NÃ OLHE PARA TRÁS

CAPÍTULO 13

Hey minna-san o

mals pela demora explico tudinho lá embaixo

Disclaimer: (finalmente lembrei q ele existia...) rk não me pertence...


O que deu nele? Enlouqueceu? Virou um traidor? Esse pensamento aturdiu-a. Ela arregalou os olhos, já nem sentindo mais as dores pelo corpo. Os avisos de Aoshi, de Meirin, do próprio Soujiro. Ele sacou a espada e a atacou. Misao simplesmente não se mexeu, esperou o golpe vir. E ao contrário do que suas últimas esperanças pediam, ele veio, e com força, mas com a parte de trás da lâmina, sem corte. Ela sentiu o baque no braço direito e foi jogada longe, rolando até bater numa árvore. Mais do que um corpo quebrado, seu coração estava despedaçado.

"Que clichê..." – a garota pensou, enquanto tentava levantar-se e colocar os pensamentos em ordem – "... A mocinha indefesa lutando contra o bandido que a enganou..." – sorriu, enquanto virava-se de barriga para cima, cuspindo a grama que entrara na sua boca. Ela precisava urgentemente ser irônica. Para não chorar. Sempre fazia isso. Vestia a tristeza de sarcasmo e fingia que nada tinha acontecido.

Soujiro aproximava-se. A visão estava extremamente embaçada – "se me cegar eu te mato, desgraçado!"--, e ela subitamente começou a gargalhar. Tinha no mínimo um braço deslocado, uma costela que doía muito (se tivesse muita sorte, não estaria quebrada), uma batida forte na nuca, vários hematomas pelo corpo... Seria muita sorte sair viva dessa, quanto mais matá-lo. Ela segurava a barriga de tanto rir, curvando-se.

"Misao?" – Seta chamou-a, confuso.

"O que é?" – respondeu depois de parar um pouco de rir. Sentou-se, encostando-se numa árvore, olhando divertida para ele. Puxou com cuidado e sem que ele percebesse o punhal envenenado que Meirin tinha lhe dado de dentro da roupa.

Ele agachou-se perto dela, olhando-a sem expressão. Qualquer movimento que fizesse abriria uma brecha para a kunoichi acertá-lo. Era um plano simples. Mas que daria certo. Muito certo. Bendita seja Meirin e suas armas envenenadas!

Ela tentava desesperadamente manter o coração no lugar e permitir que ao invés de ódio, sentisse frieza no momento. O rapaz ficou olhando-a pelo que parecia ser uma eternidade, com a espada na mão, agora com a lâmina para o lado de fora. Caso fosse para atacar, atacaria de verdade. Aos poucos a raiva foi dando lugar para a tristeza. Seta ferira o seu coração. Seus olhos começaram a encher-se de lágrimas.

"Mi...sao..."

No rosto dela ainda havia o sorriso divertido, mesmo que trêmulo, enquanto algumas lágrimas silenciosas caíam de seus olhos. A respiração estava curta e rápida e ela segurava o punhal com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.

"Eu... eu... me.."

Ele baixou a cabeça. Se a visse chorando não conseguiria continuar. Mas ele não queria continuar... Aquela brincadeira tinha ido longe demais. Ela não merecia isso. Mas precisava. Não podia confiar tanto assim nele. Não sabia quem ele era, de onde viera ou o que queria. As lágrimas silenciosas dela continuavam a cair.

Dane-se o fato de ela não ter conseguido feri-lo. Tinha feito isso para medir sua força, mas agora não importava mais.

"Me desculpe..." – ele sussurrou enquanto soltava a espada e abraçava-a. A garota assustou-se, cravando rapidamente o punhal no ombro dele.

Soujiro sorriu. Ela era mais esperta que ele.

"Soujiro?" – ela chamou-o, assustada. O que aconteceu? Ele não queria matá-la?

"Me desculpe por ter te machucado." – ele falou, soltando o abraço e olhando para o punhal no ombro – "Eu te subestimei, me desculpe." – sorriu.

"Oro?"

"Eu achei que você não era forte o suficiente para enfrentar Enishi... Vejo que enganei..."

"Você não queria me matar?"

"Não." – ele olhou para baixo – "Só queria que não confiasse tanto em mim."

Ela ficou em silêncio. Ele a estava testando. Misao não sabia se ria, se chorava, se o matava. Seta puxou o punhal do ombro, sentindo muita, muita dor. Talvez até mais do que deveria sentir. Foi quando ela se deu conta que a arma estava envenenada.

