Olá, meus caros leitores que leiem essa fanfic, uau quem diria que essa fanfic não ficou no esquecimento de apenas eu postar por diversão, estou impressionado realmente, e por conta disso eu gostaria de deixar aqui no segundo cap o nome dos dois autores que me inspiraram a escrever essa fanfic:
Anco, fanfic: Is It Wrong To Crawl My Way Back Home, One Dungeon Floor At A Time?
Seereni: Kenshi: Grasp the Heavens (RE-UPLOAD)
Ambas me inspiraram a escrever principalmente a de Seereni, por isso meus poucos leitores, suas fics de Danmachi são uma ótima sugestão para leitura.
(?)
Era um dia chuvoso em Orario, Kunihito havia chegado a pouco menos de um dia. Por conta do tempo chuvoso nesse momento sua única escolha nessa hora era se abrigar em uma cobertura para não molhar suas únicas vestes atualmente no corpo.
Ele estava sentado em um beco sem ninguém a vista, com os os olhos fechados descansado ao som do temporal.
Toque
A leve sensação de toque fez que a mão de Kunihito instantaneamente agarra-se o braço do seu suposto agressor em um aperto forte, devido a força sobrehumana devido a sua falna, não era necessário muito para quebrar o braço ali.
— E então? Como faremos apartir daqui? — O meio-elfo perguntou, ao mesmo tempo ele abriu os olhos para apenas se encontrar com os olhos cinzentos de uma garota humana, ela tinha sua aparência um tanto molhada por está debaixo da chuva.
— Hein… Você está bem? — A garota perguntou, era estranho pois ela nem mesmo reagiu ao aperto no seu braço, mas ela parecia inofensiva aos olhos do meio-elfo.
— Não desvie a pergunta, o quê diabos estava pretendendo fazer? — Kunihito fez questão de apertar com mais força o braço da garota, mas ela não prestou nenhuma reação… Era estranho.
A garota olhou para ele de cima abaixo antes de responder — Você parecia precisar de ajuda. — Ela respondeu solenemente.
Por um leve segundo quase imperceptível a jovem parecia ter visto um vislumbre nos olhos do meio-elfo — Tch… Que estupidez, você é o que? protetora dos pobres e desfavorecidos? Ou talvez queira apenas me ajudar para no futuro eu lhe pagar com uma boa taxa de juros, malditos humanos gananciosos. — Depois de sua palavras claramente rudes, ele soltou o braço da garota, e desviou o seu olhar.
A garota não gostou do tom das palavras e da insinuação de que ela era algum tipo de pessoa que extorquia outros.
A jovem levou os braços até o quadril e fez um beicinho — Ei! Isso não é forma de falar com as pessoas que tentam ajuda-lo! — Ela reclamou claramente irritada, apesar de que alguns diriam que ele parecia mais fofa do que intimidante.
— Dane-se, não lembro de ter lhe pedido nada, morra humana intrometida. — Kunihito abanou sua mão dando sinal para a humana se despachasse sozinha.
Hum
Hum
Hum
Ela ficou parada zumbindo até que Kunihito perdeu a paciência — VÁ EMBORA! — Ele ordenou, em salto brusco que o fez ficar em pé, ele era claramente bem mais alto que a garota, cerca de 20 centímetros, mas isso não intimidou a garota em nada.
— NÃO, VOCÊ CLARAMENTE PRECISA DE AJUDA! — A garota gritou de volta com um tom forte.
— HEIN!? VOCÊ NEM ME CONHECE SUA PIRRALHA LOUCA! — Kunihito atacou.
— AH! EU JÁ SOU UMA ADULTA BEM CAPAZ, E QUEM VOCÊ ESTÁ CHAMADO DE LOUCA, SÓ ESTOU AJUDANDO VOCÊ! — Ela gritou de volta, estava bem fora da sanidade na opinião do loiro.
Essa discussão continuou por um bom tempo, tempo suficiente para ambos ficarem bem molhados pela chuva.
E bem… A garota venceu a discussão, chegou um ponto que os 30 minutos de "batalha" que os dois tiveram só acabariam se um dos dois cedesse, e a garota parecia muito determinada com seus argumentos ilógicos um mais louco que o outro, conclusão final? Kunihito teve um bom gosto de como as mulheres poderiam se problemáticas quando desejavam algo.
