Capítulo 10.

Meu Passado.


Amanhece na cidade, Optimus vai buscar Sarah em seu quarto, e logo que chegam na Base já recebem um mandato da agência para uma certa missão, na china. Eles se preparam e são mandados para o aeroporto da agência para pegar o avião até o local da missão, logo decolam e já estão a caminho. Durante a viagem, eles conversam para passar o tempo até chegarem lá. Eles falam da espécie um do outro, enquanto Sarah aprendia sobre os cybertronianos, Optimus aprendia sobre os humanos, eles contam histórias sobre seus passados.

- Sarah está dentro do caminhão vendo alguns papéis sobre o local da missão.: É a primeira vez que vou à China. Ouvi dizer que lá, os chineses comem insetos.

- Optimus.: Insetos.? Como "formigas"?

- Sarah.: Não, haha, é mais grilos e centopeias. Eca.

- Optimus.: E por que eles comem isso?

- Sarah.: Não sei direito. Cada país tem uma cultura própria.

- Optimus.: E qual é a sua cultura?

- Sarah.: Os Americanos tem uma cultura bem diferente dos outros. Eu gosto muito das escola terem a feira de ciência e os campos das universidades.

- Optimus.: E você já participou desses eventos?

- Sarah.: Ah, já. Quando tinha 12 anos eu fiz uma teoria tentando provar que em Marte havia vida orgânica. *risos.*


*Flashback*

- Prof.: Ok. A próxima é a Senhorita Nakayami e sua. . . - ele vê os papéis. - Cosmo Teoria de Marte, o planeta Vermelho. - as pessoas observam.

- Sarah.: Ah... Boa Tarde à todos. Bem, eu fiz esta teoria me baseando em fatos e evidências da própria Nasa Americana em parceria com as instituições da Nasa Japonesa. - ela vai até uma tela com alguns textos e imagens do planeta vermelho. - Bom, aqui pode-se ver em notícias feita pela Nasa sobre a descoberta de água líquida no planeta e...

- Jovem Anônimo.: Espera, você quer teorizar sobre a "suposta vida" existente em Marte?

- Sarah.: Bom. ... Sim. - ela ajeita o óculos. - Eu venho estudando alguns dados que adquiri e sei que pode haver provas suficientes para...

- Outro Jovem.: Por quê se baseia em algo que é evidente que não existe?

- Sarah.: Bom, na verdade, é por isso que me baseei nesse planeta. - ela mostra um jornal japonês com tradução. - Marte já foi catalogado como "Possível Criadouro", uma classe de planetas no qual pode conseguir evidências de passagem de vidas ou possíveis existências atuais.

- Jovem Aleatório.: E por que você acredita na existência de seres vivendo nesse planeta?

- Sarah.: Eu acredito que em um planeta como Marte possa pelo menos ter tido seus habitantes, mesmo que séculos ou até milhões de anos atrás. Assim como os nossos mares profundos em zonas abssais, onde até algumas décadas atrás se acreditava que absolutamente nada pudesse viver em tal região do planeta, e hoje já se tem mais de 2 mil espécies registradas vivendo em nesta zona.

- Prof.: Senhorita Sarah, por quê fazer uma teoria sobre "E.T.s" se todos já sabemos que isso é apenas um conto fictício?

- Sarah.: Desculpe, Professor Spancer, mas eu não falo de "ficção", mas sim de Fatos. - ela mostra uma foto da companhia da Nasa.

- Homem Aleatório.: O que é isso?

- Sarah.: Uma foto autêntica da sonda de Marte.

- Mulher aleatória.: E o que mostra a foto?

- Prof.: Nada que seja provado fisicamente. Vamos prosseguir com...

- Sarah interrompe eles passarem.: Espera, eu posso provar que isso é real. ... - ela pega uma caixinha de vidro com uma pedra.

- Prof.: Já é o bastante Senhorita Nakayami. Venham comigo. - ele chama o pessoal e vai saindo.