"Me desculpe, Misao." – ele sussurrou – "Eu não queria ter te enganado."

"O punhal... o punhal..." – ela falou, olhando desesperadamente para ele, com novas lágrimas caindo pela face – "Ele estava envenenado."

"Onde estão Misao e Soujiro?" – Meirin perguntou, com um tom malicioso.

"Não faço idéia..." – Sano respondeu.

"Mas eles estão demorando mesmo..." – Yahiko.

"Eles devem estar bem, muito bem..." – Megume e suas características orelhas...

"Estão juntos, não é?" – Kaoru, e as duas caíram na gargalhada. Aoshi levantou uma sobrancelha.

"Por que elas têm que ser tão histéricas?" – Yahiko perguntou.

"Eu vou até a delegacia falar com o Saitou." – Shinomori simplesmente anunciou. Todos ergueram uma sobrancelha.

"Para que?" – Sano.

"Precisamos colocar a conversa em dia." – respondeu, saindo.

Todos: gota.

Grilos cantando.

Soujiro abraçou-a novamente.

"Está tudo bem..."

"Mas você vai morrer..."

"Todos vamos um dia..."

"Eu... me... me desculpe..."

"A culpa foi minha... Eu que inventei essa história..."

Ela se aninhou no peito dele, segurando com força as suas vestes, permitindo-se chorar como a muito não fazia... Ele puxou-a mais perto e descansou a cabeça na dela, sentindo o perfume que o seu corpo emanava. Ficaria assim para sempre se pudesse. Estranho... Aquele veneno deveria ser muito perigoso... Ainda não tinha surtido nenhum efeito... Levantou-se, e ajudou-a a se levantar.

"Vamos para casa, eles devem estar preocupados." – falou, pegando a espada do chão.

"Soujiro... acho que teremos que ficar um pouco mais aqui..." – a garota disse, olhando para trás dele. Ele sentiu que a voz dela estava trêmula.

"Maldição!" – praguejou mentalmente.

"O que fazem aqui?" – o ex-Juppongatana, perguntou.

"Íamos atrás de vocês, mas já que estão aqui..."

"Me espere aqui... Eu não vou demorar..." – ele sussurrou e se virou. A garota segurou seu pulso.

"Até parece que eu vou deixá-lo lutar sozinho!" – exclamou.

"Mandei me esperar." – Seta retrucou num tom autoritário. Não era de seu feitio ser assim, mas precisava protegê-la e não a deixaria lutar.

"Mas..."

"Não se intrometa."

Ele sacou a espada e posicionou-se na frente da garota, com o braço livre atrás do corpo, numa clara demonstração que ia protegê-la. Mas ao invés de ficar brava como sempre, Misao sentiu-se aliviada. Não estava bem para lutar. Os homens começaram a sair de onde estavam. Eram mais ou menos vinte. Com certeza Soujiro daria conta deles com os olhos vendados, mas estava fraco. O veneno tinha começado a fazer efeito. Mas ainda era Seta Soujiro e antes que qualquer um fizesse sequer um movimento, já tinha matado dois. Queria sair logo dali.

Eles atacaram e o espadachim defendia-se como podia. Mas ele cedeu. Caiu ajoelhado no chão, apoiando-se na katana. Misao deu um passo à frente, pegando uma espada caída no chão.

"Fique aí, Misao!"

"Só em seus sonhos..."

Ela os atacou, mas uma pancada no braço deslocado fê-la largar a espada, contorcendo-se. Com dificuldade, ficou de joelhos, fitando aqueles que queriam matá-la.

"Ei! Não é ela que Enishi-sama quer viva?"

"É mesmo... Não encostem mais nenhum dedo na garota, vamos levá-la viva... Podem matar o rapaz..."

Soujiro e Misao se entreolharam, confusos. Ela recebeu uma pancada na cabeça vindo pelas suas costas e desmaiou. Seta olhou para o homem que estava pegando-a do chão.

"Seido..." – murmurou.

"Matem-no." – disse o superior, levando a okashira nos braços.

Soujiro viu o mundo desmoronar... Para onde estavam levando-na? Não sabia, mas iria atrás dela, nem que tivesse que ir até o inferno. Levantou-se e abaixou a cabeça. Os olhos cobertos pela franja. Já viva num inferno. Misao tinha lhe devolvido a vida... A vontade de viver... A mão que segurava a espada tremeu. Suava frio. Sentia-se febril, não sabia se por raiva ou pelo veneno. Mas queria vê-la sã e salva novamente. Começou a andar calmamente na direção em que Seido se fora, esperando o ataque. Vieram todos juntos e com toda a velocidade que seu corpo permitiu, o rapaz feriu-os mortalmente. Virou-se para eles, fitando-os com um olhar maligno, enquanto via-os morrer aos poucos.

