QG dos Silencerz...

Olhando para o quarto, Vert via a si mesmo no espelho se perguntando o que teria acontecido de uma pra outra. Em um momento, ele se tornou um verdadeiro Acceleracer, reconhecido pelos Accelerons como um grande piloto, e agora, estava nas mãos dos Silencerz. Acrescentando mais o fato de que seu pai era o líder da equipe que estava por trás das desavenças entre os pilotos nos reinos, e que estava correndo em segredo contra as equipes, para conseguir Accelechargers. Mas ao descobrir que seu pai queria os Accelechargers e o Anel do Poder para conseguir chegar até o mundo dos Accelerons, de um jeito meio diferente que Tezla queria. Ficava bem claro que ele e Tezla eram polares opostos, e que ambos tinham suas ambições naquele momento. Nisso, o pai de Vert entra no quarto de seu filho, fazendo com que ele fique surpreso com o que estava acontecendo.

(Major Wheeler) – Tem um minuto, filho? – Acenando com a cabeça, Vert se sentou em sua cama, enquanto seu pai ficou do lado dele. – Sei que você ainda pode estar com uma dúvida em sua mente. Mas eu lhe garanto que temos a melhor das intenções. Temos o Anel do Poder agora. Possuímos boa parte dos Accelechargers que Tezla tanto queria. Agora estamos cada vez mais perto de chegar aonde queremos.

(Vert) – O que eu ainda não entendo é porque você queria esconder isso de todos? De mim? Você foi contra os meus amigos para conseguir vencer os Reinos.

(Major Wheeler) – No fundo, eu não sabia o que iria acontecer. Se Tezla continuasse conseguindo mais Accelechargers, quem sabe o que ele iria fazer? Nós dois já trabalhamos juntos, mas não mais. Quando desenvolvemos nossa tecnologia, fizemos de nossa missão chegar até o mundo dos Accelerons, e impedir que Tezla cumprisse suas ambições. O que aconteceu com ele mudou muito sua personalidade. Apesar de mandar pilotos para fazerem sua vontade, no fundo, ele escondeu informações para incentivar eles a se matarem nos Reinos, conseguindo o que ele tanto precisava para cumprir seu sonho. Os seus amigos da Teku e da Metal Maniacs nos fizeram um favor quando entraram no QG dos Drones. Foi graças a eles que conseguimos pegar o Anel de volta. – Nisso, os dois saem do quarto e começam a ir em direção a sala principal. Desse jeito, Vert vê o Iridium fazendo um teste, no qual o carro fica preso de forma magnética a parede, enquanto o Anthracite lança um pulso eletromagnético que destrói um carro de testes.

(Vert) – Se sacrificam tanto assim por uma causa dessas? Impedir que Tezla tenha o que tanto quer?

(Major Wheeler) – Nós estamos atentos a qualquer tentativa de ameaça. Estamos analisando uma possível volta dos Drones, e tentando descobrir quais são os próximos passos de Tezla para os Reinos, isso se eles abrirem de novo. Como um Acceleracer, você possui as habilidades que precisamos para conseguir o que tanto queremos. Isso é, se você aceitar. – Nisso, Vert ficou de frente para o Reverb, olhando para os cientistas que estavam analisando o Anel e o círculo que ele recebeu do Acceleron na Esfera. – Esse é o primeiro passo para o futuro. Um futuro no qual poderemos lidar com todas as ameaças futuras. – Ao mesmo tempo, Banjee se aproximou de Vert, enquanto eles olhavam para a equipe que estava aos poucos, treinando sem parar.

(Banjee) – Quando eu desapareci, podia jurar que seria o meu fim. No entanto, eles me salvaram.

(Major Wheeler) – Nossa tecnologia também é igual a dos Racing Drones. Ela nos permite entrar e sair dos Reinos quando quisermos. Estamos salvando vidas aqui, filho.

