Capítulo 7

Boa Leitura!!!

Bella acordou com a suave luz do dia filtrando-se pela parede curva de vidro, e a lembrança instantânea do ocorrido na noite anterior fez sua cabeça rolar no travesseiro para averiguar o outro lado da cama. O bater súbito de seu coração aquietou-se quando descobriu que estava sozinha, o único sinal de que dormira com alguém se revelava na depressão do outro travesseiro e no jeito como Edward atirara o lençol ao se levantar.

Então um som fora do quarto fez-lhe compreender o que a havia acordado. Levantou-se da cama e correu ao banheiro, percebendo que ainda vestia o bustiê usado durante boa parte do dia anterior. Edward havia demonstrado sensibilidade incomum ao não desnudá-la. Entrou no boxe e franziu a testa para a enormidade de botões que havia ali. Edward Cullen era um conquistador, concluiu. Via uma oportunidade e a agarrava. Desejou-a e a conseguiu. Jatos de água a atingiram subitamente, sem que conseguisse pará-los. Mas ela havia mudado por dentro onde realmente importava, aceitou Bella.

Havia se tornado uma mulher em um único dia. Dia em que se despira de seus tolos sonhos de amor e romance e encarar a fria realidade — não precisava de amor ou romance para provar dos prazeres da carne. Bastava o desejo. James era assim. Também sua irmã, Victória. Viam, desejavam, pegavam.

Agora podia dizer que se juntara ao grupo dos conquistadores, porque gostaria de se convencer de que fora chantageada e forçada a deitar-se na cama de Edward, mas isso não era verdade. Desejara, deixara que Edward percebesse, ele conquistara, agora estava feito. Que fabulosa iniciação na realidade da vida.

Sue caminhava no terraço quando Bella saiu do banheiro no robe de banho. Intimidada, teve vontade de voltar ao banheiro e esconder-se ali até que a governanta desaparecesse, mas já era tarde. Sue a havia visto.

— Kalemera, thespinis. — saudou a governanta com um sorriso. — É um lindo dia para um café da manhã ao ar livre, não?

— Perfeito. Obrigada, Sue.

Quando Sue se retirou, dirigiu-se para o exterior da parede de vidro, sentindo a luz da manhã e o cheiro convidativo de café quente e torradas. Estava com fome. De repente sua mente e seus pés estancaram. Por alguma razão, não esperava encontrar Edward sentado à mesa do café da manhã. Mas ele estava ali, lendo o jornal, com uma xícara de café rondando a boca.

— Kalemera. — murmurou suavemente e se levantou.

— Bom dia. — retornou Bella.

Um meio-sorriso fixou-se nos cantos da boca de Edward.

— Você dormiu bem, acredito.

— Sim, obrigada.

Tirando os olhos dele, andou na direção da mesa e sentou-se numa cadeira oposta à sua, esperando que ele retornasse ao seu assento, mas não.

— Sue não sabia o que você queria no café da manhã, então fez uma seleção. Diga o que quer e pego para você.

— Obrigada, só torrada está bem.

— Suco?

Depois de uma pequena hesitação, ela inclinou a cabeça:

— Por favor.

Edward foi à outra mesa atrás da jarra. Em seguida, uma de suas mãos surgia à frente de Bella com o copo de suco.

— Obrigada.

— O prazer é meu. — falou, afastando-se para retornar ao assento e deixando Bella respirar um ar que ela mesma não percebera estar prendendo.

Bella estava prestes a se servir de uma torrada quando viu o celular dela na mesa e seus dedos pararam no meio do caminho.

— Sue o encontrou no bolso do meu paletó. Havia esquecido que estava comigo.

Edward podia passar a impressão de estar atento ao jornal, mas não estava. Esforçando-se para evitar que um outro "obrigada" polido escapasse de sua boca, Bella apertou os lábios e acenou com a cabeça; depois pegou o telefone. Estava cheio de mensagens de texto e de voz de James ou Victória.

