Olha só quem voltou. Ainda tem alguém aí?
Neste capítulo finalmente vamos entender porque a família toda condena a decisão do Carlisle.
PDV Bella
O caminho até o hospital não levava mais que vinte minutos, mas Rosalie parecia estar disposta a bater o recorde e chegar em dez. Depois da minha conversa com Edward, nós três decidimos que não aceitaríamos tão facilmente as escolhas de Carlisle, já que dessa vez não era algo que afetava apenas a nós, mas também a Elizabeth.
Eu ainda achava impressionante como uma criaturinha tão pequena tinha o poder de enrolar todos em seus dedinhos.
- Você provavelmente pegou uma multa ali - avisei quando ela ultrapassou a velocidade máxima justamente embaixo da placa de sinalização.
- Posso mandar essa direto para o meu pai.
Rosalie era a personificação da garotinha do papai e, justamente por isso, sabia exatamente como bater de frente com ele. Diferente de Edward, ela já estava acostumada a fazer isso e não se abalava por ter uma opinião diferente do pai.
- Eu sei que está nervosa, Bella, mas não fique. Vocês dois viram leões quando se trata da Liz e meu pai saberá reconhecer que está errado porque ele agiria igual - ela pegou minha mão - Sei também que provavelmente ficarei de espectadora hoje, mas estarei lá se vocês precisarem de uma ajudinha para fazê-lo entender que não é hora de pensar com a cabeça de executivo. Ele também daria a vida por ela, só tem orgulho demais para admitir agora.
Pouco tempo depois, e eu devia isso à velocidade que Rose dirigia, estacionamos no hospital. O sol estava alto no céu e isso fazia a temperatura aumentar um pouco durante a tarde, o que era bem agradável para essa época do ano.
Coloquei óculos escuros e saí do carro checando meu celular e só percebi que Edward estava no jardim me observando, quando nos aproximamos. Sua expressão estava cansada, mais que o normal em um dia de plantão. Assim como eu, ele também deveria ter passado as últimas horas pensando no que faríamos.
- Nós vamos dar um jeito nisso - ele disse, me abraçando. Eu queria acreditar.
Ainda faltava meia hora para a reunião e nos sentamos na sala de descanso dos médicos para conversar sobre o que faríamos. Na mente de Edward, muita coisa poderia dar errado e ele ainda se sentia traído pelo pai, como se essa contratação fosse um ataque direto a ele.
- Pensando friamente, eu não sei se ele faria isso para se vingar de você. Me parece que ele agiu sem pensar que ela é irmã da Jessica e acha que fez uma boa escolha - Rosalie disse, terminando o copo de café - E nós nunca somos consultados sobre nenhuma contratação, mesmo sendo do conselho, então ele só seguiu o protocolo normal.
- Sim, estaria tudo bem em seguir o protocolo se ela não fosse irmã de quem é e ele sabia disso. Você pode pensar friamente ou como quiser, mas eu não engoli essa história, Rose - meu marido respondeu.
Eu sabia que meu sogro não era uma pessoa ruim, mas nesse momento estava mais inclinada a pensar como Edward. Pensar no que Jessica causou a mim e a minha filha contribuía com isso.
Maio de 2018
Olhei no espelho antes de sair do closet: minha maquiagem estava impecável, meu cabelo estava semi preso em uma trança e as jóias combinavam com meu vestido azul escolhido especialmente para a ocasião. Naquela noite, estava acontecendo a cerimônia que anunciava e premiava as empresas mais valiosas do país, em um evento organizado por grandes jornais e revistas do meio, e eu acompanharia Edward, além de representar a assessoria da Fundação quando os jornalistas quisessem entrevistas.
- Minhas meninas estão prontas? - Edward apareceu na porta - Nunca estive tão bem acompanhado como hoje - completou, olhando nossa imagem no espelho.
Também era a noite em que a imprensa saberia sobre a minha gravidez, já que logo seria impossível esconder, e eu sabia que isso seria o foco deles no momento em que nós pisássemos no evento. Tão previsíveis. Alguns jornalistas até tratavam eu e Rose como socialites, porque não éramos médicas e, na cabeça deles, só vivíamos do dinheiro da família.