Meio relutante, Vert sabia que seu pai não poderia estar mentindo. No entanto, ele ainda estava meio nervoso em saber que seu pai era um Silencer. Ele poderia aceitar, mas provavelmente estaria indo contra seus amigos. Porém, no fundo, sentia que poderia tentar contata-los nos Reinos, caso eles fossem reabertos.

(Vert) – Quando começamos?

O Major Wheeler então, deu um sorriso em seu rosto, percebendo que agora, ele tinha o apoio de seu filho para lidar com os problemas nos Reinos. Com isso, alguns minutos se passam, e nesse meio tempo, o Reverb é colocado em uma esteira, fazendo Vert ficar um pouco surpreso. Entrando no carro, Banjee ativa a esteira, enquanto seu pai analisa os aspectos do carro de seu filho.

(Major Wheeler) – O sistema de R.E.P sofreu umas modificações. Agora o Reverb é capaz de voltar, junto com o piloto, independente da velocidade em que esteja. O pós combustor de Nitrox 2 foi preenchido de novo, e com isso, tem um sistema de turbo que é capaz de fazer o carro superar os 300 km/h. – Pisando no acelerador, Vert vê seu carro andando, sem sair da esteira. Era como se fosse o mesmo treinamento que Karma fazia no Acceledrome para determinar suas estáticas, para ver se realmente iria conseguir atingir 100%. Um exemplo de perfeição. – Também aproveitamos para analisar a roda do carro durante esse período e fazer engenharia reversa para cada um de nossos veículos, para conseguirmos nos adaptar aos Reinos.

(Vert) – Conseguimos a roda do carro dos Drones no Reino da Lava. Tezla já fez engenharia reversa para cada carro da Teku e da Metal Maniacs. – Engatando a terceira marcha, Vert viu os sistemas do carro aumentaram mais no computador, vendo que estava conseguindo um pouco mais de velocidade naquele momento. Pouco a pouco, ele manteve o foco no que estava em sua frente, enquanto os cientistas e os outros pilotos analisavam cada parte do treinamento de Vert.

(Major Wheeler) – Esses Reinos visam testar a capacidade e a perfeição do piloto. Não podemos nos dar ao luxo de desistirmos aqui. – Vert engatou a quarta e a quinta marcha, ampliando mais a velocidade de seu carro, até que nisso, seu pai fez um sinal para parar o carro. Olhando para o monitor, ele viu que o carro tinha atingido uma porcentagem de 95%. – Isso quer dizer que estamos fazendo progresso.

(Vert) – Pra que tudo isso?

(Major Wheeler) – Testamos a capacidade de nossos pilotos, inclusive o nível de direção e de velocidade, para termos uma chance de nos adaptar aos Reinos. Os carros que pilotamos possuem um sistema que nos permitem ser capazes de analisar a habilidade do reino e usa-lo ao nosso favor. No Reino da Sucata, um de nossos pilotos conseguiu analisar que era necessário atingir o ponto máximo para chegar até o final. – Descendo do carro, Vert começou a praticar um pouco na esteira, correndo com seus pés, enquanto ao mesmo tempo, analisava os trajes de camuflagem, usando eles para se adaptar ao treinamento. Pouco a pouco, Vert treinava como se fosse um espião infiltrado. Usando tudo o que tinha, Vert derrubou dois dos alvos que estavam aparecendo para ele. E nisso, analisando o sistema de realidade virtual, ele começou a usa-lo para treinar as habilidades dos Reinos que ele já tinha conquistado. Correndo pelo Reino do Pântano de novo, Vert tentava se manter no traçado, e ao mesmo tempo, tentando descobrir se ele estaria mudando ou não. Olhando para o monitor, vendo três carros dos Drones atrás dele, Vert viu que estava sob fogo cruzado, e assim, tentou se manter no traçado, enquanto via o monstro que o perseguiu no final do Reino, lançando suas vinhas na direção dele. Se mantendo no meio da pista, o piloto começou a analisar as possibilidades em uma tentativa de conseguir manter-se firme no traçado. Com isso, ele usa o Nitrox no simulador e chega até o final do Reino, indo para o da Água. Enquanto Vert treinava, o Major Wheeler analisava cada detalhe, com Banjee olhando para o Major, como se estivesse fazendo mais do que testar ele.

