Inverno
Não respondi de imediato, até porque mediante a tudo que ele ficou sabendo desde o último equinócio e o que Jasper deve ter contado depois de ter visto Alice. Com certeza, nós tínhamos muito o que conversar. Ele sorriu levemente.
-Seu mau gênio ainda permanece, pelo o que percebo. - comentou, enquanto me arrumava no banco.
-Existem algumas coisas que jamais mudam. - disse, e o olhei. - E outras que mudam até demais.
Vi ele se mexer desconfortável.
-Onde prefere conversar?
-Na minha antiga casa ..
-Marie não está lá?
Neguei com a cabeça, o vendo ligar uma caminhonete.
-Alice a expulsou de lá depois de acertar as contas com ela, sobre o fato dela ter bloqueado as suas visões sobre qualquer um de vocês quando ela estava em exílio. - contei, lembrando o rápido rápido a minha irmã ficou furiosa ao ter essa. - Então, até o momento a casa está vazia até decidirmos o que fazer com ela.
Ele soltou um pequeno resmungo, e o silêncio voltou a tomar o carro.
-Você foi feliz lá? - indagou num sussurro. Apesar da frase soar meio ambígua, entendi qual o sentido que estava dizendo.
-Não. - sequer hesitei em responder, e o olhei: - Lá não era o meu lar. - acrescentei e suspirei. - Eu sei que falei soma vezes que Forks não era o meu mundo, o meu lugar, mas quando estive em New Orleans o lugar que mais desejei estar era aqui. Era ir dormir ouvindo a chuva cair todas as noites, o sol brilhando em dias raros, de fazer trilha com você e me maravilhar com a beleza de cada estação do ano na clareira. - contei. - Então eu percebi, que Forks sempre foi o meu lar, eu só não tinha coragem para admitir isso para mim mesma.
-Porque desejava estar do outro lado. - supôs, e eu concordei.
-Sim, porque desejava estar no seu mundo. - afirmei, e dei um sorriso. - Não posso dizer que não houve momentos de felicidade em New Orleans apesar de tudo, porque teve. Fosse com Eliza ou com meninos da turma de engenharia, ou até mesmo com o pessoal da livraria.
-Porque fez engenharia? - indagou subitamente, virando o carro na rua da minha casa. O olhei desnorteada com uma pergunta brusca. - Foi a pergunta que mais fiz quando li as suas cartas. Por que cursou engenharia? Sempre imaginei que cursaria Artes.
Puxei as mangas do meu casaco cobrindo as minhas mãos, o vendo estacionar na frente de casa.
-As matérias de engenharia eram mais pesadas e me ajudaram a manter a minha mente ocupada o bastante para não lembrar. Lembrar dos meus pais, da minha ideia insana de vingança contra os Volturis, lembrar de Forks, e sobretudo, você. - expliquei, desviei o meu olhar dele encarando o para-brisas vendo que começava a nevar. - Manter-me ocupada com trabalho, provas, exercícios era uma maneira fácil de não ter que lidar com os meus pensamentos e mesmo pensamentos que pagar um alto preço de tempos em tempos. Se eu fosse cursar artes, não conseguiria isso, porque tudo o que era inspirado na minha família, no nosso mundo e em você.
As lembranças essas anos inundaram a minha mente sem permissão fazendo-me refletir que apesar de ter aprendido a gostar do curso, de feito amizades incríveis através dele, ainda doía não ter feito o curso relacionado a algo que sempre desejei fazer. Sabia que não aguentaria fazer, sem conseguir lembrar meu pai, de Edward, da nossa clareira, de Alice, de Forks. Sabia que se cursasse iria entrar num moinho de dor do qual poderia não voltar.
Puxei o ar com força espantando todas essas lembranças, e forcei um sorriso.
-Vamos entrar? - indaguei, o olhando. Os olhos vermelhos me olhavam tempestuosos e com um peso que me fez ignorar ao vê-lo assentir, sai da picape sendo seguido silenciosamente por ele até a porta de entrada onde um por vez entramos na casa escura que logo foi tomada pelas luzes. Notei ele observar uma sala de estar onde os móveis estavam cobertos por diversos panos brancos, que já possuíam uma cor diferente do original.