Nosso motorista, Félix - apenas em ocasiões especiais porque na maior parte do tempo ele agia mais como um segurança - nos levou até o teatro onde a premiação acontecia. Ainda teríamos que participar de uma festa depois, já que a Fundação sempre ficava entre as cinco primeiras da lista. Logo na entrada, um corredor foi montado, com jornalistas de um lado e um backdrop com os patrocinadores do evento de outro, nos colocamos na pequena fila para passar ali.
- Senhor e senhora Cullen, vocês são os próximos - uma das organizadoras nos avisou.
Respirei fundo e apertei a mão de Edward antes de pisarmos no tapete. Muitos flashes piscaram instantaneamente quando os fotógrafos e jornalistas ali perceberam que não estávamos sozinhos e as perguntas logo começaram. Ouvi "Isabella, de quanto tempo você está grávida?" e "Qual é o sexo?" pelo menos cinco vezes, mas respondemos felizes. Depois de responder mais algumas perguntas e posar para fotos, finalmente conseguimos entrar no teatro, onde uma mesa estava nos esperando.
- Bella, você está radiante, querida! - minha sogra me cumprimentou.
- Vocês dois já são o assunto mais comentado do Twitter - Rosalie comentou ao mesmo tempo.
Depois de um tempo, enquanto a cerimônia acontecia, chequei meu celular. Eram tantas mensagens que eu provavelmente levaria alguns dias para responder todas, mas era uma sensação boa, as pessoas gostavam de nós e estavam felizes.
Um pouco mais tarde, Emmett, o noivo de Rosalie, chegou e após cumprimentar a todos na mesa, falou algo no ouvido dela. Eu não sabia o que era, mas a expressão da minha amiga se transformou e, pelo resto da noite, ela agiu como se estivesse desconfortável. Entre entregas de prêmios e discursos, eu não consegui me aproximar dela até o último intervalo, antes do anúncio que premiaria a Fundação como a empresa mais valiosa naquele ano.
- O que aconteceu que te deixou assim? - perguntei quando finalmente saímos da mesa e ficamos a sós.
- Não é nada.
- Rose…
- Vou reformular: não é nada com que você deva se preocupar agora. Edward vai receber o prêmio junto com nosso pai e você precisa focar em estar maravilhosa nas fotos que farão de vocês dois.
Não acreditei. Algo estava acontecendo e eu a conhecia bem o suficiente para saber.
- Sua irmã está estranha - comentei com Edward quando voltei para a mesa.
- Não deve ser nada, meu amor - respondeu, colocando a mão na minha - E se for, não é nada que não possa ser resolvido amanhã. Sem problemas essa noite.
Sem as preocupações do trabalho deixando seu rosto tenso, ele conseguia ficar ainda mais bonito e esse pensamento foi o suficiente para deixar esse assunto de lado. Era uma noite importante para a família e se houvesse um problema, resolveríamos depois.
Aplaudimos quando Carlisle e Edward foram chamados ao palco para receber a placa que premiava as empresas. Mais uma, na verdade, porque a sala da presidência da fundação já tinha uma parede cheia daquelas. Enquanto pai e filho falavam e agradeciam, alguns fotógrafos também se viravam para a nossa mesa para registrar nossas reações. Eu ia querer guardar essas fotos depois.
No dia seguinte eu e Edward nos permitimos ter uma folga, já que a festa foi até de madrugada. Nós tomamos café da manhã juntos, algo que não acontecia muito, e ficamos no sofá. Eu poderia ficar nos braços dele o dia todo, mas nossa paz não durou muito tempo. Quase no final do filme, meu celular tocou com uma chamada de vídeo em grupo.
- Espero que seja algo muito importante pra interromper minha folga - meu marido disse, pegando o aparelho - Bom dia Rose, Emmett.
Na tela dividida, as caras deles não eram boas. Me ajeitei no sofá.