- Sarah.: Não.! É real. Eu posso mostrar. - as pessoas saem ignorando ela falar.

*Fim do Flashback*


- Optimus.: Ele falou isso mesmo?

- Sarah.: Sim. Mas já é passado. Não é mais tão importante em comparação com o que faço hoje.

- Optimus.: Aposto que ele te procura até hoje para pedir desculpas.

- Sarah.: Ah. Nem ligo mais pra isso. - ela encosta no banco dele. - E sabe qual é a melhor parte?

- Optimus.: Qual?

- Sarah.: É que hoje, agora que te conheço, sei que estava certa naquele dia. Haha.

- Optimus.: Você sempre esteve. Eu também já passei por isso uma vez.

- Sarah.: Quê.? Sério?

- Optimus.: Sim. Já fui ignorado desse jeito, antes de me tornar um Prime.

- Sarah.: Espera. Você não foi sempre um Prime?

- Optimus.: Não. Antes eu também era apenas um estudante, vivia estudando os arquivos de Cybertron. Era parecido com você.

- Sarah.: E como era nessa época?

- Optimus.: Eu era meio calado, meu amigo era o único que me ouvia mesmo. ... Isso antes dele ficar muito nas arenas.

- Sarah.: Quem era esse seu amigo?

- Optimus.: Na época, seu nome era Megatronus.


*Flashback*

- Megatronus.: Não entendo por que você fica pesquisando tanto de Cybertron, Pax. Você deveria tentar algo mais interessante pra fazer.

- Orion.: Eu sei. Você sempre diz isso, Megatronus. E sinceramente, se você quer mesmo ser um Prime, deveria pelo menos entender a origem deles...

- Mega.: E me enfornar num casco como você? Não. As arenas já me dão tudo que preciso apresentar aos conselheiros, Força para defender meus ideias.

- Orion.: Você não acha que "Músculos" seja só um reforço para ser um Prime?

- Mega.: E você.? Acha mesmo que alguém vai querer um Prime que nem lutar sabe.? A paz só pode ser achada através da batalha. Se não lutar pela liberdade, um dia, ficará sempre como um mero escravo. - ele fala saindo dali arrumando sua arma no braço.

- Orion.: Vai voltar pra arena?

- Mega.: Claro. Preciso estar preparado para matar tudo que tentar ser contra.

Ele sai da sala e volta à arena, onde todos gritavam seu nome nos combates, enquanto Orion continua ali, estudando vários arquivos. Ele sentia que faltava alguma coisa, talvez fosse uma companhia, ou um som. Ele via a história do planeta e de Primus e sempre compartilhava seus conhecimentos com Megatronus, que quase nunca dava ouvidos. Um dia, seu amigo o chama para o acompanhar até o conselho.

- Mega.: Orion, como meu melhor amigo, quero muito que você venha junto comigo ao conselho.

- Orion.: Por que quer minha presença lá?

- Mega.: Quero que você veja eles me tornando o próximo Prime. Isso será o grande marco da história.

- Orion.: Tem certeza disso.? De que está preparado para o concelho dessa forma

- Mega.: Claro. Eu finalmente trarei a paz à Cybertron. Nossa tirania era livrar qualquer uma do mal.

Orion, então, como um bom amigo, o acompanha até o conselho, para ver seu amigo "realizar um sonho". Ele apenas observava seu amigo falar ao conselho, ele apresentava argumentos brutais, dizia sobre liberdade através de batalhas e força bruta. Orion não conseguia ficar ali parado, apenas ouvindo seu amigo chamar os menos conhecidos de sucatas e ferro velho.

- Mega.: Cybertron pode ser libertada, se nos unirmos para eliminar os mal feitores da face do planeta. Jogaremos a vilania contra seus próprios venenos e armadilhas mortais. - o conselho mau olhava para ele.

