OIE MINNA-SAN!
Mais um capítulo está sendo postado e sessha agradece a todos os que estão lendo, e principalmente aos que estão mandando reviews! (Karol com os olhinhos brilhantes de emoção)
Disclaimer: Sim, RK me pertence! Vocês não sabiam? Eu roubei os direitos autorais semana passada! (brincadeirinha)
Legenda (que eu acho que nem vou pôr mais, afinal vocês já conhecem de cor e salteado):
"Fala"
"Pensamento"
(N/A: comentário da autora)
NÃO OLHE PARA TRÁS
CAPÍTULO VII
Já estavam na saída da cidade quando Misao pára e põe a mão sobre alguma coisa na cintura, que Soujiro não soube definir o que era, pensativa.
"Aconteceu alguma coisa?" -- ele pergunta, com uma pontada de preocupação.
"Me espera um pouco? Eu já volto." -- ela diz e sai correndo, sem esperar resposta. Ela a vê indo em disparada de volta a cidade e se encosta em uma árvore.
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Misao parou na frente de uma casa, não muito grande. Entrou sem bater, se dirigindo aos fundos. Depois de passar por um pequeno jardim, encontrou uma sala. Abriu a porta do cômodo, que estava escuro, entrando logo depois. Havia uma pessoa meditando lá dentro.
"Obrigada pelo punhal." -- a okashira se pronunciou. A pessoa simplesmente acenou afirmativamente a cabeça -- "Creio que será útil, estou partindo para Tokyo. Vim apenas me despedir." -- falou, levantando-se em seguida.
"Quando vai voltar?" -- a pessoa perguntou, revelando ser uma mulher.
"Não sei." -- pausa -- "Vim aqui apenas para me despedir e agradecer." -- outra pausa -- "Eles te machucaram?"
"Não."
"Ainda bem."
Silêncio.
"Toma." -- Misao jogou cerca de cinco kunais dentro de um estojo para a mulher -- "Pode ser que eles voltem, então não pense duas vezes ao usar."
A mulher sorriu.
"Obrigada, Misao."
"De nada." -- a jovem retribuiu o sorriso.
Misao se dirigia à porta, quando a mulher pediu para esperar.
"Diga um olá para todos. Fale que eu estou anciosa para conhecé-los."
"Direi."
Saíram as duas da sala escura. A okashira olhou para a outra. Era chinesa, com olhos castanhos e cabelos da mesma cor, presos num coque bem feito. Tinha uns vinte e quatro anos e era um pouco mais alta que Misao. Usava um vestido estilo chinês, azul, com detalhes em amarelo. Era muito bonita.
Passaram pela casa até chegarem a porta de entrada. Antes de Misao partir, a mulher tirou do pescoço um colar e pôs no seu pescoço. A corrente era bem longa, chegando ao coração, com um pingente de dragão em azul e vermelho, exatamente igual ao do punhal.
"É do seu signo. Para te proteger." -- ela disse, sorrindo.
"Obrigada." -- a jovem agradeceu, olhando, curiosa a jóia. Depois de algum tempo, resolveu que realmente tinha que ir embora, Soujiro estava esperando -- "Vou indo. Obrigada por tudo." -- pausa -- "O que meu signo significa?" -- ela perguntou com olhos levemente infantis.
"Dragão significa coragem." -- a outra respondeu, sorrindo.
Misao acenou e se virou indo embora apressada, mas antes de começar a correr, voltou-se para a mulher.
"Ah, cuida do Aoshi-sama por mim, Meirin!"
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Assim como foi, voltou correndo. Encontrou Soujiro sentado, de olhos fechados, encostado numa árvore. Ela diminuiu o passo e se aproximou silenciosamente dele. Parecia dormir. Ela viu que o espadachin ficava muito bonito, com aquela expressão calma, ao invéz de sempre sorrindo ou com aquele olhar agoniado que ele tinha quando ficava em silêncio.
"Podemos ir?" -- ele perguntou, assustando-a. Ainda tinha os olhos fechados e mantinha a expressão serena.
"Claro!"
Ele se levantou e começaram a caminhar. Andaram por muito tempo em silêncio. Soujiro com um olhar compenetrado e a expressão séria e Misao o fitando com curiosidade. Depois de mais ou menos duas horas, eles pararam para comer alguma coisa. Ela ainda o olhava curiosamente.
"Quer perguntar alguma coisa?" -- ele indagou, sem olhar para ela.
"Por que você não quase não sorri quando está comigo?"
Ele olhou para cima, procurando a resposta para aquela pergunta. Realmente, quase não sorria quando estava com ela. Por que? Oras, existiam perguntas que não tinham respostas. Essa era uma delas. Pensando bem, não falaria para ela. Como ele falaria 'é que eu gosto de ficar com você' ou 'eu me sinto confortável com você por perto'. Não, não. Não teria sentido.
