Capítulo IV
ReencontroO sol parecia brilhar como nunca lá no céu, e este se encontrava extremamente azul. Tão azul quanto os olhos dela... Kagome. Infelizmente ainda faltava tempo para que pudesse deixar aquele escritório de tons tão frios e mórbidos, paredes brancas, carpete cinza e móveis pretos, para encontrar o calor daquela garota.
- Inu-Yasha, o que você pretende ao ficar olhando pela janela com essa cara de bobo? – A contemplação do rapaz de olhos violetas foi interrompida por um outro de olhos azuis escuros.
- Miroku, você não aprendeu a bater na porta antes de entrar, não? – Perguntou Inu-Yasha irritado, saindo de perto da janela e sentando-se em sua poltrona atrás de uma mesa onde havia muitos papéis, enquanto Miroku entrava fechando a porta.
- Foi o que eu fiz, bati uma porção de vezes, até, mas você não atendia de jeito nenhum, pensei que talvez tivesse te acontecido alguma coisa. – Respondeu Miroku sentando-se numa cadeira de frente para Inu-Yasha.
- Por que não pediu para a secretária te anunciar pelo telefone então?
- Porque ela foi almoçar que é justamente o motivo pelo qual eu estou aqui. E aí, vamos?
- Oh, é verdade. Eu nem vi o tempo passar. Então vamos logo. – Disse Inu-Yasha se levantando e pegando o paletó que se encontrava no encosto da poltrona.
Miroku também se levantou. Logo os dois já estavam fora do enorme prédio onde ficavam os escritórios deles, e se dirigiam a um restaurante próximo do lugar.
O restaurante estava cheio por isso ocuparam a primeira mesa vazia que encontraram. Se acomodaram e ficaram esperando que alguém os atendesse, mas "estranhamente" isso não acontecia, várias garçonetes se aproximavam e depois passavam direto.
- Onde eu estava com a cabeça quando resolvi almoçar com você? – Inu-Yasha indagou ao acompanhante, pondo a mão na cara e balançando a cabeça negativamente, enquanto Miroku o encarava com um ar inocente. – Vamos para algum outro restaurante onde você não tenha passado a mão em todas as garçonetes que trabalham nele.
Foram embora e só depois de muito procurar, conseguiram encontrar um restaurante onde foram atendidos. Além do lugar ser distante em relação ao prédio onde trabalhavam, o atendimento foi feito por um homem.
- Ainda bem que fomos atendidos por um homem, pelo menos assim você não apronta das suas. – Disse Inu-Yasha enquanto ele e Miroku aguardavam a comida, que haviam pedido, chegar.
- Você fala como se não fizesse nada. O que me diz dessas olheiras, hein? A noite foi boa ontem, não é mesmo? – Questionou Miroku, sorrindo maliciosamente quando Inu-Yasha não o contestou. – Se você não negou é porque eu tenho razão. E então como foi? – O rapaz encarou o amigo com o olhar cheio de expectativa e curiosidade.
- Não te interessa. – Inu-Yasha disse com um pouco de irritação, se acalmou quando viu o garçom trazendo a comida, pois tinha esperança de que assim Miroku se calaria.
- Mas claro que interessa. – Miroku disse contrariando as expectativas de Inu-Yasha, irritando-o e fazendo com que ele lhe lançasse um olhar ameaçador. – Tudo bem não precisa me contar os detalhes, mas só me diz se ela é boa de cama. - Pediu com um pouco de receio que aumentou quando Inu-Yasha estreitou os olhos para ele emburrando a cara. – Então pelo menos me diz se vai encontrá-la hoje. – Insistiu Miroku mesmo com a irritação do companheiro.
Inu-Yasha deu um sorriso para o amigo o que fez com que este suspirasse aliviado achando que o outro não estava irritado, mas de repente...
- Miroku, cala essa boca, come e me deixa em paz! – Inu-Yasha se levantou e gritou, chamando a atenção de todo o restaurante. – O que vocês estão olhando? Não têm mais o que fazer não? – Ele perguntou praticamente rosnando.
Os outros clientes, então, voltaram ao que estavam fazendo. Miroku, enfim, parou de falar e começou a comer, amedrontado pela reação do amigo. E Inu-Yasha voltou a se sentar, cruzando os braços emburrado e resmungando algo como: "Miroku, você e essa sua perversão me tiram do sério".