- Bom dia - Emmett respondeu primeiro, na postura de advogado - Eu vou direto ao ponto porque precisamos tomar uma decisão rápida. Desde ontem, um pouco depois que as primeiras matérias sobre sua gravidez saíram, a ferramenta que faz o monitoramento dos nomes de vocês registrou muitas mensagens negativas e, investigando melhor, descobrimos que foi um ataque coordenado. Basicamente, alguém organizou para que todas as mensagens chegassem ao mesmo tempo e em um volume alto, provavelmente para tentar reprimir os comentários positivos.
Eu já tinha recebido ondas de comentários ruins antes, mas ele nunca tinha estado tão sério ao falar sobre isso. Edward falou antes de mim.
- O quão ruins são as mensagens? - perguntou.
- Não… - Rose tentou interromper. A expressão dela era parecida com a de ontem a noite, mas algo estava diferente, parecia ter mais tensão.
- Tudo bem, eu quero saber - pedi.
Emmett procurou algo à sua frente e virou a câmera para a tela do computador, antes de voltar a falar.
- A ferramenta montou um gráfico, vejam que no início as palavras mais citadas são "maravilhosos", "felicidade", "bebê", "não acredito", e depois tem uma subida repentina de "horrorosa", "interesseira" e um pico de "morte".
A última palavra me fez tremer.
- Em quanto tempo nós conseguimos descobrir de onde isso veio? - perguntei.
- Eu já pedi o rastreio, devemos ter os resultados até o meio da tarde - Rosalie respondeu.
- E quando chegar, entra a decisão que eu preciso que vocês tomem. Com as identidades e localizações nós podemos abrir um processo e pedir retratação pública de cada perfil, além de uma indenização em dinheiro - nosso cunhado começou - Identificando quem iniciou isso eu sugiro pedirmos também uma ordem de restrição. Nunca sabemos até onde essas pessoas podem chegar e vocês estão mais expostos que o normal agora.
A cada letra que saia da boca dele, eu ficava mais nervosa.
- Faça o que for necessário, Emmett. Você tem carta branca - Edward pediu.
- Deixa comigo. Faço questão de cuidar pessoalmente de cada um.
Desligamos a ligação e eu me encolhi no sofá. Já tinha lidado com ataques de ódio antes, mas direcionados apenas a mim. A coisa mudava de figura quando queriam atingir minha filha, que nem havia nascido ainda.
- Como ainda não posso ficar colado em vocês, um segurança faz esse trabalho. Você não sairá de casa sozinha.
Os próximos dias foram uma loucura. Nós voltamos ao trabalho, mas agora eu tinha uma sombra. Félix acompanhava todos os meus passos do momento em que eu pisava fora de casa até a hora de voltar, além de ter mais dois seguranças nos observando onde estivéssemos. O mesmo acontecia durante a noite, com outros dois vigiando a entrada do prédio. Durante nove dias, os únicos lugares que eu tinha permissão para estar eram a minha casa e o escritório. No décimo, Emmett trouxe novidades.
- Conseguimos identificar quem ordenou os ataques a você. Aparentemente, a pessoa por trás de tudo isso tentou se esconder com outros perfis, outros nomes e localizações, mas nós encontramos e já estamos fazendo o que é necessário - ele disse, mas algo não parecia cem por cento certo.
Eu e Emmett não éramos melhores amigos, mas ele era como um livro aberto e o tempo que convivemos me fez conhecê-lo bem. Eu sabia que havia mais, ele estava incomodado.
- Temos o nome? - perguntei.
- Sim, mas… - começou, mas fez uma pausa - Eu não acho que isso seja relevante, Bella. Você não precisa de mais um motivo de estresse.
Parecia que ele e Edward combinavam as frases, mas eu queria saber.
- Eu acho que é relevante. Por favor, o nome de quem fez isso.
Os dois se olharam e eu tive certeza que Edward já sabia. Nós teríamos uma conversa mais tarde.
- Tudo bem, mas você tem que prometer que vai manter a calma - pediu. Assenti - A equipe de monitoramento rastreou as mensagens até pessoas ligadas à Jessica Stanley.
