Capítulo 8

Boa Leitura!!!

Adúltera troca pobre por rico!

Gritava a manchete para ela.

Em um intrigante triângulo amoroso, Isabella Swan — irmã de Victória Swan, a nova cantora-sensação de que todos estão falando — abandonou o homem com quem deveria casar-se dentro de seis semanas para fugir com o meio-irmão dele, o bilionário grego Edward Cullen, em um escândalo com componentes de luta de classes que deixa o menos favorecido playboy italiano James Mansen a ver navios. Victória Swan alega que não esperava por isso.

— Não tinha ideia de que Isabella estava traindo James Mansen com Edward Cullen. Estou em estado de choque como todo mundo! — insistiu hoje, ao se reunir com a nova equipe de agenciamento que está prestes a fazer sua carreira deslanchar com um novo single, o qual, prevê-se, será um grande sucesso de vendas quando lançado.

James Mansen não foi encontrado para comentar o assunto. Diz-se que sua mãe está bastante chateada. O departamento de relações públicas da Cullen nega que haja qualquer tipo de relação entre o empregador e a noiva de seu meio-irmão. Porém, a fotografia abaixo diz tudo...

Havia mais — muito mais —, mas os olhos de Bella prenderam-se à fotografia, que a exibia em um abraço caloroso com Edward bem ali na varanda da casa dele.

Deixava-se envolver por ele como uma felina faminta por sexo. Não se podia esperar que as pessoas vissem aquilo como um abraço inocente.

— A beleza do zoom de câmeras poderosas. — zombou Edward, relaxado em sua cadeira do outro lado da mesa.

Com o rosto empalidecendo de horror e consternação, Bella perguntou:

— Mas como descobriram que eu estava aqui com você?

— Sua irmã. Este é um ótimo exemplo de controle de danos. A nova equipe de agenciamento de Victória está claramente em cima da jogada. Deve ter ido direto a eles e eles resolveram publicar seu lado da história primeiro. Felizmente para ela, consegui calar James antes que Victória o fizesse, ou sua querida irmã correria o risco de ficar conhecida como a manipuladora que é.

— Há alguma coisa que você possa fazer para...

— Muitas. Poderia estrangular sua irmã, mas acho que é tarde demais para isso. Ou poderia mandar você embora, sentindo o prazer de ter roubado a mulher de James por duas noites. Ser visto como rude é bom para os negócios.

— Ou eu poderia agir por impulso e representar a verdadeira vadia, deixando que se soubesse que possuí os dois irmãos e nenhum valeu a pena. Miss Frieza e Afetação não é tão fria nem afetada. Faria fortuna vendendo a história.

Do outro lado da mesa, os olhos de Edward escureceram perigosamente. Bella não se preocupou:

— Isto não poderia ter acabado bem. Você me venceu com uma porção de garantias, mas só precisou de meio minuto em sua casa de Londres para me dizer que me desejava. Que tipo de homem faz isso com uma mulher que acabara de presenciar o que eu presenciei?

— Que tipo de mulher se apaixona por um inútil como James?

— Imagino que você vai me lembrar em seguida que James nem mesmo me queria.

— Para que você me acuse de aceitar as sobras dele?

— É assim que você me vê?

— Não. Não a vejo assim.

—Então por que fala desse jeito? Você acha que tenho orgulho da maneira como fui para a cama com você? Não acha que me culpo por isso?

— Então por que fez isso?

— Porque você me queria e eu queria ser desejada. A pessoa paga pelo que compra. — ironizou, com lágrimas grossas escorrendo pelo rosto. — Então, obrigada, Edward, pela gentileza de me ensinar que sou uma mulher sexualmente normal.

— O prazer foi meu. Mas trazendo a questão para o ponto principal... só resta uma alternativa para salvar nossa reputação.

— Q-qual?

Ele gargalhou, sardônico.

— Um casamento. — afirmou, apanhando um segundo jornal e colocando-o sobre o outro.

Em vez de tabloide, esse era um respeitado jornal inglês, também aberto na página desejada e que trazia o anúncio de um futuro casamento entre eles.

— É bom saber que meus instintos estavam certos quando coloquei o anúncio nos jornais.

— Isso não vai impedir que me vejam como uma caça-tesouros.

