Ser tratado como um rei!
Não é todo dia que alguém pode ter essa experiência, inclusive Eric Cartman. É um mimo de sua namorada está fazendo para ele. De forma básica está deitado na cama do seu quarto, enquanto Lorrah serve comida para ele. Tem uma bandeja em cima dele para apoiar as comidas que recebe.
Existe algo melhor?
"Lorrah cozinha melhor que minha mãe" pensa Eric, enquanto saboreia algumas cebolas fritas em forma de pétala com um molho feito de tomate seco e bacon. Pode descrever sua namorada como a 'ruiva redneck que adora o engordá-lo', mas pelo menos ela sabe que seu limite é quando está satisfeito. Sua mãe tinha uns péssimo hábito de às vezes forçá-lo a comer mais que seu estômago aguentava.
Não que esteja reclamando de sua mãe, sua maturidade permitiu a observar mais seus erros do que acusar os outros pelos seus fracassos ou condições. Eric sabe a dificuldade de uma mãe solteira viciada em sexo tem de criar um filho sozinha. Liane fez seu máximo possível para oferecer todo amor e carinho assim como todo mimo que ele, mas teve alguns defeitos que poderiam justificar muito sua decadência do futuro.
Vai entender que se passa da cabeça de uma ninfomaníaca. Podia ter uma situação familiar pior como ter pais que obrigava Eric tomar café misturado com drogas como Tweek, ou não era colocado de castigo a cada minuto como os pais fizeram com Butters, ou ter uma mãe exageradamente conservadora que proibia o filho ter acesso a muitos filmes e jogos de videogame violentos como Kyle. Ou pais drogados que quase deixam os filhos na própria sorte como a família do Kenny.
Mesmo assim ainda se pergunta como sua mão não prejudicou sua vida sexual, já que era ninfomaníaca e viu ela saindo com muitos homens estranhos. Não adquiriu nem repulsa total ao sexo e nem uma tara anormal ao mesmo. Se parar pra pensar bem seu ex-melhor amigo parece que foi mais influenciado do que ele. Até fez ter um gosto hetero normal, já arriscou a imaginar atos homossexuais, mas nada muito que fez… experimentar. Talvez seja por parte de faltas de 'parceiros' ou talvez seja por ser um filho de Liane que tem a possibilidade de viciar em sexo com mulheres.
— Eric, chegou a sobremesa - a voz de Lorrah tira sua concentração.
Eric sorri querendo saber o que ela trouxe. Sua única lamentação que não esteja na cozinha ou na sala, afinal subir as escadas só para servi-lo acha bem cansativo. Quando seus olhos olham sua namorada tem uma grande surpresa.
É normal quem cozinha use um avental. Lorrah está usando um avental curto e branco… e nada mais, exceto óculos. Ela está carregando uma bandeja com taça com um brownie com uma bola de sorvete de baunilha com calda de chocolate. Uma verdadeira sobremesa muito deliciosa que poderia atrair os olhos de Cartman, contudo o foco da visão está no corpo da ruiva.
A pele pálida cheia de sardas totalmente exposta. A cidade é testemunha que Eric no passado já demonstrou um descontentamento com o tipo de pessoa ruiva, mas nunca imaginava que não só estaria namorando com uma com também sentindo desejo para a mesma.
O avental tenta cobrir os seios de Lorrah, mas deixa algumas partes expostas como as laterais e parte de cima. Tampa a parte da frente até altura de joelhos. Tem alças nos braços para colocar a peça de roupa e duas tiras que faz deixar a peça mais justa. Atrás só tem as alças e tiras, nada mais do que isso.
— Espero que coma tudinho - Lorrah fala com uma voz pastosa - está delicioso - passa o indicador raspando o cima da sobremesa e coloca na boca provando a sobremesa.
— Imagino que esteja - Eric diz olhando para o decote da Lorrah.
— Poxa Eric, deixou uma colher cair no chão. Eu vou pegar - a garota se inclina para pegar da forma que só dobre o tronco e deixando a grande bunda totalmente exposta. Uma grande bunda branca gorda ruiva e gostosa sem nada tampando.
Sem nenhum pudor a mão direita do Eric vai diretamente na bunda de sua namorada apertando as 'bochechas' e logo diz:
— Esse prato também está disponível? - diz um tom bem sugestivo.
