(37° andar)

O 37º andar é conhecido como o Palácio Branco, pois as paredes, o chão e o teto são de cor branca, com o chão sendo um labirinto gigante. O piso está em uma escala diferente dos andares acima, pois o espaço entre corredores, salas e paredes é enorme. A entrada para o 38º andar está localizada no centro do andar, onde está localizado o Monster Rex Udaeus, e ao redor dele há cinco enormes paredes circulares pelas quais os aventureiros precisam navegar para chegar ao centro.

As paredes são numeradas d partir da parede mais interna, e a área entre duas paredes é chamada de salas diferentes, a área de Udaeus dentro da primeira parede é a Sala do Trono, e de lá, a Sala do Cavaleiro, a Sala do Guerreiro, a Sala do Soldado e a Sala da Besta. A área entre as paredes fica menor quanto mais perto da Sala do Trono e o labirinto se torna mais complicado.

Na área leste da Sala do Guerreiro existe um lugar conhecido como Coliseu. É a maior sala do andar em que os monstros lutam constantemente entre si. A sala gera monstros sem parar até que uma certa quantidade seja alcançada, que é rapidamente reabastecida cada vez que diminui, sendo um suprimento ilimitado de monstros. É cercado por um abismo de 50 metros de profundidade com quatro portões localizados ao norte, sul, leste e oeste, cada um com uma ponte que permite o acesso ao Coliseu.

E isso leva ao cenário atual…


(Sala do Guerreiro; Coliseu)

— YAHAHAHAHA! É ISSO! ERA DISSO QUE EU ESTAVA FALANDO! YAHAHAHAHA! — Kunihito exclamava sua felicidade, enquanto pulava e matava ainda mais monstros numa enxurrada de golpes violentos.

O coliseu por ser uma área repleta de monstros e os mesmo se restaurarem rápido, era um paraíso para quem gostava de lutas prolongadas e difíceis, claro que existiam poucos aventureiros que eram loucos o suficiente para ir até lá sozinhos… Bom, Kunihito não era uma das pessoas mais sensatas como poderia parecer.

Tinha uma frase que poderia descrever Kunihito quando ele tinha sua espada em mão "Sede por batalha".

No coliseu havia uma variedade de monstros, Spartoi, Barbarian, Lizardman Elite, Obsidian Soldier, Skull Sheep, Loup Garou, Peluda, além de outros de "classe" mais baixa mas eles não necessitavam do porque de ser mencionados pois eram facilmente abatidos pelo meio-elfo.

Esses monstros tendiam a lutar entre sí, mas agora era diferente, enquanto na maior parte do tempo eles tendiam a lutar pela sobrevivência do mais forte, essa coisa na frente deles os fizeram instintivamente a ser unirem, para eles a coisa era um verdadeiro predador.

Um grupo de spartoi então em uma incrível velocidade correram na direção do encapuzado. Eles eram monstros esqueléticos humanoides capazes de gerar armas aleatórias que sabem usar, como espadas ou lanças feitas de osso e protetores semelhantes a escudos de pipa, eram derivados como perigosos pois sua força e velocidade chegavam a ser ameaça para aventureiro de nivel 4, e por conta da sua força e agilidade superior a qualquer monstro do andar tornavam eles bem perigosos para aventureiros normais.

Um sorriso sanguinário se formou na face do homem. Para o azar deles, o ser a sua frente não era nada perto do conceito da palavra normal.

Kunihito ergueu sua espada para o alto — Sixfold Slash of Light! — Ele então balança a espada verticalmente, foi como câmera lenta para o monstro, a espada chegava mais perto de seu crânio esquelético e antes mesmo de bater seu crânio explodiu em um flash de luz e em seguida mais cinco dos monstros ocorrem o mesmo evento sem nem mesmo o loiro se mexer, matando assim o grupo de monstros.

Mesmo os monstros ao envolta não tendo inteligência, eles claramente ficaram sem entender.

Essa era umas das técnicas da escola de Kunihito, uma arte que permite ao usuário cortar um alvo, e afetar 6 inimigos na proximidade. Esta arte libera seis golpes de luz que mesmo sendo poderosos, não podem ser direcionados. É por isso que o usuário só lança isso ao lutar contra grupos. É um dos movimentos favorito de Kunihito para inimigos fortes que lutavam em grupo.

Depois do choque inicial, os Barbarian e os Lizardman Elite começam a marcha na direção do elfo.

A primeira sessão de monstros que estavam a frente dos Lizardman tinham dois metros de altura semelhante ao Minotauro com dois chifres grandes e curvos, pele negra, cabelos ruivos e olhos amarelos.

Kawaii, os mais fortes estão protegendo os ágeis para me matarem, curioso como essas feras pode ter alguma inteligência… Não, não séria a palavra apropriada, vocês apenas não são idiotas, por que se tivessem inteligência já teriam fugido de mim. — Em meio a esse diálogo os monstros atacaram e continuavam atacado, mas Kunihito era muito ágil para se atingido, o que parecia uma piada de mal gosto visto a espada quase do tamanho do próprio corpo que ele carregava.

Apunhalar

Em cima de um dos barbarian ele o mata instaneamente apunhalado sua pedra mágica, com isso Kunihito ganha uma expressão contemplativa — Me pergunto que se eu falar o nome dos meus ataques em voz alta faz deles mais fortes? Talvez eu deva testa essa teoria. — O meio-elfo então começou sua mais nova pesquisa.