(Banjee) – Como você acha que o Vert está indo?

(Major Wheeler) – Em minha opinião, está tudo correndo bem. Meus superiores querem resultados o mais rápido possível. Quando esse projeto começou, não imaginei que as coisas poderiam estar piorando mais do que o esperado.

(Banjee) – Por causa dos Drones ou da oposição a seus planos?

(Major Wheeler) – As duas coisas. No fundo, nunca quis que Vert se envolvesse com todos esses problemas envolvendo os Reinos de Corrida. Pra falar a verdade, minha preocupação com meu filho era desde os eventos da Via 35.

(Banjee) – Ele provou que era o melhor piloto de todos, e mesmo com os erros que cometeu, provou que era digno de ser um Acceleracer. – Os dois analisavam o treinamento de Vert com cautela e precisão para se manterem firmes. – Até mesmo eu que competi com ele pude ver que realmente era alguém que poderia ser melhor do que todos nós que já competimos com ele.

(Major Wheeler) – Mas é por causa disso que eu me preocupo. Suas habilidades o torna mais determinado a dar o melhor de si mesmo na pista. – Aos poucos, eles continuaram a observar o treinamento de Vert, percebendo que ele realmente aprendeu com seus erros nos Reinos. – Os Drones começaram uma campanha de conquista diferente de tudo que já tinha sido testemunhado antes. Gelorum era mais cruel e violenta do que poderia imaginar. Minha divisão ficou responsável de investigar tudo que ela estaria fazendo envolvendo seus planos para os Reinos e para o mundo. – Suspirando, ele se lembrou de algo meio importante.

Algumas semanas antes...

No Reino das Ruínas, o Major Wheeler, dirigindo o Iridium, havia entrado em uma parte do Reino que parecia ser meio subterrânea. Olhando para os hieróglifos, ele ficou meio surpreso com o que estava vendo e usando seu carro para analisar cada um deles, o líder dos Silencerz ficou meio surpreso em ver que os hieróglifos estavam brilhando em uma tonalidade meio verde. O embaralhador de sinal impedia que ele falasse alguma coisa, mas no fundo, sabia que aquilo era mais do que importante. Vendo dois carros dos Drones atrás dele, ele apertou o acelerador do Iridium e dividiu seu carro em dois, transformando ambas as partes em motos, no qual ele lançou a moto sem motorista na direção de um dos carros, explodindo eles. Apertando o botão em seu comunicador, ele passou a informação de volta para quem estivesse no comando, demonstrando a preocupação que tinha.

De volta ao presente...

O pai de Vert olhava para o filho, e ao mesmo tempo, conversava com Banjee, relembrando o que tinha visto no Reino das Ruínas. Até mesmo o antigo líder dos Feras da Estrada ficou meio surpreso com a expressão de preocupado do Major.

(Major Wheeler) – Os Accelerons haviam criado máquinas perfeitas para conseguirem ser os melhores corredores em cada Reino. Eles tinham sido criados há milhares de anos pelos Accelerons, mas por algum motivo, só apareceram agora. As máquinas se rebelaram contra seus criadores, seguindo os pensamentos de Gelorum para conseguirem mais e mais Accelechargers para destruírem seus criadores. No fundo, eu sentia que Vert estava se envolvendo com forças que nem mesmo ele conseguiria lidar. Nem mesmo ele ou seus amigos. – Nisso, Vert demonstrou que realmente tinha dominado a hidroplanagem, passando direto para o Reino do Penhasco, dando um drift a cada curva que surgia uma atrás da outra. – Os criadores dos Reinos criaram monstros que Gelorum se dispôs a melhorar para conseguir o que tanto queria. Mas agora que ela se foi, meu maior medo é que alguém pior surja para tomar o comando. – Os dois olharam para os outros pilotos que estavam praticando em seus carros formados por metal liquido, demonstrando algo diferente do que poderiam acreditar. – Os Drones são movidos pela necessidade de correr e de destruir qualquer outro piloto que tente ir contra eles. Assim como nós também temos uma função a cumprir diante do que pode surgir.