(Anfitriã da Fertilidade)
Syr estava nesse momento discutindo com a proprietária do Pub atrás do balcão, que por acaso era sua chefe.
Ela tem olhos castanhos e longos cabelos castanhos. Ela usa uma versão colorida diferente do uniforme do que as outras.
— Você só pode está brincando! — Mia Grand não estava realmente acreditado no que Syr estava dizendo nesse momento.
Ela apenas queria que um HOMEM, fosse hospedado no mesmo lugar onde suas colegas de trabalho ficavam boa parte do seus dias, com todos os seus colegas sendo do sexo feminino, obviamente isso não poderia dar certo… Mas Syr não parecia querer desistir por nada.
— Acho que posso considerar isso uma vitoria. — Kunihito falou em voz alta para Syr ouvir, ele estava sentado no balcão enquanto ocorria a discursão, agradecido profundamente pela proprietária não ter parafusos a menos como a jovem humana.
— Mia-sama, ele não tem para onde ir e vai pagar sua estadia aqui. — Syr argumentou.
Mia olhou para o meio-elfo que usava aquele manto em esfarrapados, o que lhe dava uma impressão que ele era nada além de um vagabundo, mas embaixo dele ele usava uma roupa estranha, mas de boa qualidade dando para notar só de olhar, isso sem falar da armadura e espada que pareciam bem caras.
Tudo isso encima dos olhos arrogantes e sedentos por batalha, o que levava a crê que ele era provavelmente um andarilho… Pela experiência de séculos dessa mulher, ela só poderia distinguir esse homem como uma coisa, perigoso.
— Oh, eu fui obrigado a vim aqui para você cala a boca e agora devo pagar pela sua hospitalidade forçada, eu sempre soube que você apenas queria me extorquir! — Kunihito declarou de forma sarcástica, apenas para Syr jogar um prato de madeira na direção dele, que ele fez o favor de desviar e zombar de como ela teria que lavá-lo agora.
Syr agora com os dentes cerrados por conta do loiro, suspirou fundo — Mia-sama, estou fazendo tudo isso apenas para pagar uma dívida passada. — Seus olhos pareciam brilhar um ar nostálgico algo que não passou despercebido por Mia.
Mia olhou de Syr para Kunihito, com uma olhar que muitos descreveriam como um "Sério?" com isso a mulher parecia ter entrando em estado contemplativo.
— Está bem, 4 mil valis por mês, com agua quente inclusa, mas qualquer comida que ele comer sairá do próprio bolso, além de danos a propriedade é claro. — Mia declarou com exatidão.
Syr ganhou um brilho de felicidade e juntou as mãos enquanto abaixava a cabeça — Obrigado, Mia-sama. — A garota agradeceu com profunda sinceridade.
Ao contrário de Syr, Kunihito não parecia nada feliz — Isso é mesmo uma… — Antes que ele conseguisse terminar o insulto Syr cobriu sua boca com as mãos.
— Vamos, eu vou mostrar seu quarto! — Ela então começou a empurrar o homem até as escadas ainda cobrindo a boca dele enquanto ele claramente parecia está falando coisas horríveis pela expressão dele.
Mais tarde ele descobriu que além da hospedagem ele teria que pagar pelo conserto do chão de madeira que foi encharcado por ele e Syr… O que gerou outra grande discursão entre os dois, que obviamente ele perdeu.
(Tempo atual)
Kunihito abre os olhos, ele ainda estava na praça do amor em um banco sentado, o loiro era bem disciplinado, logo dormir sentado enquanto prestava atenção nas redondezas não era uma habilidade exclusiva dele, mas todos que se denominavam guerreiros no Extremo Oriente sua terra natal, detinham de tal habilidade, era estranho para ele como ninguém do Ocidente pelo menos as pessoas que ele conheceu não tinham uma habilidade tão simples.
Logo o meio-elfo sorriu "Não é como se eles precisassem de qualquer forma." Kunihito então comparou todas as áreas que ele visitou com sua terra, era uma piada dizer que elas eram parecidas.
