Adaptação da edição O Herói que Faltava, da história de Julia Quinn, Um Conto de Duas Irmãs.
CAPÍTULO SETE
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Duas horas mais tarde, Bella era uma viscondessa. Seis horas depois disso, entrou em uma carruagem e se despediu de tudo que era familiar em sua vida.
Edward a levaria para Middlewood, sua pequena propriedade que ficava a apenas 25 quilômetros da casa onde ela fora criada. Ele não queria passar a noite de núpcias em Swan Hall, dissera. Suas intenções exigiam mais privacidade.
O casamento fora um borrão.
Bella estivera em tal estado de choque, tão atordoada com o pedido romântico de Edward, que não conseguira se concentrar em nada além de se certificar de que diria "sim" quando chegasse a hora. Algum dia, tinha certeza, ela ouviria todas as fofocas que circularam entre os convidados, que esperavam que outra noiva subisse ao altar, mas, pelo menos naquele dia, não ouvira nem um sussurro.
Ela e Edward não conversaram muito durante a viagem, mas foi um silêncio estranhamente confortável. Bella estava nervosa – e talvez devesse estar constrangida, mas não estava. Havia algo na presença de Edward que era consolador, reconfortante. Gostava de tê-lo por perto. Ainda que não estivessem conversando, era bom saber que ele estava ali. Engraçado como uma emoção tão profunda podia criar raízes em tão pouco tempo.
Quando chegaram àquela que Isabella imaginava que seria sua nova casa – uma delas, pelo menos –, Edward pegou sua mão.
– Está nervosa? – perguntou ele.
– É claro – respondeu ela, sem pensar.
Ele riu, e o som caloroso e rico derramou-se da carruagem quando um criado abriu a porta. Edward saltou e estendeu a mão para ajudar Bella a descer.
– Que felicidade estar casado com uma esposa sincera – murmurou, deixando os lábios tocarem a pele atrás de sua orelha.
Isabella engoliu em seco e tentou não focar na onda de calor que percorreu seu corpo.
– Está com fome? – perguntou ele enquanto a levava para dentro.
Ela balançou a cabeça. Era impossível pensar em comida.
– Ótimo – disse ele, em um tom de aprovação. – Nem eu.
Bella olhou ao redor quando eles entraram. Não era uma casa extremamente grande, mas era elegante e confortável.
– Você vem aqui com frequência? – perguntou ela. – A Middlewood?
– Costumo ficar mais em Londres – admitiu ele. – Mas podemos escolher passar mais tempo aqui se você quiser ficar perto da sua família.
– Eu quero – afirmou ela, prendendo o lábio inferior entre os dentes por um instante antes de completar: – Se você quiser.
Ele a guiou em direção à escada.
– O que aconteceu com a rebelde com quem me casei? A Isabella Swan que conheci não pediria minha permissão para nada.
– É Isabella Cullen agora – disse ela. – E, como disse, estou nervosa.
Chegaram ao topo da escada e Edward pegou a mão dela para guiá-la pelo corredor.
– Não há nenhum motivo para nervosismo... Bom, talvez um ou outro – admitiu ele.
– Só um ou outro? – questionou ela, desconfiada.
Ele deu um sorriso malicioso.
– Está bem. Há motivo, sim, para nervosismo. Vou lhe mostrar algumas coisas que vão ser grandes novidades.
Ele a levou por uma entrada e fechou bem a porta atrás de si.
Isabella engoliu em seco. No caos do dia, a mãe se esquecera de ter a conversa importante entre mãe e filha com ela. Bella era uma garota do campo e tinha alguma noção do que acontecia entre homens e mulheres, mas de alguma forma isso parecia tranquilizá-la muito pouco diante do marido, que a devorava com os olhos.
– Quantas vezes você foi beijada? – quis saber ele, tirando o casaco.
Ela deu algumas piscadelas, surpresa com a pergunta inesperada.
– Uma – respondeu.
