OIE minna-san!
Como vão? Espero que bem!
Aqui estou eu com mais um capítulo. Espero que estejam gostando, por que eu estou adorando escreve-la!
Legenda:
"Fala"
"Pensamento"
(N/A:comentário inutil da autora)
Disclaimer: Eu realmente não possuo RK, se possuísse, o Aoshi com certeza seria meu!
NÃO OLHE PARA TRÁS
CAPÍTULO III
Soujiro foi praticamente arrastado por Misao até a sua casa. Definitivamente ela era louca. Quem é que leva para casa um hitokiri? Bem, tinha aquela mulher que gostava do Battousai também. Definitivamente elas eram loucas. E ainda por cima, provavelmente eram amigas! Tinha a Yume também, namorada do Shishio, que usava aquele kimono beeeeeem comportado.
"Acho que os únicos que não olharam para aquele decote (e que decote!) foram o Anji e o Usui...o primeiro porque era um monge que só pensava em matar todo mundo para fazer um mundo novo, e o segundo, bem, Usui era cego, e mesmo que falasse que enxergava a alma, ele com certeza não viu o que eu vi! Tenho certeza que aquele ninja com cara de porta também olhou." – pensava o rapaz, relembrando da época do Juppongatana – " Tinha também a Kamatari, que era apaixonada pelo Shishio. Mas ela não conta, ela era homem. Só descobri esse 'pequeno' detalhe porque a Yume me contou. Graças a Kami-sama que ela, ou ele, ah, tanto faz, era apaixonado por Makoto, acho que se ela me amasse eu a matava, bem, o Shishio só não fez isso porque ela era muito forte, e se demorasse um pouco mais com certeza a própria Yume a mataria." – ele realmente estava chegando à conclusão que as mulheres que conhecia eram doidas. A Yume brigar com a Kamatari de ciúmes era o cúmulo.
Não percebeu que a jovem parara de puxá-lo pela cidade debaixo da chuva que ainda caía e fitava-o interrogativamente.
"No que está pensando?" – ela pergunta.
"Na Kamatari..." – ele responde sem pensar.
"KAMATARI? Aquela mulher que era homem e que dava em cima de um pivete de 11 anos?"
"NÃO!" – Soujiro apressa-se em responder – "Quer dizer sim!" – ela o olhou confusa – "Não! Eu estava pensando nela, mas não do jeito que você está pensando que eu estou pensando nela" – mais confusa – "Ah, esquece não era nada importante."
"Ah, está bem então" – ela se vira e abre um portão – "Chegamos."
O jovem quase cai para trás. O que era aquilo? A Sede do Governo? A casa dela (se é que aquilo poderia ser chamado de casa) era gigantesca. Nem a casa do Shishio era tão grande. Estava escuro, mas ele podia ver um grande jardim na entrada da mansão e no terreno ao lado, um grande salão, que parecia um restaurante. Misao voltou a puxá-lo pelo braço, já que tinha praticamente empacado no portão. Nossa, fazer parte de uma gangue era lucrativo.
Eles levaram uns dez minutos para percorrer o jardim, que parecia uma floresta, pela imensa quantidade de plantas e árvores. Chegaram na porta da mansão, Misao abriu-a e procurou pelo interruptor, a casa estava extremamente escura. Ela percorreu os olhos pelo imenso cômodo coberto pelas trevas. Não encontrou nenhum rastro dos olhos brilhantes que costumavam esperá-la a um tempo atrás. Nenhuma voz, nenhum suspiro, nenhum sorriso...
Suspirou. Ninguém estaria esperando-a. Ele não estaria esperando-a. A muito tempo não a esperava. Finalmente achou o interruptor, acendeu as luzes e fez um sinal para que Soujiro a acompanhasse. Subiram as grandes escadarias em silêncio. Chegando no corredor dos quartos, ela abriu uma porta e mostrou a ele um dos quartos.
"É melhor você tomar um banho ou pode pegar uma pneumonia." – disse e lhe jogou uma toalha – "Aqui é o banheiro e aqui tem algumas roupas, acho que alguma serve em você." – falou, apontando para uma porta dentro do quarto e abrindo uma gaveta numa cômoda encostada na parede – "Eu também vou tomar um banho, acho que se ficar molhando a casa toda, Okina não vai gostar" – sorriu e se retirou do aposento, fechando a porta atrás de si.