Ciente de que Edward a estava olhando e do silêncio que se aprofundava entre eles, começou a apagar cada uma das mensagens, tendo uma espécie de prazer frio ao vê-las desaparecerem da tela. Quando a última sumiu, fechou a tampa do telefone e o recolocou na mesa antes de pegar o pedaço de torrada.

— Preciso comprar algumas roupas. —disse calmamente.

Edward nada falou, embora Bella percebesse seu desejo de dizer algo sobre a forma como havia limpado a caixa de entrada do telefone. Ele lera as mensagens? Esperava encontrar uma enxurrada de instruções de James indicando a ela como fugir daqui e esconder-se em algum canto até que as seis semanas passassem e eles pudessem pegar o dinheiro roubado? Edward tirou uma carteira de couro do bolso.

— Vou abrir uma conta para você no meu banco, mas por agora...

Um chumaço de cédulas pousou sobre a mesa, perto do celular. Encolhendo-se por dentro, Bella apenas olhou para o dinheiro.

— Compre tudo o que quiser. — disse Edward casualmente. — Félix vai levá-la a Atenas...

— Não preciso de um motorista. — sussurrou tensa. — Posso encontrar o caminho das lojas eu mesma.

— Félix não estará lá apenas para bancar o chofer. Ele vai acompanhá-la a qualquer parte enquanto estiver aqui.

— Com que propósito? Para me vigiar caso resolva fugir de você? Bem, não vou fugir. Não quero ser jogada na cadeia, caso seja pega.

— Nesse caso, pense em Félix como uma proteção. — sugeriu.

— De que preciso porque...?

— Porque é um mal necessário em nossos dias?

— Para você, talvez.

— Você é parte íntima minha agora, o que significa ter de lidar com o lado bom e o lado ruim disso.

E qual era o lado bom de ser a mulher dele?

— As pessoas vão saber que estou com você se eu andar com segurança.

— Mas elas vão saber... a partir da noite de hoje. — contou. — Vamos jantar com alguns amigos meus. Então, quando estiver fazendo compras, compre um vestido... algo que combine com black tie. Algo... bonito.

Bonito?

— Não faço o gênero "bonito".

Pegou o pote de marmelada e passou deliberadamente na torrada.

— Algo... colorido, então, para, complementar sua estampa.

— Não vou me vestir como uma indecente só para ajudá-lo a dar uma lição em sua ex-mulher.

— Por que não? Não acha que tem condições de competir?

A provocação atingiu Bella inesperadamente e ela sentiu o ar preso na garganta.

— Eu acho, Isabella, que você se intimida muito facilmente por tiranas vaidosas como sua irmã e minha ex-mulher. Cresça, agape mou. Endureça: Você está comigo agora e eu tenho fama de ser muito exigente ao escolher minhas mulheres.— Rodeou a mesa e veio até ela para capturar sua boca pegajosa de marmelada. — Hummm, bom. Acho que devemos experimentar isso de novo... — disse, lambuzando os lábios dela com o doce.

Bella lambeu os lábios vagarosamente, deixando-o extasiado. Então, subitamente, Edward saiu da sala. Bella o acompanhou com os olhos até não conseguir mais vê-lo. Não era justo que ele pudesse afetá-la daquela maneira. Não era!

Seu celular começou a tocar quando estava sentada no isolamento luxuoso de uma das limusines de Edward. Abrindo a bolsa — que Sue também havia encontrado para ela esta manhã em uma mesa do terraço — Bella sacou o telefone e olhou para a tela, esperando que fosse Victória ou James, mas não.

— Como você conseguiu o meu número? — perguntou.

— Eu roubei — confessou Edward. — Escute, surgiu uma reunião de última hora, então não terei tempo de ir para casa me trocar antes de sairmos. Consegui uma amiga minha para ajudá-la com as roupas. Seu nome é Alice Hale. Félix está levando você para o salão dela agora. Não seja dura, agape mou. Confie nela, porque tem mais noção de moda do que qualquer pessoa que eu conheça.

Bella arfou, magoada.