Só então Bella percebeu que ele soltara as abotoaduras. Ela assistiu enquanto os dedos dele viajavam até os botões da camisa.
– Quantas vezes você foi beijado? – foi a vez dela de perguntar, com a boca seca.
Ele sorriu.
– Uma.
Os olhos dela voaram até seu rosto.
– Depois que beijei você – disse ele, com a voz rouca –, percebi que todos os outros beijos não eram dignos desse nome.
Foi como se um raio tivesse caído bem ali, no quarto. O ar ficou eletrizado e Bella perdeu toda a confiança em sua capacidade de se manter em pé.
– Mas eu acredito – murmurou Edward, diminuindo a distância entre eles e levando as mãos dela aos lábios – que não vou chegar ao fim dos meus dias com apenas um beijo.
Bella balançou a cabeça de leve.
– Como isto aconteceu? – sussurrou ela.
Ele inclinou a cabeça, curioso.
– Como o que aconteceu?
– Isto – disse ela, como se um simples pronome pudesse explicar tudo. – Você. Eu. Você é meu marido.
Ele sorriu.
– Eu sei.
– Quero que saiba uma coisa – falou ela, e as palavras iam saindo, apressadas, de sua boca.
Sua seriedade pareceu diverti-lo.
– Qualquer coisa – respondeu ele, em voz baixa.
– Eu lutei contra isto.
Bella sabia que o momento era muito importante. Seu casamento acontecera às pressas, mas seria baseado em sinceridade. Ela precisava contar a Edward o que estava em seu coração.
– Quando você me pediu que eu tomasse o lugar de Rosalie...
– Não fale assim – interrompeu ele, com a voz baixa mas intensa.
– Assim como?
Os olhos verdes de Edward focaram nos dela com um calor atordoante.
– Jamais quero que sinta que tomou o lugar de alguém. Você é minha esposa. Você. Isabella. Você é minha primeira escolha verdadeira. Minha única escolha.
Suas mãos seguravam as dela com firmeza e sua voz foi ficando cada vez mais intensa.
– Agradeço a Deus pelo dia em que sua irmã decidiu que precisava de um pouco mais de poesia na vida.
Bella sentiu seus lábios se entreabrirem, surpresa. Aquelas palavras faziam com que se sentisse mais que amada; ela se sentia valorizada, especial, não mais apenas a segunda irmã que ninguém percebia.
– Quero que você saiba... – repetiu ela, com medo de, se focasse demais nas palavras dele, não nas suas, derreter naqueles braços antes mesmo de dizer o que precisava. – Quero que você saiba que eu sei, com cada pedacinho do meu coração, que tomei a decisão certa ao me casar com você hoje de manhã. Não sei como eu sei... e acho que não faz nenhum sentido... e Deus sabe quanto valorizo que haja sentido, mas... mas...
Ele a abraçou.
– Eu sei – disse, e as palavras flutuaram entre os os do cabelo dela. – Eu sei.
– Acho que estou começando a amar você – sussurrou ela contra a camisa de Edward.
Só agora, quando não o encarava, conseguiu tomar coragem para dizer essas palavras. Ele congelou.
– O que você disse?
– Desculpe – disse ela, sentindo os ombros caírem com aquela reação. – Eu não deveria ter dito nada. Não ainda.
Ele levou as mãos ao rosto dela e levantou seu queixo até que ela não tivesse escolha a não ser fitar seus olhos.
– O que você disse? – repetiu ele.
– Acho que amo você – sussurrou ela. – Não tenho certeza. Nunca amei ninguém antes, então não estou familiarizada com o que se sente, mas...
– Eu tenho certeza – assegurou ele, com a voz rouca e instável. – Tenho certeza. Eu te amo e não sei o que teria feito se você não tivesse aceitado se casar comigo.
Os lábios dela tremeram com uma risada inesperada.
– Você teria encontrado uma forma de me convencer – disse.