Apesar de não dizer a Miroku, Inu-Yasha tinha a resposta para o último questionamento do amigo, em mente desde que acordara. E ao olhar pela janela e observar o céu azul, a vontade de ver Kagome novamente, só aumentou.
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O dia estava chegando ao fim, o sol estava se pondo, colorindo o céu com um espetáculo de tonalidades alaranjadas e purpúreas. Estas últimas lembravam os olhos dele... o rapaz de olhar tão penetrante. Ela estava torcendo para que, quando a noite chegasse de vez, ele aparecesse de novo.
- Pensando no rapaz de olhos penetrantes e violetas, né? –Perguntou Kagura que havia entrado no quarto de Kagome sem esta perceber e estava ao lado dela.
- Nossa, Kagura, eu nem percebi você entrar. Estava aqui vendo o pôr-do-sol. – Disse Kagome se afastando da janela sentando em sua cama, enquanto Kagura continuou perto da janela.
- Percebi... mas você não me respondeu, estava pensando nele?
- É, eu estava pensando nele e também torcendo para que ele apareça hoje.
- Eu também fiquei esperando que no dia seguinte o meu primeiro cliente voltasse. Logo que o vi, imaginei que ele pudesse ser a solução para os meus problemas, e sendo ele rico, achei que ele teria poder para me tirar daqui. Mas até aí eu não pensava em amor, tudo o que eu queria era minha liberdade não importando como conseguir. Ele apareceu e continuou voltando nos dias seguintes, acabei gostando dele de verdade mas não pude ficar com ele. – A fisionomia de Kagura era melancólica enquanto pronunciava estas palavras.
- E você ainda gosta dele, não é mesmo? – Kagome perguntou encarando a amiga.
- E não haveria como não continuar gostando, ele teve e ainda tem um grande significado na minha vida, foi muito mais que a minha chance de sair daqui. O que sinto por ele é mais do que apenas gostar, eu na verdade ainda o amo. Há um vínculo que me une a Sesshoumaru. Eu nunca vou esquecê-lo, da mesma forma que eu sei que ele nunca me esquecerá. – Kagura respondeu, dando um sorriso enigmático no fim.
- O nome dele é Sesshoumaru? Você não havia me dito.
- É sim, e por falar em nome você também não me disse o nome do seu cliente. Qual é?
- Eu não perguntei, estava com tanta coisa na cabeça que nem pensei nisso, não tive coragem de perguntar e nem falar nada.
- Ele não perguntou o seu não?
- Não, alguém já devia ter dito à ele, porque eu ouvi ele sussurrando o meu nome várias vezes, durante... hum... você sabe o que, né? – Disse Kagome, ficando vermelha e morta de vergonha.
- Não se preocupe eu sei. – Kagura falou sorrindo para Kagome. - Então agora que o pior passou pergunte hoje para ele, porque eu tenho certeza de que ele virá.
- É o que eu espero. – Kagome falou suspirando.
- Larga esse desânimo para lá e vai se arrumar, daqui a pouco a casa abre e você não vai querer que outra chegue até ele primeiro, não estou certa?
- É você tem razão. – Kagome respondeu abrindo um sorriso. – Obrigada, Kagura, sempre que converso com você me sinto melhor. – Ela disse se pondo de pé.
- Não há de quê, também é um alívio para mim falar com alguém. Agora vou me arrumar, até mais. – Disse Kagura, saindo de perto da janela, onde ficara todo o tempo que conversara com Kagome. Abriu a porta, saiu e fechou a mesma em seguida.
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Seus olhos percorreram o amplo salão em vão, pois não conseguiu encontrá-lo. Sentou-se no mesmo canto da noite anterior, esperando que talvez estando ali, ele a visse e fosse até ela.
O tempo passava e nada dele aparecer. Agora toda vez que algum homem, que ela logo percebia não se tratar do rapaz de olhos violetas, entrava no salão, ela temia que ele a visse e acabasse se interessando por ela.
Mas a sorte estava a seu favor por dois motivos, primeiro porque Naraku ainda não tinha aparecido então ela podia ficar "escondida" no seu canto. Segundo é que a maior parte dos homens que iam lá, eram freqüentadores assíduos e já tinham as suas preferidas.
E algo lhe dizia que se o rapaz da noite anterior a tinha visto é porque era especial, se o destino permitiu aquele "encontro" não havia de ser à toa.
No entanto sua demora dava a entender que não viria, mesmo assim ela mantinha as esperanças.