No Extremo Oriente onde a guerra, carnificina, pobreza, doenças e monstros reinavam. Aqui no ocidente, bem… Era mais brilhante, um local onde as crianças poderiam saí para cometer suas travessuras, invés de esterem sendo disciplinadas para servirem algum senhor ou lutarem na guerra sem fim, Orario por exemplo era uma cidade muito Kawaii pelo ponto de vista dele.
Isso levou o loiro pensar no sonho que teve, no dia que conheceu aquela pirralha irritante que o forçou a se hospedar no Pub.
Foi uma experiência estranha, algo na garota despertava o interrese dele "Pagar uma dívida passada" o homem lembrou bem das palavras de Syr, talvez seja isso que despertou seu interrese mesmo ele nunca ter perguntado sobre o que se tratava ainda era intrigante.
Em cima de tudo isso, ele parar e contempla, o motivo dele ter ser tornando um aventureiro foi apenas para pagar pela hospedagem forçada, por conta de Syr, mesmo ele não dando muito importância e ainda achado loucura ela querer ajudá-lo sem nenhum motivo aparente, foi um sentimento estranho ele langar seu trabalho como aventureiro depois do que ela proporcional para ele.
Querendo ou não, por conta dela ele tinha uma cama para dormir a noite, comida e bebida boa… Isso era demais na visão de alguém que vivia no Extremo Oriente onde coisas como essa eram um luxo para todo dia.
— Acho que ela vai me infernizar se descobrir que eu fui "demitindo". — Kunihito riu do pensamento vindo na sua mente.
Kunihito então olhou para o céu, agora pelo local onde o sol ocupava devia ser entre 9 a 10 da manhã.
O meio-elfo então se levantou do banco e fechou os punhos enquanto começou a andar na direção da gigantescas torre de Babel — Acho que estou ficando muito sentimental, está na hora de matar alguma coisa para esquecer desses laços estúpidos. — Kunihito falou para sí mesmo quando em uma torrente de poeira partiu em uma velocidade sobre-humana para seu destino…
E os sinos do destino tocavam
(Masmorra quinto andar)
Não era um dia bom para Bell Cranel, um aventureiro novato.
Ele havia entrado na masmorra na esperança de muitas coisas. O garoto sonhava com fama, romance, riquezas e glória.
Essa era uma maneira completamente normal de pensar para uma criança do sexo masculino, que cresceu aspirando aventuras heróicas.
Querendo ter um relacionamento mais próximo com garotas bonitas. Querer interagir com as lindas damas de raças diferentes.
Pensando isso de alguma forma imprópria, ou talvez com pensamentos imaturos. Isso não era a personalidade normal para um jovem garoto?
"Eu não posso ter um encontro na Masmorra, correção, buscar por um harém, é isso realmente errado?"
Conclusão, ele estava completamente errado.
— Wuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah. — O monstro que o perseguia urrou.
Este é o resultado para um aventureiro como Bell, que estava com pensamentos tão impróprios e imaturos, a beira da morte por sua própria inocência e arrogância de achar que era especial no mundo.
Uma frase de um heroi famoso poderia ser descrita para situação atual do jovem de cabelos brancos "O caminho dos valentes não seguem os passos da estupidez".
O que levava a situação em questão. Para ser mais preciso, atualmente Bell está sendo perseguido por um monstro com um corpo humano e a cabeça de um touro, um Minotauro.
Este monstro era completamente imune aos seus ataques, que estavam apenas no Nível 1. Ele estava prestes a ser destronado por ele.
Bell então entrou em um beco sem saída, algo que poderia ser visto como os portões da morte, destino digno de um tolo.
O casco do Minotauro, embora não tenha chutado diretamente suas costas, cada passo que ele dava esmagava terra e até o local onde Bell estava parado era afetado pelos impactos, o adolescente não conseguia ficar em pé e só podia rolar pelo chão da Masmorra.
— Uwaaaaah — O minotauro rugiu.
Bell estava sentado no chão, quando sua vida terminaria tragicamente.
