Capítulo 4 - Lembranças I
Eu estava cansado. Não sei onde estava com a cabeça quando decidi entrar para o mundo da política. Era tão estressante e um saco na verdade. Mas eu queria mudar a realidade das pessoas ou ao menos tentar.
Desde que tinha seis anos e descobrir que nem todas as pessoas tinham a mesmas condições as quais eu tinha, eu quis me tornar alguém que mudasse isso. Não queria ser só um empresário que enchia o bolso de dinheiro e fazia eventos beneficentes para dizer que era caridoso.
Minha família era muito influente e milionária, fundadores de uma empresa importante de tecnologia com sede na capital dos Estados Unidos, mas presente ao redor do país e em outros países do mundo. Eu era o CEO da empresa até decidir abandonar meu posto e entrar de vez no mundo da política. Eu queria mais, então quando surgiu a oportunidade não pude recusar.
Apesar de toda riqueza e privilégios que me foram dados, eu era uma pessoa humilde, não era de esbanjar dinheiro e sempre quis ajudar os amiguinhos que fazia e não tinham a mesma situação que a minha.
Meu sonho então se tornou, virar um político e combater as desigualdades evidentes que existiam entre as pessoas. Eu me preparei muito para esse momento, estudei, me formei. Sabia que não seria fácil, era um meio difícil e teria que me impor muito, a maioria das pessoas estavam ali só pelo poder.
Mas não eu, eu realmente queria transformar a vida das pessoas. Não sei como consegui ser um dos deputados mais jovens e bem votados do país. E com certeza faria de tudo para honrar o voto das pessoas que depositaram esperança em mim.
Eu sabia que aquele era só o início de tudo, eu teria que batalhar muito para chegar onde realmente queria que era ser presidente dos Estados Unidos e não sei como algumas pessoas já me vinham assim.
— Newton, está tarde, vai para casa — falei para meu assessor-chefe que ainda estava atrás de sua mesa mexendo em seu notebook.
— Já vou, senhor Cullen, estou ajustando algumas coisas aqui — ele disse, seus olhos azuis me olhando brevemente.
Gostava de Mike Newton, ele era alguns anos mais velho que eu, era sagaz e tinha muita competência com seu trabalho, trabalhava naquele meio a mais de 5 anos. As vezes até me irritava com seu nível de exigência, porém era um homem íntegro e honesto, os principais requisitos para trabalhar para mim, além do fato de nunca ter se envolvido com corrupção.
Despedi-me dele e sair do meu gabinete indo em direção ao elevador e depois para meu carro, um volvo XC90 prata que era um dos poucos que tinha ali no estacionamento.
Morava em um apartamento que ficava apenas há cinco quilômetros do Capitólio. A vezes preferia ir até de bicicleta, mas como aquele dia parecia que ia chover tinha ido de carro.
Estava quase chegando quando meu celular tocou.
— O que quer seu puto? — atendi a chamada pelo sistema de som do carro, quando vi que era meu melhor amigo que ligava.
Emmett McCarty, nos conhecemos desde pequenos. Emmett era mais como um irmão para mim. Um irmão que nunca cheguei a ter, pois era filho único.
— Vamos sair hoje, Ed? Abriu uma casa nova de stripper e...
— Emmett, você sabe que se eu quero crescer na política, virar senador não posso frequentar esses lugares assim. Estou começando a ser mais reconhecido quando saio na rua.
— É um lugar novo cara, super privado. Ninguém vai te reconhecer.
Pensei por um momento, seria absurdamente arriscado ir nesse lugar, mas fazia tanto tempo que não saía que me vi querendo arriscar.
— Mas e Rosalie?
— Nós meio que brigamos e não é como se eu fosse fazer algo demais. Só quero ver umas gostosas dançando e tomar umas com meu amigo, você sabe que eu nunca a trairia — ele falou e eu suspirei.