— Todos gostam de paixão e romance, agape mou, contanto que casemos e nos façamos respeitar. Claro, você vai ter de concordar com uma cláusula do contrato pré-nupcial que assinará.

— Você sabia desta matéria na noite passada, quando jantávamos com seus amigos?

— Ouvira falar.

— Um casamento entre nós dois nunca funcionaria.

— Por acaso disse que esperava que funcionasse?

Uma imagem de Carmem surgiu diante de seus olhos. Bella começava a entender por que a outra mulher — esposa — deste homem havia enlouquecido. Ele simplesmente não sabia quando parar de ofender!

— O casamento com James está começando a me parecer cada vez mais atraente. Ao menos ele possuía algum charme para contrabalançar o lado ruim do temperamento.

— Você acha?

Foi só então que Bella captou chispas douradas e brilhantes queimando nos olhos dele e lembrou tarde demais do seu significado. A última vez que vira isso, ela o havia acusado de ter ciúmes de James e a reação de Edward foi...

— Estava apenas brincando! — gritou, quando as mãos dele abarcaram sua cintura e a levantaram da cadeira.

Achou-se colada a Edward por braços que ameaçavam impedi-la de respirar.

— Estava apenas bbrincando, Edward.

— Diga o nome dele de novo se tem coragem.

Bella teve a sensibilidade de guardar a língua atrás dos dentes e sabia que deveria estar se sentindo alarmada e intimidada, mas não se sentiu. Quando deu por si, estava atirada na cama.

Ficou ali simplesmente e deixou que ele abrisse os dois robes e viesse para cima dela. Fogo queimando fogo, suas peles fundidas no momento em que a boca de Edward possuiu a dela. E como alguém que não tivesse opções, entregou-se ao beijo com a excitação se avolumando dentro dela, faminta por ele, sedenta por ele, abarcando-lhe a cintura com as pernas, convidando suas investidas. Ele a penetrou e ela amou isso.

Edward mantinha os olhos de Bella cativos dos seus e se movia dentro dela impulsionado pelos golpes dos quadris. Ela amou isso também. Tanto que ergueu a cabeça para capturar a boca dele com beijos curtos, leves e encorajadores que arrancaram um gemido da garganta de Edward e fez com que seus dedos se espalhassem pelo cabelo de Bella. Nada na diminuta experiência dela poderia ter-lhe avisado que aquele clímax a levaria a um estado de tremedeira tão profundo. Ou que o homem que o provocava teria convulsões em seus braços.

Quando tudo acabou, Edward se deixou cair pesadamente sobre ela, rosto enterrado na cavidade úmida e quente do seu pescoço. O coração de Bella palpitava, mal conseguia respirar. O que acabara de acontecer fora tão físico e febril que se deixou ficar atirada na cama, fulminada pela experiência. Cada centímetro de seu corpo ainda tremia, sentia os mesmos tremores acometerem Edward.

Quando ele finalmente levantou a cabeça para olhar para ela, a densa e enérgica escuridão de seus olhos a perturbou ainda mais.

— Fui bruto com você. — murmurou Edward, hesitante.

— Não. — disse Bella, erguendo a mão para pousá-la sobre a boca dele, sussurrando: — Não diga isso, eu adorei.

E um impulso irrefreável a levou em seguida a substituir a mão pela boca trêmula e quente. Um beijo levou a outro. Seus robes desapareceram. O novo escalar dos sentidos foi lento e profundo, sufocante e intenso. Edward a beijou por todo o corpo, desconsiderando completamente o fato de que ainda pudesse restar nela alguma timidez.

Bella beijou e mordeu sua pele, e empurrou as mãos contra as suas, absorvendo cada arrepio de prazer que ele dava, sussurrando seu nome a todo momento. O depois transcorreu como em sonho. Eles saíram da cama para o banheiro com uma silenciosa sensação de companheirismo. Com a voz profunda e rouca de quem ainda estava sob a influência do que haviam criado, Edward mostrou a ela como funcionavam os botões do boxe, depois lhe entregou um sabonete e a encorajou a banhá-lo, permanecendo de ombros colados aos azulejos, olhos fechados, rosto ossudo despido da arrogância habitual.

Muito tempo depois, Edward se vestiu e saiu para o trabalho e ela — bem, Bella arrastou-se sobre os lençóis amarrotados, aconchegou-se no lado dele da cama e sussurrou em seu travesseiro:

— Eu o amo.