(Banjee) – Precisamos estar preparados para qualquer coisa que vier pela frente. Se tivermos uma única chance, temos que aproveita-la da melhor forma que pudermos.

(Major Wheeler) – E nós vamos, Banjee. Não devemos descartar qualquer chance de retorno dos Drones. Temos que lidar com o que está acontecendo diante das dificuldades que enfrentamos. Nossa equipe enfrenta problemas por causa dos Reinos que entramos. Precisaremos estar preparados para qualquer reviravolta que aconteça.

Paralelo a isso, o Technetium continuava a correr por entre as ruas do deserto da Via 35. Nisso, ele continuou a percorrer o local, até ver que as coisas estavam calmas demais. Percebendo que poderia se colocar em risco, o piloto faz uma curva, indo em direção a areia do deserto, e nisso, ele recebe uma ligação um tanto misteriosa. Ao olhar para ela, vê que o Major Wheeler estava do outro lado da transmissão.

(Major Wheeler) – O que está fazendo?

-Apenas uma pequena missão de espionagem. Estou ficando atento a qualquer detalhe possível. – Sem falar nada, o Major Wheeler encerra a transmissão, enquanto o tal piloto misterioso para no alto de um monte, vendo a Via 35, tentando entender o que se seguiria daqui pra frente. Pouco a pouco, a tensão estaria crescendo a qualquer momento.

De volta a nova base de operações, Tezla olhou para seus equipamentos e nisso, viu os 35.000 que estavam do lado dele, cortesia da vitória de Karma no circuito de rua no deserto da Via 35. Ele analisava um radar, e ao mesmo tempo, se perguntando o que deveria fazer para conseguir cumprir o que tanto queria. Usando o radar para tentar encontrar a localização de Vert, ele sentia que precisava encontra-lo, considerando tudo que ele tinha feito para conseguir salvar as vidas de todos no Acceledrome, o maior medo que tinha era de que os Drones voltariam para conseguir cumprir o que tinham começado. Pouco a pouco, ficava bem claro que o medo de Tezla era algo diferente do que o esperado. Nisso, Lani ficou entre a porta, olhando para Tezla, que não falava nada.

(Lani) – Agora eu entendo o porque de você ter medo da primeira vez. – Tezla não falou nada, enquanto olhava para o radar e para os seus equipamentos. – O que está fazendo?

(Tezla) – Os Silencerz deixaram alguns vestígios durante a pequena incursão deles no Acceledrome. Estou tentando aplicar engenharia reversa nos equipamentos para conseguir melhorar os carros. – Olhando para os computadores, ficava claro que Tezla nunca tinha lidado com algo desse nível. – Mas ao mesmo tempo, estou usando o radar para tentar descobrir a última localização do Vert.

(Lani) – Os pilotos já estão desconfiando de suas ações nesse momento. Parece que estamos tentando equilibrar a calma e o controle entre eles. Mas no fundo, creio que o Kurt tem razão em desconfiar de você. Ele acreditava que você não era quem dizia ser, apesar de conhece-lo pouco.

(Tezla) – Admito que não sou quem eu era antes. Olhe pra mim, Lani. Não consigo nem ficar de pé sozinho. – O exoesqueleto que envolvia Tezla era a única coisa que o impedia de ficar de pé. Ao mesmo tempo, ele se perdia cada vez mais em seus experimentos. – Mas com esse dinheiro, vai dar para conseguir nos manter por algumas semanas. Mas o problema é que nem mesmo o meu financiamento está cuidando disso. Logo, será impossível sustentar um simples carro ou equipamento nessa nova base.