Encostou a cabeça na porta do seu quarto e fechou os olhos, contendo as lágrimas. Todo dia era a mesma coisa, saía cedo, treinava, voltava tarde. Não havia ninguém para esperá-la para o jantar, por que ultimamente não havia ninguém para jantar. Não havia jantar, nem ninguém para dar boa-noite, nem ninguém para brigar com ela por chegar muito tarde ou por molhar a casa inteira, nem ninguém para perguntar como tinha sido o treino. Ninguém, não mais.
Entrou no quarto, ficar chorando na porta não adiantaria nada. Pegou uma yukata no guarda-roupa e dirigiu-se ao banheiro, precisava de um bom banho quente e de comer alguma coisa. Despiu-se devagar, com cuidado para não encostar no corte que tinha no abdômen, retirou a faixa que o cobria e entrou na banheira, sentindo a barriga latejar em contato com a água. Depois do banho, refez o curativo e vestiu a roupa. Precisava comer. Havia sido um dia um tanto cansativo.
Misao bateu na porta do quarto que Soujiro estava e ele abriu-a. Estava vestindo uma das roupas que estava na gaveta. A mania de Okina deixar um monte de roupa para visitas enfim servira para alguma coisa, apesar de achar que as visitas femininas dificilmente usariam aqueles quimonos com um decote que ia até o umbigo, mas como ele dizia, não custava tentar. O jovem terminava de guardar as roupas que ele tinha retirado na gaveta e estavam espalhadas pela cama. Ela aproximou-se e viu que ele dobrava um dos kimonos 'comportados', autoria do Okina. Riu, se lembrando da cara emocionada do ancião imaginando como suas visitas ficariam lindas neles.
"Do que está rindo?" – Soujiro perguntou.
Ela desdobrou a roupa e pôs na frente do corpo.
"O que você acha que tem de errado nesse kimono?" – ela perguntou também, ainda rindo. O rapaz olhou demoradamente para o que ela segurava à frente do corpo.
"Você usa isso?" – Soujiro não se conteve e perguntou. Não se assustaria se ela confirmasse, afinal, para quem usa uma roupa de luta com uns três palmos acima do joelho, um decote não seria nada.
"Não!" -- Misao disse, corando -- "Okina que arranjou isso, na esperança de alguma mulher algum dia usar..."
Ele sorriu. Esse Okina devia ser uma pessoa bem ingênua para pensar que alguém vestiria aquilo. A garota jogou a roupa em cima da cama e olhou para ele.
"Vamos comer alguma coisa, estou morrendo de fome!"
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo
Depois de devidamente alimentados, os dois conversavam amigavelmente. Misao (para variar) se empolgou e serviu um pouco de sakê a Soujiro e tomou um pouco também. Não preciso dizer que eles estavam um pouco alto, mas ainda não estavam bêbados. O rapaz estava quase matando a garota de rir contando quando ele, Kamatari e Chou trocaram o lencinho que Usui usava para cobrir os olhos por um rosa berrante da Yume, escrito: Eu Amo O Shishio.
"Aí, o Shishio virou e disse: 'Usui, acho melhor você trocar essa venda", e o Usui: 'Por que?', 'Acho que ela está um pouco suja' ."
"E o Shishio? O que ele fez?"
"Bem, conosco nada, mas nos avisou que se Usui quisesse fazer picadinho da gente, ele não ia se opor."
Estavam nesse grau de conversa quando a porta se abre e Aoshi entra por ela
Acabou!Ainda no terceiro capítulo e eu to sofrendo de falta de inspiração...
