É comum em relacionamentos que uma namorada vai comer na casa do namorado. Comum mesmo. Contudo o caso de Eric Cartman é incomum, afinal quem está no seu quarto comendo agora não é Lorrah, mas sim Henrietta. Relacionamento a três é pouco confuso, afinal precisa dividir 'sua ruivinha' com a gótica sendo que ao mesmo tempo que a segunda também é sua namorada. No caso Henrietta está comendo batatas fritas rústica com queijo derretido e bacon sentada no chão e encostada na cama do rapaz. Eric encontra deitado olhando para o celular. Estava conversando com Lorrah momentos atrás com seu computador com webcam antes da chegada da gótica.
— Então tenho trabalho da minha escola pra fazer - tira um tablet na bolsa - como namorado faça pra mim.
Eric como um bom namorado usa as palavras certas:
— Nem fudendo.
— Conformista.
— Eu me conformo em você vinha aqui pra mendigar comida. Me conformo de repetir essas mesmas palavras que gótico usa sempre.
— E o que tem de errado ser gótico?
— Deixa pensar - Cartman fingiu estar pensativo - um grupo pequeno que nem mesmos seus 'rivais' - Cartman faz o sinal com aspas - ligam para ti e que ficam fumando o dia todo. Nossa tão emocionante - diz com uma voz que transborda sarcasmo.
— Nossa me desculpe de eu não seguir um ditador de um país sem graça que todo mundo acha repulsivo - mesmo não mostrando emoção mostra que domina também a arte do sarcasmo.
— Os góticos seguem o que mesmo: Cthulhu? Foi derrotado por um café da manhã ambulante. Demônio? Morreu anos atrás e foi para o céu. Como é tão emocionante ser gótico. Um emo gótico, um pequeno psicopata e um altão de pau pequeno - Eric fica sentado.
— Pau pequeno parece que você entende muito bem - disse Henrietta.
— Entendia, mas eu cresci e como cresci, se és que me entende - disse Cartman com malícia - Tenho a Lorrah pra provar. só não cresceu tanto como sua bunda - continua com mesmo tom.
— Tá me chamando de gorda?
— Não, mas sua bunda é maior que minha cara.
Henrietta aperta os punhos suprimindo a raiva.
— Me dá aqui seu tablet.
— Desistiu? - Cartman devolvendo o tablet.
— Bem... - Henrietta se levanta pega o tablet -... não exatamente.
— N... - antes do Cartman terminar dele falar Henrietta acerta a cabeça do primeiro com próprio tablet. A pancada é forte suficiente que o rapaz fica inconsciente.
— Nazista estúpido - disse Henrietta jogando que sobrou do tablet no chão.
Góticos não são conhecidos por expressar seus sentimentos, mas agora estando sozinha Henrietta permite esboçar um sorriso discreto. Mesmo assim ainda não está satisfeita em se vingar. De alguma forma precisa ensinar uma lição para Eric Cartman. Pode ser seu namorado, mas não significa que precisa agir doce com ele.
Logo tem uma ideia de vingança que vai ser divertido. Assim pega um dos lençóis da cama do rapaz, o rasga para fazer diversos tiras (não se importando com nada com a propriedade alheia), amarra os braços para trás das costas e os pés. Aproveita para ligar o xbox dele e pegar um joystick. Não demora muito para Eric Cartman acordar.
— Vejo que você acordou - disse Henrietta com um pingo de satisfação em sua voz.
— O que você fez comigo, vadia?
— Taque seu tablet na sua cabeça que te desmaiou e te amarrei.
— Está ficando louca?! - Cartman tenta se soltar.
— Fique quietinho, enquanto me sento para jogar vídeo-game.
— Você pensa que isso me segura está enganada. Quando eu me soltar eu vou... - Cartman é novamente interrompido, porque Henrietta senta bem cima de sua cara.
— E não é que minha bunda é mesmo maior que sua cara? - diz em um tom sarcástico - tanto faz - começa jogar como se não estivesse fazendo nada.
Estar jogando um jogo de luta, enquanto esmaga o crânio de Eric com seu... peso. A sorte do rapaz que todo peso não está localizado na... grande área, o que permite suportar o peso, mas com uma dificuldade de respirar. Tenta se mexer para tirar a invasora em cima do seu rosto, mas não está conseguindo.
— Está me fazendo perder. Fique quieto - diz a gótica.