-Você disse que ainda não decidiram o que iriam fazer com essa casa, mas já pensaram em alguma coisa? - ele me perguntou se virando para mim. Assenti.
-Uma pequena escola de artes ou até mesmo uma pousada. - comentei, e sorri. - Aliás, tenho que dizer que se é dependente de Alice e Ângela a primeira ideia já estaria sendo implantada para ser aberta semana que vem.
-Você não?
-Eu o que?
-Não está animada com a ideia dessa se tornar uma escola de artes? - explicou e emendou: - Lembro-me que você reclamava bastante quando éramos crianças, que essa cidade não tinha nada de artes que a ensinasse a desenhar melhor.
Fiquei surpresa dele lembrar daquilo, sendo que nem eu me lembrava direito.
-Bom, eu estou, mas não tanto quanto elas. - falei começando a andar em direção a cozinha, sendo seguida por ele. - Sem tempo que passei fora, conforme hipótesesaram obrigando-me a ter um olhar mais realista para certas coisas. Como, por exemplo, se abrimos essa escola como iremos manter? A maioria do povo de Forks não tem condições de pagar por algo que seria de um valor alto. E a escola não consegue arcar com todos os custos, além de pagar os professores.
Ele ficou pensativo quando entramos na cozinha.
-E se os professores trabalhassem com voluntários? - sugeriu, ergui as sobrancelhas com aquilo deixando a bolsa de comida sobre a bancada.
-Algo não muito fácil de conseguir, devido a cidade. - pontuei e o encarei. - Você realmente gostou da ideia de que isso poderia ser tornar uma escola de artes?
Ele deu de ombros enquanto um sorriso torto surgiu em seus lábios, fazendo meu coração bater mais forte.
-Porque não? Você e eu somos ligados à arte de maneiras diferentes, mas ainda continua sendo arte. - alegou, aquilo me instigou.
-Você tem razão. Mas algo não bate com o que você diz.
Ele me olhou confuso enquanto tirava os sanduíches que tinha feito da bolsa térmica.
-O que não bate?
-Se você diz que somos ligados à arte, o que de fato nós somos. Como você pode colocar taças de sangue e um castiçal com velas acesas sobre o seu piano? - disparei sabendo que estava mexendo num vespeiro, e tiva certeza disso, ao vê-lo endireitar uma coluna e seu olhar se tornar duro.
-Acho que você deve saber o porquê.
-Talvez. Assim como imagino pelo que tudo o que você passou para ...
-Não você não imagina. - interrompeu. - Você não imagina como foi ficar e saber por uma carta que tinha ido embora de Forks, tão rápido que sequer pude me despedir, de te abraçar para tentar diminuir a dor que você estava sentindo. E eu acabei sentindo a mesma dor, ao ver meus pais mortos, pelos mesmos que mataram os seus, e quando te mandei uma carta contando isso, contando como tinha sofrido e de como Jasper, Rosalie e eu despedaçados, você não me respondeu. - explicou com a dor pingada na sua voz.- Achei que algo estava acontecendo, para que não recebesse as suas cartas, que Roxie havia se perdido no meio do caminho. Até encontrar sua avó e questioná-la se você tinha mandado alguma coisa para mim, e ela disse que não.
-Edward….
Ele me ignorou.
- Vi na mente que ela não estava mentindo, e eu simplesmente enlouqueci. Meus irmãos foram morar em casas diferentes por não aguentar como lembranças que vinham da nossa, enquanto eu fiquei ali esperando receber uma carta sua ou que você voltasse. Só que dois anos perdidos se passado e você nunca voltou. - desabafou. Seu olhar transbordava uma dor e angústia que fez todo o ar dos meus pulmões escaparem, e o choro emergir com força do meu peito. E pelo seu olhar, eu sabia que estaria chorando se pudesse. - E quando Marie disse que você nunca tinha me mandado uma carta, eu…. eu desisti.