Corte

Golpear

Esmagar

Pancada

O banho de sangue dos monstros continuava, mas Kunihito não via nenhum resultado da sua duvida atual — Talvez eles sejam muito fracos para esse teste, preciso de algo mais forte… — Seu perdido foi atendido rapidamente.

GUUUUUAAAAAAAAHHHH! — Um monstro dragão verde-escuro com um longo corpo de cobra e quatro patas. Tem agulhas venenosas nas costas, parecidas com um porco-espinho.

O mini-dragão começou a atacar os monstros ao envolta dele, os matado sem dificuldade.

— Ohhhh, esse deve ser raro! Mesmo assim, se vangloriando apenas por conta desse poder e expurgando os inferiores, dragões não são mesmo… adoráveis. — Kunihito balançou sua lâmina para limpar a quantidade de sangue enquanto caminhava na direção da fera.

Mercúrio! — Uma aura roxa opressora e concentrada tomou conta do corpo de Kunihito, e com um mero balança de sua espada… Uma chuva de sangue tomou conta do coliseu.

Mercúrio era uma habilidade derivada de sua falna, ela tinha a capacidade de deixar a velocidade de Kunihito acima do próprio status, e com sua arte de espada ser derivada de velocidade e pontecia, mesmo usando uma arma inadequada como Balmung por conta do seu peso… O efeito foi colossal.

O coliseu que tinha sua característica ser cheio de monstros, estava vazio apenas sobrando pedras mágicas, drops e sangue, muito sangue.

Kunihito então dispensou sua habilidade, ele estava agora no meio do coliseu o único canto que ficou imune ao sangue propositalmente é claro… péssima idéia.

— Bom… Agora como eu saio daqui sem sujar minhas roupas enquanto pego as pedras mágicas… — Kunihito com essas palavras lembrou mais uma vez das palavras de sua mestra.

"Até o mais hábil guerreiro, age como um verdadeiro em idiota em um numero limitado de lutas."

Suspiro

— Aquela bruxa velha… Acho que eu vou demorar a sair daqui… Talvez eu culpe a Eina por não achar uma solução para meus problemas e me fazer precisar farmar dinheiro por aqui o mais rápido possível… Sim, a culpa é dela não minha. — O meio-elfo chegou a essa conclusão para aliviar seu ego.


(Babel)

Já faziam 4 horas que Bell esperava na entrada da masmorra o meio-elfo de capuz, até agora nem sinal dele, ninguém tinha visto ele também.

Mas Bell não iria desistir ele ia… O que ele iria fazer mesmo? Kunihito parecia ser alguém forte, ele saber disso muito bem depois que matou aquele minotauro sem problemas, ele poderia achar uma família facilmente se quisesse ele apenas não sentia vontade pelo o que Eina disse por teimosia da parte dele…

Então o que ele iria fazer? Ele não poderia chegar no seu salvador e dizer "Olá, eu sou o idiota que você salvou essa manhã, eu bisbilhotei sua vida e soube que está precisado de uma família, que entrar na minha familia pobre e desconhecida…" soava muito mal.

Suspiro

O que diabos ele estava fazendo aqui mesmo? Só de pensar em falar com Kunihito ele ficava apavorado, ainda mais depois da vergonha que ele passou essa manhã… POR QUE ELE TEVE QUE SAIR CORREDO E GRITADO COMO UMA MENINA!?

Isso fez Bell lembra de como Kunihito o confundiu com uma garota em primeiro lugar, isso fez o albino corar ainda mais de vergonha.

Bell colocou as mãos sobre o topo da cabeça e se descabelou de frustação por te agindo de uma forma tão vergonhosa.

Pancada

Nesse meio tempo um saco enorme atingiu o garoto, foi uma colisão leve, mas ainda fez Bell cair no chão.

— Pobre garota, sendo derrubado pela gravidade, culpe a sí própria por ter pernas curtas. — A voz familiar satirizou o jovem coelho, enquanto contínuava a andar

Bell então depois do leve ato de confusão ele se levantou imediatamente — VOCÊ!? KUNIHITO-SAN! — O jovem berrou o seguido rapidamente com uma cambalhota… exatamente como um coelho.

— Hein? — Confusão, essa era a palavra para descrever a expressão do meio-elfo — Eu te conheço? — O loiro se virou para a Bell que estava se levantado do chão, ele focou com os olhos no garoto mas não o reconheceu.

Bell corou em resposta — Bem… eu… — O jovem coelho foi cortado.

— Não tenho interrese no seu corpo. — Kunihito deixou bem claro, dando a expressão da "garota" ele foi claramente para o lado malicioso da situação.

Isso chocou Bell e fez ele corar ainda mais — E-e-eu não quero vender meu corpo! — Ele balançou as mãos frente ao seu rosto para negar a implicação anterior do homem.

Kunihito estreitou os olhos — Você quer dinheiro sem nem mesmo dar algo em troca, você é realmente uma daquelas vacas gordas ganaciosa! Nunca ouviu falar da lei da troca equivalente, deve ser dar algo para receber algo em troca! — Kunihito apontou seu dedo para o rosto de Bell com toda certeza do mundo.