- E vocês estão chocados? - perguntei - Tem quase quatro anos que ela tenta infernizar nossas vidas, peça logo uma ordem de restrição e mande essa maluca para a cadeia, para um hospício, eu não sei, mas dê um jeito de mantê-la longe.
Eu queria estar surpresa, mas não estava. De alguma forma, ela sempre pairava ao nosso redor. E não seria a última vez.
A sala de Carlisle estava mais gelada que o normal, ou talvez fosse psicológico. Todos nós estávamos nervosos com o que aconteceria em seguida. Eu queria muito, muito, que as coisas se resolvessem facilmente, mas tinha dúvidas que seria assim. Olhei para o relógio na parede, faltavam dois minutos para o horário marcado quando Esme chegou.
- Olá a todos. Melhor agora, meu filho? - perguntou para Edward, que assentiu - Se acalmem, não há motivos para preocupação - disse, olhando para nós dois.
- Eu poderia listar todos os motivos que nós temos para nos preocuparmos, mas provavelmente demoraria muito - Rosalie respondeu, sem a menor cerimônia.
- Confie em sua mãe, Rose.
Não muito tempo depois, meu sogro entrou na sala, com a expressão tão cansada que, se fosse em outra ocasião, eu até me preocuparia, mas hoje não consegui.
- Vejo que vocês estão mesmo empenhados em me fazer mudar de ideia - ele começou - Sou todo ouvidos.
- Vamos acabar logo com isso - Esme revirou os olhos ao tirar um envelope do bolso do jaleco e jogar sobre a mesa.
Carlisle abriu e leu rapidamente o papel, mas nós não fazíamos ideia do que estava escrito ali.
- O que é isso? - perguntou em um tom incrédulo.
- É exatamente o que você está lendo: minha carta de demissão.
Eu queria estar em frente a um espelho para ter certeza que a expressão de todos foi igual, mas não tive muito tempo para pensar nisso porque Edward foi o primeiro a se manifestar.
- Não! Você não pode fazer isso, mãe! - as palavras saíram quase enroladas de tão rápidas. Apertei sua mão, tentando acalmá-lo, ao mesmo tempo que Esme apertou seu ombro, mas sem responder.
- De onde veio essa ideia absurda, Esme? - Carlisle perguntou.
- Não é nada absurda, querido. Pensei muito durante todo o dia e conclui que, já que você não vai mudar de ideia sobre prejudicar nosso filho, eu não vou ficar aqui para ver isso. Aliás, da mesma forma que contratou Irina sem consultar ninguém, você também pode encontrar um novo traumatologista rapidamente.
Esme era, entre muitas outras características, o que podíamos chamar de mãe leoa. Apesar de ser muito correta em todos os aspectos da vida, quando se tratava dos filhos ela mudava de ideia. Eu tinha certeza que tudo isso era uma jogada para obrigar o marido a ceder e, mesmo que não desse certo, ela não deixaria Edward trabalhar ao lado de Irina sem sua supervisão. Mais um ponto em que ela era muito diferente da minha mãe.
- Não consigo acreditar no escarcéu que vocês estão armando só porque foram contrariados - Carlisle disse, depois de um período de silêncio - Se eu alterar a contratação de Irina e oferecer uma vaga em outra unidade, vocês ficam satisfeitos?
- Como membro do conselho, prefiro a demissão - Rosalie soltou.
- Eu não vou perder uma profissional como ela para ceder a um capricho do seu irmão.
Não consegui me conter e bufei. Ele realmente não entendia que não se tratava de um capricho.
- Bella, quer acrescentar algo?
Já que perguntou…
- Com todo respeito que sempre tive por você como pessoa e como profissional, Carlisle, eu gostaria que entendesse que não se trata de um simples pedido por capricho. Você, como pai, mais do que ninguém, deveria ser capaz de compreender que nós não temos a obrigação de conviver com alguém que está diretamente ligado à uma pessoa que tanto nos prejudicou - comecei - Como médico, também deveria saber que é impossível manter a distância de alguém que trabalha na mesma especialidade. E, por fim, você é o avô da minha filha. Se não pensa em mudar de ideia pelo seu filho, faça por sua neta. Não se esqueça que, se dependesse das ações de Jessica, Elizabeth nem estaria aqui.