Nada como humilhar Eric Cartman fazendo como seu banquinho humano particular. Wendy no passado conseguiu espanca-lo na quarta série. Um barulho da gótica soltando gases pode ser escutado, o que seria só de si inusitado, mas a cara do Cartman meio que está na fonte do barulho e... cheiro.
— Ops parece que as batatinhas com queijo está fazendo efeito - disse a gótica - ou será que foi gases vaginais?
Eric tenta falar, mas sua boca está sendo impedida.
— Pode cheirar tudo - disse Henrietta, enquanto esfrega sua bunda na cara dele - mais rápido.
De repente aparece alguns estímulos do corpo da fêmea começa surgir sem que ela está esperava. Uma umidade na sua parte mais íntima que deseja esfregar ainda mais sua bunda na cara de Eric Cartman. Já tem uma vida sexual relativamente ativa ao ponto de saber suas fantasias sexuais.
Sua intenção não tinha nada sexual, mas só vendo o garoto que gosta de impor 'sua autoridade' nos outros está no seu total domínio é algo gratificante. Um sentimento que ela aprecia é o sentimento de ódio, só de imaginar que ele está querendo matá-la por causa dessa humilhação isso aumenta sua tensão. Dando uma olhada atrás dela ver a protuberância que está sendo formado no meio da perna do rapaz constata que não está sendo a única que está sendo afetado.
Ser humilhado é algo que Cartman não gosta, principalmente quando não tem chances de revidar. Contudo mesmo que esteja em uma situação de extrema humilhação, seu corpo está encarando isso de forma contrário. É uma atraente mulher que está esfregando sua grande bunda larga e cheia bem na sua cara tendo a única separação o tecido do vestido e da calcinha. Talvez não esteja com a... total magnitude de sua capacidade de bombear sangue para sua parte íntima por causa do... ataque de... gás.
Um gosto sexual que desenvolveu com sua puberdade é por bundas. Como ama alguém com uma bunda grande e... 'suculenta'. Parece que tem um gosto brasileiro, apesar de ter nascido e criado nos E.U.A. Realmente seus envolvimentos sentimentais refletiu muito nesse gosto sexual.
"Que beleza, eu sou um verdadeiro filho de Liane" pensa Cartman.
Pior que escutou alguns gemidos baixinhos da gótica e isso foi demais para Eric. Quando era criança força é um atributo que passava longe nele, mas teve alguns momentos que demonstra uma força física muito maior que era esperado chegando até níveis que até ultrapassaram o limite de um adulto. Na quarta série ficou tão bravo por ter o menor pênis de todos os garotos que chegou erguer uma cadeira que estava parafusado no chão. Essa força oculta permitiu ter muito sucesso no boxe quando passou usar parte dela, afinal nunca conseguiu aquela façanha novamente.
Passa de longe a raiva que sentiu naquele momento, mas a luxúria que está sentido se mostra um sentimento perfeito para estimular uma grande força. Assim consegue arrebentar as tiras de pano, segurar as bandas da bunda de Henrietta tirá-la de cima dele. A gótica só se dá conta quando sente as mãos masculinas nela e a força exercida nela que a coloca de quarto.
— Ei! Seu puto, o que está fazendo? - disse Henrietta.
— Parece que você tem problemas de gases. Eu vou disciplinar seu rabo a se segurar.
Henrietta engole seco pelas palavras de Cartman. É uma situação não esperava está, mas de certa forma não é algo que ameaça sua vida. Não quer admitir, mas ser colocada de quatro para ser dominada achou... interessante.
Cartman ergue o vestido para deixar a bunda dela a mostra. A calcinha da gótica é preta do tipo caleçon, uma peça confortável que possui a cintura mais alta, laterais largas e cobre muito bem a bunda gorda da gótica. Vendo a peça rendada denuncia o estado do corpo dela pela umidade que está se formando.
Henrietta se assusta quando Cartman rasga sua calcinha deixando totalmente exposta. Ele se vinga do seu lençol e tem a recompensa de olhar a intimidade da gótica, a bunda branca e gorda. Realmente sente que pode ejacular apenas contemplando a raba da gótica, contudo seus objetivos estão para algo mais... ativo e mais... sádico. Henrietta iria protestar, mas antes de uma palavra saia na sua boca sente um forte tapa na sua bunda que estala toda a sala. A dor vem com a ardência do impacto.
— Ai minha bunda, seu desgraçado - disse a gótica.
— Eu só estou começando, sua vadia - Eric novamente dá outro tapa em outro lado da bunda vendo mais uma vez aquela carne se afundar e espalhar todo o impacto na região - meninas malvadas merecem apanhar.