Bell parecia chocado pela resposta do meio-elfo perante a situação maluca que ele mesmo criou, tanto que ele congelou por alguns segundos deixado o silêncio constrangedor reinar.

Kunihito estreitou os olhos para a "garota" e teve um leve vislubre que fez ele ganhar um olhar curioso — Hein? Você não é aquele pirralho que fugiu da Princesa da espada? — Kunihito se lembrou dele e teve que combrir o rosto para evitar o garoto ver sua risada — Você deixou a pobre garota em choque. — Kunihito então deixou soar um pouco da risada.

Bell corou como um tomate, quando ele viu a princesa da espada naquela hora, seu coração tinha palpitando como nunca havia sentido antes, e ele pode ter se apaixonado a primeira vista pela garota e em cima dessas condições… ele ser apavorou e correu… Não era algo que ele tinha orgulho.

Kunihito observou expressou do jovem mais novo que ele e lembrou de toda a cena se desenrola na sua cabeça, logo algo o chocou o que fez soltar o saco que carregava a jóias e pegar o garoto pelos ombros.

— Ahh, Kunihito-san? — Bell foi pego de surpresa pelo agarrão do meio-elfo.

— Garoto, eu sei que eu posso ter sido rude com você, mas… — Kunihito deu o olhar mais doce que poderia para Bell — Eu nunca quis que você deixasse de ser um aventureiro e começasse a vender seu corpo para viver! — Isso causou outro silêncio constragedor.

— Eu… EU NÃO ESTOU VENDENDO MEU CORPO! — O coelho gritou em uma bagunça corada.


(Minutos depois)

Os dois aventureiros agora estavam um pouco mais afastados de Babel, perto de uma loja de roupas para Elfos.

— YAHAHAHAHAHA! — Kunihito não podia deixar de rir as custas do garoto agora que foi tudo exclarecido, a maior parte das pessoas que passavam vinha o vislubre do meio-elfo rindo em voz alta.

— Isso não é engraçado Kunihito-san! — Bell bufou em descontentamento.

Kunihito deu alguns tapinhas no ombro do garoto — Vamos, vamos, aprenda a rir de sí mesmo garoto, e você precisa admitir com um rosto Kawaii como o seu, qualquer um poderia levar para outro lado. — Kunihito afirmou com toda certeza do mundo.

"Tenho plena certeza que só pessoas estranhas levariam para esse lado!" Bell não falou isso apenas por que não queria parecer rude, então guardou isso no fundo da sua mente.

— Mesmo assim, Eina é realmente uma coisa, ela brincou bem com sua cabeça, hein? — Kunihito fez questão de bagunça o cabelo de Bell para deixar claro seu ponto.

— O que quer dizer? — Bell perguntou em meio ao desconforto de ter a mão pesada sobre sua cabeça.

Kunihito sorriu em resposta — Nada, nada… Então você teria uma solução para meus problemas já que veio aqui? — O sorriso do meio-elfo não se desfez apesar do seu olhar ter ficado mais perspicaz.

Então entrava o paradigma atual de Bell, como ele poderia ajudar de verdade seu salvador? Então uma idéia lhe veio a sua mente.

— Bem… Você poderia entrar na minha… — Bell não terminou sua frase pois foi cortado.

— Isso não vai acontecer. — Kunihito disse claramente para Bell.

O pequeno coelho sábia que Kunihito era forte para ingressar em uma família mais desejável e não entrava em uma apenas por que não queria, mesmo assim era meio desconfortável ser recusado… Ele imaginou se sua Deusa se sentiu assim até ele entrar na sua família.

Mesmo assim para Bell era realmente confuso essa situação — Kunihito-san, você não poderá mais entrar na masmorra se continua assim! — O coelho tentou argumentar mas não adiantava.

— É por isso que eu tenho aquilo. — Kunihito chutou levemente o saco de joias que descansava do lado de seus pés — Não me leve a mal garoto, eu tenho meu motivos para não querer adentra uma família, pessoalmente eu prefiro me manter longe das pessoas e principalmente de Deuses. — Kunihito afirmou com um pouco de veneno na sua ultima palavra dita.

— Mas… — Bell não conseguiu terminar seu raciocínio.

O punho de Kunihito se encontrava a pouco centimentros do rosto de Bell, no ponto de vista do coelho o meio-elfo agora tinha uma aura intimidante — Garoto, você pode ter as melhores das intenções, mas não force suas vontades nas pessoas, é uma coisa horrível e imoral. — Kunihito falou com raiva aparente na sua voz.

Bell baixou a cabeça em descontentamento — Sinto muito. — O garoto se desculpou honestamente.

Kunihito abaixou seu punho e respirou fundo — Não, eu me desculpo, eu fui rude. — Kunihito então pegou o saco e colocou sobre o seu ombro.

— Não me leve a mal, você nem me conhece e tentou me ajudar para retribuir um favor, seu orgulho é algo nobre nunca deixe que ninguém destrua essa sua convicção. — Kunihito então sorriu — Quem te criou lhe deu uma boa educação, mas mesmo assim você parece muito inocente para seu próprio bem. — Kunihito balançou as cabeças de forma exasperada.

Bell ficou confuso com esse diálogo final — O que quer dizer? — O garoto questionou.