Bem, eu queria me desculpar por uma coisinha:a Tomoe não me enviou um fic e sim uma review, mas a autora (baka)iniciante errou, hehe /Karol vermelha, se escondendo atrás da bandeja da Tsubame/
Queria agradecer à Teella e à Marismylle que me mandaram reviews (já deu para perceber que eu me empolgo com reviews, né?). Marismylle, eu até tinha pensado em fazer um triângulo, só que eu ia fazer o Aoshi morrerpara a Misao ficar com o Soujiro. No entanto, a fic tomou outro rumo, eu realmente estava pensando em fazer um drama (nem conto o que eu tava pensando em fazer, era uma verdadeira tortura psicólogica com os personagens), mas ela ta saindo meio comédia... Preciso ouvir umas músicas mais góticas quando for escrever. Então, eu realmente não quero colocar o romance do Sou-chan com a Misao logo de início, vamos brincar um pouco com eles!Khukukukuku /risada malévola do Naraku/. Eu to pensando em alguma coisa diferente para o meu amado Aoshi-sama, mas isso não impedirá que ele tenha crises de ciúmes (ele vai precisar ouvir muita música classica e bethoven para se acalmar, né, Mari?) da amizade dos dois. Apesar do Soujiro ter beijado a Misao no segundocapítulo não significa que ele esteja apaixonado (ainda) pela Misao.
Gente, brigadão por estarem lendo a fic, vocês não sabem como issso me deixa feliz/Karol pulando feito uma louca acenando/
Sano: Que horror só dá você!
Karol: Humph, não se mete no meu momento de empolgação!
Sano: E aí, já chegou o processo?
Karol: Huh?
Sano: Você disse que eu tinha imitado alguém no capítulo passado, então, te processaram?
Karol / remexendo no fichário monsto encontro-tudo-menos-o-que-preciso: Deixa eu ver: prova de física, rascunho de desenho, prova de matemática, desenho terminado, prova de biologia, desenho, pesquisa de biologia, prova de geografia, desenho, prova de´inglês, rascunho de desenho, prova de história, desenho não terminado da aula de biologia, pesquisa, prova, desenho, prova, desenho, folha de rascunho, desenho, desenho, tentativa de desenho... Ah! Aqui! Achei! Processo contra mim! (gente, acreditem se quiser, meu fichário é assim mesmo!)
Sano: E quem está te processando?
Karol: Que rufem os tambores!
Sano: Fala logo!
Karol: sem pressa...Bem, a pessoa não faz parte deste anime, é homem, eu adoro, é um youkai, eu adoro, veste roupa preta, eu adoro e é baixinho. Seu nome é... Hiei!(Teella, que pena, não é o Enishi, mas valeu opalpite)
Hiei: O que eu to fazendo aqui?
Karol: Eu te trouxe aqui!
Hiei: E quem é você?
Karol: O seu maior pesadelo!(adoro essa frase, vou ver se coloco em alguma fic,hehe)
Sano: Não se empolga...
Karol: Hehe, desculpa.
Sano: E quem é o garoto?
Hiei: Eu não sou um garoto!
Karol: Ei, essa frase não é sua, é do ...
Sano: Pará com essa enrolação, a frase é do Yahiko!
Yahiko: Ah!Onde eu estou?Quem é o baixinho? Quem é a doida? Quem é o crista de galo?
Sano: Sou eu garoto!
Yahiko: Sano?
Sano: Não o Pikachu disfarçado!
Yahiko, Karol e Hiei (sim, Hiei): Ah!Pikachu mau!Volta para a pokébola!
Sano: Bando de babacas!
Yahiko: è acho que ele sim.
Karol: Nossa, que tédio! Isso ta pior que as minhas férias escolares.
Hiei: É, realmente...
Yahiko: Já sei! Vamos brincar de pega-pega (sem besteiras, pessoal)?
Sano: Vamos!
Hiei: Humph. Ningens estúpidos!
Karol: Eu também topo. Quem vai brincar? Eu, o Sano e o Yahiko, né? O Hiei não vai?
Hiei: Eu brinco com vocês quando duas raposas entrarem correndo por aqui, correndo de um filhote!
Mal terminou de dizer isso e Megume e Kurama entram correndoe gritando sendo seguidos de perto por Shippou.
Hiei´/ de olhos esbugalhados: Tá, eu brinco. OO
Karol: Que Comece a brincadeira!
E então quem vai ganhar? E por que o Kurama e a Megume estão sendo perseguidos pelo Shippou? Por que isso tá virando um crossover? Por que o Aoshi só apareceu na última linha? Todas as respostas no próximo capítulo (vou tentar não demorar para postar)!