- Orion.: Eles não merecem morrer apenas por isso. - Megatronus olha pra trás estranhando. - Ninguém deve morrer, apenas ter uma chance de reparar seus erros.

Ele começa a falar seus argumentos sobre a paz pela calma e compreensão. O conselho o via com brilho nos olhares, eis ali estava alguém com verdadeira conquista dos Primes. Megatronus se revolta ao ver eles darem atenção e créditos ao seu melhor amigo, ele sai do salão com fúria e ódio. Dias depois, uma tropa de "rebeldes" ataca a Cidadela sendo comandados pelo famoso gladiador das grandes arenas, durante os ataques, Orion tenta falar com seu amigo para que parasse isso.

Quase sendo morto, seu amigo gritava dizendo que agora se chamava Megatron e seria o próximo Prime à qualquer custo. Orion recua para unir forças aliadas, mas é convocado pelos Superiores e mandado para impedir que a contaminação da guerra chegasse ao núcleo do planeta. Orion recebe de Primus a aprovação de próximo Prime e, agora como Optimus Prime, ele manda o Allspark ao espaço afim de ganhar tempo na batalha. Após séculos de lutas, perdas e ganhos, Megatron percebe a aproximação de sua derrota e o sumiço armado do Allspark. Ele então parte do planeta em busca desse poder, causando uma "Corrida em Guerra" entre os planetas por onde passava. Optimus, então, vai atrás dele, junto com sua pequena equipe de Autobots, em direção à Terra.

*Fim do Flashback*


De volta ao avião onde eles estão.

- Sarah.: Então foi por isso que começou a guerra.? - ela diz com voz meio triste.

- Optimus.: Sim. Desde esse dia, Megatron sempre tentava me matar.

- Sarah.: E ele estava errado. Uma justiça assim. ... E se ele mesmo fizesse algo errado.? Seria morto pela própria lei!

- Optimus.: E disso eu sabia. Não conseguia ficar quieto sabendo que um dia ele cairia com as próprias palavra. Não queria ver meu amigo partir assim... - Sua voz fica com tom fraco. - Tive que parar ele de alguma forma...

- Sarah.: Fez bem. Você é um bom amigo.

- Optimus.: "Era". Não somos mais... amigos. - ela sente sua voz entristecer.

Fica um largo silêncio no ar, até que surge um som do comunicador do avião onde eles estavam, era o piloto anunciando a chegada ao local da missão indicada.

A aeronave pousa e o caminhão se dirige ao prédio dali, onde os dois recebem os avisos. Os diretores da agência chinesa falam sobre o alarme falso, se desculpando pela viagem "em vão" que Prime teve que fazer até lá. Claro que ele não se incomoda com isso, mas então vem outra notícia.

- Diret. Chang.: Vou providenciar a volta até Nevada para. ... - ele é chamado por um dos seguranças e conversa com ele. - Oh céus. ... Desculpe pelo incômodo, mas surgiu um imprevisto. Os céus não estão em condições de voo por algumas horas. Senhorita Nakayami, pode pousar em nossas instituições até seu avião estar pronto para partir.

- Sarah : Ah. ... Tudo bem, eu vou preparar. ...

- Soldado.: Ela pode ficar em meus aposentos esta noite, Senhor. Meu turno acaba de começar. - Sarah olha pra trás.

- Diret. Chang.: Ah. Melhor assim. Pelo menos terá uma cama onde dormir bem. Sargento Xyagh, leve as coisas dela para lá já, por favor.

- Soldado.: Sim Senhor. - Ele pega as coisas e dá o braço à Sarah. - Senhorita.

- Sarah.: Ahm. ... Obrigada. - ela o acompanha meio sem entender muito.

Optimus vê ele à levar até o quarto, à deixando lá e voltando ao seu posto. Começando a "encarar" o pequeno soldado, ele puxa um assunto com ele.

- Optimus.: Seu aposento é grande?