Parece que desde o início, o garoto não tinha as qualificações para me tornar ser um herói dos contos de fadas, afinal, como muitos deles diziam "A morte mais humilhate para um heroi e quando ele não pode nem mesmo se manter de pé contra seu inimigo" uma frase dita por um heroi que enfrentava dragões da antiguidade.
As costas do garoto bateram na parede, não havia lugar para recuar.
"Eu… Eu estou morto." Essas palavras resoaram na mente do garoto, seus dentes constantemente batiam, as lágrimas também escorriam em torrentes, sua própria pele podia sentir completamente o profundo e pesado fôlego da fera.
Levantando a cabeça e olhando para o corpo musculoso que era entre uma a duas vezes maior do que o seu, essa era a sensação de que todos os seres que ser tornavam aventureiros sentiram pelo menos uma vez, a sensação de uma força esmagadora sufocante ter pisoteado como se fosse apenas um inseto no caminho.
"No final eu apenas continuo a ser patético…" O pensamento escorreu pela mente do garoto.
Minotauro que estava lentamente batendo com seus cascos apareceu na frente do seu olhar, no instante seguinte, uma linha passou pelo corpo do monstro.
— O… Que!? — Bell soltou as palavras.
— Uaaaah! — O grito de dor resoou do minotauro.
Corte
O resultado foi que o monstro que não conseguiu nem se mover, imediatamente se transformando em pedaços de carne.
Bell nem mesmo conseguiu ver o que ocorreu de tão rápido que foi a ação.
Como se seguisse um padrão, o corpo do Minotauro caiu em partes. Ao longo delas, aquele sangue vermelho escuro jorrou enquanto o Minotauro desmoronava completamente no momento seguinte.
Uma grande quantidade de sangue espirrou no corpo do garoto de cabelos brancos, como se ele tivesse tomado um banho.
— Você parece já ter visto dias melhores, garotinha. — Ele ouviu o espadachim falar, enquanto balançava a espada para se livrar do sangue.
Bell ficou completamente congelado com a vista.
(Com Kunihito)
Parecia que o mundo tinha algo contra o meio-elfo nesse momento, no dia anterior ele ficou desanimado para ir para a masmorra, e hoje que ele estava com uma real vontade, ele é interrompido pelos gritos femininos de uma garotinha fugido de um minotauro.
"O que acontece na masmorra, fica na masmorra." Ele lembrou bem dessas palavras quando viu a garota correr de um… Minotauro?
O que díabos uma criatura dessa estava fazendo no quinto-andar? A probabilidade mais simples é que alguém deve ter dando de cara com ele e de alguma forma atraído até esse andar, onde ele acabou por perseguir a garotinha…
Não era uma situação justa no ponto de vista de Kunihito então sacado sua espada ele olhou profudamente para a criatura — Muon no Tachi. — Em um impulso de velocidade assustador ele avançou na fera.
Em menos de um segundo o meio-elfo cortou em formas de linhas horizontalmente a criatura, completamente silencioso, se você não pudesse ver, nem saberia o que poderia ter ocorrido.
Essa era uma das suas técnicas da sua escola de esgrima "Muon no Tachi" Uma técnica avançada do estilo do Deus da Espada, onde a lâmina é balançada a uma velocidade além da velocidade do som. Uma característica desta técnica é que não deixa nenhum som para trás.
Kunihito então começa a balança a espada para se desfazer do sangue da fera — Você já parece ter visto dias melhores, garotinha. — Kunihito disse olhado para figura coberta de sangue a sua frente, ela não cedeu resposta.
…
…
— Então não vai agradecer? O que é isso as pessoas do Ocidente não tem nem o bom senso de agradecer quem os salva? Ou será que você é uma daquelas garotas com o nariz empinado lá no topo e vai começa a gritar comigo como se tivesse tudo sobre controle, aproposito se fizer isso eu quebro suas pernas. — Kunihito expressou seu claro aborrecimento.
— Bem… Eu… Sou um garoto. — Bell começou, ele iria agradecer se não fosse interrompido logo depois.
Kunihito piscou respondendo instantaneamente — Do jeito que você estava gritando não parecia, imagino que deve ser vergonhoso ser chamar de homem daqui para frente. — O meio-elfo riu as custas do jovem.
Bell sua vez desviou o olhar e se não tivesse coberto por todo aquele sangue poderia ser visto corado de vergonha.