— Depende. Já quer ir para o prato principal? - disse Lorrah dando pequenas reboladas.
— Depois de ver essa maravilhosa carne difícil querer comer outra coisa.
— Sabe as regras: aquele que estiver no prato precisa comer tudinho - diz com uma voz pastosa.
— Esse momento está parecendo um roteiro de filme barato de pornográfia.
Lorrah se ajoelha e começa a rir, enquanto Eric ri de forma discreta, enquanto dá uma colherada no doce.
— Bobo - disse Lorrah subindo na cama e engatinhando na cama para ficar sentada no lado esquerdo do seu namorado - não é porque parece um roteiro de filme B que tinha que falar.
— Eu não perco a piada - disse Eric levando a taça para a cômoda.
— Nada disso, você tem que comer tudinho.
— Até no momento como esse quer comer.
— Claro, afinal fiz com muito amor - se aproxima do seu namorado e senta na sua frente.
— Percebo - enche a colher e leva para a boca de sua namorada que fecha os olhos e abre a boca.
"Fofa" pensa Eric.
— Não quero me gabar não, mas cozinho muito bem - disse Lorrah.
— Sorvete não com bronnie não é a melhor maneira de mostrar que cozinha bem.
— Eric.
— Mas concordo que você cozinha bem.
Lorrah sorri e Eric dá uma colherada. Os dois saboreiam juntos a sobremesa.
— Então vai querer mesmo fazer sexo comigo.
— Sim. Quero perder minha virgindade contigo - disse Lorrah.
— Fico contente por me escolher primeiro do que a puta gótica.
— Não fale assim de Etta. Ela também é sua namorada.
— É divertido provocar uma gótica. Ela fica mais fofa quando fica com raiva.
— Nisso tenho que admitir.
— Sabe boa parte da minha vida as pessoas sempre tiveram nojo de mim. O meu sobrenome já era sinônimo de fazer principalmente o sexo oposto de vomitar.
— Eu entendo muito isso. Sendo uma ruiva natural também nunca me ajudou.
— Como ignoraram um rabo tão grande como seu?
— Como ignoraram um homem tão gostoso como ti?
O casal ri junto.
— É. A sobremesa acabou - disse Eric.
— Sim acabou.
Eric coloca a taça em cima do seu colo e inclina para tirar os óculos de sua namorada que fecha os olhos.
— Você tem lindos olhos - disse Eric de forma suave.
— Obrigada - Lorrah cora.
Coloca os óculos na cômoda e taça na cômoda. Engole seco antes de encarar sua namorada e começar tirar a camisa. "É agora ou nunca" uma mentalidade de testar se sua namorada sente atração física. Seus abdome é avantajado destaca muito no seu corpo nu. Os braços grossos por alguns exercícios que passou a fazer para mudar a situação totalmente sedentária. Os peitos e os trapézios tem sinais de serem bons desenvolvimento. Mesmo a barriga não tem dobras exceto na parte debaixo.
"Agora é o momento de ver nojo nos olhos dela" esse foi a expectativa do rapaz, mas em vez disso ver sua namorada encarando seu corpo como se fosse um abdome de um deus grego. Eric sorri de forma sincera.
Leva suas mãos no rosto da ruiva para tomar seus lábios ao mesmo tempo ter os lábios tomados. Beijo suave como se trocasse seus sentimentos que entre um para outro e estranhamente precisa compartilhar com uma terceira pessoa, detalhes que não vai importar nesse momento.
A união das carnes fica mais sedento cada momento, fazendo que os corpos ficarem juntos. Eric puxa sua namorada pelo quadril para ficar em cima de sua virilha. Lorrah já sente o entusiasmo do seu namorado com a ondulação vindo da calça. As mãos masculinas já desfaz o nó do avental. O corpo feminino já se afasta para abrir o zíper das calças e com as mãos sente já ereção do seu namorado. O beijo se desfaz e Eric já diz:
— Apressada.
— Eu sou a única que está nua aqui. Vamos equilibrar as coisas aqui.
— Esse é o método redneck de fazer as coisas?
— Não. É o método 'cale a boca e tire logo a calça, senão vou mudar de ideia e perder minha virgindade com Etta'.