Assim, surpreendentemente simples. Adormeceu perguntando-se como pôde ter deixado aquilo acontecer — e que diabos faria a esse respeito...

À noite Edward a levou para jantar fora. Bella escolheu um vestido que dançava sobre suas curvas em vez de salientá-las. Ele pôs o dedo sobre a saliência do nariz. Bella sabia que algo lhe desagradava — provavelmente o vestido. Mas Edward não disse nada.

Tampouco se referiu à forma como prendera o cabelo, deixando pescoço e ombros nus. Ele usava roupa casual: terno de linho cinza e uma camiseta preta. Tomaram vinho branco à luz de velas. Conhecidos vieram falar com ele. Bella mal escutou. Mal ouviu os parabéns que recebiam ou notava os olhares curiosos. Quando a atenção dele era exigida por alguém, sua mão procurava a dela.

Para Edward, era embriagador saber que aquela criatura bela e provocante só se revelava a ele. Com os outros as respostas dela eram reservadas como as da velha Isabella. James não tinha ideia do que havia perdido.

James. Ela preferiria estar sentada aqui com James? Levantou-se de repente e a ajudou a se levantar.

— Vamos embora. — disse. Precisava estar a sós com ela, na sua cama.

— Que foi? — perguntou Bella quando já estavam dentro do carro, que era guiado por Félix.

Edward não olhou para ela.

— Você vai se casar comigo, queira ou não. — anunciou calmamente.

O silêncio explodiu ao redor deles, aumentando a tensão de Edward, que esperava pela eterna recusa de Bella.

— Escutou o que eu disse?

Exibindo lábios vulneráveis e exuberantes que faziam Edward querer saltar sobre ela, Bella acenou com a cabeça.

— Então me responda. — instruiu, impaciente.

— Não sabia que era uma pergunta. — respondeu Bella, seca. — Parecia mais uma declaração de intenções.

No dia anterior fizera aquele anúncio chocante aos amigos, seguido naquela manhã pela versão impressa, que atirara sobre ela como uma provocação antes de lhe informar que não esperava que o casamento deles durasse. Depois a seduziu e fez amor com ela. Agora o homem franco e direto com um ultimato de casamento estava de volta.

— Olhe para mim, Isabella! — ordenou Edward.

Não queria fitá-lo, mas virou a cabeça mesmo assim. Foi como mergulhar em seus próprios sentimentos. Tudo o que dizia respeito a ele se tornara tão importante para ela em tão curto espaço de tempo que Bella se sentia entregue, perdidamente entregue, como nunca antes.

— Case comigo? — repetiu, tranquilo.

— Para salvar sua reputação?

— Não. Porque é o que quero que você faça.

Foi o último prego no caixão de sua resistência — não apenas por conta das palavras, mas pela densa seriedade com que as pronunciou.

— Tudo bem... sim — respondeu.

Tinha que ter paciência, pois "Tudo bem... sim" era o máximo que arrancaria dela, compreendeu Edward, sentindo-se frustrado.

Mas a puniu mais tarde por isso, quando deitaram na cama. Possuiu o corpo e a mente dela, e Bella permitiu. Teve de fazê-lo porque, uma vez rendida na guerra do casamento, não lhe restara forças para enfrentá-lo em campo algum.

E se aquilo era amor verdadeiro, o amor verdadeiro a fazia sofrer, porque sabia que apesar de mexer profundamente com os sentimentos de Edward, o interesse dele não ia além do sexo frenético.

Seja como for, raramente a deixou sair de perto dele nas semanas que antecederam o casamento. Levava-a consigo para onde fosse — mesmo a reuniões de trabalho. As pessoas se acostumaram tão rapidamente a vê-los como um casal que não houve surpresa quando viraram alvo da imprensa ateniense.

— Você se importa? — perguntou Edward quando um jornal em particular arrasou com ela.

— Eu que deveria estar perguntando isso, porque não trataram você melhor do que a mim.

— Como posso me importar? Você largou James e está aqui comigo, e sou definitivamente mais rico que ele.

James não se pronunciou. Bella não encontrou fotografias dele nos jornais, ninguém conseguira uma declaração sua. Parecia ter sumido da face da Terra.