– Eu teria feito amor com você ali mesmo, na biblioteca do seu pai, se fosse preciso – respondeu ele, curvando os lábios com malícia.
– Eu acredito que teria mesmo – falou ela devagar, também começando a sorrir.
– E juro – disse ele, beijando sua orelha com delicadeza enquanto falava – que eu teria sido muito, muito convincente.
– Não tenho dúvida – disse ela, mas sua voz desaparecia junto de seu fôlego.
– Na verdade – murmurou ele, já trabalhando com os dedos nos botões nas costas do vestido de Bella –, talvez eu precise convencê-la agora.
Ela respirou fundo ao sentir uma corrente de ar frio em suas costas. A qualquer momento seu corpete cairia e ela estaria diante dele como apenas uma esposa ficaria diante do marido. Ele estava tão perto que ela sentia o calor que emanava de sua pele, ouvia o som de sua respiração.
– Não fique nervosa – sussurrou ele, e as palavras tocaram o ouvido dela como uma carícia. – Prometo que vou fazer com que seja bom para você.
– Eu sei – disse ela com a voz trêmula. Então, de alguma forma, ela sorriu. – Mas, ainda assim, posso me sentir nervosa.
Ele a abraçou, e sua risada repentina chacoalhou seus corpos.
– Você pode se sentir como quiser – falou ele. – Desde que seja minha.
– Sempre – jurou ela.
– Sempre.
Ele se afastou para tirar a camisa, deixando Bella ali em pé segurando o corpete, deliciando-se com o ar fresco nas costas.
– Você quer que eu saia? – perguntou ele, baixinho.
Ela arregalou os olhos. Não esperava essa pergunta.
– Para que você possa ter privacidade enquanto se deita – explicou ele.
– Ah – murmurou ela e piscou. – É assim que se faz?
– É como costumam fazer, mas não precisa ser assim.
– Como você quer que seja? – sussurrou ela.
O olhar dele ferveu.
– Quero eu mesmo tirar cada peça de roupa sua. Deus sabe o quanto.
Ela estremeceu.
– Depois quero que deite na cama para que eu possa observá-la.
O coração dela começou a bater forte.
– Depois – continuou ele, deixando a camisa no chão enquanto dava um passo na direção dela – acho que quero beijar cada centímetro do seu corpo.
Ela parou de respirar.
– Se não se importar – acrescentou ele com um sorriso malicioso no canto da boca.
– Não me importo – falou Bella.
Então ficou vermelha como um tomate ao perceber o que dissera, mas Edward apenas riu enquanto suas mãos cobriam as dela e tiravam seu corpete com delicadeza. Bella prendeu a respiração ao ficar nua diante dele, incapaz de tirar os olhos de seu rosto, ou conter a onda de orgulho que sentiu ao perceber a expressão do marido.
– Você é tão linda. – disse ele, baixinho, e sua voz tinha um quê de reverência, um toque de admiração.
Suas mãos a envolveram, testando o peso e a sensação, e por um instante quase pareceu que ele sentia dor. Seus olhos se fecharam e seu corpo estremeceu. Quando Edward voltou a olhar para ela, havia algo em seu rosto que Bella nunca vira. Era mais que desejo, mais que anseio.
Edward acabou de despi-la, depois a pegou no colo e a deitou na cama, parando um instante para tirar suas meias e seus sapatos. Então, em menos tempo do que parecia possível, tirou o restante da própria roupa e cobriu o corpo dela com o seu.
– Você sabe quanto eu preciso de você? – sussurrou Edward, gemendo ao pressionar os lábios intimamente contra os dela. – Você tem ideia?
Os lábios de Bella se entreabriram, mas ela só conseguiu dizer o nome dele. Ele soltou um suspiro irregular enquanto suas mãos percorriam as laterais do corpo dela até chegar ao quadril e segurar seu traseiro.