O meio-elfo viu a ação antes de se virar — Bom, não deixe que isso te desanime, afinal, essa criatura nem deveria está aqui em primeiro lugar, leve isso como uma experiência para se tornar mais forte no futuro e talvez ajudar outro covarde. — Kunihito então começou a se afastar do garoto.
O meio-elfo não era bom em animar as pessoas que estavam nesse tipo de situação, em uma terra como a dele onde os mais fortes devoram os mais fracos, palavras emotivas só soavam desanimadoras, o melhor nesse caso era rir da situação na melhor da hipótese e usar isso como aprendizado para se erguer, pelo menos no seu ponto de vista.
Kunihito não deu nem dois passos direito quando avistou uma espadachim loira, mesmo o meio-elfo que estava no cidade a pouco tempo, reconheceu a figura, a princesa da espada, Ais Wallenstein era uma figura bem famosa, ele conhecia de vista por sua família constantemente visitar o Pub que ele residia.
Mas vê-la na masmorra, um ambiente de combate era algo diferente, pelo menos no ponto de vista do meio-elfo, ele olhou para ela de cima a baixo de forma analítica com ela fazendo o mesmo em resposta.
Ela tinha músculos nós lugares certos, seus olhos transmitiam o olhar de alguém que tinha estado em incontáveis batalhas o que lhe dava um ar de experiência, mas mesmo assim… Era vergonhoso.
Seus olhos chegaram na sua espada agora sacada, mesmo na distância considerável, por conta dos olhos treinados do meio-elfo ele podia muito bem ver os riscos na espada, isso parecia desrespeito com sua arma algo que guerreiro nenhum deveria ter, isso deixava um gosto ruim na boca do loiro mais velho.
Kunihito logo sorriu "No entanto ainda é muito jovem, com a disciplina certa talvez… Não, isso não é assunto meu." O pensamento de instrução veio pois Kunihito meio que enxergava um pouco de sí mesmo na garota, principalmente aqueles olhos sedentos por um objetivo, como sua mestra diria era adorável.
Voltado para realidade e descartado os pensamentos anteriores, Kunihito se viu sendo analisado também pela jovem garota, o meio-elfo teve o prazer de esperar ela terminar sua própria analise.
— Desculpe-me… Vocês estám bem? — A princesa da espada perguntou, ela não parecia realmente preocupada na verdade estava mais focada na espada do meio-elfo e o próprio portador.
Foi um pouco engraçado para Kunihito, pelo o que ele descobriu as escolas marciais como a do Estilo do Deus da espada, eram muito raras e carregavam ensinamentos bem mais básicos no Ocidente, então uma arte de espada que foi criada no meio das guerras para matar pessoa e monstros com maestria com toda certeza atrairia a atenção de outros espadachins, instintos de espadachins? Talvez.
— Bom, estamos… — Antes do meio-elfo conseguir responder, sua voz foi abafada por um grito mais feminino que o dono do grito gostaria de admitir.
— DAHHHHHHHHHHH! — O garoto atrás do meio-elfo fugiu o mais rapido que suas pernas podiam leva-lo.
O rosto da princesa da espada e de Kunihito atordoados observavam o jovem ensanguentado desaparecer na distância.
Os ecos e gritos morrendo, o rosto de Ais se transformou em algo que ninguém tinha visto antes: sem palavras.
— Nossa… Isso é uma grande de uma primeira impressão, você realmente espantou bonito o garotinho… — Kunihito comentou colocado a mão no rosto tentando abafar suas risadas.
Ais corou com o comentário desviado o olhar por conta da vergonha. Em cima disso Ais ouviu risadas nem um pouco contidas, ela se virou e viu um seus companheiro curvado-se e agarrado suas costelas — Haaah! Haaah! — Ele respirou fundo e o rosto da loira ficou ainda mais rosado.
Seu olhar se voltou para seu companheiro lobisomem de volta para o… Não tinha mais ninguém no local onde o elfo encapuzado estava? Ele foi embora sem ela notar? impossível!
— B-Bete! Você viu para onde foi aquele elfo de capuz? — A princesa da espada perguntou ainda tentado sair do seu estupor envergonhado.