Suas mãos se encontravam sob seu queixo e os cotovelos estavam apoiados na mesa. Seus olhos azuis realçados pelo contorno de um lápis preto, encaravam um ponto interessante da parede à sua frente.
Sem se dar conta dois braços fortes envolveram seu pescoço, e no mesmo instante ouviu uma voz conhecida, que muitas vezes murmurara seu nome na noite anterior.
- Eu quero te ter novamente. Que tal não perdermos tempo e irmos logo para o seu quarto? – A voz do rapaz de olhos violetas, sussurrada no ouvido de Kagome causou arrepios nesta.
Quando o rapaz a soltou, ela o encarou e percebeu que ele sorria, um sorriso doce e malicioso ao mesmo tempo. A garota também sorriu, mas timidamente, então se levantou e pegou na mão do rapaz. Logo os dois iam em direção do quarto dela.
Mal entraram no quarto e o rapaz foi logo empurrando Kagome para a cama enchendo-a de beijos, mas apesar de envolvida por essas carícias, ela reuniu sua coragem e resolveu iniciar uma conversa com ele.
- Será que eu poderia te perguntar uma coisa? – Ela indagou se levantando e acendendo a luz. Não voltou para a cama, ficando de pé escorada na porta.
- Oh, você fala?! – Ele disse fazendo uma cara de espanto e em seguida deu um sorriso brincalhão, quando viu que ela tinha ficado um tanto desconcertada. – Tudo bem, pode falar. – Ele fez uma cara séria, mas ela ficou calada, toda coragem que havia reunido parecia estar lhe faltando naquele momento. – Desistiu? Pode perguntar, eu não mordo. – Mais uma vez sorriu, dessa vez descontraído, tentando encorajá-la.
- É que eu nem ao menos sei como você se chama, gostaria de saber o seu nome.
- Meu nome é Inu-Yasha. – Ele respondeu e em seguida um incômodo silêncio se instaurou. – Bem... você não quer perguntar mais nada, não? – Inu-Yasha decidiu quebrar o estranho clima.
- Hum... quantos anos você tem?
- Vinte e cinco, faço vinte e seis daqui alguns poucos meses.
"Como eu imaginei, vinte e cinco anos!" – Pensou Kagome.
- E você? – Indagou Inu-Yasha puxando Kagome de volta para a cama, sentando-se com ela lá. – Me fale sobre você, do porquê de você estar em um lugar como esse.
- É melhor não, eu posso acabar falando demais e isso não será bom para mim.
- Porquê? Você não confia em mim? – Ele questionou, seus olhos demonstravam sinceridade e estavam suplicantes.
- Eu acho que você é diferente. As outras moças que trabalham aqui, me disseram que dificilmente um cliente se interessa pela nossa vida. Tudo bem, vou te falar sobre mim. – Kagome tomou essa resolução após encarar o olhar dele que lhe transmitia confiança. – Eu não estou aqui porque quero, sou menor de idade, tenho quinze anos.
- O quê? Você é menor de idade? Mas isso é ilegal!
- É, mas o que se pode fazer se as autoridades que poderiam e deveriam fazer algo, estão mancomunadas com as irregularidades? Em cidades pequenas como essa, é normal as coisas que acontecem por debaixo dos panos ficarem por isso mesmo.
- O que eu estou fazendo com você está errado, isso não pode continuar assim, eu vou dar um jeito de denunciar esse Naraku.
- Por favor não faça nada, se Naraku descobre que fui eu que te disse essas coisas, eu não sei o que será de mim e do meu irmão. – Pediu Kagome que começava a se desesperar, Naraku era perigoso, ela tinha ouvido falar de pessoas que tentaram denunciá-lo e fazer algo contra ele e haviam se dado mal.
- Tudo bem eu não falo nada, mas...mas... – Ele não conseguia encontrar as palavras. – Bem... você é de menor...
- Ai, eu sabia que não devia ter dito nada. Eu sei o que você quer dizer, agora você não vai me querer mais por que eu sou muito nova. – Kagome disse com lágrimas nos olhos, aquela idéia dele não querê-la mais, de alguma forma lhe entristecia.
Inu-Yasha ficou desconcertado pelo choro da garota à sua frente. Não esperava por uma reação desse tipo, então o seu primeiro ímpeto foi abraçá-la.
- Não me deixe, não quero mais ninguém que não seja você, não quero sentir outro toque que não seja o seu, eu quero só você! – Kagome pediu soluçante aceitando ser confortada pelo rapaz.