O sorriso de Kunihito se alargou quase de uma maneira sanguinária que deu um leve arrepio em Bell — Eu não tenho registros de onde vim, eu poderia muito bem ser um assassino, bandido ou até um molestador de garotinhos fofos. — Kunihito não pode deixar de rir da ultima afirmação.

Bell fez algo perto de beicinho infantil — Você me salvou da morte, logo você não poderia ser alguém tão ruim. — Bell afirmou.

— Continue com essa logica que alguém com toda certeza vai lhe dar uma facafa nas costas. De qualquer forma cuidado com os minotauros e as garotas da masmorra. — Kunihito então começou a partir acenando com a mão desocupada.

Suspiro

— Kunihito-san é realmente único, rude como bárbaro e espertalhão como um ladino. — Bell murmurou baixinho por conta das provocações do meio-elfo.

— ACREDITARIA QUE VOCÊ NÃO É O PRIMEIRO A ME DIZER ISSO. — Kunihito gritou para ele de uma distância considerável que fez Bell pular de susto.


(1 dia depois, Distrito de Entretenimento)

Não era uma noite normal para Aisha Belka, aventureira da família Ishitar, na verdade hoje em toda sua vida o evento que estava ocorrendo nesse Pub não podia ser mais estranho.

Para Aisha que lutar para ganhar tudo, estava claramente no seu DNA de amazona, e desde que ela se tornou membro da Familia Ishitar, sexo não era nem um pouco anormal para essa mulher, na verdade era um dos seus prazeres pode ter tal ato com homens fortes… O que tornava essa situação ainda mais estranha.

— Um, dois, um, dois, ajeite os quadris! — A voz masculina pertencente ao único homem do Pub além do barman ordenou.

Aisha só poderia dizer uma coisa sobre esse meio-elfo loiro que estava nesse momento ensinado sua garotas a dançarem de forma oriental como as mulheres do Extremo Oriente "Ele era completamente maluco!" claro que ela não diria isso em voz alta, afinal, ele era um cliente acima de tudo, mas…

Quem em sã consciência pagar cinco lindas mulheres que trabalham inclusivamente em dar noites prazerosas para seus clientes, para ensina-las a dança de forma mais "educada?" não fazia sentido… Pelo menos o pagamento era bom, isso ela poderia admitir.

Isso tudo começo a uma semana.

(Flashback)

Aisha estava vagando pelo distrito de entretenimento sem nada muito novo, os mesmo homens a maioria acompanhados.

Suspiro

Aisha não podia deixar de ser sentir desapontada, não havia nenhum homem nas redondezas que chegue aos seus padrões, ela provavelmente teria que se contenta com os de baixo padrão… Esse pensamento se esvaiu rapidamente quando avistou uma figura.

Um homem bonito andando sozinho, ele era… Um elfo? O que um elfo fazia aqui? Bom não importava, ele exalava uma aura semelhante a um predador que procurava carne para brincar, tal pensamento fez Aisha lamber os lábios.

Saído do seu pequeno estupor, Aisha notou que 4 amazonas haviam se grudado nos braços do seu atual alvo, o que fez ela se irritar consigo mesma por não ter sido rapida o suficiente, era obvio que ele séria atrativo para outras amazonas, não apenas era bonito como sua aura era atrativa para guerreiras naturais.

Mesmo assim Aisha não ia desistir de seu alvo tão facilmente, então começou a se aproximar cuidadosamente.

— Não sei não, eu esperava encontrar dançarinas da minha terra por aqui, acho que o estilo ocidental não cair muito bem para mim… — O meio-elfo reclamou — Além do mais, eu só vim aqui para beber e ser servido por garotas bonitas. — O homem expressou seus desejos sem malícia alguma.

Isso fez uma série de reclamações das amazonas sugirem e em cima disso o meio-elfo mandado elas soltarem ele, apesar que só resultava nas mulheres pressionado ainda mais seus corpos ao dele.

Aisha não pode deixa de achar a visão engraçada, ela teve uma visão totalmente diferente de como séria esse homem, mas mesmo com sua personalidade aparentemente pacífica… algo ainda era hostil nele.

— Bom, se isso vai fazer vocês me soltarem, me levem a Pub e me sirvam com bebida e uma dança pelo resto da noite, que droga. — Ele parecia bem descontente, o que fez a amazonas reclamarem ainda mais, elas claramente queriam uma noite com ele fazendo coisas mais intimas.

Aisha soltou uma risada que chamou a atenção do grupinho de amazonas e do meio-elfo — Ah, é Aisha-sama… Essa não, ela vai roubar nosso elfo! Protejam! — As amazonas então entraram em medida protetiva com seu cliente.

Aisha no meio do riso, abanou as mãos como sinal de rendição — Vamos, vamos, eu não estou aqui para roubar nada, além que o elfo bonito pelo o que parece não deseja nada de vocês além de uma dança e bebida, vamos eu conheço um bom Pub por aqui e duvido que o cliente vai recusar mais uma acompanhante. — Aisha instruiu de forma um tanto amistosa.

— Se isso vai me livrar desses pesos, por mim tudo bem. — Kunihito afirmou, estava sendo bem dificultoso se mexer agora.