Bete entre a crise de riso respondeu — Elfo? Que elfo? — Ele então tentava respirar para acabar com a crise ignorado a loira de armadura.
Ais então voltou o olhar para o beco sem saída e começou a refletir sobre o que viu.
No momento que ela havia sacado sua espada para salvar aquele garoto, como se fosse um vento silencioso, uma figura ultrapassou sua distância e retalhou o minotauro… Mas havia algo estranho, o som de seus passos e os cortes foram totalmente silenciosos, ela até pensou que estava imaginado coisas, como alguém poderia ser tal rapido e silencioso ao mesmo tempo?
Magia? Não parecia ser o caso, alguma habilidade única? Ela nunca ouviu falar de uma habilidade que lhe desse um impulso de velocidade e ao mesmo tempo deixasse você totalmente silencioso… Era perigoso, um aventureiro poderia dar um golpe fatal em um monstro ou pessoa sem nem mesmo o alvo saber o que ocorreu.
Se Ais tivesse a oportunidade adoraria conversar com o elfo sobre tal técnica, e se fosse algo que pudesse ser aprendido como uma tecnica de espada, seria uma ótima arma de combate para ela e forma boa de se fortalecer.
(Com Eina)
Para Eina que já trabalhou e trabalhava com muitos aventureiros nos anos de sua carreira, era dificil dizer que ela tinha favoritos, mas era facil dizer quando ela tinha… Incômodos.
Bell Cranel era um desses, como esse garoto poderia ser tão irresponsáve!? Descer até o quinto andar e ser encurralado por um minotauro apenas para ser salvo por outro aventureiro da sua morte certa, por ignorar seus conselhos.
Eina bufou de descontentamento quando o garoto contou sua história, ele era estúpido para não saber que ela se sentiria mal se ele morresse dessa forma estúpida?
E o pior… ELE VEIO CORREDO ATÉ ELA DA MASMORRA COBERTO DE SANGUE TODO ALEGRE!? O QUE ESSE GAROTO TINHA NA CABEÇA!?
Eina respirava fundo enquanto tentava mantê a calma para continua seu diálogo com o garoto, era por conta de aventureiros como Bell que Eina tinha um grande desgosto ao saber que aventureiros mais responsáveis como Kunihito se desgastavam por conta da regras da guilda… Mas em cima disso um pensamento lhe veio na sua mente.
Mesmo que Bell tenha vindo correndo para saber sobre Princesa da espada, ele lhe contou muito bem a descrição do seu salvador que era facilmente reconhecível.
Bom, Bell havia "forçado" ela a responder tudo sobre Ais, então como recompensa ela ia manipular um pouquinho o seu atual dilema… só um pouquinho.
— Bell, imagino que você queira agradecer a Kunihito, por ele ter lhe salvando, estou errado? — Eina perguntou claramente exigido a resposta esperada o que fez Bell ficar um pouco desconfortável por ser forçado derrepente ao sair do assunto sobre sua mais nova paixão.
— S-sim! Kunihito-san, você pode me dizer onde está a familia dele para eu pôde agradecer? — Bell questionou o que fez Eina sorrir maliciosamente como se fosse algo que ela esparava "Que medo" esse foi o pensamento do garoto.
— Bem, na verdade Kunihito-san aparentemente é o único membro de sua família, na verdade a guilda não tem registros e nem saber nada da família dele, sinceramente é capaz dele está mentindo sobre ter uma família em primeiro lugar… — Eina fez questão de jogar sua isca o mais rápido possível.
Claro, ela não tinha direito, autoridade ou mesmo responsabilidade de fazer isso, isso quebrava o acordo profissional da guilda com os aventureiros e tornava isso apenas um desejo pessoal, um desejo egoísta… Mas quantas vezes a própria guilda foi egoísta afinal?
O próprio motivo de Kunihito parar de ir para masmorra e simplesmente pelo imposto que a guilda cobra para as famílias, uma artimanha egoísta para lucrar em cima de dicas básicas fornecidas pelas próprias famílias… Isso era capitalismo.