– Tenho sonhado com isso desde que a conheci, desejando desesperadamente, mesmo sabendo que era errado. E agora você é minha – disse ele, quase num rosnado, mexendo o rosto para acariciar o pescoço dela. – Para sempre minha.
Ele percorreu com os lábios a linha elegante do pescoço de Isabella até a clavícula e seguiu para a curva delicada de seu seio. Segurou-o com uma das mãos e acariciou sua pele até que o mamilo se erguesse. Era macio e rosado – e absolutamente irresistível. Ele se obrigou a parar, só para olhar para ela e saborear o momento, mas então não conseguiu mais se conter. Capturou o seio com a boca, parando apenas para sorrir quando Bella deixou escapar um gritinho de surpresa.
Ela logo gemia de prazer e se contorcia sob ele, desejando algo que ainda nem compreendia. Seu quadril pressionava o dele e, sempre que Edward mexia as mãos – apertava, tocava, acariciava –, ela gemia. Isabella era tudo o que ele sempre sonhara em uma mulher.
– Diga do que você gosta – sussurrou Edward com a boca em sua pele. Ele roçou seu mamilo com a palma da mão. – Disso?
Ela assentiu.
– Disso?
Dessa vez ele pegou seu seio e apertou. Ela assentiu de novo, com a respiração ligeira e urgente em seus lábios. Então ele deslizou a mão entre os corpos de ambos e a tocou intimamente.
– Disso? – perguntou, virando o rosto para que ela não visse seu sorriso malicioso.
Tudo o que ela fez foi soltar um:
– Ah!
Mas foi um "Ah!" perfeito. Assim como ela era perfeita em seus braços.
Edward a tocou mais fundo, deslizando um dedo para dentro dela para prepará-la para sua entrada. Ele a queria tanto; achava que nunca tinha sentido uma urgência tão intensa. Era mais que luxúria, mais profundo que desejo. Queria possuí-la, consumi-la, abraçá-la com tanta força que suas almas se fundissem em uma só.
Isso, pensou enterrando o rosto na lateral do pescoço de Isabella, só podia ser amor.
E era diferente de tudo o que ele já experimentara. Era mais do que esperava, mais do que sonhava. Era a perfeição. Era mais que a perfeição. Era o êxtase. Estava difícil se conter, mas ele manteve o desejo sob controle até ter certeza de que ela estava pronta para ele. E mesmo então, mesmo quando seus dedos já estavam úmidos da paixão dela, ainda assim quis confirmar.
– Está pronta?
Ela olhou para ele com um olhar questionador.
– Acho que sim – sussurrou. – Preciso... de alguma coisa. Acho que preciso de você.
Ele não achava que pudesse desejá-la mais, mas suas palavras simples, cruas e verdadeiras, foram como um choque em seu sangue. Ele precisou se conter para não mergulhar nela naquele instante. Rangendo os dentes de tanta urgência que o consumia, ele se posicionou na entrada do corpo dela tentando ignorar o chamado de seu calor. Domando os próprios movimentos, ele entrou, deslizando para a frente e para trás, até alcançar a prova de sua inocência. Ele não sabia se poderia machucá-la. Suspeitava que sim, mas, nesse caso, não havia como evitar. E, como parecia tolo avisá-la sobre a dor – isso certamente a deixaria ansiosa e tensa –, ele apenas continuou, permitindo-se sentir que ela o envolvia por completo.
Edward sabia que deveria parar para garantir que ela estivesse bem, mas, céus, ele não conseguiria parar nem que sua vida dependesse disso.
– Ah, Bella – gemeu.
– Ah, meu Deus!
Isabella respondeu com o mesmo desejo – um impulso do quadril, um suspiro nos lábios – e Edward soube que ela estava com ele, dominada pelo prazer, toda a dor esquecida. Seus movimentos ganharam ritmo e logo cada músculo de seu corpo estava concentrado em não se soltar enquanto não tivesse certeza de que ela também tinha chegado ao clímax. Não era comum que acontecesse com uma virgem, lhe disseram uma vez, mas ela era sua esposa – era Isabella – e ele não sabia se suportaria não garantir seu prazer.
