Quando me virei pude reparar bem naquela garota de vermelho. E foi quando puder reparar que ela portava um arco com flechas em chamas, como se pretendesse fazer algo com aquela situação. Eu sem entender nada, tentei gesticular em sinal de paz que eu não tinha nada perigoso, pois ainda não tinha certeza se ela entendia meu idioma. Ela do nada atira uma flecha embaixo de mim e pergunta qual era meu nome...

- Paimon: Era a Amber hehe.

- Deon: Paimon conta a história.

- Paimon: Achei que ela queria rouba o Deon, se fosse o motivo estaríamos mortos, por que ele não tem mora hehehe.

- Deon: Xiu Paimon, não me faça te deixar sem comida novamente, e pode deixa que eu conto. Continuando.

- Paimon: Nãoooooooooo, tudo menos a comida.

- Deon: okay, agora vou continuar.

Eu expliquei que estava perdido e não sabia onde estava, com esperança dela entender. Com ela entendendo a situação, ela decidiu guardar o arco e me contou sobre aquele lugar, que aquela região se chamava Mondstad e estávamos em Teyvat, e mais algumas coisas sobre o clima, a flora e a fauna, era divertido escutar ela falando.
Conversamos por umas horas, estava tão interessante que não tinha nem noção de tempo mais, porém, o sol já estava baixo, ela então pergunta se eu tinha algum local para ficar, respondi com ironia, talvez eu durma ali naquela carroça quebrada kkkk. Ela me fez uma expressão de séria e pena, até que veio a sugerir que eu ficasse numa pousada em Mond, porém como eu não sabia de nada, falei pra ela que não tinha nenhum dinheiro ou moeda de troca.

- Paimon: Tava pobre hehe

- Deon: Você também, e pode considerar sem jantar hoje.

- Paimon: Por favor Deon, não deixa a Paimon sem jantar. (fazendo bico)

- Deon: Vou pensar nisso, mas se volta a atrapalhar não vou muda de opinião. Voltando a história, e espero que não tenha nada para atrapalhar, né Paimon.

Quando falei que não tinha mora, a Amber me olhou com cara de muita pena, e ela disse que poderia me ajudar para fica na cidade aquela noite. Então convencidos, acabamos indo para a cidade. Algo que achei muito bonito era que possuía muitos moinhos de vento, e apresentava uma leve e refrescante brisa de verão, algo extremamente relaxante, sem contar o cheiro presente das flores, das comidas e das bebidas.
Indo para a pousada, vejo de relance que parecia de um vulto de tão rápido, mas foi algo que me chama a atenção até hoje, a única coisa que lembro era que o cabelo parecia branco ou cinza, como a luz era baixa não tinha como ter a noção com precisão.

Algo engraçado que me recordo é que consegui dormir naquela noite, de uma maneira que não consigo me recordar de outros dias, não sei se era por causa do clima de Monds ou porque fui bem recebido por todos daquele local e acabei me sentido em casa, apenas sei, que foi uma experiência nova e renovadora, me deixando de maneira que eu estivesse pronto para mais um dia naquele lugar que se chamava Teyvat.