Com isso em mente Eina decidiu "Dane-se as regras" e decidiu ajudar seu amigo, afinal, ele sempre foi um cara legal com ela e sem segundas intenções.
— Por que ele faria isso? O que alguém ganharia em mentir sobre ter uma família? — Bell questionou confuso.
Eina pareceu pensativa por alguns segundos antes de responde — No mundo existem pessoas diversas, algumas que mentem por terem motivos e outras simplesmente acham a idéia que mentir torna a vida mais facil por conta disso não precisam de motivos reais. — Eina explicou.
— Claro que isso só torna tudo pior na situação de Kunihito, se ele não encontrar uma família nova até depois de amanhã, ele entrara na lista negra da guilda. — Eina fez questão de declarar que Kunihito estava mentindo sobre ter uma família, algo que ela não sabia realmente, só parecia ser o caso… Com sorte ela estaria certa.
— Mas isso… Não é nenhum pouco justo! — Bell exclamou com leve frustação, ele não gostou da idéia de que o homem que salvou sua vida estava fardado a uma desgraça futura que ele mesmo não tinha controle.
— Isso depende do ponto de vista Bell, eu como uma conselheira da guilda, vejo as ações dele como erradas de todos os ângulos, ele simplesmente está sendo teimoso em seguir as regras. — Isso era mentira, Kunihito mesmo se recusado revelar coisas sobre seu Deus e Família, seguia a risca as regras e caso ele entrasse na lista negra da guilda ele provavelmente só aceitaria o castigo e se afastaria da masmorra.
Bell fechou os punhos em frustação sobre a situação — Então não tem nada que possamos fazer? — O coelho disse para sí mesmo enquanto olhava para a mesa.
— Claro que se Kunihito for convencido de ser juntar a outra família isso séria facilmente resolvido. — Eina não se considerava traiçoeira, mas as ações dela atualmente podia muito bem ser ditas como questionáveis mesmo com boa intenções.
O rosto de Bell derrepente se iluminou, ele nem mesmo pensou — Eina-san, você saber onde Kunihito poderia está agora? — Bell perguntou se levantado.
Eina quase não conseguiu conter seu sorriso — Provavelmente na masmorra. — Com a resposta danda, o garoto correu obviamente ao encontro do seu salvador para salva-lo? Isso não era irônico…
Eina se sentiu levemente mal por manipular essa conversa para Bell chegar a essa conclusão, mas era por uma boa causa… Bom, se pelo menos Kunihito estiver realmente mentindo sobre ter uma família.
Ela iria ser desculpar com os dois depois de qualquer forma, mas Eina não pode deixar de sorrir ao pensar na natureza encantadora de Bell de querer ajudar as pessoas, isso compensava as vezes que ele fazia ela querer bater nele por ser um aventureiro problemático.
Pelo menos se seu plano dê certo, ele poderá ganhar alguma influência de Kunihito e ser tornar mais responsável…
(Com Kunihito)
Corte
— Então isso é tudo que esse andar proporcionada? — Kunihito falar para sí mesmo.
Balançando sua espada para limpar o sangue do ultimo monstro abatido, ele olha para o chão com uma montanha que chegava a sua cintura de pedras mágicas grandes e pequenas todas pertencentes de monstros do andar numero 32.
— Aqui é dificil para um level 4 sozinho? Que piada de mal gosto. — Com essas palavras em mente ele olha para seu corpo ileso…
Existia algumas palavras para descrever Kunihito Xiloscient, uma pura anomalia.
(Contínua…)
Deixa bem claro desde o começo, o Mc é OP, não OP nivel um Ainz de Overlord, mas OP nivel seí lá um Killua de HXH, sei lá o Bell é tão OP por sí só que eu decidi fazer meu Mc nesse nipe também, mas rlx eles ainda seram balanceados, tanto Kunihito quanto o Bell, o ultimo talvez até mais que na obra original.
Bom e se alguém quiser me deixar um comentário em inglês mesmo ou qualquer outra língua a vontade, se não quiser também não é necessário, não vai interferir em nada, mas vou deixar claro uma coisa, eu dificilmente vou comentar sobre os capítulos em notas finais, como estou fazendo nesse então não esperem explicações que não sejam feitas em capítulos pelo próprios personagens.