(Lani) – Sei que você está tentando descobrir aonde está o Vert. E sei também que está tentando entender o que está acontecendo. Você fala dos Silencerz como se soubesse mais do que quer contar.

(Tezla) – O que quer ouvir, Lani?

(Lani) – Eu fui sua maior apoiadora quando comecei a trabalhar com você. Pelo menos, eu peço um pouco de sinceridade. – Uma certa discussão estava acontecendo. O que complicava ainda mais as coisas era a relutância de Tezla em falar qualquer coisa.

(Tezla) – Se soubesse o que eu sei, estaria correndo sério risco. O líder dos Silencerz fez de sua missão pessoal tentar me derrotar em cada Reino de Corrida. O problema mesmo é que mesmo com o que temos, pode ser que tenhamos que enfrenta-los muito em breve. – Tezla suspirou, e ao mesmo tempo, sentiu que as coisas estariam se complicando mais do que o esperado. – O líder é um Major das forças armadas americanas. Anos de experiência e de combate o tornaram alguém diferente. Quando começamos a trabalhar nesse projeto, era para conseguirmos cumprir nossos maiores sonhos. No entanto, eu saí porque acreditava que estavam se apropriando de minha tecnologia e do que eu desenvolvi para eles. Fiz de minha missão encontrar o mundo dos Accelerons e em troca, ele decidiu se opor a meus planos e chegar até esse mundo primeiro, não importasse o que acontecesse.

(Lani) – Se esse Major sabe tudo sobre você, ele também deve saber sobre os outros pilotos e quem é quem da Teku e da Metal Maniacs. Se os Silencerz realmente conseguiram entrar aqui e tem um traidor em suas fileiras, então não sei mais o que dizer.

(Tezla) – Nunca soube o verdadeiro nome. Soube que o apelido dele nas forças armadas era Rabbit. Isso era a única coisa que eu sabia antes de deixar eles. Os Reinos de Corrida foram criados para testar o piloto definitivo, e os Silencerz estão se apropriando da tecnologia e aprimorando seus carros para se adaptarem aos Reinos facilmente. É como se eles estivessem evoluindo a cada corrida possível. Então eu me pergunto até aonde iremos para conseguirmos o que tanto queremos.

(Lani) – Doutor Tezla, alguma vez já parou para ver a si mesmo? No fundo, acredita tanto em sua ambição, que pensa que não é nem metade do homem que uma vez já foi. – Ela suspirava e ao mesmo tempo, via o que estava em sua frente. Pouco a pouco, o impasse se demonstrava um tanto visível. – Então me responda: O que o incomoda?

(Tezla) – O fato de que provavelmente devemos estar cometendo algum erro. E que no momento que eu perceber isso, pode ser que eu esteja condenando todos nós ao fracasso. – Nisso, Lani deixou Tezla a sós mais uma vez. Pouco a pouco, ele decidiu que iria continuar a procurar Vert por conta própria.

Nos armários, Karma olhava para seu capacete, se perguntando o que deveria fazer. Sua mente ainda estava meio confusa, e nisso, ela ficava se perguntando uma coisa. Olhando para o lado, ela viu a figura de sua irmã, Ângela, do mesmo jeito que estava. Os cabelos lisos e soltos, de tonalidade preta e os olhos azuis, junto de um batom vermelho que usava, ficava meio surpresa.

(Ângela) – Quer ser a corredora agora, irmãzinha? – Karma esfregou seus olhos, vendo que a imagem de sua irmã não estava mais em sua frente, e nisso, Taro se aproximou dela, ficando meio surpreso.

(Taro) – Karma? O que houve?

(Karma) – Pra ser honesta, nem eu sei o que aconteceu. Tem algo que eu não contei a nenhum de vocês. Apenas algumas das pessoas mais próximas de mim sabem desse segredo. – Os dois olham um para o outro, demonstrando uma incerteza diante do que estava acontecendo.

(Taro) – E que segredo seria esse que tem dificuldade de contar?

(Karma) – O segredo por trás de minha irmã. Ângela.

Continua...