- Soldado.: Ah. Sim Senhor. Por que?

- Optimus.: Ela normalmente gosta de ambientes espaçosos. - olhando torto pro pequeno.

- Soldado.: Sério.? Como sabe disso dela.? - olhando a porta do quarto sorrindo.

- Optimus.: Não é de costume entre namorados saberem mais um do outro.? - ele fala meio resmungando.

- Soldado.: Ah, creio que seja norm... Quê.? Na-Namorados.? - ele olha Optimus, espantado.

- Optimus.: Sim. Ela é minha namorada à quase 2 meses. Por que o espanto?

- Soldado.: Er... Nã-Não. Nada não. Co-Com licença Senhor. - fala meio tremulo e sai dali indo à porta da sala do Diretor ficar de vigia.

Optimus passa a noite em frente a porta do quarto onde Sarah estava hospedada, enquanto o jovem soldado se mantinha o mais afastado possível dali, ainda tremulo ao olhar o grande robô ali.

Horas depois, no meio da noite, Sarah abre a porta do quarto observando em volta, mas não via Optimus ali, pois ele estava observando à distância do prédio, ela olha em volta e sai do quarto, ia andando e observando o local vazio e calmo, estava procurando algo ou alguém. Antes que ela chegasse as escadas, o sargento Xyagh acaba deparando de frente com ela, estava acompanhado com outra mulher jovem.

- Soldado meio assustado.: Senhorita Nakayami.? O que faz acordada tão tarde.? E. ... Andando por aqui. ... Sozinha?

- Sarah.: Er. ... Eu. ... Estava procurando pelo Optimus. Sabe onde ele está?

- Soldado.: Ele...

- Jovem mulher.: Espera. O Prime está aqui.? - ela fala se animando. - Ele está aqui mesmo.? Agora.?

- Soldado.: Bom, sim. - olha meio fraco pra Sarah. - Mas. ... é melhor não falar com ele pessoalmente agora.

- Sarah fica meio confusa.: Ahm... Mas você sabe onde ele está?

- Soldado.: Ah, sim. Er. ... Ali em baixo na entrada principal. - ele aponta o dedo mostrando o local.

- Sarah.: Obrigada. - fala saindo para lá. Ela desce as escadas e vê o caminhão parado pouco antes da entrada do local, vai até ele e apenas entra dentro dele.

- Optimus logo pergunta.: Sarah.? Você está bem?

- Sarah.: Sim. Eu só estava me sentindo um pouco sozinha lá no quarto. Então vim ficar com você.

- Optimus.: Ufa. Que bom estar aqui agora. *risos.*

- Sarah.: Ah é.? Por que?

- Optimus.: É que eu não gostei muito daquele soldadinho ter te oferecido um quarto assim. Ainda mais o dele mesmo.

- Sarah.: Ele trabalha no período noturno. Não tem por quê. ... - ela percebe o que ele quis dizer. - Hey. Hahaha. Está com ciúmes.? *risos.*

- Optimus.: Quê.? Eu.? Não. - pausa um pouco. - E-Eu só não gostei do jeito que ele ofereceu o próprio quarto. ... Para você assim.

- Sarah.: Haha. Então vamos fazer assim, eu fico longe daquele cara SE você não der bola pra mulher que andou do lado dele esses instantes atrás.

- Optimus.: Por que daria atenção à ela se a única que quero já está aqui comigo.? *risos.*

- Sarah.: Haha. Mas é sério. ... Eu senti que ela ficou animadinha demais só de ficar sabendo que VOCÊ estava aqui. - ela fala meio desconfiada.

- Optimus.: Certo, não chegarei nem perto dela.

- Sarah.: Promete?

- Optimus.: Por você, eu faço tudo. - Sarah sorri.

Ela fica dentro do caminhão até adormecer, e Optimus à observava dormir, era claro sua expressão, gostava de tê-la cada vez mais próxima dele sempre.