— Você é muito ofensivo. — disse. — Precisa sempre pensar com a boca?

— Minhas desculpas. Não pretendia criticá-la com o que falei.

— Bem, mas criticou.

Bella fechou o telefone e o enfiou de volta na bolsa. Tocou de novo quase imediatamente, mas ela o ignorou.

— Oh, meu Deus! — engasgou Alice Hale ao vê-la. — Quando Edward me disse que você era diferente, não pensei que queria dizer fabulosamente diferente!

Em seu pobre terno creme, fitando a mulher de cabelos negros e brilhantes, alta, magra, que parecia modelo e era uns 15 centímetros mais alta que ela,( Vamos fingir que a Alice é alta aqui) Bella teve de se perguntar se Edward havia instruído Alice a dizer aquilo.

— Ele está desesperado, com medo de que eu apareça vestida em um saco, então me mandou ver você. — falou firme.

— Está brincando? — Alice caiu na gargalhada. — Edward está mais preocupado com o conforto dele! Instruiu-me a arranjar algo modesto. Discretamente elegante e refinado. Não quer que outros homens disputem para ver qual deles consegue seu melhor ângulo! Fazia tempo que não me divertia tanto quanto o fiz ao ouvir um Edward Cullen ciumento e possessivo com relação a todos os homens do mundo me dizendo como queria que eu o protegesse!

Bella ruborizou ao pensar naquela intervenção. Estaria Edward propondo mais um desafio ou Alice simplesmente dizia a verdade? Seja como for, a arrogância de suas ordens acendeu a desconfiança nos olhos castanhos de Bella.

Muitas horas depois, Félix parou o carro perto de um fabuloso iate privado, amarrado ao muro do porto. Bella não podia acreditar, porque a última coisa que esperava era que fosse jantar em um restaurante instalado em um barco de luxo.

— É do patrão. — informou Félix desligando o carro. — O iate pertencia ao pai dele. Quando resolveu vendê-lo, o patrão foi contra. Seu pai deixou que ficasse com ele, desde que o transformasse em um negócio lucrativo. Agora é um dos restaurantes mais exclusivos de Atenas.

O iate possuía uma imponência de Velho Mundo que revelava um lado sentimental de Edward que ela não teria identificado em mil anos. Ou revelava seu gênio para fazer dinheiro, sugeriu o lado cínico de Bella a caminho do passadiço. Sabia que estava sexy porque Alice havia dito e, como aprendera durante aquele longo dia sob sua supervisão, Alice não fazia elogios vazios.

— Edward vai me matar se você usar isso. — dissera.

E, de fato, Bella viu que Edward não estava contente. Quando passou o dedo pelo nariz com a testa franzida, ela quis soltar uma gargalhada de triunfo. Ele a envolveu pela cintura.

— Afaste-se de mim um centímetro esta noite e será lançada na água.

— Foi você que me disse para parar de agir como uma tímida.

Dando um passo para trás, levou algum tempo a analisá-la.

— Pelo menos a cor do vestido está correta.

— Você acha totalmente impossível dizer algo gentil para mim?

— Venha. — suspirou. — Vamos descobrir se conseguimos passar uma noite inteira juntos sem embarcar em mais uma briga.

Andando ao lado dele com uma das mãos de Edward tomando-a pela cintura, Bella desejava saber se era irritação ou triunfo o que fazia seu sangue fervilhar. Quando entraram no salão principal, ela enfrentava uma série de conflitos internos e achou-se imediatamente no centro das atenções de cerca de vinte olhares curiosos. O jantar foi servido em outro salão, presidido por um dos chefs mais famosos de Atenas, informou-a um amigo de Edward que estava sentado a sua frente.

— Edward gosta apenas do que há de melhor, seja no que for. — falou Aro Volturi, sorrindo para o homem em questão, que ocupava um lugar ao lado de Bella.