– Edward – chamou ela, ofegante, com a respiração cada vez mais rápida.
Ela estava tão linda que os olhos dele se encheram de lágrimas. Seu rosto estava corado, os olhos, desfocados, e ele não conseguia parar de pensar Eu te amo. Ela estava quase lá; ele conseguia sentir. Não sabia quanto tempo mais conseguiria resistir à necessidade do próprio corpo, então colocou a mão entre eles e seus dedos encontraram o ponto mais sensível do corpo dela.
Isabella gritou. Ele perdeu todo o controle. Então, como em uma dança coreografada à perfeição, os dois se retesaram e arquearam no mesmo instante preciso, o movimento cessado, a respiração contida até eles simplesmente desabarem, esgotados... E alegremente satisfeitos.
– Eu te amo – sussurrou ele, precisando dizer essas palavras mesmo que elas se perdessem no travesseiro.
Então ele sentiu, mais do que ouviu, a resposta sussurrada em seu pescoço:
– Eu também te amo.
Ele se apoiou nos cotovelos. Seus músculos exaustos protestaram, mas ele queria ver o rosto dela.
– Vou fazer com que você seja feliz – jurou.
Ela lhe ofereceu um sorriso sereno.
– Você já começou muito bem.
Edward pensou em dizer algo mais, porém não existiam palavras para exprimir o que havia em seu coração, então ele se deitou de lado no colchão, trazendo-a para junto de si até ficarem encaixados num abraço.
– Eu te amo – repetiu ele, quase constrangido pelo desejo de dizer aquilo a cada minuto.
– Ótimo – disse ela.
Edward sentiu que Isabella ria. Então ela se virou de repente, para que eles ficassem cara a cara. Ela parecia sem fôlego, como se tivesse acabado de pensar em algo surpreendente. Ele ergueu a sobrancelha.
– O que acha que Emmett e Rosalie estão fazendo agora? – perguntou ela.
– E eu me importo?
Ela deu uma pancada de leve no ombro do marido.
– Ah, está bem – disse ele, com um suspiro. – Acho que me importo, considerando que ela é sua irmã, e que ele me livrou de me casar com ela.
– O que acha que eles estão fazendo? – insistiu ela.
– O mesmo que nós – respondeu ele. – Se tiverem sorte.
– A vida deles não vai ser fácil – comentou Isabella, séria. – Emmett não tem um tostão.
– Ah, não sei – disse Edward, com um bocejo. – Acho que eles vão ficar bem.
– Você acha? – perguntou ela, fechando os olhos enquanto se acomodava no travesseiro.
– Uhum.
– Por quê?
– Você é persistente. Alguém já lhe disse isso?
Ela sorriu, embora ele não pudesse ver.
– Por quê? – repetiu a pergunta.
Ele fechou os olhos.
– Não faça tantas perguntas. Nunca vai se surpreender.
– Não quero me surpreender. Quero saber de tudo.
Ele riu disso.
– Então saiba o seguinte, minha querida Bella: você se casou com um homem extremamente inteligente.
– É mesmo? – murmurou ela.
Era um desafio que não podia ser ignorado.
– Ah, sim – disse ele, ajeitando-se até voltar a ficar acima dela.
– Muito inteligente ou só um pouco inteligente?
– Muito, muito inteligente – falou ele, com malícia.
Seu corpo podia estar cansado demais para mais uma rodada de amor, mas isso não queria dizer que ele não pudesse torturá-la.
– Talvez eu precise de provas dessa inteligência – provocou ela. – Eu... ah!
– Isso é prova suficiente?
– Ah!
– Ah.
– Aaaaah!
Acabou! O epílogo é minúsculo, mas é divertido rs Até quarta, para encerrarmos de vez? Beijinhos.