"Não sei. " -- respondeu simplesmente. Ao que lhe pareceu, ela aceitou e voltaram a caminhar.
"Soujiro?" -- ela chamou, depois de algum tempo.
"Uhm?"
Misao perdeu a fala. Ela não sabia o que perguntar. O chamou apenas para saber se ele estava ali. Quer dizer, se ele estava nesse mundo. Precisava de uma pergunta, rápido!
"Você já amou alguém?" -- ai! Bela pergunta! -- "Legal! Agora o que ele vai pensar de você? Baka! Baka! Baka!"
Ele piscou algumas vezes. Não entendia o propósito da pergunta.
"Bem, eu tive algumas namoradas, nada muito sério, na época da Juppongatana, mas não sei se pode ser considerado amor." -- Soujiro respondeu, ainda meio confuso -- "Por que?" -- essa era a penúltima coisa que ela queria ouvir.
"Ah, nada não, só curiosidade." -- ela respondeu sem graça.
"Ah, tá. E você?" -- OK, essa era a última coisa que queria ouvir ali e naquele momento.
"Eu namorei um garoto, mas também não foi nada muito sério."
"Nossa, o Aoshi deixou ela namorar? Kami-sama, me admiro se o cara saiu vivo!" -- ele pensou, e sorriso de deboche lhe passou pelos lábios.
"O Aoshi deixou você namorar?" -- ele não se conteve e perguntou.
"Bem, para falar a verdade, ele nem soube disso. Quando o garoto descobriu quem eu era, saiu correndo." -- ela disse rindo.
"Ah, entendo como funciona isso." -- ele também riu.
"Você já passou por isso?"
"Já, mas nada comparado à Kamatari."
"Por que?"
"Bem, quando os homens descobriam que ela não era mulher e fazia parte da Juppongatana, também saiam correndo."
"Coitada!"
"Daí ela ia chorar as mágoas para a Yume."
"Você tem bastante histórias divertidas dessa época. Eu acho incrível como tenha sobrevivido."
"Acho que foi sorte."
"Para trocar o lenço do Usui e sair vivo? Muita."
Ele riu. Realmente, devia ter muita sorte. Continuaram falando sobre coisas banais até anoitecer. Vez ou outra, Misao levava a mão à barriga, tentando conter uma dor aguda do ferimento.
Já era bem tarde, cerca de três horas da madrugada, quando a visão dela começou a se turvar. Eles já não conversavam mais. Não havia mais assunto. Cada um contara sua vida e agora seguiam em silêncio. Resolveram não parar para descansar, para ganhar tempo. Mas isso com certeza rendera a okashira a reabertura do ferimento. Precisavam chegar urgentemente em Tokyo. Megume daria um jeito naquilo.
"Vamos parar." -- Soujiro anunciou.
"Está cansado?" -- ela perguntou.
"Não, você está."
"Se for por minha causa, não vamos parar e..." -- Misao falou levemente irritada, mas Soujiro tampou a sua boca com uma mão, fazendo sinal para se calar.
Ele a puxou pela parte mais densa da floresta, ela ainda sem entender. Mas quando ouviu risadas e vozes altas, deduziu que se tratava de um bando de ladrões. Só não entendia o comportamento do rapaz. Poderiam derrotá-los facilmente e sair apenas com alguns arranhões. Mas é claro que não procurariam briga. Só se eles começassem. Ele parou de a puxar.
"Fique aqui que eu vou verificar." -- o espadachin falou.
"Ei! Eu que sou a chefe!" -- a ninja tentou argumentar, mas ele já estava longe -- "Homens!" -- resmungou -- "Se sentem salvadores da pátria, mas não conseguem salvar a si mesmos!"
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Misao ficou esperando-o por um bom tempo, encostada numa árvore, ensaiando um discurso feminista para encher a cabeça do outro até chegar em Tokyo quando ouve passos. "Finalmente!" -- pensa, indo de encontro aos sons, mas quando ouve vozes desconhecidas, dá meia volta e vai na outra direção. Não estava fugindo, mas estava com tanta raiva de Soujiro que se fosse para lutar, ia acabar matando um. Pensando bem, ia matar era Soujiro. Aperta o passo, sentindo a raiva crescendo dentro de si, mas ela acabou pisando no rabo de algum bicho descuidado, chamando a atenção das vozes.
"Maravilha!" -- pensa, começando a correr. Agora, com faria para achar o acompanhante? Estava cada vez mais difícil manter o ritmo, o ferimento latejava, não agüentaria subir numa árvore. Sentia-os cada vez mais perto, as pernas cada vez mais pesadas. Não, não, Lutar agora não seria uma boa idéia.