O silêncio pesado tomou a cozinha, e como lágrimas que tanto segurei caíam pelo meu rosto. Sentei-me no banco sentindo minhas pernas sem espaço ao pensar o estrago que o ato de Marie havia feito em nossas vidas.
-Foi por isso que você começou a tomar sangue humano ou…
-Não. Foi um pouco tempo depois da morte dos meus pais. Fiquei tanto tempo sem caçar que quando saí acabei cometendo o deslize do qual não remediar mais parar de cometer, mesmo que viesse a culpa depois. - contou e me olhou. - Isso incomoda você?
-Não. - respondi sem hesitar. - Quando briguei com a sua mãe, em um equinócio de outono disse que o amaria do jeito que era e pelo que iria se tornar, e eu não estava mentindo quando o disse.
-Então porquê perguntou?
-Pelo o mesmo motivo que me perguntei porque fiz engenharia ao rejeitar de artes. Nós não somos mais quem fomos um dia, Edward e tampouco sabemos o motivo que fez cada um tomar a decisão que tomou.
-A ordem das coisas. - supôs, e eu assenti concordando abrindo o pacote de bolacha com a boca.
-Exatamente.
Mais uma vez à noite, ficamos em silêncio, cada um preso aos seus pensamentos próprios enquanto tudo parecia se encaixar e se tornar ainda mais revelador à medida que conversávamos.
-Você sabe o porque os Volturis mataram nós pais, não sabe? - questionou baixinho, fazendo a bolacha descer com dificuldade pela minha garganta. Assenti.
-Marcus me explicou depois de Marie ter-me contado os segredos do coven numa carta quando fiz 19 anos. - contei tentando controlar a emoção que voltar quando ouvi do amigo do meu pai, contar o motivo dele ter sido morto. O motivo que me compreendeu como lições conversas com os seus amigos e reuniões às escondidas de Renée, e é claro, os Volturis - um clã comandado por vampiros, mas dona de uma guarda diversificada de seres - o matá-lo. Mas nenhuma vez durante todos aqueles anos que havia pensado ou cogitado que Carlisle também estava relacionado, até Alice me contar sobre a morte dele e de Esme.
-Questionei por um tempo se foi por isso que nossas mães implicvam tanto conosco juntos.
-Não acho. - disse meio, e encarei com um sorriso nos lábios.- Se elas soubessem o que eles estavam planejando, com certeza seria nos pés deles que iriam ficar não nos nossos.
Ele soltou um riso baixo.
-Tem razão. Minha mãe com certeza bateria no meu pai com tesoura de jardinagem.
-A minha com certeza jogaria os pratos contra o meu, e faria mais para continuar jogando. - disse com humor, e logo fez um silêncio de novo.
-Bella. - o olhei, Edward me olhava com curiosidade. - Como eram os seus amigos da faculdade? Eram tão chatos quanto seus colegas da escola da ESF?
-Não. Eles eram bem mais legais, e mente aberta. Então, não me achavam estranha, talvez, um pouco ogra, mas nada insuportável demais. - contei sorrindo, lembrando do quanto eles me azucrinaram em todos os semestres. Edward riu com as minhas lembranças. Sorri. - Acho que eles iam gostar de te conhecer, sabe? Perguntar como não fugiu ao conhecer o meu mau gênio e com certeza iriam tirar onda juntos com a minha cara porque tropecei nos meus próprios pés.
Ele riu.
-Ainda faz isso?
-Como disse, algumas coisas jamais mudam. - disse tomando um gole de água. - E Tanya?
Sua risada parou na hora e sua coluna ficou ereta.
-O que tem ela?
-Como ela é? Divertida? Metida? Possui um mau gênio tão ruim quanto o meu? - indaguei, vi que ele relaxou um pouco os ombros.