Uma coisa que Cartman tem na mente, melhor não abusar do seu humor para sua namorada, principalmente quando ela está querendo ter relações sexuais contigo. Eric levantar seu traseiro para tirar sua calça e cueca junto com um puxão para depois tirar toda a peça e jogar no chão.
Lorrah olha para o pênis ereto do Cartman como se visse uma criança olhando um brinquedo novo. Nem muito grande e nem muito pequeno, média é a palavra ideal para descrever. Tem a peculiaridade a ponta é fina e a base é grossa deixando a impressão que é um 'pênis gordinho'. Tem a pele até parte da 'cabeça' de cor levemente 'roxa' e algumas veias expostas no corpo. Pode não ser grande, mas é bem roxo. A ruiva dá uma lambida nos lábios imaginar o 'sabor'.
Também vendo a parte de baixo do seu namorado ele tem pernas bem grossas e uma bunda bem farta. Via que os amigos do seu namorado e alguns colegas o chamam de bunda gorda. De início pensava que isso era apenas uma forma de chamar de gordo, mas a bunda de Eric é bem farta. Parece que a gordura se acumulou muito nessa região ainda com os ossos do quadris bem largos. Lembrando de Liane percebe que isso é herdado.
"Se Etta e Eric ficarem de quatro posso ter dificuldade de saber quem é quem" Lorrah ri internamente.
Eric tira o avental de sua namorada.
— Eric, coloca meu avental em cima da cômoda, por gentileza - disse Lorrah.
— Tá bom.
— Gostou no que viu? - Lorrah cora um pouco.
— Se eu voltasse no tempo e dissesse pra mim mesmo como uma ruiva pode ser muito gostosa eu não acreditaria. Que ironia do destino.
— Os meus seios não são tão grandes - Lorrah faz biquinho com a boca.
— Não são - Eric se aproxima de Lorrah e já os apalpas - mas são macios. Cabem na mão e são - inclina-se e leva sua boca nos seios dela - gostosos.
— Ah Eric - geme Lorrah - os da Ettas são enormes.
— Não são os peitos delas que estou chupando agora - Eric dá pequenas mordidas do seios.
— Aposto que você quer chupar eles - disse Lorrah gemendo.
— Uma vadia de cada vez pelo menos agora - chupa os bicos.
— Ai Eric. Eu não sou vadia.
— Não? - Eric avança no pescoço e dá um chupão caprichado no pescoço da ruiva que geme alto - mas geme como uma. Parece que vai deixar marca.
— Eu não sou uma vadia. Eu sou uma cowgirl - empurra seu namorado para fazer cair de costas - eu vou mostrar como fazendo - começa a sentar na cara dele.
Eric pode ver em primeira mão a vagina de Lorrah. Começando a ver os pelos pubianos pode ver que é uma ruiva autêntica. Interessante que parece um coração já que os grandes lábios esconde os pequenos e até o clitorios bem avermelhados. Essa contemplação só teve por alguns minutos já que sua namorada esfrega sua intimidade na sua cara.
"Cavalgando na minha cara. Se estou na chuva então é melhor se molhar" pensa o rapaz começando explorar o 'coração' de Lorrah com sua língua, enquanto ela se esfrega na cara.
Quando era criança gostava de comer os frangos fritos do KFC principalmente acompanhados com molhos até quando passou em comer nas churrascarias americanas onde aprendeu comer carnes mais refinadas. Entre todos os sabores de carne (que ele gosta de comer), massas, doces e até frutas (esse item está no último lugar) um pensamento vem na mente:
"Buceta é a coisa mais gostosa que já provei" pensa explorando o sexo de sua namorada com a língua. Também sente o cheio que pode descrever algo primitivo. Algo que incentiva continuar e esperar quando vai invadir aquele corpo com o seu.
"Parece que as rednecks sabem como cavalgar" pensar Eric apoiando suas mãos na bunda de sua namorada apertando.
Lorrah está sentindo prazer cada momento da primeira vez que está sendo estimulada pelo seu namorado. Já se masturbou diversas vezes e conhece seu corpo, tanto já desenvolveu seus gostos sexuais. A experiência de ser chupada é totalmente diferente que teve sozinha. Tendo a umidade da saliva masculina e os músculos degustativo tendo o trabalho de explorar seu clitóris, lábios vaginais e até leves penetrações. Acompanhado com os lábios carnudos do seu namorado que são os elementos secundários de estímulos. Faz um pouco de cócegas de início, mas consegue sentir o prazer. Fora as mãos do seu namorado apertando sua bunda movimentando gordura e músculo ao prazer de ambos. Uma experiência agradável onde faz imaginar como existe muitas mulheres viciadas em sexo.