Era verdade se tinha alguém que meu amigo gostava era sua esposa. Na verdade, amava. Ele era totalmente apaixonado por ela, tanto que se casou, sendo que cresceu falando que nunca se casaria, se fosse casar seria quando tivesse uns 50 anos. Eu, claro, sabia que ele um dia ficaria caidinho por uma mulher, dito e feito, acabou que se casou primeiro que eu.
— Tudo bem, mas só duas bebidas — decidi rápido.
Tinha tempo que não sabia o que era diversão. E na verdade precisava transar, não que fosse achar algo lá, mas nunca se sabe. Desde antes da campanha que a mão era minha única companheira e estava cansado disso.
Eu sabia que precisava casar, mas não queria me casar com qualquer mulher. Esperava encontrar alguém que realmente me amasse e eu a amasse também. Não queria um casamento de fachada, queria um casamento real com todos os perrengues de uma vida conjunta. Emmett já tinha me apresentado várias mulheres amigas da esposa dele Rosalie, mas nenhuma tinha me conquistado.
— Fechou, não posso demorar também, se não Rose vai ficar mais puta. Vou te mandar o endereço no whats — disse e desligou.
Ao fim da chamada já tinha chegado no meu prédio, entrei estacionando o carro na garagem subterrânea e fui para o elevador. Tinha pedido para instalar um identificador de digital ali e assim, só as pessoas que eram cadastradas tinham acesso ao meu andar. O prédio que morava não era muito alto, mas era de luxo e morava no último andar. Tinha feito umas reformas e tudo era novo e limpo.
Era bem espaçoso decorado em tons brancos e neutros. Corri para meu quarto que era meio clean com uma cama grande, uma televisão embutida na parede da frente. Tinha parte do closet, a pia do banheiro era de mármore e tinha uma banheira redonda e moderna.
Tomei um banho rápido e decidi vestir uma roupa casual e que eu passasse meio despercebido. Então coloquei uma calça jeans e uma blusa com capuz, ainda coloquei um boné na minha cabeça.
Encarei-me no espelho, estava legal. Não queria impressionar ninguém e seria difícil alguém me reconhecer, só se olhasse bem para meu rosto e já tivesse me visto em alguma reportagem de tevê. Olhei o endereço que Emm tinha mandado e decidir ir de táxi, queria beber uma e com certeza não poderia dirigir depois. Tudo que não precisava era se pego por um policial dirigindo depois de beber ou colocar a vida de alguém em risco.
Cumprimentei o porteiro na entrada e saí para fora do prédio, a entrada era luxuosa com uma grande porta de vidro que se abria automaticamente. Andei pela calçada movimentada me aproximando da pista.
Uma mulher de costas na esquina chamou minha atenção. Ela carregava uma bolsa grande em seu ombro e uma sacola na mão, acenando com a mão livre para a pista. Mesmo de costas pude ver que ela era linda.
Tinha cabelos longos e castanhos que batiam em sua cintura, usava uma calça jeans que marcava sua bunda e parecia empiná-la ainda mais. Ela virou seu rosto e me aproximei, sentindo um frio na barriga. Ela era realmente bonita. Sua pele era lisa e parecia macia, seu nariz pequeno e levemente arrebitado e seus lábios pareciam atraentes cobertos por um batom que parecia bege meio rosado. Nunca quis tanto provar uma boca como quis quando vi a dela.
Ela virou seu tronco para mim e não pude não notar como a merda de homem que sou, os enormes seios que ela tinha. Não usava uma blusa com decote, mas era justa realçando seu colo.
Porra.
Nunca tinha visto um par de seios daquele tamanho pessoalmente, a não ser em filmes pornôs, que assistia na minha época de adolescente. Será que eram naturais?
Percebi que ela balançou a cabeça, olhando para mim e desviei meus olhos um táxi parando ao nosso lado. Fui mais rápido e estiquei minha mão abrindo a porta do carro.
