. Ele demorou-se no lado de dentro de sua coxa, beijando, lambendo e mordiscando, a ansiedade de Hermione em sentir sua boca em sua vulva a consumindo. Ajoelhou-se em frente a sua intimidade e a puxou para mais perto – seu bumbum quase fora do colchão, deixando suas pernas suspensas para serem apoiadas nos ombros largos dele, e a cabeça de Hermione descansou no cobertor quando sentiu a respiração dele em sua carne molhada. As unhas esmaltadas de marinho dela afundaram-se no cobertor felpudo quando sentiu ele beijá-la entre as pernas, sentindo sua língua passar entre as dobras e afundar em seu âmago, e então chupar seus pequenos lábios antes de circundar a carne inchada, que implorava por sua atenção.

— Oh, sim! — ela choramingou.

Sua cabeça rolou no cobertor à medida que a língua dele atacava seu clitóris, lambendo, chupando e brincando com seu feixe de nervos. O viu colocar dois dedos em sua boca, os lubrificando com sua saliva e depois afundá-los em sua boceta enquanto ainda a estimulava com a língua. A olhou sobre o triângulo de cachos quando ela começou a gemer, apertando suas coxas na cabeça dele e agarrando seus cabelos. Sentiu os dedos dele se enterrando na sua nádega esquerda conforme ela estava mais próxima ao seu orgasmo. Seu corpo convulsionou, tremeu, arqueou-se e sua boca jamais deixou de chupar seu clitóris e seus dedos de entrarem e saírem de sua boceta, mesmo quando ela gritou por seu nome antes de desfalecer na cama macia e convidativa em um gozo libertador.

Suas pálpebras estavam pesadas, seu peito subindo e descendo mais lentamente ao passo que sua respiração se normalizava, e, ela estava quase indo para os braços de Morfeu, cansada e relaxada quando sentiu o peso de Snape ao seu lado no colchão. Os dedos dele acariciaram o seu umbigo e seu esterno, depois seguraram seu queixo gentilmente e deu-lhe um selinho.

— Ainda não terminamos, Granger. Acho que você me deve um boquete, para ficarmos empatados.

Hermione abriu seus olhos preguiçosamente, encarando o sorriso debochado de Snape acima de si, os cabelos negros dele fazendo cócegas em seu nariz, ele estava apoiando de lado em um dos braços, pairando sob ela. Alcançou os lábios de seu chefe, pressionando os seus aos dele enquanto descia sua mão direita pelo seu tórax, delimitando seus contornos como ele antes fizera com ela. Arranhou seu peito e deslizou a mão pelo abdômen plano, seguindo a trilha de cachos negros até sua virilha, onde encontrou o membro dele novamente ereto e já sem a camisinha usada. Agarrou a base dele, envolvendo-o com seus dedos e fazendo leve pressão enquanto deslizava sua mão para cima e para baixo. Colou seu peito ao dele, sentindo o calor de seu corpo enquanto continuava a beijá-lo e masturbá-lo, com movimentos suaves.

Logo, ele demonstrou querer mais pressão, forçando seus quadris em direção a ela. Hermione parou de beijá-lo e, com um sorriso travesso de quem prestes a aprontar, o empurrou para deitá-lo na cama, enquanto ela sentava e deslizava até seu abdômen. Com seus braços longos, ele alcançou, na mesa de cabeceira, um preservativo e atirou para ela, ajeitando um travesseiro e um braço dobrado atrás da cabeça para melhor observar a morena. Com cuidado, ela rasgou a embalagem com os dentes e pôs a camisinha de sabor cereja na boca, recebendo um cenho franzido dele em especulação. Ficou de quatro entre as pernas dele e desceu a boca ao membro, encaixando o preservativo na glande com os lábios, o desenrolando conforme o tomava mais fundo sobre sua língua. Quando ela o tirou da boca com um estalo, a camisinha estava devidamente colocada, e ela só passou a mão pelo látex para se certificar de que estava sem ar.

— Impressionante, Granger. — ele elogiou. — Você deveria colocar essa informação no seu currículo.

Ela sorriu para Snape antes de sua língua voltar a prová-lo, deslizando da base até a cabeça de seu pau e de novo; até tomá-lo profundamente em sua boca, relaxando a garganta para que ele pudesse se acomodar sem causar-lhe desconforto. Sua boca subiu e desceu no mesmo ritmo da mão de Hermione na base grossa, enquanto a outra mão acariciava-lhe os testículos. Os murmúrios dele a enaltecendo diziam que ela estava no caminho certo, o levando à loucura no calor de sua boca. Os lábios pressionavam seu pau sob o látex saborizado, arrancando um gemido intenso cada vez que deslizava sobre ele.

Ela levantou os olhos para ele, quando sentiu seus dedos em seu cabelo, afastando uma mecha morena e teimosa, que insistia em se desprender de sua orelha. Agora, ele já estava praticamente sentado, acariciando seu rosto enquanto empurrava seus quadris mais fundo na boca de Hermione. Segurou a cabeça dela firmemente de ambos os lados, enterrando seus dedos em seus cabelos e fodeu sua boca com rapidez; quando os olhos castanhos dela encheram-se de água e ela achou que ia engasgar, ele gozou, a largando para tomar uma lufada generosa de ar.

