Capítulo 5.
Trabalho ou Amizade?
Fim da tarde, 18:00hrs, era pôr do sol, Optimus e Sarah estão na entrada da cidade ao lado do Mini Shopping, eles então vão até o centro depois até o Monte Vermelho, no caminho eles conversam mais um pouco para descontrair.
- Sarah.: Na agência falaram que você é um Líder Planetário. Você é um alienígena de verdade?.
- Optimus.: Sim. Eu venho de um planeta chamado Cybertron.
- Sarah.: Cybertron?. E como é lá?.
- Optimus.: Era um lugar muito lindo, brilhante e populoso. Mas infelizmente ele foi destruído.
- Sarah.: Destruído?. Como?.
- Optimus.: Uma guerra pelo poder da criação, um cubo chamado Alspark. Durou milhares de anos, e no fim, o planeta acabou em ruínas e inabitável.
- Sarah.: Nossa. Sinto muito pelo seu planeta.
- Optimus.: Tudo bem. Agora, alguns de nossa espécie também habitam a Terra, e outros, ainda estão espalhados pela galáxia.
- Sarah.: Por toda a galáxia?.
- Optimus.: Por ela toda.
Eles chegam ao centro e veem uma pequena festa ao ar livre, cheia de foodtrucks.
- Sarah.: Uau, é a primeira vez que vejo alguém fazer uma festa com tantos foodtrucks. - Sua barriga ronca fraco.
- Optimus.: Está com fome?.
- Sarah.: Um pouco.
- Optimus.: Quer ir ali?. Pode comprar algo para comer.
- Sarah.: Tudo bem, eu volto logo. - Ela desce e vai até lá.
Sarah pede um lanche simples e um suco natural, volta pro caminhão, e eles vão até o Monte Vermelho enquanto ela comia. Eles chegam lá, dava pra ver quase toda a cidade, o céu estava bem iluminado com as estrelas e a Lua Cheia.
- Optimus.: Chegamos.
- Sarah olha para a cidade, fica quase sem falas.: Uau. Que vista linda!.
- Optimus.: É mesmo. - Ele abre a porta. - Desça, quero te mostrar uma coisa. - Sarah desce, ele se transforma e põe ela em sua mão. - Quanto mais alto melhor é a vista.
- Sarah fica completamente maravilhada.: Meu Deus, isso é. ... É tão. ... É...
- Optimus.: Um sonho.
Sarah olha pra ele e dá um sorriso. Optimus senta na beira e eles ficam ali admirando a paisagem, o brilho da cidade e das estrelas, a Lua iluminava a terra como um lustre de cristais. Depois de um tempinho ali, os dois voltam à agência, Optimus deixa Sarah na porta de seu quarto e fala que voltará às 9:00 para buscá-la, ela se despede e ele vai embora.
Ela entra no seu quarto, fecha a porta e encosta na mesma, põe a mão no coração, ela não sabia por que e nem o que estava havendo, se sentia leve e segura como se mais nada de ruim viesse. Ela vai ao banheiro e toma um banho, depois coloca um pijama leve, toma um copo de chá com limão e deita, mas ela não consegue dormir tão rápido, não parava de pensar no Monte Vermelho, as estrelas, o brilho da lua e no Optimus. Demorou um pouco, mas ela consegue dormir, e bem, antes de amanhecer.
Então chega o próximo dia, o despertador toca, Sarah levanta animada, coloca o uniforme, toma seu café da manhã, quando termina de guardar as coisas da mesa, ela ouve uma buzina lá fora, ela corre até à porta e quando abre, Optimus já estava ali. Ela fecha, tranca a casa e entra no caminhão. Eles vão a base autobot e logo Optimus recebe uma missão "solo" e leva Sarah junto apenas por companhia, eles chegam em Washington, ajudam o local e vão embora, mas não para a base.
- Sarah.: Para onde estamos indo?.
- Optimus.: Quero te mostrar um lugar.
- Sarah.: Um lugar?. E fica onde?.
- Optimus.: É uma antiga construção que existe dentro de uma floresta próxima, algo completamente diferente de tudo que você já viu.
Eles chegam à Jasper e passam por dentro da cidade para chegar à floresta, no caminho, param no semáforo fechado ao lado de um parquinho público, Sarah ouve vozes e olha pela janela, ela vê um casal brincando com duas crianças, ela dá um sorriso de leve, se mostrando nostálgica.
- Optimus.: Sarah?. ... Você está bem?.
- Sarah.: Estou sim. Eu lembrei da minha família. - Ela olha para baixo. - Não pensei que fosse sentir falta deles tão cedo assim.
- Optimus.: Como é sua família?.
- Sarah.: Haha, eles são bem doidos. Meu pai é Africano e tem uma padaria em casa e minha mãe é Japonesa, ela já foi cantora quando mais jovem, mas hoje trabalha como cozinheira chefe.
O sinal abre e eles voltam à estrada para a floresta.
- Optimus.: Eles parecem ser bem legais.
- Sarah.: E tem minhas irmãs. - Ela dá uma risadinha. - Nós 3 vivíamos enganando meus pais. A gente trocava de roupas e eles nem percebiam a diferença. Era muito engraçado quando viam que mandaram cada uma pra escola errada. - Ela pega uma pequena foto de quando era criança.
- Optimus.: Seus pais não conseguiam diferenciar vocês?.
- Sarah.: Eles nunca conseguiram, e são assim até hoje. - risadinha. - Nós aproveitamos que somos gêmeas para enganar as pessoas. Hahaha.
- Optimus.: Gêmeas?. Qual o sentido real disso?.
- Sarah.: Somos praticamente idênticas, e gostamos de usar isso à nosso favor nas brincadeiras.
- Optimus.: Elas são como suas clones?.
- Sarah.: Mais ou menos. Em aparência somos iguais, já que fomos formadas da mesma célula, mas cada uma tem uma personalidade diferente.
- Optimus.: Fascinante. Humanos que se clonam antes de nascer mas são diferentes por dentro. Sempre fui curioso com a formação dos seres humanos.
Eles chegam à floresta, antes de seguirem, Optimus converte em modo robô e Sarah fica na mão dele, eles então vão até o fundo da floresta, chegando lá havia uma enorme nave caída quase enterrada numa montanha, Sarah fica surpresa, percebe que era de Cybertron e fica muito curiosa com aquela nave. Eles entram e andam um tempo por ali até chegarem em um tipo de centro de comando.
- Sarah.: O que era tudo isso?.
- Optimus.: Era uma nave de dobra espacial, foi usada pelos tiranos que queriam dominar o planeta.
- Sarah.: Nossa. - Ela vê algumas marcas nas paredes. - Parece que não eram muito amigos aqui.
- Optimus olha e fica sério.: Essas marcas não estavam aqui da última vez que vim. - Ele olha ao redor, pega Sarah e sai dali.
Eles andam um pouco mais pela nave e depois vão embora, voltam para a base sem ninguém desconfiar de nada. Na próxima semana, Optimus visitou a nave outra vez e quando voltou disse ter visto novas marcas no mesmo local. Mais uma semana, e dessa vez Sarah o acompanhou, e lá estavam, as mesmas marcas, porém, feitas recentemente. Depois de um mês, Sarah já se acostumou com essas visitas semanais dele e sempre ia junto. Ela passou a gostar de estar sempre ao lado dele assim.