Aro Volturi tinha mais idade do que Edward e a mesma aura de riqueza — como todas aquelas pessoas. A bela criatura sentada a seu lado era Sulpicia, sua mulher, uma autêntica grega. Mulheres gregas não falavam com as amantes de outros homens — ao menos não naquele círculo de pessoas — Bella havia descoberto àquela noite. E agora, ao observar Aro Volturi lançando-lhe um olhar preguiçoso, com as pálpebras baixas de um jeito que só se fosse cega para não compreender o que significavam, ela sabia por quê.

Ficando ligeiramente tensa, bateu os olhos em Sulpicia, que tentava esconder a raiva por aquele interesse descarado do marido — não sem antes lançar um crítico olhar de desprezo para Bella. Depois desviou os olhos para Edward.

— Edward Anthony... — Bella se espantou porque nunca havia escutado ninguém chamar Edward assim. — Carmem esperava que você fosse ao Boschetto noite passada. Ficou realmente muito chateada quando não apareceu.

— Carmem já me comunicou sua contrariedade. — retornou suavemente Edward. — Aro, faça a gentileza de tirar os olhos dos seios de minha futura mulher...

A frase silenciou um salão cheio de vozes barulhentas como um pedido de silêncio durante um show. O sofisticado Aro ficou vermelho dos pés à cabeça. Sua mulher bateu os lábios e se virou para Bella como todos os presentes. Esta foi a única a virar os olhos para Edward enquanto ele, calmo e implacável, fitava a taça de vinho com o tipo de sorriso que transformava a pele de Bella em gelo.

— Parabéns! — murmurou alguém, iniciando uma onda de manifestações semelhantes.

Bella continuava a olhar para Edward, até que ele ergueu a cabeça com uma expressão firme, desafiando-a a negar oque havia dito. O desmentido estava na ponta da língua dela. Logo ali naquela ponta formigante estava o discurso capaz de acabar com aquilo tudo e anunciar a todos exatamente quem ela era!

Com uma calma e uma segurança que contradiziam a velocidade e a força empregadas no gesto, a mão de Edward segurou a de Bella e a apertou.

— Não! — avisou ele suavemente.

Ele voltava a ler sua mente — voltava a jogar duro! Bella se virou para olhar para Sulpicia, a luz da fúria era como uma névoa azul através da qual mal podia enxergar.

— Antiquado, o relacionamento dos outros, você não acha? — comentou ela com um sorriso irônico e uma frieza ainda maior que a empregada há pouco por Edward. — Só posso desejar que meu casamento com Edward chegue a um final menos melancólico que o do seu primeiro e que eu aceite isso com mais... graça.

Depois disso, levantou-se tremendo por dentro, mas certa de que se fizera entender. Já sabia sobre Carmem. Sabia que a ex-mulher ainda perseguia o marido perdido. E também sabia que Edward acabara de dizer o que dissera porque o marido de Sulpicia esteve olhando para Bella e que Aro fez isso porque as amantes de outros homens eram comumente assediadas por aqui — o que isso dizia sobre o lugar de Sulpicia na vida de seu marido?

Edward também se levantou, sua mão ainda esmagando os dedos dela, o que a mantinha colada a seu lado.

— Deem-nos licença. — disse secamente para sua audiência cativa. — Parece que Isabella e eu precisamos encontrar alguma privacidade para discutir o desejo dela de se divorciar antes mesmo do começo do casamento.

Depois disso, virou-se e rebocou-a atrás de si como uma criança travessa.

— Você planejou fazer aquele anúncio o tempo todo, não foi? — acusou Bella assim que Félix fechou a porta do carro. — Foi o motivo por que me trouxe para a companhia deles, a razão por que me mandou Alice, querendo certificar-se de que estaria adequadamente vestida para o papel!

— Você escolheu seu próprio figurino, Isabella. Lembro que avisei Alice de que queria algo sobriamente elegante.

— Antes ou depois de me propor ser mais ousada?

— Mudei de ideia quanto a isso.

— Por quê?

Edward soltou um suspiro irritado.

— Porque me sinto mais seguro quando você banca a certinha.

O fato de ter admitido isso foi suficiente para estancar o ar na garganta de Bella.