-Ela é divertida, bem legal e um pouco elétrica depende dos dias. O que me faz lembrar de sua irmã em certas ocasiões onde parecia uma boneca de pilha alcalina. - falou fazendo-me rir com a lembrança em especial que estava dizendo. A do primeiro encontro de Alice com Jasper, e no qual não parou um segundo até literalmente se acalmar por completo quando o viu. Nós nos olhamos cúmplices com as lembranças já que tínhamos feito um combo de desenho cômico junto com uma pequena música que foi escrita na lateral do desenho. Alice o odiou antes de rir, assim como Jasper.
Aquilo certo o estopim para começar a contar sobre tudo que aprontamos contra os nossos irmãos ou amigos, no tempo que ficamos longe, ou até mesmo como pequenas peças que pregava nos clientes chatos que iam na livraria. Fazendo Edward rir tanto, que o fez quase cair no banco.
-Tudo bem, você venceu. - disse entre risos. - Você deu ótimos motivos para seus amigos te chamarem de diabinha.
-Eu te disse. - me gabei, e logo a sua fisionomia mudou. - O que foi?
-Bella, você já se relacionou com algum deles? - questionou e foi a vez da minha feição ficar séria.
-Não, e mesmo que tenha pensado em tentar, eu não consegui. - admiti. - Minhas mãos, meu corpo, minha alma e o meu coração sempre foram seus Edward. - declarei. - Mas não posso afirmar o mesmo por você.
Seu olhar não desviou dos meus.
-Não, você não pode. - concordo, e suspirou - Confesso que apesar de não ter um dia sequer que consegui parar de pensar em você desejar cada parte sua, mesmo quando estava com raiva. Acabei me envolvendo com duas garotas para esquecer você, mas não deu certo, pelo fato simples que não eram quem eu acabaram sendo magoadas por mim, e eu acabei me afundando ainda mais em sangue.
-Tanya é uma delas? - indaguei, ignorando a dor no meu peito.
-Tanya foi quase uma. Nós ficamos uma vez até ela descobrir e perceber que ainda era louco apaixonado por você, e desde então nós somos amigos. - explicou mexendo em seus cabelos deixando -os mais bagunçados, tentando não deixar em evidência que estava envergonhado - Ela vinha tentando me persuadir a te encontrar, a voltar a dieta de animais e sobretudo a voltar tocar.
-O que ela significa a você Edward?
-Significa uma grande amizade que apoiou quando estava sozinho e me qualificou quando mais preciso. Mas você, Swan, significa o ar que respiro, as batidas involuntárias no meu coração morto. Significa a mais bela composição, mais do que as de Vivaldi ou Mozart. - fazendo-me os meus olhares encherem de lágrimas. - Significa que se precisa de um professor de piano voluntário para sua escola de artes, eu serei ele e aceitarei feliz os meus pagamentos em beijos.
Ri com aquilo ignorando como lágrimas que caiam pelo meu rosto, para no segundo seguinte Edward estar na minha frente tocando o meu rosto, encarando-me com uma devoção que fez meu coração bobo tropeçar em suas batidas.
-Assim como significa que serei sempre aquilo que sempre precisar e quiser que eu seja. De um amigo, de um namorado, de um amante, de um professor e um marido. - afirmou fazendo-me chorar. - E sabe porquê Swan? - indagou, não consegui achar a minha voz para responder. - Porque a amo com cada célula minha, e sempre vou a amar.
-Edward… - ele não me deixou continuar, e me beijou com volúpia do qual retribui na mesma intensidade. Desejo, saudade, o anseio nos consumia como fogo em pólvora.
Meus braços envolvam o seu pescoço, ao mesmo tempo prendi como minhas pernas no seu quarto e gemi ao sentir seu pau duro entre as minhas pernas quando num impulso Edward me puxou contra seu corpo. Afastei-me dele completamente ofegante para no seguinte ele tirando a minha blusa encarando meus seios firmes pelo sutiã de renda.