Eu nem sabia de onde tinha saído tudo aquilo, mas me sentia alguns quilos mais leve.
- Meu Deus, eu amo você, Isabella - Rosalie disparou - É o suficiente, papai? Ou nós vamos ter que continuar falando?
A expressão de Carlisle não era das melhores, mas ele era educado demais para responder.
- E você, Edward? Tem algo a dizer? - perguntou.
- Eu acho que já disse tudo pela manhã. Não estou confortável, mas sou profissional. Se escolhi não ter privilégios por ser seu filho, também tenho que acatar suas decisões como qualquer outro funcionário faria - sua voz era firme, mas a mão entrelaçada à minha estava gelada.
Durante a próxima hora, Esme e Carlisle - e, ocasionalmente, Rose - debateram sobre o que fazer. Os dois estavam irredutíveis em suas opiniões, o que tornava tudo um pouco mais difícil. Depois de muito, ele cedeu e decidiu que faria uma proposta para Irina trabalhar em um hospital no Texas contanto que Esme concordasse em ficar.
- Para alguém que está vindo de fora do país trabalhar aqui, eu ofereceria uma vaga no hospital de Los Angeles - Edward manifestou - É a nossa segunda melhor estrutura.
- Você é bom demais, meu filho. Por mim, manteríamos essa moça fora do país, mas tudo bem, fico aqui e ela vai para o Texas - minha sogra riu - Agora, vamos voltar ao trabalho?
Embora todos estivessem mais leves, algo ainda me incomodava. Eu não sabia o que era e talvez fosse só coisa da minha cabeça, por isso, decidi deixar de lado, por aquele momento.
- Sua tensão é tão grande que está quase passando pra mim - Rosalie me abraçou, quando estávamos saindo da sala - Você pode relaxar agora, estamos seguros.
- Obrigada por ter vindo comigo, Rose.
- Ah, aquilo não foi nada, já tive discussões muito piores com meu pai. Às vezes ele até tem razão, mas hoje não tinha a menor condição de aceitar calada. Eu queria poder me intrometer mais, inclusive, mas esse assunto é mais de vocês que meu. O que importa é que foi uma vitória - disse - Converse com meu irmão mais tarde, foi um dia complicado.
Embora mal passasse das quatro da tarde, eu sentia como se tivesse trabalhado por uma semana inteira sem descanso. Tudo que eu precisava naquele momento era ir para casa, sem preocupações, sem pensar em Jessica, Irina, Carlisle ou qualquer outro problema. Cuidar da minha filha, cuidar de mim e ter algumas horas de sono.
No caminho de volta, recebi uma mensagem de Edward que me deu um pouquinho mais de ânimo para enfrentar o resto daquela tarde..
De: Edward
Sinto que nunca agradeci o suficiente por tudo que você enfrentou por mim e pela nossa família. Saber que as duas estarão comigo no final é o que me faz seguir em frente e acreditar que até os piores dias valem a pena. Obrigada por terem me escolhido, amo vocês.
Eu sabia que sentia o mesmo. Se a recompensa fosse ter Elizabeth e Edward no final do dia, eu escolheria viver tudo de novo.
Oi! Sei que devem ter pensado que a fic não teria mais continuação, mas estou de volta. Muitas coisas aconteceram nesses meses, mas acho que, finalmente, estou colocando a vida em ordem. Espero que não tenham desistido dessa história e tenham gostado de saber a explicação para alguns acontecimentos. Ainda existem coisas sem explicação, mas vocês vão entender logo, logo.
Nesse meio tempo, também publiquei uma one que vocês podem conferir nesse link: bit*ly*/3iYtrme
Até o próximo capítulo (que virá bem mais rápido, juro!).
Também estou no twitter: carolxcullenx
