***AVISO LEGAL***
Os personagens não pertencem a mim e sim a Naoko Takeuchi, parte do enredo é baseado no Anime e o restante é obra da minha imaginação.

Quando Fidiah foi procurar seus prisioneiros ficou enlouquecida, a jaula estava aberta e ela urrou de ódio, deixando completamente aquela energia escura a dominar. Fidiah e Chaos se tornaram um só, sabendo exatamente o que fazer, usou seu poder para atravessar a Galáxia.

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Sailor Star Maker tomou a palavra daquela audiência entre os reinos e contou toda a trajetória que tiveram na Terra, a grande importância da Princesa Kakkyu em localizar a Luz da Esperança e os feitos de Sailor Moon, que mesmo tendo todos os seus amigos mortos, não deixou de acreditar e sua aceitação as Starlights com seu grande coração.

Narrou com paixão a Batalha contra Galáxia e até quando a semente estelar de Sailor Moon foi despedaçada e as façanhas da pequena criança, que ao final, foi a Luz da Esperança que proporcionou a Sailor Moon a vitória final e a libertação de Sailor Galáxia da energia do Chaos que a dominava.

Todos na Plateia escutavam com atenção e viram Sailor Moon se colocar ao lado da Princesa Kakkyu, e em alguns passos em direção a ambas, Sailor Maker passou a palavra para a loira.

"Eu sou Sailor Moon, que Luta pelo Amor e a Justiça, e vim a este planeta para ajudar a Princesa Kakkyu e sua Starlights, assim como elas me auxiliaram no meu planeta. Eu peço sinceras desculpas que isso tenha causado tantos transtornos, mas espero que possam compreender, pois a Princesa Kakkyu e as Starlights sempre mantiveram sua convicção em sua missão de retornar a Kinmoku e restaurar este planeta." – Terminou com sua voz doce e seu olhar amoroso, esperando que suas palavras amolecesse o coração de todos e não fossem severos com a princesa do planeta do fogo, que para si, tornou-se uma amiga.

- "Sailor Moon!" – Pronunciou o Príncipe Tarikih e sorriu – "Seja muito bem vinda a Kinmoku" – e completou – "E acredito que todos temos que te agradecer." – Olhou para os demais que balançaram a cabeça.

Os anciões mordiam os lábios de raiva, essa foi a grande oportunidade de tomarem o controle de Kinmoku.

Os outros governantes se levantaram, junto com o Príncipe Tarikih, olharam para os anciões e foi o Governante de Pallot que disse: - "Bem, acredito que tudo está esclarecido e temos muito que agradecer a Sailor Moon e a Princesa Kakkyu." – Virou para ambas – "Muito obrigado e seja bem-vinda Sailor Moon, espero que nos faça uma visita em Pallot."

Uma outra voz foi ouvida, e era da Rainha de Normand – "Espero que venha visitar Normand, também." – E começou a se mover para sair da sala de audiência que estava ocorrendo em Ginkei.

E Tarikih completou: - "E espero que possa voltar a Ginkei, para uma visita social, da próxima vez." – Sorriu calorosamente, enquanto fitava Kakkyu.

Sailor Moon ficou pensando nessas palavras e achou que esse convite não foi para ela. – Será? – concluiu.

O Rei de Normand virou para os anciões: - "Agradecemos que tenham nos emitido o alerta, mas acredito que seja apenas um mal-entendido, e fico feliz de ter conhecido Sailor Moon, agora devemos voltar há muito para se fazer, esperaremos as convocações para unirmos os cristais. – Encerrou e começou a se retirar.

Os anciões apenas balançaram a cabeça, não havia muito que fazer, pelo menos agora, mas eles decidiram entre si, que permaneceriam em Tankei, para eles, havia algo mais em tudo isso.

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Sailor Moon, Star Fighter, Star Maker e a Princesa Kakkyu, acompanhados de Healer, Destroyer e Prayer aguardaram a saída de todos, e começavam a se retirar quando foram interceptados pelo Principe Tarikih: - "Princesa Kakkyu" – pegou a mão da jovem e a beijou e depois olhou para os olhos da mulher – "Você poderia me conceder alguns minutos da sua atenção?" – Aguardando uma resposta, sem largar a sua mão.

Kakkyu retirou gentilmente sua mão e acenou positivamente, olhou para as Starlights e pediu um momento, prometendo que regressaria rapidamente para a partida.

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Tarikih levou Kakkyu para uma das salas adjacentes e a portas fechadas começou a dizer: "Nós sempre fomos bons amigos, você sabe, certo?" – E antes que pudesse ser interrompido. – "Eu percebo que há mais coisas que sua Starlight não nos comunicou e eu entendo que há coisas sobre nossos reinos que deixamos em segredo, mas eu temo que os anciões não descansarão enquanto não acharem algo contra você." – Olhou suplicante para a princesa – "Então por favor, confie em mim, permita que Ginkei te apoie, que eu possa te ajudar, eu sei que você jamais colocaria Kinmoku em perigo."

A Princesa hesitou por algum momento e por fim disse: - Existe algo, mas não é sobre mim e eu não posso falar, mas eu te prometo que tomarei todo cuidado e eu te procurarei, assim que for possível, você será o primeiro a saber.

A Princesa sempre guardou grande admiração pelo Príncipe Tarikih, antes da guerra eram muito próximos e até havia alguns rumores, mas nada se concretizou, eles eram bons amigos.

Despediu-se com um abraço, era bom rever Tarikih sã e salvo e saber que tinha o apoio de Ginkei, então deixou a saleta e se reuniu com os seus para retornar a Tankei.

- E agora? O que devemos fazer? Levar todos para o Palácio? – Perguntou Sailor Healer

- Bem, esclarecido tudo, acredito que não haveria problema em termos todos no Palácio, agora sabem que vieram nos ajudar. – Apesar de as razões serem outras.

Sailor Moon mordeu os lábios em nervosismo. – Eu não posso usar o Cristal de Prata – Ela sabia que agora não poderia usá-lo, sem talvez colocar a vida de seu bebê em risco – e colocou as mãos em seu ventre.

Sailor Star Fighter a abraçou – "Ei, ei, você não precisa. Nós cuidaremos de tudo aqui, você só precisa ficar bem, nós vamos retornar aos curandeiros para que eles te examinem. Você sabe, o tempo passa diferente aqui, e ainda não sabemos como será sua gestação." – Olhou com seriedade – "Eu percebo que você tem tido muitos desconfortos, precisamos cuidar melhor disso, ok?"

Sailor Moon balançou a cabeça, mas algo ainda a preocupava. – Como ela explicaria sua gravidez para seus pais? – Quando ela retornasse isso seria uma grande dor de cabeça. E agora? O que ela faria? Ela ia se casar com Seiya? Ele ia querer isso? – seu estomago retorceu – Eles nunca falaram sobre isso. E quanto tempo ela ficaria em Kinmoku? E seus pais? Nesse momento talvez eles já tenham desconfiado de toda sua ausência. – Em algum momento ela precisaria conversar com Seiya sobre tudo isso.

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Na saída de Ginkei uma voz foi ouvida.

- "Bem, então é aqui que você estava se escondendo?"

E antes que pudessem fazer qualquer coisa, um raio explodiu sobre eles.

Próximo Capítulo – A Batalha