— Como se esses tapas de bicha me machucasse... aí - a gótica recebe outro tapa onde ela morde os lábios para tentar resistir o tapa.
South Park fica em uma cidade montanhosa que faz muito frio boa parte do ano e é natural que pessoas com tom de pele mais branca se adapte nesse clima. Eric fica admirado que Henrietta é bem mais pálida que o normal parecendo que a pele quis ir junto com o estilo de vida que escolheu. A bunda é branca, mas fica vermelha com diversos tapas.
Ele faz uma pausa para apreciar mais a visão que está na sua frente. Suas namoradas e ficantes boa parte tinha quadris grandes algo que aprecia muito. Talvez por seus amigos e colegas falarem tanto de seios grandes que focou mais na região mais embaixo. E pensar que ela estava com a bunda dela em cima da sua cara. Consegue ver a confirmação dos cabelos negros através dos pelos pubianos, a buceta que está piscando de prazer, as carnes da bunda pouco inchadas pelos fortes tapas que deu e o ânus de cor quase roxa. Aproxima o rosto para sentir agora com mais intensidade o cheiro da buceta de Henrietta, o suor de sua bunda e o mau-cheiro da ponta do canal digestivo.
Com a distração masculina, Henrietta joga suas pernas no pescoço dele e faz uma violenta bundada na cara dele para em seguida força Eric deitar de costa enquanto fica em cima dele. Ela aperta a genitália do rapaz com força que causa dor, enquanto fica de frente do rapaz em cima dele.
— Quem é a vadia, agora? - disse Henrietta com tom sem emoção, mas com um olhar de desafio - parece que você.
Dá um tapa na cara dele deixando a marca da sua mão.
— Vadias só aprende no tapa - diz a gótica.
Os olhos de Eric refletem uma raiva quase animalesca que parece a qualquer momento vai estraçalhar o corpo da gótica. Enquanto Henrietta está olhando de uma maneira tão fria que despreza completamente a existência de sua vítima. Uma guerra visual acontece entre eles para quem sobressaia com sua presença.
O resultado disso é uma derrota para ambos que se rendem seus próprios desejos. O casal beijam com toda vontade, luxúria e agressividade. Quem eles querem enganar? Cada vez que mais encaram mais fica forte o sentimento de ódio e desejo que eles tem um para outro.
Mesmo morando na mesma cidade, estudando no mesmo colégio, sendo indisciplinados em suas respectivas famílias, tendo até proceder diferentes. Eles possuem uma grande semelhança entre si. Ambos são caóticos e fazem de tudo para realizar seus respectivos caprichos e egoísmo. Ambos foram mimados durante a infância, são os mais nervosos do seu grupo e compartilham da vítima de todos comentários maldosos sobre seus pesos, contudo são perversos suficiente para fazer a vida de alguém em um inferno. Eles realmente estão longe de ser um casal idealizado cujo amor vem desde da infância, contudo nada disso importa.
O calor começa predominar no corpo dos dois e as roupas ficam bastante desconfortáveis e o jeito é se livrar delas. Eric tem uma visão dos seios da gótica e apesar de não ser fã de seios enormes tem que admitir que eles são grandes. Não exagerados, o suficiente para caber nas suas grandes mãos. Henrietta tem uma vista do corpo masculino que mesmo estando acima do peso não é nada feio. Pode ver os músculos desenvolvidos pela atividade física que pratica, mas ainda mantendo a gordura do corpo que dá um ar fofo e másculo para Eric. Até repara que ele possui uns quadris relativamente largo e uma bunda grande.
"Se dividir minhas calcinhas com ele, não vai ter desconforto" a gótica faz graça do tamanho da bunda do homem que está na sua frente.
Agora o pênis de Eric está longe de ser micro. Ainda não chega destacar ao ponto de ser um autor porno em potencial, mas teve um bom crescimento. Henrietta sente que parece que foi feito na encomenda. O mais curioso quando a puberdade permitiu o crescimento Cartman não chegou espalhar a notícia. Lorrah teve uma surpresa bem agradável . Realmente em comprimento não é algo chamativo, mas o diâmetro que chama atenção.
Estando livre das roupas mais uma vez se beijam com voracidade estendendo também para o pescoço. A marca do batom preto se espalha no corpo masculino de acordo que ela explora a região. Em um novamente jogo de domínio Cartman domina Henrietta para chupar os seios dela. Sempre gostou de alimentos gordurosos e talvez é a primeira vez que está tendo esse degustação na cama. A pele pálida da gótica facilmente é deixado marcas enquanto ele chupa, morde e apalpa. Já teve experiência de peles com mais cor, a ausência é a primeira vez.
