Epílogo - Fim da 1ª Temporada
— Bella, amor, o que está fazendo? — perguntei quando senti sua mão descendo por minha barriga e entrando por dentro da calça de moletom que eu usava. Ela agarrou meu membro e apertou, o massageando. Fechei o livro sobre política que lia e me virei para ela.
— Quero você — ela ronronou esfregando seu nariz no meu pescoço.
— Amor, não! Você está grávida — lembrei-a com cuidado puxando sua mão.
Os olhos castanhos dela se encheram de lágrimas. Sabia que tinha dito coisa errada.
— Eu sabia! Você não me quer mais, não é? Eu estou enorme, engordei quase 15 quilos e você não quer mais saber de mim — ela chorou.
Rapidamente me virei para ela.
— Claro que não Bella, boba. Eu te amo. E você está tão sexy grávida — disse passando a mão por seu corpo.
Amava vê-la carregando nosso bebê. Tínhamos escolhido não saber o sexo, querendo surpresa total na hora do parto. Foi difícil, mas tínhamos aguentado até ali.
Seus seios que já eram grandes estavam ainda maiores e sua barriga enorme também. Nosso bebê estava grande e bem, tinha mais de 50 centímetros e pesava mais de 3,500. A qualquer momento poderia nascer. Bella estava com mais de 38 semanas de gestação chegando perto da 39.
Admirava-a tanto por querer ser forte e trazer nosso bebê de modo natural, no momento dele. Tínhamos feitos alguns cursos de pais principiantes e mesmo assim me sentia nervoso e ansioso para quando chegasse a hora de fato.
— Mas você já está com 38 semanas e pode ser perigoso.
Ela balançou a cabeça e fungou.
— Não é, eu falei com a doutora hoje e ela disse que sexo poderia ajudar a acelerar o parto agora que estou na reta final. Pois no orgasmo há produção de ocitocina apesar de pouco, pode acontecer — me explicou.
Como eu poderia reagir aquela mulher?
Sem falar que depois que nosso bebê nascesse teríamos o período do resguardo. Eu já sofria pensando nele.
— Bella...
— Meus pés estão muito inchados por isso não me quer?
Eu sorri e me sentei na cama, puxando o lençol de seu corpo maravilhoso.
Demorou quatro meses de fisioterapia depois da segunda cirurgia para eu andar completamente sem ajuda de nada, só as vezes usava uma bengala quando me sentia cansado, mas fazia tempo que não precisava. E mesmo assim ainda frequentava a fisioterapia pelo menos uma ou duas vezes na semana.
Eu me sentia tão feliz por ter conseguido voltar a andar, mas aquele período na cadeira de rodas me fez ver como os cadeirantes ainda sofriam preconceitos e tinha feito um projeto de lei para melhorar a acessibilidade e mais benefícios para as pessoas com necessidades especiais. Estava feliz de conseguir a aprovação dos deputados e dos senadores, só faltava o presidente sancionar.
Olhei seus pés que agora pareciam o dobro do tamanho que eles eram.
— Eles estão ótimos para mim — falei deslizando minha mão por sua perna até seu pé e a massageando.
— Eles parem duas bolas de futebol americano.
Eu ri, porque realmente pareciam, mas não ousei concordar em voz alta.
Os massageie e subi minhas mãos delicadamente por sua perna, chegando até suas coxas e voltando.
Bella usava apenas um top preto e uma calcinha estilo shortinho, sua bunda ficava tão maravilhosa nela.
— Você se lembra quando dançou para mim? — perguntei lembrando-me de quando Bella fez uma surpresa. Ela estava com sete meses de gestação, sua barriga estava menor e ela estava linda se pendurando e rebolando para mim, com uma lingerie pequena.
Como eu amava vê-la daquele jeito. Aquela noite tinha sido mágica e especial.
— Foi tão bom — Bella gemeu e eu sorri movendo minha mão de volta para seus pés.
— Você estava tão sexy, baby. Você está maravilhosa grávida, linda e perfeita — disse delicadamente me inclinando em cima dela, apoiando as mãos na cama e beijando seus lábios.
— Edward — Bella gemeu, quando deslizei minha mão para dentro de sua calcinha e toquei seu sexo.
Ele estava livre de pelos, já preparada para o momento que entrasse em trabalho de parto.
— Era isso que queria? — perguntei deslizando meu dedo para dentro dela.
— Sim — Bella gemeu mordendo seu lábio, ela estava quente e molhada.