Sempre tem mente aberta para experimentar novas… iguarias. Vendo o pênis ereto que está pulsando na sua frente e alcance. Por que não?
Inclinando tem acesso ao pênis do seu 'macho'. O segura na mão direita dando leves masturbadas tendo resposta dos gemidos abafados do seu namorado e pouco a pouco coloca na boca.
Salgado vem a palavra imediata para descrever a carne que está na boca. Força o objeto para sua garganta (onde já teve treinos com objetos cilíndricos) fazendo os movimentos de cima para baixo, enquanto está sendo chupada pelo Eric.
Sessenta e nove, o nome da posição sexual que estão tendo o nome por suas respectivas cabeças está na intimidade do outro. Não foi difícil associar o ato para o número.
Boquete, o ato de receber sexo oral de alguém desde que tenha um pênis, Eric Cartman consegue sente pela primeira vez esse ato. Irônico pensar que ele quando era criança falou que a boca de uma americana com mais germes de infecção e está recebendo sexo oral de bom grato. Tem que admitir que tem muito menos pressão no seu pênis do que imaginava, afinal a palavra 'chupar' não é usada a toa. Como ato de preliminar é excelente e receber sexo oral não vai tirar o tempo de duração quando chega aos finalmentes, afinal o orgasmo masculino anatomicamente não é favorecido para se ter continuidade.
Os dois ficam no ato por algum tempo até quando Lorrah tira a boca do pênis do Eric para gemer alto do primeiro orgasmo que estava tendo e Eric está recebendo todos os fluídos pela reação física do ato. Ele não reclama até apreciar o ato. Não era só ele que estava esperando os fluídos do outro, Lorrah também estava esperando o esperma do seu namorado, mas ainda não sai.
— Então você é resistente? Vamos ver até onde vai - disse Lorrah pegando com força o pênis do seu namorado e os masturbando de forma bem rápida.
— Caralho Lorrah. Meu pinto não é de ferro não - disse Eric gemendo e com pouca dor, mas sua namorada não escuta, apenas continua o ato e lambe a 'cabeça'.
— Lorrah se eu continuar assim - continua Eric - eu vou… - não demora muito para Eric gemer alto e ejacular.
Lorrah não deixa que nenhuma gota saia do pênis do Eric. O sabor é amargo, pastoso, leve. Talvez o único comentário que a redneck faz que seu consumo seja imediato, porque guarda pra tomar depois… talvez a expressão 'tudo tem limites' seja recomendado.
— Lorrah não precisa pegar pesad… - Eric para de falar quando Lorrah estar se levantando e ver um detalhe do corpo dela.
Consegue ver o ânus de sua namorada e o que chama atenção é sua coloração rosado. O normal que a cor desse orifício seja mais escura. A tara de praticar sexo anal com outra pessoa seja heterosexual ou homosexual tem um ponto em comum: das raras pessoas que tem uma coloração rosado ou em outras palavras um 'cu rosa'.
— As lendas são reais - disse Eric quase em transe.
— Que foi?
— Seu anel. É rosa.
— É? - Lorrah pega na própria bunda - nunca parei para observar não, bobo - ela ri, mas logo para ao olhar o pênis do seu namorado.
Quando um homem ejacula o sangue o pênis entra em um estado de relaxamento. Para recuperar a ereção demora certo tempo que varia de homem para homem. Existem homens que têm uma recuperação muito rápida como está sendo o caso de Eric nesse exato momento. Lorrah só diz uma coisa:
— As lendas são reais.
Eric aproxima da sua namorada, mas para para calcular se vai valer a pena beijar sua namorada, afinal seu esperma passou por aí, mas levando em conta que também tomou a secreção e pensa: por que não? Assim beija sua namorada com um beijo intenso. Ao mesmo tempo segura na cintura para ergue-la e deixá-la na cama.
— Preparada? - Cartman se ajeita no meio das pernas de Lorrah. A cabeça peniana está encostando na entrada.