Com isso elas partiram para o Pub com o meio-elfo, quando chegaram lá o local estava bem cheio o que resultou no loiro ir até o barman e trocar algumas palavras com ele o que resultou no Barman ser declarar fechado e expulsar todos menos o grupo do loiro.

Era claro que Kunihito havia subornado o homem, mas para subornar um homem para exortar todos os seus clientes deve ter sido uma grande quantia, com isso em mente Aisha e as outras garotas fariam questão de agradar o cliente rico que tinham agora.

E com isso começou… As constantemente reclamações… Kunihito parecia ser alguém bem exigente sobre como deveria se servido, desde o lado que deveriam encher seu copo, quanto para o estilo de dança das amazonas que dizia ser muito "vulgar"… Isso deixou todas as amazonas e até o barman pasmos quando ele disse isso, o que levou ele a se levantar e tentar ensinar para as amazonas o estilo de dança da sua terra natal…

Foi apartir daquele dia que Aisha e as outras amazonas descobriram que poderia existir algo mais cansativo que passar um dia na masmorra ou trabalhar no distrito a noite… e isso se repetiria pelo menos 3 vezes na semana, elas desistiriam se o pagamento não fosse acima da média e o cliente por sí só não fosse completamente atrativo para as amazonas, o meio-elfo tambem não parecia não ter nenhum problema em jogar dinheiro fora, o que resultava nelas poderem se aproveitar um pouco perdido bebidas caras para beber junto dele.

Era trabalhoso e gratificantes ao mesmo tempo.

(Fim do flashback)

— Vocês são realmente um pé no saco, não conseguem assimilar uma dança tão simples. — O meio-elfo resmungou e então suspirou — Pois bem, hora do intervalo, quero beber agora. — Kunihito declarou para as mulheres que pareciam exaustas com as 3 horas seguidas da dança maluca cheia de movimentos e padrões irreconhecíveis para elas, nem parecia uma dança.

Kunihito então se sentou na sua cadeira específica ao lado de Aisha que tinha se livrado das aulas de dança de hoje para "preservar" o gosto bom da bebida, pelo visto no Extremo Oriente era tradição pelo menos uma pessoa ficar na mesa onde um grupo está sendo servido para não trazer malefícios para comida ou bebida… Aisha agradeceu profudamente para o idiota que criou essa tradição estupida.

Aisha rapidamente se moveu para o colo do meio-elfo, servido sua bebida imediatamente — Então, parece que algo está o incomodado hoje, deseja compartilhar? — A amazona então passou seus braços em volta do pescoço do meio-elfo e pressionou seu corpo ainda mais sobre o dele.

Aisha tentava ser o mais amigável possível para o cliente rico que não desejava se deitar com ela… Na verdade era uma experiência nova e bem irritante para o gosto dela, mas pelo menos ele depois de muitas tentativas desistiu de tentar manter seu corpo longe do dela, era um esforço inutil afinal.

— Tirado o fato de uma mulher vulgar está comprometendo meu espaço pessoal, acho que posso está irritado com o futuro também… Mas principalmente com a mulher vulgar! — Com as palavras ditas e um tique de irritação por parte de Aisha, Kunihito bebeu sua bebida em um único gole.

— Então me digar, o que um homem bonito, forte e rico como você poderia se preocupar? Além de ter uma linda mulher querendo revelar um lado maravilhoso da vida para você. — O tom malicioso foi bem aparente no final da sua frase, mas não trouxe nenhuma reação para o meio-elfo.

— É esse o real problema, eu não ter com o que me preocupar, as coisas andam tão fáceis ultimamente nas partes da minha vida que era tão difíceis, e as partes fáceis se tornaram problemáticas e no entanto nem me preocupo com isso… Não acho natural saber. — Kunihito desabafou.

— Mesmo assim, o fato de você se preocupar em não se preocupar, parece contornar a situação do seu atual dilema. — Aisha respondeu com sua opinião clara do momento filosófico que o seu cliente estava passado.

Kunihito olhou para seu copo facil e sorriu zombateiramente — Lembro da época que a quantidade de carga da minha vida fazia a palavra "preocupação" simplória, acho que estou ficando realmente velho, pelo menos isso é natural. — Kunihito afirmou com uma risada abafada.

— Acho que vamos ficar um tempo sem nós ver. — O meio-elfo falou enquanto Aisha servia mais um copo para ele.

— E por que disso? — Aisha perguntou curiosa.

Kunihito bebeu sua bebida antes de responder — Ainda estou decidido, séria por conta de honra ou sangue, é sempre irritante escolher… Droga — Derrepente o copo na mão dele estilhaça.

Aisha podia jurar que por um leve instante se sentiu sendo sufocada por algo… provavelmente foi coisa da cabeça dela.

— Bom, acho que vamos teque aproveitar até o último segundo então, meninas, vamos no despedir apropriadamente do nosso cliente favorito. — A amazona chamou suas colegas que entenderam o recado na mesma hora.

Kunihito vendo os olhares predatórios das amazonas nele decidiu levanta para escapar do que seja lá o que elas estejam pensando em fazer, mas Aisha o agarrou com força suficiente para impedir isso.

