A Face Oculta


Rei e Usagi ficaram sentadas na cama de Yuko enquanto a observavam tirar uma caixa de porte médio do fundo do guarda-roupa. Vendo a caixa, notaram que ela parecia bem empoeirada, como se estivesse guardada há anos.

"Ei, mamãe. Tem alguma coisa especial aí dentro?"

"Bem, só uns badulaques que usava no tempo da faculdade e um pouco depois de ter me casado com seu pai, mas acabou caindo em desuso, porém não tive coragem de jogar fora pois pensei que poderia prestar mais tarde, e esse dia chegou." Abrindo a caixa, Yuko retirou diversos pacotes, todos eles contendo objetos como chicotes, correias, trajes de couro preto, algemas e uma variedade de utensílios de sexo. Usagi mal conseguia conter sua surpresa por ver que sua mãe, uma mulher que aparentava ser uma dona de casa moralista e polida, tinha um lado tão secreto que era impossível demais pra crer.

"Caramba, mãe. Usava tudo isso? De verdade?"

"Claro, Rei. Sei que pode ser um tanto estranho sua mãe tão comportada possuir um segredo de cair o queixo." Yuko começou a se vestir com as peças agora desembrulhadas. Em poucos momentos, estava trajando um espartilho de couro preto com uma calcinha de renda combinando, luvas que iam até os cotovelos e botas de cano alto. Seus seios saltavam pra fora do espartilho e o pênis obtivo pelo poder Sailor, por cima da calcinha.

"N-nossa, mãe. Está tão...quente. Tão dominadora. Parece...uma rainha da noite."

"Pois é, Usagi. Era assim que me chamavam no tempo da faculdade: Rainha da Noite. Fui uma grande domadora sexual. Homens e mulheres caíam perante meus pés e uma vez que faziam sexo comigo, nunca mais conseguiam ser como antes. Claro, isso mudou depois que conheci seu pai. Decidi que queria me devotar a um único homem, especialmente por ter me apaixonado por ele. Mantive um pouco disso depois que casei e quando fiquei grávida de você, resolvi assumir a postura de dona de casa e mãe normal e foi assim...até agora."

"E como se sente agora?"

"Preciso ser sincera, Rei. Minha vitalidade nunca esteve tão alta. Foi como um bumerangue de lembranças que retornou com tudo. E então? Prontas pra se divertirem?"

As duas Sailors mostraram certa insegurança quanto à pergunta, mas precisavam reconhecer que sua mãe nunca esteve tão linda quanto agora e sabendo que tinham, de certa maneira, cruzado a linha, iriam até o fim.

"Sim, mamãe. Mostra tudo que sabe."

"Concordo, Usa-chan. Meu pau está pronto pra queimar."

"Isso é bom, mas terão que ir com calma. Venham aqui." Yuko levou as garotas até em cima da cama e algemou-as com os braços pro alto, cobrindo seus membros sexuais com protetores de couro usados pra estimulá-los e conter a vontade de gozar. Ligados aos protetores, uns fios foram encaixados a um tipo de bateria, emanando leves estímulos, mas o bastante pra vibrar os membros.

"Ohhh. Que gostoso. Sinto como que uma corrente me tomasse de dentro pra fora." Usagi disse quase gritando.

"Sempre me perguntei como seria usar uma troço desses...e é muito foda."

"Em geral, eu repreendo linguagem vulgar, Rei-chan, mas desta vez deixarei passar. Agora sejam boas meninas e façam seu trabalho." Sailor Sedna exibiu seu enorme pênis diante dos rostos delas, ambas lambendo com vontade e prazer. Foi uma disputa que por pouco não virou uma briga de cães por um osso, contudo foram revezando ao fazer o boquete. Yuko sentia-se como se fosse sugada e gemia de excitação.

"Ohhh. Que maravilha. Quem diria que ter um pau fosse algo incrível. Chupá-los é sem igual, mas ser chupada...é uma loucura. Suguem mais. MAIS."

Sailor Moon e Mars iam na ordem da mãe e metiam as bocas sem parar, ao passo que gemiam em êxtase pelas vibrações em seus membros.

"Hmmm. Meu pinto parece estar crescendo a cada momento. Quero gozar."

"Por favor, mãe. Deixe Rei e eu soltarmos nosso gozo. Está quase explodindo."

"Só mais um pouco, queridas. Deixem eu gozar e daí libero vocês. E já está quase lá. Abram suas bocas. Quero que engulam tudo."

"S-sim, mãe. Nos jogue essa porra cremosa. Queremos beber." Usagi gemia ferozmente. Rei tremia e sentia sua pele arrepiar cada vez mais e junto a Usagi, se colocou em posição de frente ao membro de Yuko com a boca bem aberta.

"P-preparem-se, garotas. Está vindo. Está pra...sair. Está...GOZANDO." Yuko jorrou uma grande quantia de gozo perante os rostos das filhas, que engoliam deliciosamente todo aquele creme branco. Depois de jorrar tudo, ela caiu pra trás da cama, massageando os peitos saltados pra fora do espartilho. Usagi e Rei gemiam suplicantes.

"Mãe. Por favor, solta Rei e eu. Estamos a ponto de estourar."

"Sim, mãe. Nos suplicamos."

"Ok, mas me chamem de mestra. Vocês são minhas escravas e como tal," Yuko passou a mão pelos pênis delas. "isto me pertence pra eu fazer como quiser."

"Sim, mamãe, digo, mestra. Faremos tudo que quiser."