Começou a correr, sentindo o corpo arder e a vontade de matar Enishi consumi-lo. Encontrou Seido já quase na entrada da mansão. Entrou na frente do outro.

"Devolva-me a garota."

Seido simplesmente ignorou-o. Deu a volta, mas Soujiro enterrou a espada no abdome dele. Olhou horrorizado para o espadachim, soltando a menina.

"Não sabia que era covarde a ponto de ferir um homem desarmado." – ele falou, com a mão tentando estancar o ferimento.

"Foda-se o que você pensa." – Soujiro disse, colocando-a no colo.

"Você é um homem morto, Seta."

"Digo o mesmo de você."—respondeu, sem se virar -- "Fale para Enishi nunca mais ir atrás dela, se não, não vai ser apenas contra Kenshin que ele vai ter que lutar."

Seido voltou para a QG com o ferimento sangrando muito.

"Seido?" – a voz de Enishi soou fria – "Não conseguiu trazer a garota?"

"Não senhor." – ele respondeu, sem hesitar, mesmo sabendo o que poderia acontecer com ele.

"Arranje alguém para fazer um curativo." – ele falou, e voltou a mirar a janela – "Eu mesmo irei buscá-la. Quando matar Himura Kenshin."

Descrição da mansão:

A mansão tinha sido do Yutaro, que dera de presente para Kaoru, já que não ficaria no Japão por algum tempo e eles estavam sem casa, pelos pequenos acidentes que aconteceram no dojo Kamya. Era uma casa que imitava o estilo medieval japonês, mas com algumas características ocidentais. No primeiro andar ficavam a sala, a cozinha, o escritório, a biblioteca, a sala de jantar, e no segundo ficavam os quartos, distribuídos ao longo de um corredor comprido. Os móveis era muito bem trabalhados e variavam dos tradicionais japoneses aos ocidentais. Na sala, um sofá e vários móveis ocidentais dominavam a decoração, distribuídos de forma deixar a energia fluir (como manda o feng-shui).

Os quartos tinham camas e guarda-roupas tipicamente ocidentais e papel de parede verde um pouco amarelado, imitando bambuzais. Isso deixava a decoração mais leve, pois como a casa se localizava no meio de uma floresta, o ambiente ficava geralmente com um aspecto pesado, quase sinistro. Mas isso não incomodava a maioria dos atuais moradores da casa, que já estavam acostumados com climas sinistros. A única pessoa que simplesmente recusava-se em morar num lugar com um ambiente daqueles era Tsubame, que distribuiu flores e vasos com plantas por toda a casa. Mas como era outono, as flores e folhas caíram e deram um aspecto ainda mais sinistro à casa, mas a garota ainda não tinha percebido, devido aos últimos acontecimentos.

A garota tinha mania de limpeza assim como Kenshin e nesse momento encontrava-se com a cabeça deitada no colo de Megume, quase adormecendo. Yahiko a olhava com uma admiração quase louca. Ele estava com aquele olhar bobo que os apaixonados têm. E isso não passou desapercebido por Kaoru...

"Quer um babador, Yahiko?"

O garoto lhe lançou um olhar mortal, e foi para fora, resmungando alguma coisa incompreensível. Olhou para o Céu... Já tinha passado do meio-dia. Era realmente estranho a demora de Misao. Não que ele estivesse preocupado com ela, mas era estranho. Sentou-se na escada, fechando os olhos e sentindo o vento, ouvindo-o bater nos bambus e na floresta, mais atrás... Um estalo tirou-o de seus devaneios. Como que seus sentidos estivessem aflorando, ele olhou atônito por entre as árvores, vendo Soujiro arrastar-se até a mansão, carregando Misao desacordada no colo.