— Será que pode me deixar ir? Eu estou realmente atrasada — ela disse com uma voz suave, seus olhos castanhos pareciam profundos e cheios de mistérios. Eu queria desvendar todos eles.
— Madame — assenti com a cabeça para que ela entrasse enquanto se aproximava.
— Obrigada — nossos corpos ficaram a centímetros um do outro, o vento soprou em nossa direção fazendo uma mecha de seu cabelo sair de trás de seu penteado e um cheiro maravilhoso meio doce e floral me atingir.
Fechei a porta e o táxi partiu, conosco nos olhando através do vidro.
Que merda era essa, por que estava sentindo aquele embrulho estranho na barriga?
Por que ela tinha chamado tanto minha atenção?
Nunca me senti atraído tão rápido por uma mulher e agora com certeza eu nunca mais a veria.
Merda.
Essa com certeza era a mulher mais linda que já tinha visto em anos e eu tinha deixado ela ir sem nem perguntar seu nome. Fiquei bons minutos encarando o táxi que sumiu da minha vista. Balancei a cabeça torcendo meus dedos sem acreditar na minha burrice.
Esperei outro táxi se aproximar e fiz o sinal, entrando nele.
Será que um dia a veria novamente?
...
A boate Eclipse era bem reservada e de fora ninguém diria que era uma boate de stripper. Tinha apenas um segurança na porta permitindo a entrada de homens que tinham o nome na lista. Subi por uma escada já escutando o barulho de música e vendo jogos de luzes. O local era espaçoso com um bar e algumas mesas. Emmett estava sentado em uma cabine que tinha uma proteção que impedia de quem estava atrás ver a pessoa sentada ali, ficava na frente de um pequeno palco com algumas barras de ferro, duas mulheres dançavam nela revezando.
— Edward, pensei que não fosse vir mais — nos cumprimentamos, ele já me serviu com uma dose de uma garrafa de uísque que estava ali.
— Esse lugar é realmente escondido.
— Estou te falando, aqui só vem gente importante, empresário cheio de grana — esfregou seus dedos um no outro para ressaltar o fato.
— E como descobriu? — bebi um gole da bebida sentindo minha garganta arder.
— Um amigo falou — deu de ombros.
— Como foi a semana?
— Foi cansativa, Rosalie está empenhada tentando criar um projeto de lei para o setor imobiliário.
Conversamos por alguns minutos, uma mulher que dançava se aproximou e virou a bunda dançando em nossa direção. Emmett assoviou e jogou algumas notas para ela que prendeu em sua calcinha minúscula. Eu suspirei e na minha cabeça me veio a imagem da mulher que encontrei mais cedo. Balancei a cabeça bebendo mais, tinha uma mulher seminua na minha frente e eu só conseguia pensar naquela outra.
A música de repente mudou e as que dançavam saíram, tudo ficou escuro.
— Isso vai começar um dos shows.
Vinte minutos depois, Emmett gritava e assoviava animadamente para quatro mulheres que dançavam seminuas no palco.
Elas eram lindas e gostosas, mas não consegui prender minha mente ali.
Me servi de mais uma dose e tomei um gole, já arrependido de ter ido ali.
— Gostosas — Emmett gritou para uma mulher ruiva que ficou de quatro no chão balançando sua bunda grande coberta só com uma calcinha fina.
— Você é um fodido, Rosalie te mata se souber que você veio aqui — o lembrei.
— Ela que me deixou vim aqui, meu amigo — acenou para as mulheres que saiam do palco e iam rebolar para outros caras que estavam sentados nas mesas, eles atiravam notas de dólares para elas e gritavam.
— Como assim?
— Ela foi para despedida de solteiro da Irina e descobri que foi na merda de um clube de stripper, um cara ainda dançou na frente dela só de cueca, então ganhei um aval para vim aqui — piscou para mim.
— Seu puto sortudo.
— Relaxa Eddie, não gostou do show?
— Gostei, eu só... — dei de ombros.