Misao começou a correr mais rápido quando os sentiu realmente perto. Estava tentando bolar um plano, quando sentiu mãos em volta da sua boca e sua cintura. Tentou gritar, mas não conseguiu. Como estava escuro, não enxergava quem era. Sentiu-se arrastada para trás de uma grande árvore.
"Sou eu." -- Soujiro sussurrou no seu ouvido, destampando devagar a boca dela. O coração de Misao estava saindo pela boca e o primeiro impulso dela foi o de por em prática tudo o que estava pensando em fazer: matá-lo. Mas se acalmou, não podia matá-lo. Agora.
"Onde estava com a cabeça? Isso é jeito de chamar a atenção de alguém? Eu quase morri de susto!" -- ela realmente estava brava com ele, mas falava num tom baixo. Soujiro olhou-a assustado. Misao tinha algumas veias saltando na testa e ele concluiu que o estado dela estava ficando crítico. Quando ouviu os ladrões se aproximando, tampou novamente a sua boca e a puxou para si, de frente para ele.
Soujiro não percebeu, mas ela estava extremamente corada. Aquela aproximação não estava lhe fazendo bem, Misao concluiu. A respiração dele, roçando na sua cabeça, o perfume masculino, a mão segurando firmemente a sua cintura... Realmente, os homens não sabem de nada.
A cada pessoa que passava, o espadachin apertava mais a garota contra o seu peito. O que estava começando a machucá-la. A roupa roçava no ferimento e doía cada vez mais. Misao sentia o sangue empapando a vestimenta.
"Soujiro?" -- ela chamou, baixo, para que ninguém ouvisse.
"O que é?" -- ele perguntou sem olhar para ela.
"Você está me machucando."
Ele a olhou para sem entender, mas um tempo depois a ficha caiu. Soltou-a um pouco, sem tirar a mão do corpo dela. Ela agradeceu, mas um pouco alto demais, o que chamou a atenção de alguém do bando, que ainda passava.
"Ei, eu ouvi alguma coisa aqui!" -- o homem disse, apontando para onde estavam Misao e Soujiro.
Eles se entreolharam e começaram a correr, Soujiro a frente, que conhecia a floresta como a palma da mão. Misao estava mais atrás. Parou. Não agüentaria correr por mais meia hora, preferia ficar e lutar.
"O que pensa que está fazendo?" -- ele perguntou, apressado.
"Vai na frente, eu fico aqui para atrasa-los." -- a okashira respondeu, com a mão no ferimento.
"Só por que você quer!" -- Seta falou, irônico, puxando-a pela mão livre.
Misao sentia as pernas cada vez mais pesadas e era cada vez mais difícil acompanhar o rapaz.
"Maldito Konohagume, se não estivessem mortos, eu os mataria. De novo." -- pensou. A visão estava ficando turva novamente. Misao fechou os olhos e não sentiu mais nada.
Importante: Eu não sei se vou poder postar todos os capítulos toda semana este mês, por que eu vou fazer exame para pegar a faixa no kung fu no final do mês, então tenho que treinar muito, por que eu não to lá essas coisas. Pode ser que de tempo de eu escrever e postar, mas não é certeza.
Bem, mais um capítulo postado, mais um que não saiu do jeito que eu esperava, mais um que o resto do elenco não apareceu e mais um de lenga-lenga no romance. Sim, eu juro, prometo que eles vão ficar juntos (só não sei quando) e que no próximo capítulo o povo vai aparecer! Bem, eu tenho umas idéias interessantes, uma casamuito grande, vários quartos, todos nos quartos, tudo no mesmo corredor, Sano, Megume, Kenshin e Kaoru em quartos viznhos... Acho que vou ter que mudar a classificação da fic...
Misaogap: Eu também acho que está demorando, mas eles se conhecem a apenas dois dias. Então se eu fizer alguma coisa com eles logo de cara não tem graça (Kukuku), mas nos próximos capítulos a coisa vai começar a esquentar, não só entre eles mas entre Kenshin e Kaoru e Sano e Megume também. Sim, você acertou, a Meirin é namorada do Aoshi. Foi a única forma que eu achei de não matá-lo e não namorar a Misao, e também por que ele é lindo demais para ficar sozinho. Quanto ao Enishi, também acho ele muito legal, com os oclinhos. Ele não vai ser tão fissurado na irmã por que senão perde a graça. Eu gosto de vilões manícos, mas não doidos (Naraku, por exemplo). Obrigado por estar lendo a fic! E desculpa pelo Naraku, mas não resisti! Eu sempre achei que ele usasse bobs para deixar o cabelo daquele jeito! Bjs!
