Oi!

Esses personagens não me pertencem, eles são ou da Stephanie Meyer, ou do pessoal da Warner. Estou brincando com eles, com todo o respeito. Vou fazer uma confusão nos dois mundos, levando Beward para o mundo do morcegão.

Espero que gostem dessa loucura.

Até!


Eu conhecia todas as lendas de Gotham. Passei a minha infância lendo os jornais, as revistas, os livros... Conforme crescia, viajava para o lugar sempre que podia. Enquanto minhas amigas escapuliam para uma farra em Paris, Las Vegas, Nova Iorque, eu rezava por proteção e andava pelas ruas de Gotham.

Não sabia como aquele interesse todo pelo lugar havia começado. Talvez em uma matéria sobre um menino que ficara órfão depois de ir ao teatro com os pais? Eu não me lembrava muito bem se essa havia sido a primeira de muitas reportagens a despertar meu interesse, ou só mais uma. O que eu sabia, é que a folha de jornal que chegara em Forks contando essa história que me impressionara tanto ainda estava em um álbum de recortes guardado em uma gaveta especial.

Filha de policial, eu acompanhava os mais bizarros crimes que aconteciam na cidade quase em primeira mão. Mesmo que estivesse a quilômetros de distância. Se o xerife Charlie Swan sabia que a filha usava suas senhas de acesso para ler informações privadas da polícia, nunca se importou. Com o tempo eu aprendera a apagar meus rastros nos sistemas com mais eficiência, evitando que vissem um policial se metendo aonde não era chamado.

Juntando a "pesquisa" que eu fazia em meu próprio computador com a investigação dos policiais de Gotham, eu desvendava os casos de casa, e torcia para que os bandidos fossem devidamente punidos por seus crimes. Era frustrante descobrir o número de agentes corruptos que trabalhavam naquela cidade e atrapalhavam seu curso.

No meio dos crimes absurdos cometidos pelos tipos mais estranhos de seres, descobri algo que me encantara: um homem que se vestia de morcego e fazia justiça nas ruas. Quando surgiu, ele era incompreendido, odiado, motivo de chacota, mas foi ganhando a confiança de todos a cada crime solucionado.

Ele era conhecido como Batman, Homem Morcego, Cavaleiro das Trevas, e tinha sua identidade escondida de todos. Tudo sobre aquele homem era um grande mistério. Os jornais do mundo inteiro tentavam descobrir os motivos que o levavam a sair à caça nas ruas de Gotham. Eu acompanhava algumas teorias sobre a identidade dele pela Internet, juntando todas as informações que obtinha em um dossiê. Se algum dia chegaria a descobrir quem ele era, só o tempo diria.

Não era um objetivo que tinha para a vida, mas, uma vez que estava fascinada pelas histórias de Gotham, por que não juntar mais essa informação e, quem sabe, descobrir a identidade secreta dele? Eu havia até me imaginado trabalhando com ele, hackeando aqui e ali em uma missão ultra secreta cheia de super heróis.

Como se alguém fosse me notar em Forks. Se eu pudesse chegar mais perto da ação...

Com esse pensamento e todas as informações que coletara sobre Gotham, eu me candidatei a um emprego como assistente pessoal do empresário Edward Cullen, dono da Cullen Enterprise, com cede em Gotham. Dizer que eu estava feliz com a oportunidade era pouco.

Descobri a vaga sem querer em uma das incursões que sempre fazia aos arquivos da polícia. Nunca fora mencionado que Cullen tinha uma assistente. Eu havia lido todo tipo de informação sobre ele, menos essa. O motivo do afastamento da antiga assistente era sigiloso. Achei estranho, mas não o bastante para investigar mais a fundo. Alguns formulários preenchidos depois, eu era a mais nova candidata ao cargo. Juntando minhas trouxas em Forks, pedi uma passagem só de ida para o meu novo lar.

Meu pai tentou de todo jeito me fazer esquecer da ideia de me mudar para uma cidade tão oposta à Forks. Enquanto o máximo de violência que havia na nossa pequena cidade natal eram os adolescentes baderneiros nos fins de semana, Gotham tinha todo um submundo macabro, com direito a um super-herói de estimação.

Charlie sabia que a única filha poderia se defender caso fosse necessário, mas a todo momento ele se lembrava de um crime mais violento que o outro, não imaginando forma de eu me defender nesses casos. Nem quando garanti que meu patrão seria praticamente o dono da cidade, o Chefe de polícia ficou mais calmo. Até o notei ficar mais agitado depois, concluindo que aquilo poderia chamar atenção para mim. Charlie estava prevendo muitos cabelos brancos. Ele quis até ligar para o Comissário de Polícia de Gotham para conversar. Eu o fiz prometer que não faria isso. Tinha minhas dúvidas se ele havia cumprido a promessa.


Eu não acredito que estou postando uma história misturando Twilight e Batman. Olha o que você me fez fazer, Robert Pattinson! Ou seria Karen Cristina? Amiga, essa fic é para você! Espero que você curta o que vem por aí.