— Está precisando transar meu amigo, quando foi a última vez? Terminou com Tanya há meses e desde então não ficou com mais ninguém, virou virgem de novo?
Bufei bebendo outro gole. Não precisava ficar lembrando do meu estado quase celibatário.
Mas sabia que ele estava certo. Eu precisava muito transar. De novo minha mente trouxe a imagem da mulher misteriosa. Será que se fosse no mesmo horário amanhã eu a encontraria?
— E agora com vocês, Isa! — uma voz disse e o palco se iluminou.
Os homens gritaram ensandecido como cachorros. A luz escureceu e ficava mais clara apenas no palco. Assim que mulher subiu no pequeno palco parecendo que estava em um desfile e segurou no poste de poste pole dance eu sabia que era ela.
— Porra — praguejei me arrumando na cadeira, incrédulo.
Ela estava diferente, mas era ela. Tinha certeza.
Seus cabelos estavam altos em um estilo meio selvagem, usava uma maquiagem forte e um maiô de tiras, uma sandália de salto plataforma enorme.
Ela caminhou lentamente rebolando pelo palco agarrou o mastro de metal e se pendurou nele.
Senti minha garganta seca e tentava acompanhar todos seus movimentos. Ela se pendurava naquele mastro habilidosamente, girando nele, subindo e descendo.
Parecia fazer parte dela, ela descia até o chão e se empinava toda, fazendo os homens delirar. Eu mal conseguia piscar encarando cada movimento do seu corpo.
Nem preciso dizer o estado em que me encontrava, deveria estar mais branco porque com certeza toda gota do meu sangue tinha ido parar em uma parte específica do meu corpo que ficava entre minhas pernas e agora reclamava por espaço dentro da minha calça.
Merda.
Ela desceu esfregando sua bunda no mastro e abriu suas pernas, se agachando e subindo, sua mão acariciou sua coxa chegando próximo a sua virilha.
Ela voltou a se pendurou no poste e girou.
Antes que pudesse me dar conta o show tinha acabado e ela sumiu
— Ela... essa mulher faz programa? — me vi perguntando assim que ela saiu do palco, percebi que não foi dançar para outros caras como as anteriores tinham ido.
— Gostou dela né seu safado — Emmett riu — Não sei. Tem que perguntar para James, nem todas fazem programas.
— Onde eu o encontro?
— É aquele ali, bem pelo jeito você vai se divertir eu vou tomar só mais uma e vou para casa — ele falou — Essas mulheres são gostosas, mas ainda prefiro minha ursinha — ele disse e podia ver seu olhar apaixonado.
Eu apenas assenti olhando para o homem que ele tinha apontado. Estava perto do palco, era loiro com cabelos cumpridos presos em um rabo de cavalo. Levantei-me e me aproximei dele.
— Você é James? — perguntei.
— É claro e você?
— Edward Cullen — apertei sua mão, vendo-o sorrir malicioso ao me reconhecer.
— O que posso fazer hoje por você, caro deputado?
— Eu a quero, a mulher que estava dançando agora.
— Ela não faz programas, só dança e stripper — avisou.
— Não importa, quanto é?
— Para um homem como você, 500 dólares — eu o encarei.
Algo me dizia que ele não cobrava esse valor todo.
Mas não importava naquele momento. Eu pagaria o que fosse para ter um tempo sozinho com aquela mulher. Puxei minha carteira apressado e dei meu cartão para ele.
— Você não pode tentar forçá-la a nada, se não vamos entrar e acabar com seu show. E só a toque onde ela permitir.
— Eu não vou — prometi.
James me devolveu o cartão e me conduziu para uma das salas privativas.
— Fique aqui, que vou chamar ela — avisou-me empurrando para dentro.
O local era pequeno, com um espelho na frente, um sofá estofado azul e uma barra de ferro.