Exatamente duas semanas depois de haver subido a bordo do jato particular da Cullen's com Edward, Bella se casou com ele em uma calma cerimônia civil, realizada em local secreto e cuidadosamente vigiado.

Ela usou branco por insistência dele: um vestido de tule sem alça, de seda francesa, e um corpete com laço que Alice conseguiu para ela. A notícia do casamento apareceu nos jornais do dia seguinte. Àquela altura já estavam em Nova York. Chamavam-na de lua de mel, mas na verdade haviam aproveitado o começo de uma excursão de negócios para viajarem ao redor do mundo.

Durante o dia, Edward bancava o empresário, à noite o sofisticado, socializando com parceiros de negócio, e Bella aprendeu a comportar-se ao seu lado. Quando na privacidade do quarto, em qualquer país que estivessem, fazia a amante de um homem apaixonado com um desejo insaciável por ela.

De Nova York a Hong Kong, Tóquio e depois Sidney. Quando voltaram à Grécia, outras duas semanas haviam se passado e Bella era uma pessoa tão diferente que mal conseguia lembrar-se de como fora antes. Porém, mais que isso, permitiu-se esquecer as verdadeiras razões por que haviam embarcado naquele casamento.

Recebeu o primeiro lembrete desconcertante quando passavam em frente a uma banca de jornal ainda no aeroporto. Viu o nome e o rosto de Victória estampados em todas as revistas. Seu primeiro hit alcançara o número um nas paradas de sucesso inglesas.

— Realizou o maior desejo dela, ao que parece.

— Sim. — respondeu Bella, observando como Victória parecia diferente, uma bela e jovem ruiva de olhos azuis, sem sinal de amargura ou petulância.

Victória desenvolvera uma nova persona — exatamente como Bella fizera, comparou. Se era maquiagem apenas, não cabia a ela dizer, pois Victória pertencia ao passado.

Outro lembrete duro veio dos cartões de felicitação que encontraram na volta para casa. Um, em particular, destacou-se dos demais, porque se endereçava apenas a Bella e ela reconheceu a letra do remetente. Era de seus pais e continha uma breve nota escrita pela sua mãe. "Desejamos toda a felicidade no seu casamento." Nada de palavras carinhosas, nenhum sinal de que escrevia a uma filha.

— Talvez não saibam como dizer que a trataram mal.

— E talvez estejam apenas aliviados por encerrarem assim nossa relação, um erro de vinte e quatro anos. Como será que conseguiram este endereço?

— Heidi. Vêm mantendo contato com ela.

— Você sabia e não me contou?

— E o que havia para contar? Heidi precisava certificar-se de que seu filho não seria ridicularizado na imprensa por uma arrojada Victória. Seus pais precisavam se certificar de que Victória não seria ridicularizada por um amargurado James, disposto a se vingar.

— Você quer dizer que Victória o enganou!

— Não importa quem enganou quem, agape mou, o fato é que aconteceu.

Outra semana se passou e Edward ocupava todo o seu tempo agora com o trabalho. Certas noites nem mesmo voltava para casa. Bella não se chateou. Tinha mais em que pensar. Edward pagava pelo luxo dela, mas o restante era ela mesma quem bancava, e suas economias haviam acabado. Precisava de um emprego. Qualquer um serviria, não era exigente.

Logo descobriu, no entanto, que sem falar grego não conseguiria um emprego formal. Então procurou empresas de turismo, esperançosa de que alguém estivesse disposto a empregar uma inglesa com razoável inteligência e voz agradável.

Edward descobriu o que Bella vinha fazendo. Tiveram a primeira grande briga em semanas. A partir daquele momento, iniciou-se um longo e brusco mergulho na realidade. Viveram os dias seguintes em um estado de combate sem armas, em que Edward se fazia ausente — estando ocupado — e Bella procurava emprego, percorrendo lojas para turistas de Plaka sob o calor sufocante de julho, seguida de perto por um guarda-costas que Edward orientara a não perdê-la de vista.

Graças ao azar, provavelmente o maior do mundo, certo dia literalmente esbarrou na ex-mulher de Edward, Carmem, que saía de uma loja — Bella não conseguira emprego ainda, estava cansada, com calor e irritada com a situação. Talvez o encontro tenha sido planejado. Como poderia saber?

— Preciso falar com você. — disse Carmem.

— Acho que não vai ser possível. — Bella tentou retomar o passo, mas Carmem cravou-lhe as unhas na pele.