— EI, EI, PODEMOS CONVERSAR SOBRE ISSO… — As palavras cairam em ouvidos surdos quando as mulheres o prenderam no chão e começaram a dar uma despedida inesquecível… Nada sexual, apenas uma leve tortura indo de cócegas, mordidas e carícias, era como uma espécie de vingança pela "tortura" da ultima semana.


Para Kunihito os ultimos dias estavam se passado rápido, essa era provavelmente a sensação de não ter um propósito claro, hoje era o ultimo dia que ele poderia passar na masmorra… E já era de noite, ele ficou de uma noite para outra com Aisha e as outras, foi estranho como se passou tão rápido.

Ele não estava cansado, felizmente ou infelizmente ele se adaptou a pôde fica dias para não se pego no campo de batalha por inimigos.

Sua resistência por bebida não podia ser dita o mesmo, ele era razoável, mas mesmo agora ele podia dizer que está meio bêbado, nada incontrolável, mas com o sono mesmo controlado estava tornado incômodo, a melhor solução agora era volta para seu "apartamento".

Isso levava ele pensar, já fazia quase três dias que ele não visitava o Pub onde morava atualmente, quase fazia ele querer ficar mais dias longes.

E falando no diabo… As vezes Kunihito amaldiçoava a sí mesmo por ser rápido mesmo andando de forma normal.

Sem escolha, ele entrou no Pub o mais disfarçadamente possível… Como se ninguém fosse notar um meio-elfo enorme com um manto branco e uma espada enorme nas costas.

"Minha mente deve está mesmo na sarjeta para está tendo pensamentos sarcásticos sobre mim mesmo." Kunihito pensou consigo mesmo.

Enquanto isso ele examinava ao redor, haviam aventureiros bebendo e comendo, garçonetes com olhos estreitos para ele, um coelho no balcão, Loki Familia tagarelado bobagens em voz alta e uma garçonete específica dando-lhe um olhar assustador, conclusão? Hora de dar meia-volta e voltar a dormir na rua.

Antes de dar meio passo, algo lhe veio a mente "Um coelho?" era um conhecido de Kunihito, ele estava ainda a sua procura? Isso o faz lembrar, qual era o nome do garoto mesmo… Bom, era irrelevante, pelo isso era uma oportunidade de contribuição.

Kunihito então caminhou até o balcão, seus olhos passaram levemente para Princesa da espada que arregalou os olhos ao vê-lo, mas ele apenas a ignorou, o meio-elfo não tinha assuntos com ela apesar dela parecer bem curiosa sobre ele "malditos instintos de espadachim" era algo que ele podia dizer sobre a situação.

Sem medo da Syr furiosa ao lado do pequeno coelho, Kunihito se sentou ao lado do jovem — E então você está seguindo seu grande salvador? Talvez tenha virado meu fã? — Colocado a mão sobre a cabeça do jovem coelho ele a chacoalhou o que fez o pobre garoto ser engasgar com a bebida.

Cof

Cof

— K-Kunihito-san!? — Bell tentando recuperar a compostura chamou pelo nome do seu "agressor".

— Ei, ei, o que é isso de "san" eu sou mais velho e mais sábio que você, logo use "sama" quando se referir a mim. — Pela expressão neutra de Kunihito quase poderia se dito que ele estava brincando se não fosse pelo tom sério.

Bell colocou a mão atrás da cabeça envergonhado — Está certo, desculpe Kunihito-sam… — Ele foi cortado por uma mão que pousou no seu ombro apertado bem forte.

— Bell-kun, não é necessário prestar respeito para nosso hóspede, afinal ele nem mesmo tem o senso comum de dar notícias sobre seu paradeiro para seus amigos. — Bell quase podia jurar que viu nuvem negra pairado sobre a cabeça de Syr quando ela falava no seu tom passivo-agressivo.

Kunihito deu um sorriso presunçoso — Amigos? Que palavra forte para alguém que você tende extonguir, além que para sua informação eu não lhe devo explicações para onde vou, sem conta que a culpa é do pequeno coelho que eu estive ausete todo esse tempo! — Seu tom sarcástico quase foi disfarçado pela mentira que veio logo a seguir.

Syr ficando ainda com o humor pior pelas palavras do meio-elfo, direcionou sua irá para Bell, seu aperto ficou ainda mais forte no ombro do pobre garoto — Então, Bell-kun, poderia explicar? — Ela catarolou de forma quase sádica.

Bell começou a suar de nervoso — Bem… — Seus olhos vermelhos rubi chegaram aos azuis esverdeados de Kunihito eles quase pareciam dizer "Eu te salvei, agora me salve desse demônio!".

— Syr, pare de flentar com esses dois e volte ao trabalho. — Bell foi salvo da tempestade que viria a seguir, ele agradeceu internamente a Mama Mia por o salvar disso.

— Certo… Conversamos depois… — Seus olhos foram de Bell até Kunihito, então ela se afastou.

— Uau, ela gosta mesmo de você, não quero nem imaginar como você vai explicar o que fez para aquela mulher. — Kunihito comentou e bateu palmas como ato de solidariedade.

— Eu!? Mas eu não fiz nada! Ela está zangado com você… — Suas palavras cairam em ouvidos surdos.

— O que deveria fazer amanhã, talvez deixar uma jovem donzela de cabelos brancos para morrer diante uma fera terrível como um… minotauro? — Bell sabia que foi sacasmo, mas tinha um leve tom de ameaça, mesmo assim ele não pode deixar de corar com insunuação de donzela, ele não tinha nada de feminino… NADA!