Naraku (ainda com o patinho na mão): VAMO SAIR OU TA DIFÍCIL?
Sano: Nossa, cara estressado!
Karol: Não é à toa que ele é o vilão da história.
Naraku: O que vocês estão fazendo aqui?
Karol: Bem, estávamos procurando o Inuyasha, mas acabamos parando aqui.
Naraku: Inuyasha? Que Inuyasha?
Megume: Um hanyu.
Naraku?
Yahiko: De cabelos brancos.
Naraku?
Kurama: Que tem orelhinhas no topo da cabeça.
Naraku?
Shipou: Que usa uma roupa vermelha e fica paracendo um X vermelhoquando pula polichinelo.
Naraku?
Karol: E eu pensando que você era o mais inteligente da série, realmente, o Miroku é mil vezes melhor. Inuyasha é o protagonista.
Naraku: E por que vocês não falaram logo?
Karol: Você é principal vilão, devia saber.
Naraku: É, tem sentido. Mas, vocês estão indo vê-los?
Shippou: Sim.
Naraku: Então eu vou com vocês, faz tempo que eu não apareço. Kohaku, Hakkudoushi, Kanna, Kagura, vamos.
Kagura: Ah, espera um pouco. Acabei de pintar minhas unhas.
Kanna: Preciso enxaguar o cabelo.
Hakkudoushi: Estamos na parte mais emocionante do jogo. Nem vem.
Todos: gota.
Naraku: Não se fazem mais crias como antigamente. VAMBORA CAMBADA OU EU ABSORVO TODO MUNDO!
Em meio minuto as unhas de Kagura estavam secas, o cabelo de Kanna já estava enxaguado e o jogo de Kohaku e Hakkudoushi terminado.
Naraku: Beleza!
Karol: Nossa! Que eficiência! Preciso aprender esses truques para usar na minha irmã.
Naraku: Vamos!
Sano: Assim?
Naraku: Assim como?
Sano: De toalha?
Naraku sai apressado e voltavestido, mas ainda com a touca e os bobs no cabelo.
Naraku: O cabelo eu ajeito no caminho. Vamos.
Karol: Ei! A naveé minha!
Naraku: E o vilão sou eu! Vamos ou eu te absorvo!
Karol: Claro! Claro! Já estamos indo, não é?u.u"
Todos concordam e entram na Dorothy. Karol aperta algun botões e cai numa casa bonita, perto de um bosque, com o céu azul, nuvens fofinhas, pássaros cantando, gatos miando, cachorros latindo, todos sorrindo, tudo perfeito. Eles saem da Nave.
Karol: Que horror!Onde estamos? É tão perfeito que chega a dar enjôo!
Yahiko: Ah! Tem um rato roendo minha shinai!
As mulheres: Ah! Um rato!
Os homens: AH! UM RATO!
As mulheres: O.O U
Megume: Era para eles nos salvarem.
Kagura: Kanna, vai tentar tirar o Naraku de cima da árvore enquanto eu tento acordar o Kohaku e o Hakkudoushi.
Karol: Que vergonha, Kurama! Onde já se viu? Ficar abraçado ao Sano desse jeito?
Kurama: Abraçado? (solta o Sano) Não estávamos abraçados! Estávamos... estávamos...(gesticula e dirige o olhar para o Sano)
Sano (também gesticulando): Estávamos... estávamos... lutando jiu jitsu! Isso, não é Kurama?
Kurama: Claro!
Karol: ¬¬
Yahiko: Vocês querem para de discutir e tirar esse rato do meu shinai? Eu gosto muito dele!
Karol (tomando o shinai do Yahiko e vendo o bicho): OH NÃO! NÃO É UM RATO!
Naraku (já no chão, mas com metade do cabelo ainda com bobs): Não, como não?
Karol: Não sendo.¬¬
Kagura: Que seja! O que é então?
Karol: É uma coisa muito pior!
Shippou: Fala de uma vez!
Karol: É um hamster!
Todos: OH!
Karol: E pior: é o Hamtaro!
Todos: AH SOCORRO! SALVE-SE QUEM PUDER!
Sano: Homens e galináceos primeiro!
Todos entram na nave, deixando apenas Karol e Yahiko para fora.
Karol (para Yahiko): Vamos tentar achar o Inuyasha, para ele matar esse bicho, ou o Kenshin, ou o Saitou, ou qualquer assassino ou afim que a gente encontrar.
E então? Eles vão achar alguém para matar, ops, tirar o Hamtaro do shinai? E o Naraku? Vai conseguir tirar todos os bobs do cabelo?