— Já nasci preparada.
— Não acha melhor eu colocar uma camisinha?
— Eric, essa história não é politicamente correto.
O rapaz ri e logo penetra sua namorada pouco a pouco. Lorrah sente o corpo peniano invadindo dentro do seu interior e sente a dor, mas particularmente não está achando uma dor tão grande. Nunca inseriu algo que não seja além dos seus dedos (diferentes de outros… orifícios).
"Como tem mulher fresca que reclama com a dor?" pensa ela analisando a sensação. Também leva em consideração que seu namorado está sendo cuidado e está se oferecendo de modo consensual. Se não tivesse esses dois elementos a história seria outro.
— Eu já me acostumei! Pode prosseguir - disse Lorrah depois de um tempo que Eric a penetrou mais não fez movimentos de 'vai e vem'.
Assim os quadris do Eric começa se mexer para a penetração fazendo sua namorada gemer ao mesmo tempo que o próprio também geme. As mãos da ruiva o traz mais perto, as pernas fecham, enquanto as mãos masculinas se apoiam na cama para ter mais impulso. Seus olhos sempre focando no rosto de sua namorada para entender se ela está gostando ou não, algo que estar percebendo seu sucesso.
O barulho das molas da cama é nítido. O suor escorre dos dois corpos sem contar o gemidos. Se alguém escutasse esses barulhos na sala pensava que seria Liani se divertindo mais uma vez com um estranho, mas desta vez a dona da casa não estar e é seu filho que se estar se divertindo.
— Poxa, seu eu soubesse que você era tão gostosa assim não teria enrolado tanto - disse Eric.
— Tive muito trabalho e valeu a pena. Continua! Me fode - Lorrah geme.
— Com prazer minha ruivinha.
— Ai, Eric. Eu estou gozando - Lorrah geme alto quase gritando tendo mais outro orgasmo.
Eric dá estocadas fortes e lentas para sua namorada.
— Quer eu continue? - pergunta Eric.
— Não. Por que não pega algo que deixei no bolso da frente do avental?
— Ok - Eric sai de dentro e de cima de Lorrah,vai gatinhando para a cômoda, pega e enfia a mão do bolso. É um pequeno vidro que ao início que era um molho, mas lendo o rótulo arregala os olhos vendo o nome do produto. Tem o nome do produto e o nome lubrificante.
Rapidamente olha para sua namorada e arregala mais os olhos vendo ela de quatro com sua bunda a mostra e rebolando.
— Como eu disse tem que comer tudinho - disse Lorrah - ainda tem uma virgindade minha para tirar.
Ganhou na loteria. Pelo menos essa é a sensação que Eric Cartman está sentindo. É fato que ele desenvolveu um gosto por bundas grandes e fartas. Sexo anal é até uma fantasia masculina de praticar para sua parceira. Os que têm a sexualidade homossexual tem mais sorte em prática do que os héteros. Eric tinha um código interno: nunca pedir para 'comer um cu' é esperar que fosse oferecido.
Lorrah não está apenas fazendo um agrado para seu namorado. Ela realmente gosta de sexo anal. Uma das coisas que tem que admitir que ela tem uma bunda grande. Como gostaria que os homens no passado repararem mais isso nela. Sempre teve fantasias de um homem robusto cobiçando sua 'raba' e usufruindo. Também tem um fetiche por bundas femininas grandes tanto que parte de estar em um relacionamento a três é saborear aquela 'raba gótica gorda'. Independente disso ela já se masturbou seu ânus, acostumou e gosta.
— Meu precioso - disse Eric esfregando sua cara na bunda da Lorrah.
— Gosta tanto assim da minha raba? - pergunta Lorrah virando a cabeça.
— Muito.
— Ela é toda sua.
— Porem certas procedimentos que preciso fazer antes.
— Qual… ai - Lorrah recebe um tapa na banda direita de sua bunda.
— Desculpe Lorrah, um tampor desse precisa ser tocado - dá outro tapa agora no lado esquerdo.
— Desde que não toque como uma menininha… ai - recebe um tapa chegando arder a região.
— Minha ruivinha está muito faladora. Merece ser castigada - dá outro tapa.
— Isso - Lorrah derrama uma lágrima do outro pelo esforço de receber a pancada ao mesmo tempo que está com o grande sorriso no rosto - eu sou uma menina má. Me castiga.