Ele sorriu maliciosamente tocando o meu pescoço e vindo me beijar, mas seus lábios apenas deslizaram sobre os meus, e desceram para o meu pescoço dando pequenas mordidas e chupões que tinha certeza que ficaria roxo. Seus lábios continuaram descendo para o meu seio, ao mesmo tempo em que sua mão deslizava por dentro da minha coxa até estar entre as minhas pernas. Ofeguei de prazer e gemi ao senti-lo chupar à lateral do meu seio, apertando os dedos contra a minha boceta sobre a calça.
Ouvi algo cair e me fazendo olhar desesperada e perceber que está prestes a transar na cozinha. Afastei-me dele, que me olhou confuso, me vendo descer do balcão.
-O que foi? Fiz algo de errado?
-Não, a gente só está prestes a transar na cozinha.
Seu sorriso torto tinha um tom malícia, que me deixou ainda mais excitada.
-Não vejo problemas nisso. - sussurrou com seus lábios perto dos meus, seus dedos tocaram a minha nuca, fazendo-me arrepiar. - Mas se você tem, tudo bem. -disse antes dos seus lábios estarem sobre os meus. Entre passos, beijos e tropeços subimos como escadas para enfim deixar como nossas roupas na entrada do quarto, enfim deitar nus sobre a minha antiga alto sentindo o Edward me penetrar, fazendo-me sentir seu pau todo de mim, para então perder o ar quando sua língua envolveu o bico do meu seio para então mordê-lo.
Puxei os seus cabelos com força ao mesmo que ele investia rápido e com força contra o meu corpo, fazendo uma cabeceira bater contra a parede ao mesmo tempo gemia tão alto que num momento de devaneio agradeci mentalmente mentalmente casa estar vazio e ser longe da cidade.
O ar fugiu dos meus pulmões quando o meu corpo foi sucumbido por prazer, fazendo cada célula dele estremecer para então sentir trêmulo. Eduardo ofegou e caiu sobre mim após gozar. Mexi nos cabelos dele e antes que pudesse falar alguma coisa, ouvimos um estalo e a cama despencar fazendo nos gargalhar.
-Deveríamos ter transado na cozinha. - sussurrou no meu ouvido, minha cabeça estava encostada no seu peito. O olhei divertida, porém, com repreensão.
-Nós não deveríamos, sabe disso
Ele sorria de maneira torta, adorável.
-Como se aqui fosse o melhor lugar adequado, com tudo cheio de pó. - implicou
Revirei os olhos.
-Não está cheio de pó, e você sabe disso també ão larga de chato. - rebati irritada, ele riu. Fechei a cara. - Não tem graça Cullen.
-Discordo, e muito. - disse segurando o meu rosto e me beijando. - Bella - sussurrou ao perder seus lábios. O olhei. - Você aceita casar comigo?
Fiquei surpresa por um momento, antes de sorrir com meus olhos marejados.
-Aceito. - ele devolveu o sorriso, tão grande quanto o meu, e seus olhos brilhavam na escuridão quando novamente me beijou. Afastamos comigo ofegante, porém, com as nossas pernas, nos braços e nos corações entrelaçados como sempre desejamos estar. - Achei que não ia pedir nunca.
Ele revirou os olhos, com um sorriso brincando em seus lábios.
-Fazem exato seis horas que te vi nesse solstício de inverno. - comentou, divertido. Fiz uma careta.
- Ainda sim tempo demais, Cullen,
-Se é assim, iremos casar no equinócio primavera ao meio-dia.
Sorri.
-Isso, me parece uma ótima ideia.
-Em nossa clareira? - sugeriu.
-Em nossa clareira. - afirmei, e sorrimos bobamente um para o outro.
-Sabe que sua irmã vai querer nos matar, não é?
-Sim, eu sei. Mas ela supera, e Jasper ajuda a superar.
Ele sorriu o meu rosto.
-Senti a sua falta, minha Bella.
-Também sentimos à sua Cullen. - disse e o assegure, entrelaçando nossas mãos. - Mas agora o para sempre nos pertence.
-Promete?
-Prometo.
Música Inspiração: Death Cab for Cutie - Meet me on the Equinox