Diante uma risada de contraste de Kunihito que parecia aliviado por algum motivo, Bell se lembrou de algo importante — Kunihito-san, amanhã… — O cara foi cortado dessa vez pelo meio-elfo.

— Não se incomode com isso, tenho um bom pressentimento sobre amanhã, Yahahahaha! — Ele lhe deu uma risada sombria e bem humorada antes de colocar a mão esquerda sobre seus cabelos brancos e fazer um cafuné — Além que você é criança, não deve se preocupar com problemas de adultos. — Kunihito disse com um sorriso sereno quase como um pai aliviado as preocupações do filho.

Bell bufou — Ei! Eu não sou criança! — O coelho fez um beicinho digno de deixar sua Deusa orgulhosa.

— Acabou de falar como uma. — Kunihito disse entre uma risada — Saber Bell, você deveria desistir de ser um aventureiro. — O meio-elfo soltou sua fala no tom mais pacífico possível, mas por conta de ter sido derrepente isso pegou o coelho totalmente de surpresa.

— O que? — Bell questionou de olhos arregalados.

Kunihito fechou os olhos e abriu eles novamente como se tivesse tido um vislubre do passado — Na minha terra as pessoas morrem o tempo todo. Ou as pessoas servem alguém para protege-lás e ficam a mercê de suas tiranias ou ficam fortes para sobreviver por sí próprios, um país fundado pela força onde ninguém tem realmente uma escolha boa… — O meio-elfo respirou fundo.

— Eu… Já vi muitas crianças morrerem algumas mais jovens que você levadas pela guerra, essas mesmas crianças nunca tiverem um real vislubre do que séria uma vida pacífica… Só acho que você deveria aproveita mais as suas escolhas… Eu sei que as histórias de como se aventura pelo mundo, masmorra ou qualquer lugar, possam parecer incríveis, mas saber a realidade é mais dura do que você pode imaginar, se eu fosse você voltaria para minha familia e aproveitaria mais uns anos de uma vida chata e pacífica. — Kunihito falou em tom triste, mas logo balançou a cabeça.

— Desculpe, eu não deveria me intrometer, acho que o álcool foi mais fundo do que eu imaginei, suas escolhas são suas, não deixe que minhas palavras o chateiem. — Kunihito disse com um suspiro cansado.

Bell refletiu um pouco sobre o que ele disse antes de formular uma resposta, ele sábia que não tinha um objetivo nobre ao vim para Orario? Na verdade antes de conhecer sua Deusa atual, estava tudo muito ruim… Mas não era como se ele tivesse escolha.

— Eu… Eu não tenho pais, e meu avô que me criou faleceu a algumas semanas atrás antes de vim para Orario, eu… Não tenho para onde retorna… — Bell falou de forma melancólica — Mesmo assim… Eu quero me tornar o melhor de mim mesmo e pôde ajudar outros como eu no futuro. — Bell afirmou com leve constrangimento.

Os olhos de Kunihito se arregalaram levemente e então… ele começou a rir — Nossa, Isso pareceu um discurso tosco tirado de um livro de fantasia. — Kunihito zombou dando leves tapinhas nas costas de Bell.

Bell corou de vergonha — K-Kunihito-san… — Ele desistiu de argumentar logo no começou quando reprisou o que disse e notou de como soou como um clichê barato.

— Sabe você me lembra um pouquinho de mim quando era mais novo, acho que vou te chamar de mini-eu. — Kunihito disse com uma risada abafada.

Bell bufou — Você não parece muito mais velho do que eu… — O coelho murmurou.

Isso trouxe uma expressão intrigada em Kunihito — Do que está falando? Eu tenho 31 anos. — O meio-elfo informou o jovem.

— Ah, sério!? — Bell falou surpreso, e Kunihito apenas apontou para sua orelhas de linhagem elfica — Elfos são realmente sortudos vivem muito e são sempre muito bonitos e fortes. — Bell murmurou de frustação.

Isso ganhou um olhar hostil por parte do loiro — Bell, nunca mais me chame ou faça essas alegações assim denovo, elas são… Horríveis… — O ar envolta dos dois aventureiros pareceu ficar tenso derrepente.

Bell mesmo sem entender o significado das suas palavras iria se desculpar se uma voz não tivesse sobretudo a sua…

— Ei! Ei! Ais! Conte aquilo! — Bete Loga um dos aventureiros principais da família Loki pediu para sua colega loira.

— Aquilo? — A loira questionou sem entende a pedido, ela estava um pouco vidrada no aventureiro encapuzado no balcão então não estava prestado muita atenção na conversa de sua família.

— Sobre quando estávamos voltando e acidentalmente deixamos alguns minotauros escapar! Aquele último, que você disse que um elfo matou no quinto andar! E também sobre aquele menino tomate! Sabe aquele que ficou coberto de sangue do minotauro. — O lobisomem explicou tentando conter sua risada.

Kunihito que estava no balcão teve seus olhos de Bete para Bell, o garoto parecia pálido.