Movi meu dedo e deslizei minha boca pelo pescoço dela chupando suavemente sua pele.
Afastei suas pernas e coloquei meu rosto entre elas.
Lambi e chupei minha esposa suavemente, brincando com seu clitóris.
— Quero você dentro de mim — Bella pediu.
Eu tirei minha bermuda e nos viramos de lado.
Nesses momentos tentava não me lembrar que nosso bebê estava ali.
Fiquei atrás de Bella e segurei em sua perna, deslizando para dentro dela que gemeu.
Me movimentei entrando e saindo dentro dela.
Bella estava sensível e eu sabia que ela gozaria rapidamente, por isso deslizei minha mão para seu clitóris e o pressionei.
Ela gemeu com força e seu corpo estremeceu, enquanto gozava.
Sai de dentro dela e me acariciei, as mãos de Bella ocuparam as minhas me apertando com força e me esfregando, até que gemi e também gozei.
Bella sorriu e me puxou beijando meus lábios suavemente.
— Amo você — ela disse relaxada e se arrumando na cama.
Eu sorri e me levantei para me limpar. Quando voltei Bella já dormia, mas sabia que logo ela acordaria, pois não estava mais dormindo tão bem com aquela barriga.
Beijei seu rosto e coloquei minha mão em sua barriga, não recebi o chute costumeiro e sorri ao imaginar que ele também dormia.
Só mais alguns dias e sabia que logo nosso bebê estaria com a gente.
Mal via a hora disso acontecer.
Uma semana depois...
Nós chegamos ao hospital correndo, tinha uma enfermeira esperando por nós na entrada e Bella saiu do carro indo para a cadeira de rodas. Apesar de não querer tive que voltar para o carro e ir estacioná-lo. Saí apressado fechando o carro e no caminho lembrei da bolsa do bebê e da mala de Bella. Voltei e peguei os dois correndo para o hospital.
A bolsa de Bella tinha estourado enquanto eu a ajudava se levantar da cama para ir ao banheiro.
Apesar de meu nervosismo, Bella estava calma e ainda teve coragem de tomar um banho rápido enquanto eu ligava para a médica que estava de plantão no hospital.
Perguntei na recepção onde tinham levado minha esposa e precisei esperar 10 minutos impaciente, até alguém me dizer o quarto.
Assim que cheguei no andar a médica saía do quarto.
— Como ela está? Já nasceu?
— Ah não, ela ainda está com quatro centímetros de dilatação, vai demorar um pouco ainda. Daqui uma hora eu volto para ver.
Entrei no quarto e vi Bella na maca, ela tinha vestido a roupa do hospital.
Coloquei a bolsa da nossa filha e sua mala e fui até ela.
— Como você está?
— Bem só dói mais quando vem a contração — Bella respondeu — Me ajude a levantar a médica disse que é bom caminhar.
Eu assenti e caminhamos pelo corredor e pelo quarto.
Mais de quatro horas depois eu apertava meus lábios com fora quando a mão de Bella apertava a minha.
Quando eu poderia ter imaginado que ela teria uma força tão grande assim?
Ela gritou muito. Meu Deus, como as mulheres eram corajosas, acho que nunca poderia passar por isso.
— Está quase Bella, só mais um pouco — a médica falou.
— Você consegue, baby — eu disse beijando sua testa.
— Você nunca vai chegar com esse pau de novo perto de mim — ela gritou quando outra contração veio.
E eu assenti apenas, assustado e querendo que aquilo passasse logo.
— Está coroando, continue fazendo força Bella.
E Bella fez força indo para frente e apertando minha mão, gritando tão alto como conseguia e quase que eu gritava junto.
— Nasceu — a médica disse — É uma menina — falou no mesmo instante ouvimos o chorinho mais maravilhoso do mundo.
Meus olhos ficaram embaçados de lágrimas. É uma menina.
Um bebê vermelho e cabeludinho foi colocado em cima do colo de Bella e eu chorei junto com minha esposa.
— Nossa filha, nossa Renesmee — Bella chorou e eu olhei as duas.
Não era o Edward Júnior como Bella tinha imaginado.
Era minha princesinha como tinha sonhado.
Era perfeita e linda, assim como a mãe dela.
Com o maior cuidado do mundo coloquei meu dedo trêmulo na mãozinha dela e seus olhos cinzentos me encararam.
Minha filha.
Eu era um pai.
Eu tinha uma família de novo.
Duas semanas depois...
Fui despertado por um chorinho fraco vindo do lado, estava exausto.
