Acordei aos sons da minha amiga e companheira de viagem Paimon, em um local totalmente desconhecido, mas as únicas coisas que eu conseguia ver era que eu estava na beira de uma praia, sob dois penhascos, com um aparelho com tons avermelhados, o qual a Paimon por sua natureza totalmente curiosa e faminta.
- Paimon: Eiiiiii.
- Deon: Haha, continuando.
A minha querida amiga Paimon tocou nesse estranho objeto que de repente trocou sua cor para uma cor azulada muito linda, que até parecia as partes mais profundas do oceano, uma cor bonita, mas eu ainda não tinha conhecimento do que era e o que poderia ser aquele estranho objetivo.
Eu não me lembro de como e nem o por que eu estava naquela praia deserta, a única coisa que me lembrava era que eu tinha que encontrar... Uma pessoa, mas não sei para onde ela foi e nem se ela está nessa região. Conforme o tempo passava e o tedio batia, a fome aparecia cada vez mais, então saímos daquela área que de nada adiantaria fica esperando um milagre cair do céu.
Andamos um pouco e encontramos uma arvore que parecia ter frutos comestíveis, com um aroma adocicado, mas tinham uma forma estranha, até que caminhando mais um pouco, pude reparar que aquele local, que estávamos, era algo totalmente novo, eu não reconhecia nada daquilo, e milhões de pensamentos me apareciam na cabeça, e o mais provável que tinha acontecido, era que talvez, eu estava em outro mundo.
Quando estávamos explorando a região para ver se encontrava alguma pessoa para pedir informação, mas de nada adiantou, não tinha ninguém pelas redondezas. Até que por golpe do destino ou susto, apenas escuto Paimon gritando para que eu me abaixe.
Quando me reparei tinha um dragão vindo em nossa direção. Eu me abaixei rápido e num golpe de sorte consegui puxa a Paimon para baixo, assim evitando que pudéssemos nos machucar. Respirei aliviado e ouvi uma voz vindo da direção que o dragão tinha ido. Era um humano, disse Paimon animada.
- Paimon: Era aquele Bardo surdo.
- Deon: Paimon vai continuar interrompendo a historia? Continuando...
Estávamos felizes pois poderíamos pedir informação e saber onde é que estávamos. Mas por espanto, quando nos aproximamos, eu conseguia entender a sua língua, ele estava falando no meu idioma, fiquei intrigado, porem por susto, o dragão voou e ele sumiu.
Com a única informação que eu tinha, era que essas terras ainda falavam nosso idioma fiquei menos preocupado. Quando de repente escuto uma voz feminina vindo por trás, no começo não entendi o que era, até que me virei e reparei que era uma garota com roupas vermelhas enquanto me apontava um arco com flechas flamejantes.