— Quero dizer, vamos lá, conte-nos toda a história! Eu só vi o garoto fugindo coberto de sangue e gritando! Eu realmente gostaria de estar lá para ver o que aconteceu! — O homem de cabelos grisalhos gritou com uma gargalhada alta.

— Ele estava apenas correndo, gritando. Sangue estava voando por toda parte! Quero dizer, sério, vocês deveriam ter visto! — O lobo ri de novo com isso, alguns de seus companheiros.

O corpo de Bell começou a tremer um pouco.

— Chega é o suficiente, feche sua boca irritante, Bete. Deixar o Minotauro escapar foi nossa culpa. Deveríamos nos desculpar com aquele jovem que estava envolvido no infeliz evento e não temos o direito de tratá-lo como um tema de conversa durante a refeição. Você realmente não tem nenhum respeito. — A vice-capitã Riveria Ljos Alf repudiou o comportamento do lobisomem.

— Você está dando muito crédito ao garoto, ele vai acabar morto mais cedo ou mais tarde, e boa viagem também, se você está muito fraco e não consegue acompanhar, então você não pertence a masmorra, certo Ais? Os fracos devem apenas morrer! — Não dava para saber se ele realmente buscava apoio da aventureira loira ou não, mas Ais não parecia nenhum pouco feliz.

Bell estava sentido seu coração pular quando ele mencionou o nome de sua paixão, ele não sabia se ela deu um sinal facial para adequar uma resposta pois ele não podia vê-la e nem ouviu nada dela, "ela concordou?" era o que se passava na sua cabeça, aquela ansiedade estava o matando, ele queria… Ele apenas queria sair daquele lugar.

— QUE MALDIÇÃOOOOOOOOOOOOO! — Um grito inesperado tomou conta do Pub fazendo alguns combrirem os ouvidos por conta da altura.

O próprio Bell ficou tão desnorteado que os pensamento de correr pela porta do Pub se foi, e agora ele como todos na taverna estavam com os olhos no meio-elfo encapuzado.

O meio-elfo se levantou do seu assento — Isso é tão irritante! Alguém deveria colocar uma coleira nesse vira-lata seu latidos incessantes estão estragado o gosto da bebida! — Kunihito argumentou com um tom irritado em direção aos membros da Loki Família.

"Louco" Essa era a palavra que poderiam distinguir os olharrs dos aventureiros ao redor enquanto olhavam para o meio-elfo.

Bete precisou de um segundo para assimilar o que foi dito em direção a ele — Ahã? Do que você me chamou!? — O lobisomem rugiu para o meio-elfo.

— Essas orelhas enormes que você tem são apenas para enfeite ou você simplesmente não lava elas direito? — Kunihito respondeu sacasticamente.

Bete tinha uma expressão raivosa no rosto digna de qualquer predador encarado um oponente, mas para Kunihito era mais como um filhote se escondendo entre seus latidos altos.

Um aventureiro qualquer se levantou e foi até no Kunihito com intenção de acalma-lo — Ei, ei, cara você saber com quem está lidando, ele é um dos aventureiros principais da Família Loki, Bete Loga, é graça a sua força e level que credibilita a ser um dos mais fortes de Orario, ele é o grande Vanargand um pilar da Família Loki! — O aventureiro nas proximidades tentou avisar o meio-elfo para ele recuar… em resposta Kunihito riu.

— YAHAHAHAHA! Vanargand, sério? Que dizer seu apelido é literalmente aquele que trará a desgraça ao seu Deus, inclusive, porquê diabos eu conheceria esse idiota barulhento, a fera que fará parte do apocalipse? Então cadê o apocalipse? Pra mim ele tá mais parecido com aqueles pirralhos que se escondem atrás de feitos daqueles que estão acima dele. — O meio-elfo zombou.

— Um pirralho não deveria se vangloriar pelos seus supostos feitos enquanto fazem pouco daqueles mal começaram a andar pela masmorra, aproposito, esse seu grande "pilar" é tão inutil que precisa que você apresente ele. — Kunihito distorceu bem os fatos de que homem que tentava fazer, o que fez o lobisomem ser irritar ainda mais.

— "Os fracos devem apenas morrer!" deve ser bom se sentir tão superior, você pode falar o que quiser quando não gostar de alguma coisa, vai experimente, pode tentar acabar comigo com toda essa sua força, grande pilar de uma família de tolos fracassados que não sabem o mínimo significado do que é a verdadeira força. — Kunihito disse apontado o dedo para Bete.

A situação estava tensa, o Pub estava todo calado, Bete então começou a se aproximar do meio-elfo até que ficou frente a frente com ele, então um sorriso sanguinário se formou no seu rosto — Muito bem, onde você quer morrer! — Não foi uma pergunta era mais como uma confirmação.

Kunihito formulou um sorriso ainda mais sanguinário — Em um lugar próximo e cheio de pessoas. — Ele disse encarado o lobisomem com um olhar predatório.

(Continua…)


O que posso dizer, as pessoas fazem coisas loucas quando bebem, desde de falar coisas indevidas a procurar brigar com um dos caras mais fortes da cidade por algo que o próprio Mc não ligar, Kunihito tem alguns parafusos a menos.

Não reparem muito quando o Mc usar palavras japonesa nos seus diálogos, por conta dele ser do Extremo Oriente ele tende a trocar as palavras do seu idioma padrão com o idioma ocidental.