A primeira semana tinha sido uma maravilha, Renesmee quase não chorava e só dormia. Até que ela começou a sentir as terríveis cólicas e chorar sem parar.
Por mais que estivesse cansado sabia que Bella estava bem mais, ela que passava o dia cuidando de nossa filha ainda mais quando tinha que ir trabalhar.
Mesmo recebendo ajuda de Liz, ainda nos adaptávamos a nossa nova rotina que girava ao redor daquele pequeno serzinho.
Alice e Rosalie vinha muito nos visitar também e eu só agradecia toda ajuda que recebíamos.
Antes que Bella acordasse me levantei da cama e caminhei até onde ficava a estante, mas tínhamos mudado e colocado um berço pequeno ali, depois de quase termos tropeçado no caminho para o quarto ao lado, achamos melhor que ficasse ali.
— Oi amorzinho, papai está aqui shii — a peguei com cuidado sussurrando e a embalando nos meus braços.
Renesmee foi parando seu chorinho e se acalmando.
Antes que Bella acordasse saí do quarto e fui para a sala.
Sentei no sofá, colocando Renesmee em cima das minhas pernas com cuidado e conferindo sua fralda. Não estava suja.
— Dói a barriga meu amor? — perguntei com carinho massageando sua barriguinha.
Ela abriu sua boca perfeita e deu um bocejo.
— Papai está aqui, isso vai passar — falei a pegando e a colocando deitada no meu peito.
Acariciei suas costinhas com cuidado e comecei a cantarolar uma cantiga de ninar para ela.
Cheirei sua cabecinha.
Amava aquele cheirinho de bebê que vinha da minha filha.
Uma luz no corredor se acendeu e Bella apareceu.
Ela vestia uma camisola folgada, estava sem seu robe de seda, sua barriga ainda estava inchada por conta da gravidez, mas para mim ela nunca esteve tão linda.
— Ela acordou tem muito tempo? — Bella sussurrou se aproximando.
— Não só um pouquinho, não queria que acordasse, você precisa dormir.
— Você também — Bella disse se sentando ao nosso lado— Posso dormir amanhã quando Liz tiver aqui enquanto você vai para o capitólio.
Eu sorrir e Bella se inclinou beijando minha bochecha e o cabelinho da nossa filha.
— Vamos para nosso quarto — ela disse e eu assenti levantando com cuidado.
Caminhamos para nosso quarto e só foi chegar que nossa filha se mexeu e começou a chorar.
Bella a pegou e se sentou na poltrona de amamentação que também tinha se mudado para no quarto.
Seu seio estava ainda maior e inchado por causa da amamentação, Renesmee abriu a boquinha quando Bella o colocou para fora levando seu mamilo a boca da nossa filha que sugou avidamente.
— Ainda dói muito? — perguntei quando Bella fez uma careta.
Os mamilos de Bella estavam machucados por conta da amamentação e três dias atrás ela faltava chorar quando ia dar de mamar.
— Uhum, mas não tanto quanto antes — Bella sussurrou, passando a mão no rostinho da filha.
Eu amava vê-las assim, aquele momento que era tão especial e só delas.
Minhas garotas como eu as amava.
— Ela é perfeita — Bella sussurrou.
— Assim como você — falei.
Bella sorriu me olhando e esticou sua mão que não a apoiava para pegar a minha.
Ainda tínhamos tantas coisas para viver. Tanta coisa poderia acontecer, estávamos iniciando uma nova etapa em nossas vidas e em nosso relacionamento, agora éramos pais de um serzinho que iria depender de nós para tudo por um bom tempo e eu só tinha uma certeza.
Que as protegeria com minha vida.
Nota da Autora:
Esse capítulo nem ia ser assim kkkkkk, mas vi que faltava momentos daddyward e resolvi fazer meio fofinho
A próxima temporada o Edward já vai ser presidente e não sei o dia que vou começar a postar ela direito, quero escrever mais dela um pouco. Talvez lá pelo dia 30 de outubro a 4 de novembro tudo bem?
Estou meia travada nela sem saber o que fazer kkkkkk mas logo ela vem aí
Comentem e me deixem saber se querem mais, ou paro por aqui?
Obrigaaada a todas que comentaram teve capítulos que teve mais de 50 comentários e isso me deixou muito feliz, espero isso nesse hein para eu voltar logo com mais, quem sabe isso me motiva ;) hehe
Beijos amores e até mais!
Descansem e se preparem para a próxima temporada com nosso presidenteward hehehe