- Não se preocupe, eu não vou te deixar. – Disse Inu-Yasha apertando o abraço.
Ele esperou que ela se acalmasse e então começaram a conversar.
Olá!
Dessa vez demorei mais, a minha intenção era ter atualizado segunda passada ou no mais tardar, quarta, mas terríveis forças, chamadas preguiça, mau humor e falta de tempo, conspiraram contra mim.
Eu sei que esses capítulos não andam lá grande coisa, porém mais para frente eu acho que as coisas estão mais "movimentadas". Então me desculpem qualquer coisa aí, é que também eu estou tendo um trabalho danado, porque estou praticamente rescrevendo essa história e estou fazendo o possível para não deixar furos nela.
Esse capítulo (e o passado também), foram praticamente feitos de novo, essa parte do Miroku, por exemplo, não tinha, eu coloquei ele aí só para "encher lingüiça", porque na verdade ele só aparecia no capítulo doze.
Quanto ao desafio ninguém acertou, mas passaram perto. Ele é do exército dos sete e se chama Suikotsu. Por enquanto não vou continuar com o desafio, talvez mais para frente eu coloque outro. Muito obrigada àqueles que participaram.
Quero mandar um abraço e muitos beijos para duas moças muito legais com as quais conversei pelo MSN, a Gisleine e a Inu-Maníaca (sou tão lesada que esqueci de perguntar o seu nome, me desculpe). Amigas, espero poder conversar com vocês de novo.
Eu não vou me demorar mais por aqui, porque eu posso estar jurada de morte pelos fãs do casal Sesshoumaru e Rin. Me desculpem mas não pude evitar, eu gosto muito da Kagura.
Muito obrigada à todos que estão acompanhando a fic e à todos que comentam.
Rach Snape: Olá! Que legal eu recebi a minha primeira ameaça de morte (ou quase isso)! Mas como você pôde ver não é a Kikyou e sim a Kagura, o par do Sesshoumaru. Será que faz alguma diferença? Realmente eu costumo me embananar na hora de desenvolver as cenas, principalmente porque sou péssima em descrições, mas com o tempo espero amadurecer esse meu lado. Muito Obrigada por comentar. Beijos!
P.S.: Que história é essa de tia? Eu sou tão jovem ainda.
Cherryx: Olá! O capítulo três serviu mas como a explicação do porquê da Kikyou ter ido embora, e na verdade originalmente não havia esta parte. Antes este capítulo estava pior ainda, só servia para fazer "a ligação" do segundo com o quarto capítulo, mas com o que eu acrescentei deu para vocês terem idéia do passado de Kagome. Eu creio que este capítulo quatro foi mais revelador, né? Não é sempre que você vê por aí o Sesshoumaru fazendo par com a Kagura. Muito Obrigada por comentar. Beijos!
Bianca Himura: Olá! Eu estou bem e você? Fico muitíssimo feliz que tenha gostado do capítulo. Pois é, a Kagome tirou a sorte grande ficando com o Inu-Yasha, mas não posso garantir que vai continuar assim, tem muita coisa para acontecer. Você estava no caminho certo para acertar o desafio, talvez numa próxima você acerta. Muito obrigada. Beijos!
Louise Black: Olá! Eu estou bem e você? Daquela vez eu não demorei muito, infelizmente dessa vez não posso dizer o mesmo. É, só agora eu percebi que os capítulos eram pequenos. Mas cada vez eu estou aumentando eles um pouco mais. Muito obrigada. Beijos.
Kk Higurashi: Olá! Esse capítulo respondeu aquela primeira review que você me mandou, não é mesmo? Como você pôde constatar o homem do qual a Kagura falou é o Sesshoumaru. Isso é que era a coisa terrível, mas para você eu suponho que não, né? Mas tem um monte de fãs do casal Sesshoumaru e Rin, que devem estar querendo me apedrejar. O par da Kikyou é do exército dos sete sim, mas infelizmente não é o Bankotsu, mas esse aí também deve aparecer. Muito obrigada. Beijos!
Tassi Higurashi: Olá! Acho que você terá mais vontade ainda de enforcar o Naraku pelo que ele vai fazer mais para frente, no entanto ele terá um fim bem merecido. Infelizmente demorei, mas agora está aí. Muito obrigada. Beijos!
Mateus: Olá! Esse comentário é bem o seu jeito mesmo, achei ele muito fofo (risos). Fiquei muito feliz por você ter lido a minha história. Muito obrigada. Beijos!