Da boca de Henrietta sai os gemidos que expressam a total satisfação, mas tem uma satisfação maior empurrar Cartman para deitar e desta vez para explorar o tronco do rapaz e deixando a marca do seu batom do corpo dele. Até chupa os peitos do capaz meio que se 'vingando'.
Depois se saborear o tronco do rapaz novamente senta na cara dele e inclina para chupar o pau ereto para iniciar um delicioso posição de sessenta e nove ambos chupam a genitália do outro. Mais uma Cartman está sente o peso da gótica, mas desta vez está saboreando o gosto da buceta dela. Heidi permitiu de ver uma ao vivo, mas recentemente que teve a experiência de chupar uma. Um sabor tão delicioso que é difícil de fazer comparação com qualquer sabor de algum alimento, mas mesmo tempo viciante enquanto o cheiro invade suas narinas, enquanto suas mãos segura as bandas da bunda gorda dela.
Henrietta tem uma experiência semelhante ao saborear o pau duro que pulsa na sua língua e boca, enquanto suas mãos apalpam o saco para brincar com as bolas naturais. O suor emitido pela região dá aquele sabor levemente salgado e o sabor primitivo de um macho. Um perfume bem viciante que minutos atrás nem imaginava que estaria chupando o pau de Eric Cartman, enquanto ele a fode com sua língua.
A concentração de Henrietta em chupar o pau de Cartman é interrompido quando sente a língua dele explorando um lugar que nenhum parceiro gótico se atreveu: seu ânus. Seu primeiro parceiro não gótico está enfiando a língua diretamente no seu cu.
— Ai seu porco imundo - disse Henrietta enquanto morde os lábios - só um animal para lamber meu cu - disse com toda satisfação sentindo sendo explorada de uma forma inédita.
Já teve experiência em sexo anal, mas é a primeira vez que sente uma língua nesse canal. Realmente o... 'sabor' não é algo para se comentar, tanto se pensar nisso é algo inibiria para o completo mesmo estando 'limpa'. O cheiro também não... ajuda, mas Eric é viciado de cu e um instinto sexual que se adquiriu não precisa de nenhuma lógica e até pudor. Também é uma maneira de preparar previamente do que vai... comer daqui a pouco.
"Todos que moram em South Park tem uma disposição para o anal" pensa Eric ao lembrar da reputação da cidade. Afinal é conhecida por ser visitada por aliens que gosta explorar o ânus das pessoas com vibradores de outra galáxia. Talvez o gosto por bundas de Cartman seja um pequeno desejo de vingança do que os aliens já fizeram com ele.
Os aperitivos são bons, mas os dois querem o prato principal. Os dois se levantam ficando de joelhos, Cartman a pega na cintura onde Henrietta laça a cintura masculina, o primeiro deita por cima dela e finalmente mexe seu pau na buceta gótica. Os dois geme em sincronia aproveitando ao máximo essa ligação de carne, enquanto seus corpos estão suados pelo calor e esforço do ato.
Incrível que minutos atrás pareciam que os dois iriam se matar e estão com a mesma expressão de cumplicidade e satisfação. Nem mesmo o jeito gótico consegue inibir a satisfação que está naquele momento caótico de luxúria.
— Caranho. Se eu soubesse que você é gostosa assim teria te procurado muito antes - disse Eric já fazendo seus movimentos da cintura para meter na buceta da gótica.
— Talvez se não tivesse ocupado em querer comer aquele seu colega chato com nariz torto procuraria uma mulher de verdade.
— Falou aquela que já se passou de emo.
— Falou aquele que já se vestiu de mulher diversas vezes.
— Falou aquela que as vampiras pensa que uma delas.
— Falou aquele que apanhou da conformista feminista.
— Falou aquela que foi chamada de perdedora por um viadinho loiro.
Os dois começam rir sem perder o ritmo sexual. Incrível como eles conseguem brigar, fazer piada, ter amizade e fuder ao mesmo tempo. Até parecem que foram feitos um para outro.
A madeira da cama aguenta o impacto do casal que está no cio, enquanto as paredes do quarto são testemunhas da luxúria dos dois. Línguas más intencionadas poderia dizer que as baleias estão se acasalando, mas o casal apenas transaria no meio do sangue dos infelizes deste comentário.