— Por que isso a surpreende? — perguntou ao flagrar-lhe a expressão do rosto. — Seu ar reservado e sério foi a primeira coisa que me atraiu em você. Conhecendo-a um pouco melhor, entendo agora que prefiro que permaneça misteriosa para todos, menos para mim.

— Isso é de tal arrogância que não consigo acreditar que o tenha dito!

— Sulpicia a destratou porque acreditava que você era apenas minha amante. Agora que sabe de minhas intenções, não fará mais isso.

— Seja como for, não vou me casar com você.

— Então você ainda só me oferece o sexo.

— Sim!

— Ótimo, porque você está tão bonita que não vejo a hora de tirar o seu vestido.

Declaradas suas intenções, Edward deixou Bella lamentando seu próprio erro estratégico quando estavam às portas de casa. Os pesados portões se abriram. O carro parou ao pé dos degraus da entrada. No momento em que alcançaram a privacidade do andar superior, Edward cansou de esperar e se aproximou dela — mas Bella recuou.

— Explique por que disse a todos que vamos nos casar. — insistiu.

— Porque um anúncio formal de nossa intenção vai aparecer em todos os jornais relevantes amanhã, então não via motivo para ficar em silêncio. — respondeu e observou-lhe a deliciosa boca se abrir.

— Mas você não pode ter feito isso sem meu consentimento!

— Bem, eu fiz.

Foi só quando olhou para as mãos de Edward avançando sobre o botão superior de sua camisa que Bella percebeu estarem no quarto, e a necessidade de continuar brigando murchou.

Olhou para a cama limpa, arrumada e pronta para que bailassem sobre os lençóis. Seu coração bateu mais forte e ela voltou a encarar Edward, que estava desabotoando calmamente a camisa enquanto observava as expressões reveladoras do rosto dela.

— Você me trouxe aqui deliberadamente.

— Sou um tático espontâneo, agape mou. Você já devia saber disso.

Também era o homem mais encantador e sensual ao despir-se. Bella perdeu o raciocínio quando seus olhos se fixaram na faixa de pele bronzeada e peluda à frente dela.

— Quer me tocar?

A rouca interrogação em sua voz fez tremer os lábios de Bella. Não poderia negar nem mesmo com um balançar de cabeça.

— Então venha aqui e me toque.

Era um convite em tom brando — uma imperativa ordem masculina. Edward a puxou para si como se Bella estivesse atada a ele por fios. Nem mesmo se odiou por ter cedido tão facilmente, apenas queria — com uma necessidade que bloqueava amente, entorpecia os sentidos e a arrastava. Edward tirou-lhe o vestido.

— Não devia deixar você fazer isso comigo. — gemeu Bella como se tivesse líquido fervente correndo nas veias.

— Você pensa que não sinto tanto quanto você?

Tomando uma das mãos dela, colocou-a sobre o peito para que sentisse a batida do seu coração. O resto da noite foi de longas — longas horas de amor calmo.

Então veio a manhã — mas naquela manhã Edward a puxou para fora da cama sem cerimônia alguma lhe vestiu o robe de banho antes de trazê-la ao terraço.

— O que você pensa que esta fazendo? — perguntou Bella, bêbada de sono.

Ele não respondeu. Não havia sinal do homem maravilhosamente quente e sensual que a amara até a loucura na noite anterior, apenas um macho frio, duro, irritado, que a fez se sentar em uma cadeira, depois espetou um dedo no jornal que abrira na mesa diante dela.

— Leia. — disse.

Leia, Bella repetiu silenciosamente, ainda tentando pôr o cérebro lento para funcionar. Ele a acordara. Nem ao menos a deixara usar o banheiro.

Bella mal conseguia fixar as imagens, quanto mais ler! Mas não teve escolha, porque a manchete trazia letras gigantescas e em negrito que a apunhalaram com cada uma de suas palavras destrutivas.

Eaiii?? O que será que falaram deles?? Aii curiosidade! Rsrs comentemmm e até o próximo! Que não vai demorar! Bjimmm!!!