Juliana-chan: Olá! A verdade é que eu estou terminando de escrevê-la, mas tem muitos capítulos para eu postar ainda. Acho que devo terminar a fic no capítulo dezoito, então ainda tem mais catorze capítulos para serem postados. Estou muito feliz por você estar gostando tanto da fic e o Naraku é mau mesmo, e pode esperar por mais maldades dele. Muito Obrigada. Beijos!
Mary: Olá! Coitada mesmo da Kagome e olha que ela ainda vai sofrer mais. Agora, o par da Kikyou como você deve ter lido mais acima não é nenhum desses dois. E o par do Sesshoumaru é a Kagura. A idéia inicial era o Naraku e a Kikyou estarem juntos nesse "esquema de prostituição", mas aí eu decidi ver como seria uma Kikyou boazinha. Muito obrigada pelo elogio. Beijos!
Miroku Juray: Olá! Até que enfim você comentou, mas antes tarde do que nunca. Como eu já te expliquei o que você não entendeu, não vou colocar aqui não. E também como eu já te disse, eu tenho que deixar certas coisas subentendidas, e algumas outras a explicação vem com o tempo. Quanto a colocar mais emoção e acontecimentos nos capítulos (o que eu já te expliquei também) às vezes um capítulo não tem isso porque ele serve apenas para esclarecer um pouco a história. Ah, e quanto aquela sensação de eu ser uma fracassada ela vem e volta, não se preocupe que eu sempre supero. 3x muito obrigada pelos três comentários (já que você concordou e achou melhor, eu tirei aqueles outros). Beijos!
Gisleine: Olá! Eu já expliquei que esse negócio de fazer capítulos maiores é complicado porque eles já estão prontos, mais eu sempre dou uma melhorada neles antes de postar e acabo aumentando um pouco. Esse ficou quase o dobro do que era para ser. Como eu já te disse infelizmente você não acertou o desafio, passou um pouco longe. Muito obrigada pelo comentário. Beijos.
P.S.: Eu já disse mas vou repetir, foi um grande prazer conversar com você.
Kassie-Chan: Olá! Muito obrigada pelo elogio, me deixou felicíssima! Essa vida deve ser horrível mesmo, graças à Deus eu nunca passei por nada que chegue perto disso, mas a gente sempre vê casos desses na televisão, rádio, jornais... Que pena, você esteve tão perto de acertar o desafio mas não foi dessa vez. Quem sabe quando houver uma próxima? Você originalmente era a minha qüinquagésima review, (é que eu tirei uma sua, que era repetida e umas outras, aí você virou a 46ª), muito obrigada. Beijos!
P.S.: Você tem MSN? Se tiver e puder me adiocionar o endereço está no meu profile, eu gostaria de conversar com você.
Alexandra: Olá! Muito obrigada, fico muitíssimo feliz que tenha gostado da fic, Infelizmente acabei demorando, mas se tudo der certo, o próximo capítulo sai 02/11. Continue acompanhando. Beijos!
Lady Pandora L: Olá! Nesse capítulo você pôde conferir o Inu-Yasha e a Kagome se reencontrando, espero que não tenha ficado muito ruim, eu pelejei durante uma semana para conseguir rescrever esse capítulo. E você estava certa, o par da Kagura é o Sesshoumaru, eu gosto muito desse casal. E o seu palpite para o desafio foi muito interessante, infelizmente você não acertou, mas em compensação me deu uma idéia mirabolante para as minhas próximas fics. Muito obrigada. Beijos.
Lua: Olá! Muito obrigada por ter lido a minha fic fiquei muito feliz, que bom que finalmente você pôde ler outra história minha. Quanto a ter mais emoção, eu estou tentando fazer algo a respeito, então vamos ver no que dá. Beijos!
MarianiMalfoy: Olá! Como diria o meu amigo: Concordo plenamente. Eu sei que a fic está parada mas sinceramente não sei muito o que fazer para mudar. E o drama é a minha marca registrada, infelizmente, foram as influências que recebi. O próximos capítulos já estão prontos, e como sempre vou dar uma melhorada antes de postá-los, espero que eles estejam melhores. Muito obrigada por comentar, você ficou sendo a minha qüinquagésima review. Beijos!
Agradeço novamente à todos que estão acompanhando e que estão comentando. Desculpe pelos erros que tiverem aí, é que eu estou passando mal, e não deu para revisar direito.
Beijos!!!