"Somos suas servas submissas. Estamos às suas ordens, mas nos solte."

Yuko sorriu maliciosamente e desligou a bateria, tirando os protetores que se mostravam bem úmidos por dentro, considerando o frescor do lado externo. Os membros delas tinham semelhança com um vulcão pronto pra entrar em erupção. Levando-as pra fora da cama, Yuko deitou Usagi no chão de barriga pra cima e se posicionou sobre o pau dela, descendo bem devagar e introduzindo-o em sua vagina.

"Ahhh. Delícia. O pau da minha filhinha está dentro de mim. Você está bem, Usagi?"

"Sim, mestra. Está tão bom. Como se sente?" "Como se um incêndio tomasse conta do meu corpo, mas desejo mais. Rei, bota sua espada na minha bainha. Enfia no meu rabo."

"Seu desejo, mestra, é um prazer. Toma." Sailor Mars veio rapidamente e num forte impulso, enfiou seu órgão masculino no traseiro de Yuko, afastando sua calcinha no processo.

"AI. Como dói, mas tá tão gostoso. Posso sentir suas coisas me penetrando como duas cobras. Façam seu trabalho ou as punirei." Ela ordenou quase suplicando, estalando sua vara-chicote no chão, quase pegando Usagi.

As duas Sailors iam e viam sacudindo os orifícios de sua mãe, estimulando cada fibra do corpo dela com entusiasmo e prazer. A essa altura, não davam a mínima de que estavam numa orgia com sua mãe, que por sua vez via mais as filhas como amantes sexuais, lhe propondo instantes quase infinitos de torpor e sexo.

"Caceta. Que coisa louca. Dupla penetração é fogo na roupa. Sempre quis experimentar isso, e teria conseguido se não tivesse sido pedida em casamento. Depois de casada, decidi ser mulher de um só homem, mas agora...fico satisfeitíssima de ser fodida por minhas filhas super heroínas. Sou uma verdadeira super mãe."

"Está tão bom assim? Eu quero na próxima."

"Eu também, Rei. Já usei vibradores, mas aposto que não se comparam com membros de verdade. Queria ter sentido do meu ex-namorado, mas o cafajeste...ah, nem ligo mais pra ele, só quero vocês. Ah, acho...que estou pronta pra disparar."

"Eu também, Usa-chan. Mestra. Como vai ser?"

"Espirrem em mim. Jorrem com tudo nos meus buracos. Quero cada gota. Quero que me engravidem. Me deixem grávida."

"Você que manda. Está pronto pra sair. Vai sair." "O meu também. Hora de soltar. Mamãe, tenha nossos bebês."

"Lancem, lancem. Estou doida. Estou excitada. Estou queimando por dentro. Gozem dentro. ESTOU GOZANDO."

"AAHHHHH. QUANTO GOZO. QUANTA PORRA." Gritaram as três de uma vez, tomadas como que tivessem sido eletrocutadas. O pau de Yuko espirrou sobre o corpo nu de Usagi, que soltou tudo pra dentro da mãe, percebendo um pouco de sémen transbordando pra fora de sua vagina. Rei disparou tanto no traseiro da mãe adotiva que não foi difícil ver o excesso derramar pro lado externo. Após isso, as três desmaiaram.


Usagi despertou passando a mão na cabeça pra limpar o excesso de suor. Ao olhar pro relógio, viu que ficou inconsciente por mais de uma hora.

"Mãe? Rei? Acordem. Como estão?"

"Como estou, Rei-chan? Pareceu que dei voltas pelo mundo na velocidade da luz. Tá tudo girando, mas agora estou bem." Rei deu um beijo apaixonado na bela loira, comprovando de novo seu amor por ela. Usagi recebia o beijo bem arrepiada.

"Ei. Se incomodariam de se separarem um pouquinho pra eu me erguer?" Perguntou Yuko brincando. As duas abriram o caminho pra ela.

"Como se sente, mamãe?" "É. Diz aí. Foi bom?"

"Se foi bom? Foi como uma onda de choque me tomando por inteira. Reacendi o fogo de prazer que pensei ter perdido e tudo graças às minhas fofinhas. Obrigada."

"Foi um prazer, mãe, mas creio que gastamos mais energia do que pensamos. Olhem." Usagi apontou pro seu ventre e reparou que seu pênis tinha sumido. Rei e Yuko viram estar também sem suas partes sexuais.

"Devemos ter voltado ao normal quando apagamos, mas não faz mal." Rei se aconchegou aos corpos nus de sua mãe e irmã/namorada, buscando aquele calor que só uma família de verdade poderia oferecer. "Fico feliz de estarem comigo. Eu amo vocês."

"Também amamos você, minha florzinha. Sempre quis uma segunda filha e meu coração se alegra por ser você, principalmente por ter ajudado Usagi quando ela precisou."

"Faria tudo por ela, mãe, e por você também."

"E eu por vocês. Olha, estou ficando com fome."

"Não é novidade, se tratando de você. Vou lá preparar o jantar enquanto vocês duas tomam um banho. Depois de arrumarmos a casa após comermos, terei uma sobremesa bem especial pras duas. Agora, pro banho."

"Ok, mamãe. Rei-chan, posso lavar suas costas?"

"Mas é claro, minha coelhinha, e um pouco mais abaixo delas, se quiser." Rei segurou a mão de sua namorada com carinho e a puxou em direção ao banheiro, ao passo que Yuko seguiu contente para a cozinha, sem se dar conta que ainda vestia sua roupa masoquista...ou talvez ainda soubesse.

Continua...