As paredes da buceta da gótica apertam o pau duro do fã do nazismo como se quisesse devorar, enquanto o macho soca dentro dela. Os gemidos são altos e sem pudor que se misturam com os restantes do barulho. Os dois chegam no ápice e os dois gozam juntos gemendo alto. O corpo feminino mela a cintura para frente, enquanto seu interior é transbordado pelo esperma grosso.
— Tem resistência para o segundo round? - pergunta a gótica.
— Com certeza - Cartman sai de dentro dela revelando que seu pau está semi-ereto e sujo por todas as secreções - sou rápido para me recuperar.
— Espero que esse rápido não seja contado em horas.
— Quanta pressa para dá o cu.
— Se conseguir ficar tudo posso pensar no seu caso.
— Então testemunhe - pouco a pouco a ereção de Cartman retorna ao normal mostrando o verdadeiro vigor de antes.
— Nada mal - disse Henrietta escondendo a surpresa da façanha física do seu parceiro.
"Só mesmo sendo filho de uma puta para ter essa habilidade" pensa a gótica rindo em sua mente ao lembrar da profissão da mãe do rapaz.
— Só espero que desta vez soque como homem de verdade - Henrietta vira de costa e empina a bunda mostrando todo sua carne para ele.
Cartman pega um lubrificante que normalmente utiliza para se masturbar. Mesmo dominado do prazer tem experiência suficiente que ânus não tem lubrificação própria e não está muito afim de ver sangue no seu pau. Assim aproxima e lubrifica a entrega com seus dois dedos ao mesmo tempo que faz movimentos que imitam uma tesoura para fazer que o corpo se acostume.
— Agradeço todo o cuidado - disse Henrietta.
— Precisa ter uma suave brisa para ter uma tempestade - Cartman sem nenhuma cerimônia afunda deu pau no cu de Henrietta.
Mesmo com a região lubrificada e preparada a gótica sente a dor da penetração deixando algumas lágrimas saírem dos seus olhos, as mãos apertarem do forro do colchão e ela gritar alto.
— Ai, seu desgraçado. Quem você pensa que sou? - disse Henrietta com a língua de fora.
— Uma puta gótica que merece ser tratada como uma puta.
— Sorte que seu pau é pequeno.
— Sua desgraçada - dá um tapa forte na sua bunda.
De alguma forma amizade, ódio, respeito e desprezo parecem que ficam no mesmo apartamento para os dois. Mesmo com a briga os dois continuam fudendo como se começasse agora. Mesmo com os corpos suados, sujos pelas secreções do outro, feridos e marcados. Mesmo que haja uma brutalidade nas ações isso de certa forma é um tempero para eles. A bunda gorda da gótica parte de forma violenta na pélvis do rapaz. Chega a conclusão que pode até perder o pau se diminuir o ritmo pela violência do largo quadril nele e pelo rebolar.
Henrietta vira a cabeça para ver sua vítima e agressor que está tendo todo empenho de meter no seu cu, enquanto ela morte os próprios lábios de prazer. Nunca encontrou alguém que poderia soltar sua raiva na cama. Em muitas perspectivas pode até parece um abuso ou uma aprovação a submissão, mas Henrietta é gótica não liga nas opiniões de conformistas.
Mas que rabo de uma gótica rabuda que Eric está comendo. Realmente até esquece do tablet quebrado, da cabeça que está doendo pela forte pancada e pelo lençol rasgado. Henrietta e Lorrah consegue tirar o lado mais primitivo dele. A ruiva com uma raba grande e um cu de cor rosa, com a gótica parece que sente sendo um pirata que está dominando um tipo de bruxa do mar.
Mais uma vez o casal tem um orgasmo junto fazendo que ambos gemem seus respectivos nomes ou quase, já que o nome Henrietta é bem grande e falou Etta no lugar. A gótica falou Eric.
Os dois deitam lado a lado descansando pelo esforço aplicado no sexo. Muitas marcas de batom preto está no corpo do Cartman, enquanto o esperma escorre dos dois orifícios. Marcas vermelhas no corpo sendo Henrietta tendo diversos na bunda e Eric com as costas arranhadas e marca da mão em sua face.
Uma pequena visualização do quarto e Cartman repara que seu computador está ligado. Só teve uma leve preocupação de pelo menos ter desligado o webcam, mas focado na gótica eles trocam um olhares.
— Vamos achar um otário... - diz a gótica.
— ... para fazer seu trabalho - complementa Cartman
CONTINUA