Não sei por que eu me sentia tão nervoso, mas estava. A qualquer momento aquela mulher poderia entrar por aquela porta e eu sentia que tudo iria mudar.
Esperei impaciente sentado naquele sofá em frente a uma barra de ferro. Engoli em seco quando a luz foi apagada e luzes coloridas começaram a piscar. A porta se abriu e ela entrou com um boné na cabeça, usando um sobretudo e botas de salto alto. Ela andou lentamente conforme a música tocava e parou se escorando na barra de ferro.
E então no ritmo da música jogou o chapéu para o lado, deslizando sua mão pela barra de ferro e girando. Seu rosto se ergueu e fiquei preso em seu olhar, aqueles mesmos olhos castanhos que me encararam mais cedo.
Ela pareceu me reconhecer, sua boca se abriu formando um pequeno o, seus lábios pareciam tão atrativos e engoli em seco querendo prová-los.
— Não pare — sussurrei ansiando para vê-la dançar de novo só para mim.
Parecendo se recuperar do choque inicial, ela balançou a cabeça voltando a dançar conforme a música. Lentamente começou a abrir os botões de seu sobretudo.
Ela se virou de costas e o tirou, me deixando ver sua bunda coberta apenas por uma fina tira. Ela se virou de frente e meu membro latejou reclamando do aperto que tinha se transformado minha calça.
Nunca vi uma mulher dançar com tanta desenvoltura como ela. Eu estava hipnotizado por seus movimentos. Se pendurava naquela barra, subia e descia, esticando suas pernas pelo ar, ficando de cabeça para baixo, suas mãos acariciavam parte de seu corpo lentamente me deixando doido.
Eu queria vê-la dançar nua assim para mim.
E então, finalmente ela se aproximou de mim, pegou minha mão e colocou em seu peito deslizando pelo vão de seus seios enormes. Apertei eles com sua mão sobre a minha, eles com certeza eram naturais. Ela soltou minha mão e ela virou sua bunda para mim e rebolou.
Não pude me segurar e acariciei-a suavemente.
Ela parou e se virou.
— Sem toque, sem minha permissão — disse me lembrando do acordo com James.
— Merda — praguejei — Você é tão gostosa.
— Você gosta? —sussurrou sensualmente e então finalmente puxou seu sutiã expondo seus deliciosos seios para mim, mas infelizmente seus mamilos estavam cobertos por um x de adesivo preto. Eu queria tanto segurá-los e amassá-los em minha mão e lambê-los
Não sei de onde tirei força para resistir, mas nunca a tocaria sem ela deixar.
— Pode colocar a mão na minha bunda — ela sussurrou dando uma lambida em meu rosto, perto do ouvido e sentou-se no meu colo, de frente para mim. Rebolou bem no local que estava minha ereção e eu gemi apertando sua bunda com força e fazendo ela se esfregar mais ali.
Percebi que ela gemeu também, se esfregando mais em mim, ela puxou meu cabelo para trás e virei meu rosto, seus lábios salpicaram beijos em meu pescoço. Meu corpo todo se arrepiou, se ela continuasse com isso eu gozaria rápido. Suas mãos desceram pelo meu peito e amaldiçoei a blusa grossa que usava.
— Era você hoje, estava vindo para cá? — minha voz estava rouca.
— Se lembra de mim? —perguntou me encarando surpresa.
— Mas é claro... eu... eu — comecei, mas de repente a música parou.
— Sabe onde me encontrar amanhã, então —sussurrou e se levantou apressada, pegando sua roupa e saindo dali.
Não.
Eu não podia deixá-la sair.
Porém, mais uma vez a vi sumir e não conseguir reagir.
Eu soube então que estava perdido.
Nota da Autora:
Alguém com calor aí? Quem não iria querer fazer uma dança dessa no colo do Edward? hahaha
Comentem, amores. Capítulo passado teve mais de 400 visualizações e só 20 comentários eu sei que podem fazer melhor que isso ;)
Espero que tenham gostado!