— Edward é meu! — falou, ríspida. — Você acha que o prendeu, mas não é verdade. Você acha que seu visual ruivo é um antídoto perfeito para mim, mas Edward me pertenceu e me pertencerá sempre.

— Não que alguém tenha percebido. Como você disse, uso este anel agora. Durmo na cama dele. E não vou para a cama com os amigos dele.

Nem Bella podia acreditar no que dissera.

Carmem respondeu com uma gargalhada que casava com seu olhar histérico.

— Bobinha. — falou. — Onde você pensa que ele passa as noites quando não está com você?

— Isso é mentira. — suspirou Bella, sem se deixar levar pela sugestão e lançando um olhar de pena para Carmem. — Você precisa de ajuda, Carmem. Urgentemente.

Então se afastou, apressada, acompanhada de perto pelo guarda-costas. Edward a esperava quando voltou para casa. Extremamente sombrio, não disse uma única palavra, apenas pegou seu braço e inspecionou os crescentes cravados em sua pele.

— Como descobriu?

— Faz diferença?

— Não. — Bella suspirou, lembrando do guarda-costas. — Agora que você viu que não estou sangrando até a morte, pode voltar ao trabalho.

Ele soltou um suspiro também. Tivera uma péssima semana.

— Quer iniciar outra briga?

— Não.

— Quer ir para a cama comigo, então, e passar a tarde me mostrando o quanto não quer que eu viaje a Paris hoje à noite?

— Paris? Mas você acabou de vir de lá ontem!

— E preciso voltar esta noite.

— É para isso que está aqui: fazer a mala?

— Eu estava pensando em... algo diferente. Tenho uma garrafa de champagne no gelo, nenhum copo e uma série de ideias novas sobre como aproveitá-la. Se você estiver interessada, claro...

Bella não conseguiu evitar a gargalhada.

— Você me choca.

— Você gosta. — falou Edward, tomando os pulsos dela. — Por isso cede tão facilmente quando faço assim...

E ela cedeu. Deixou que possuísse sua boca e a levasse para a cama, e deixou que ele passasse a tarde escandalizando-a, porque o desejava e sentia falta de fazer amor com ele, e... Esconderam-se no quarto a tarde inteira e Bella percebeu que Edward não queria ir embora quando chegou a hora de partir.

— Você me faria um enorme favor: não ir procurar emprego amanhã?

Seu beicinho de teima era um começo de recusa que ele procurou vencer com beijos.

— Por favor? — acrescentou.

— Dê-me um bom motivo.

— Estarei de volta à hora do almoço com uma surpresa para você.

— Ah! — exclamou Bella. — Chantagem é mais do seu estilo. É bom que essa surpresa seja interessante.

Edward pôs de pé seus impressionantes l,92 m Seus olhos se prendiam aos dela, que estava atirada na cama, cabelo caído sobre o rosto, provocantes olhos castanhos e boca avermelhada pelos beijos dele.

— Onde é que eu estava com a cabeça quando achei que você era uma pudica? — zombou.

Bella dormiu intermitentemente aquela noite, porque sentia falta de Edward ao seu lado. E acordou na manhã seguinte com uma dor de cabeça que a fez decidir não ir procurar emprego — como ele queria, pensou, sorrindo.

Tomava um café da manhã solitário quando o celular tocou. Certa de que era Edward, atendeu-o sem olhar para a tela do aparelho antes. Então levou um susto quando a voz de Victória atingiu seu tímpano.

Iiii o que será que a Victória quer??! Ahh eles se casarammm!!! E o próximo capítulo está pegando fogo! Ah no capítulo 7 cometi algum erros que já concertei, como o nome do irmão do Edward ser James e não Emmett, e o nome da irmã da Bella ser Victória e não Rosalie! Espero que me perdoem! Não estou muito bem essa semana! Hj fiz o teste da Covid! Mas é certeza que eu estou! Já que metade da minha família já testou positivo! Por isso peço que vcs se cuidem! Procuro não ficar preocupada, mas é quase impossível! Prometo que vou continuar adaptando até quando der, porque no momento preciso de alguma distração, senão fico louca!rsrs! Mas estou bem na medida do possível! E que Deus esteja no controle de tudo!!! Ah se cuidem!!! Bjimmm!!!