Assim vem alguns tapas seguidos e altos que o barulho pode ser escutado do outro lado da porta do quarto. Lorrah segura a fronha para aguentar mais os tapas de sua bunda. Cada tapa balança a carne traseira que dissipa a pancada dado daquelas mãos grandes másculas e firmes que fica vermelha a cada tapa.
— Nossa ficou muito vermelho - disse Eric vendo as marcas de sua mão na bunda de sua namorada.
— Ficou - disse Lorrah - adorei.
— Aposto que você quer que pegue a Etta e faça o mesmo na sua frente.
— Está conseguindo ler mentes?
— Talvez - aproxima e começa beijar a bunda da Lorrah.
— Também gosto de carinho - disse Lorrah sorrindo, mas de repente sente algo úmido no seu ânus. Por um momento pensava que Eric está passando lubrificante, mas sente algo se entrando nela.
— Eric, você está lambendo meu cu?
— Sim - disse Eric.
— Não sente enojado não?
— Uma vez dentro do campo precisa beijar o chão.
— É assim que fala. Queria pedir um beijo Nichole, mas não sabia se iria aprovar a ideia.
— No seu caso é mais um beijo rosa.
— Aí Eric. Isso é gostoso.
— Posso enfiar o primeiro dedo?
— Sim gostoso.
Eric começa introduzir o dedo indicador no ânus de Lorrah de forma lenta. A ruiva morde os lábios sentindo seu ânus ser invadido e tendo movimentos circulares. Pode sentir que a primeira dedada foi justamente para espalhar o lubrificante. O dedo indicador sai e logo retorna com uma companhia: o dedo médio com mais uma dose com lubrificante. Eric faz os momentos de tesoura com os dedos fazendo que a parte se acostumar.
— Eric. Pode lá meter - disse Lorrah.
— Com muito prazer- derrama lubrificante no seu pênis e o usa para penetrar o ânus da Lorrah.
Sexo anal é bem diferente que o tradicional, isso Lorrah sente. A cavidade do reto não foi feito para sexo, mas a insistência humana ignora isso. Ela sente que vai ser rasgada, enquanto Eric sente que seu 'pau' vai ser esmagado.
— Mas que cu apertado - disse Eric.
— Pode foder.
Assim Eric começa as estocadas do ritmo lento e pouco a pouco aumenta a velocidade. Lorrah descobre que é melhor está em uma velocidade constante e rápida do que lenta. A dor que estava sentindo dá ao lugar para o total prazer e os dois se movem de jeito frenético. A carne da pélvis masculina bate nas nádegas femininas causando leve ardência por causa dos tapas recebidos momentos atrás.
— Mas que cu gostoso Lorrah.
— Isso é só pra você, Eric.
— Pensava que também era para a gótica.
— Ela não tem um pau no meio das pernas para usufruir. Ai Eric está gostoso, continua - disse gemendo.
— Estou perto de gozar.
— Pode gozar dentro. Encha meu cu de porra.
Não demora muito para Eric geme alto e ejacular no dentro do ânus de sua namorada que também tem um orgasmo. Quando ele retira o pau, o esperma começa escorrer da cavidade. Lorrah se deixa de barriga para baixo.
— Está bem, minha ruivinha - Eric deita no lado.
— Melhor impossível. Só não sinto minhas pernas - disse Lorrah.
— Eu até to meio acabado - puxa a Lorrah para deixar em cima dele - adorei cada momento.
— Eu também meu amor. Adorei de me tornar mulher contigo.
— Também adorei me tornar homem contigo.
Os dois ficam em silêncio aproveitando o momento junto e descansando naquela cama toda sua pelo os suor e secreções de ambos. Até o momento Eric faz uma pergunta:
— Tem alguma coisa pra comer?
— Sim na cozinha. Preparei uma refeição pós-trança.
— Essa é minha garota - Eric se levanta e pega sua namorada no chão.
— Agradeço mesmo. Porque estou tão detonada que preciso de GPS pra me guiar.
— É o minino que preciso fazer para minha amada.
— Aí Eric. Como você é tão romântico.
O rapaz carrega sua namorada para a cozinha para comer uma coisa, afinal sexo dá fome.
CONTINUA