Malz mesmo pela demora gente... mas é que o capítulo tava escritinho (e por sinal, bem diferente desse) no meu pc.. mas daí acontece a pior coisa q se pode acontecer com um pc... a placa-mãe queimou... e eu fiquei mais de um mês sem pc...imaginem meu sofrimento... daí eu tive q refazer o capitulo... e não sei se está do agrado de vcs... então eu to pedindo sugestões p/ o desenrolar da fic (e dos cross tb)... eu já tenho o final e o meio tb, mas eu keria colocar algumas coisas a mais, então qql sugestão é bem vinda o

Reviews:

Teela: amiga!sim´, é cap 12, e agora já é o treze! é... acho q somos mesmo a evolução da galinha... e o sano é a méxima expressão dela... rss... bjs e obrigada pelo coment

monica: sim sim... demorou um poukinho...mas o sou-chan e a misao vão ficar juntos... só q mta agua vai rolar.. bjs e obrigada pelo coment

akina: sim sim... mas a gente mal conversa lá XD hehe, bjs e obrigada pelo coment

misaogap: vc acha q eu melhorei? mesmo?olhinhos brilhando ah.. obrigada eu achei q ficou meio ruim esse capitulo.. mesmo revisando ele umas vinte vezes... mas então... vc vai ver uma revolução mto, mto e mto grande! só não sei se vai me odiar por causa disso... bjs e obrigada pelo coment (aliás, eu tenho seu msn?)

alinezinha: oi amiga! obrigada pelo coment e pobrezinho do seu pc... ah... sua fic ficou ótima to esperando o proximo capitulo!e me mande p/ revisá-lo, tá? kero ser a primeira a ler! bjs de chocolate (rss) e obrigada

Sano: Ai meu santissímo amado... Acho que vou ter que tirar esse quadro de responder as reviews... Demora muito para eu aparecer...

Karol: Deixa de reclamar e pega o Jakotsu aí, vou nos teletransportar para a Dorothy.

(Karol os transporta para a Dorothy)

Dorothy: Po-po-po (pifando)

Naraku: Vocês?

Kurama: A nave está pifando...

Sesshy: Acho que ela é alérgica a autoras...

Megume: Então vamos jogá-la para fora...

Hiei: É uma boa idéia...

Aoshi: Mas sem gritaria... As crianças estão dormindo... (aponta para Rin, Kohaku, Shippou, Hakkudoushi, Kanna, Yahiko e Shun, em cima de uma mesa com as pernas remendadas) SAÍ DAÍ QUE VOCÊ NÃO É CRIANÇA!(chuta Shun)

Shun: Buáááá! Ik...

Karol: SE CHAMAR TEU IRMÃO O PAU VAI COMER! NÃO QUERO MAIS NINGUÉM PARA EU TER QUE DEVOLVER!

Aoshi: Eu falei para não gritarem, certo?

Karol: E FICA NA TUA AE, MANO, NUM MECHE CUMIGO NÃO!

Sesshy: Cara... o que deu nela?

Naraku: Tpm é fogo...

Kaoru, Kagome, Sango, Kagura, Megume e Jakotsu conversavam alguma coisa sobre estilos diferentes de roupas, com risadinhas e sorrisinhos. O resto (os homens) estavam em cima de um dos painéis de controle da Dorothy, por que o Pikachu e o Hamtaro(como que restava da shinai na boca)estavam brincando de ciranda no chão.

Sano e Karol: gota.

Karol: Vocês não tinham dado um fim no ramster?

Saitou: Ahou...

Kurama: Ele é um ser imortal sabia?

Karol: Poutz... Ele é discípulo do Seiya?

Hiei: Não sei... mas pode ser que sim...

Shun: Ou do Dokho... o cara tem quase 400 anos...

Karol: Não me fale naquela uva passa roxa...¬¬

Suhn: Por que?

Karol: Por que me lembra que eu ainda não entendi nada do prólogo do céu...

(grilos cantando)

Naraku: Não vai arrumar a nave?

Karol: Não... Vou criar um roteiro para ver se consigo levar vocês até os seus respectivos mundos... Só preciso achar o que eu tinha escrito na época que eu fiquei fora... (procurando no fichário-encontro-tudo-menos-o-que-preciso) ACHEI!

Então tudo muda... Kurama aparece no alto de uma torre com os cabelos até o chão presos em duas tranças, Megume com uma roupa de príncipe Medieval montada num cavalo que tinha a cara do Sesshoumaru. O resto dos personagens tinham virado esquilos, coelhos e árvores, menos o Inuyasha, que tinha virado a bruxa má, e a Karol, que segurava o roteiro.

Karol: O.O ops... roteiro errado... Afinal... o que Rapunzel tá fazendo aqui?

E então... Como será que o Sesshy está se sentindo, como cavalo do príncipe Megume Encantado? E o Hiei? Será que ficou feliz como esquilo? Não percam no próximo e emocionante capítulo dessa saga que está fugindo do meu controle!