Ela deitou-se ao seu lado, puxando um travesseiro de penas de ganso para si. Não havia beijos ou abraços, não havia conchinha ou declarações de amor; havia apenas o cansaço, a saciedade de um sexo casual incrivelmente bom e sorrisos – de realização para ela e presunçoso para ele. Antes que o sono a levasse, levantou-se e cobriu-se com o roupão de cetim que outrora o vira usando e que estava largado em uma poltrona perto da cama, correndo em seguida para a porta que ela imaginou ser o banheiro. Hermione sentiu-se incrivelmente tola por esconder com rapidez sua nudez, quando Severo Snape já havia visto todas as partes do seu corpo como talvez nenhum outro havia visto.

Enquanto fazia sua higiene, pensou nos acontecimentos dos últimos sete dias e como foi que ela parou na cama de Severo Snape. 2020 mal começara e já a estava surpreendendo, realizando suas fantasias mais improváveis. Por um momento, pensou que se tivesse colocado o contrário como resolução de Ano Novo, talvez nunca tivesse conseguido alcançar o feito de tê-lo, afinal, a vida de Hermione Granger era assim: às avessas de seus planos. Mas, dessa vez, seu incompreensível destino a jogara nos braços da pessoa certa. "Devo agradecer à Gina, se ela não tivesse insistido para eu ir à festa e beber, jamais teria mandando aquelas mensagens, e então continuaria o desejando em silêncio", ela fez uma nota mental para enviar uma mensagem à Gina depois.

Hermione não sabia como seriam as coisas daqui pra frente, e duvidava que isso fosse mais além, evoluindo para um relacionamento, mas por ora, ela estava satisfeita em tê-lo entre suas coxas. Ainda de pernas bambas, ela saiu do banheiro e deparou-se com Snape totalmente nu caminhando em sua direção para usar o banheiro agora desocupado.

— Eu vou tomar um banho, Granger. Se você quiser se molhar, a porta estará aberta. — Snape disse maliciosamente.

— A proposta é tentadora, mas preciso descansar. Meu chefe acabou comigo hoje. — ela gritou para ele, que entrou no banheiro sem fechar a porta.

— Esse seu chefe, é um bastardo. — sua voz ecoou do banheiro, soando abafada pelo chuveiro que fora ligado.

— Você nem faz ideia de como ele é pau no cu.

Hermione o ouviu rindo, talvez pela primeira vez desde que o conhecera. — Isso eu ainda não provei. Mas vou cobrar.


Ela não o vira sair do chuveiro, pois caiu em sono profundo na confortável cama; e foi assim até de manhã, quando os raios entraram pelas frestas da persiana a fazendo despertar. Esfregou os olhos, pensando se tudo aquilo não passava de mais um sonho erótico, mas ao olhar ao redor e reconhecer os papéis de parede chumbo e cinza claro, as mesinhas brancas ao lado da cabeceira de capitonê, o lustre suntuoso e o tapete claro com estampa geométrica em frente lareira no outro lado do cômodo, teve certeza de que estava na cama de Severo Snape. Espreguiçou-se com um sorriso no rosto antes de procurá-lo com os olhos pelo quarto e pelas portas que davam para o banheiro e para o closet, onde ele aparentemente não estava.

Quando pôs as pernas para fora do cobertor notou um papel dobrado na mesa de cabeceira com seu sobrenome escrito. Abrindo-o, ela leu:

"Temos uma reunião às 8 horas. Atrasos não serão tolerados. Traga café e donuts.

Ass.: O chefe pau no cu."

Riu ao ler, mas ao perceber que o relógio na mesinha marcava 7:40, seu sorriso se desmanchou, e ela o xingou enquanto vestia suas roupas que estavam dobradas em cima de uma poltrona.

— Aquele grandíssimo filho da puta gostoso me paga.


Notas finais:

Como eu tenho certeza que vocês, leitores, ainda estarão sedentos por mais ao fim desta fanfic, estou ponderando um capítulo bônus com o ponto de vista do Severo, maasss... Isso vai depender do número de comentários deste capítulo. E não tem previsão de postagem, então "se liga, hein" – Regina Rouca mandou avisar –, acompanhem o meu perfil!

É sempre bom lembrar que sexo oral em pessoas com vaginas também precisam de proteção. Façam sexo seguro sempre! Camisinha evita ISTs e gravidez indesejada.

Há um trecho levemente inspirado no filme "O diário de uma paixão" (livro homônimo de Nicholas Sparks), alguém reconheceu?

Glossário:

"Cair nos braços de Morfeu" é uma expressão popular que pode ser interpretada como o desejo por adormecer num sono profundo. Esta expressão se originou a partir da figura mitológica do deus grego Morfeu, conhecido por ser a personificação dos sonhos.