Já ouviram falar da "Lei de Murphy"? Aquela que diz "Tudo que puder acontecer de ruim, vai acontecer!"? Pois bem, eu acho que deveriam mudar o nome dessa lei para "Lei de Ginny Weasley", porque definitivamente a ruiva não tem passado por dias fáceis…
Quando Ginny caiu da cama naquela manhã, ela sequer reclamou. Aquilo era o menor dos problemas que estava enfrentando durante aquela semana. Tudo começou quando decidiu dormir tarde no domingo, depois disso foi só ladeira a baixo.
Na segunda, se atrasou para a primeira aula que, para sua sorte, era com o professor Snape. E naquele mesmo dia esbarrou com Pansy Parkinson e teve que aguentar as provocações infantis e sem nexo da sonserina.
Na terça-feira, ela chegou cedo à aula de história da magia, no entanto, a sorte ainda não sorria para ela, visto que, naquela mesma manhã, ela deixou um caldeirão explodir na aula de poções. Snape devia querer matá-la.
Então chegou a quarta-feira e Ginny descobriu que havia esquecido de terminar o dever de transfiguração. Não era preciso dizer que Minerva ficou decepcionada com a Weasley, além de, claro, tirar alguns pontos da casa.
Na quinta-feira, uma chuva horrenda começou no momento em que a garota voltava para o castelo após tirar algumas dúvidas com a professora de herbologia, nas estufas. Na tarde daquele dia, ela descobriu estar com um resfriado horrível e teve que perder algumas aulas, dentre elas, poções.
— Não se preocupe, Ginny. Snape te odeia, mas ele entende que qualquer um pode ficar doente — Rony falou, na tentativa de acalmar a irmã.
Eram quase dez horas da noite quando madame Pomfrey liberou a Weasley e ela passou pelo quadro da Mulher Gorda, voltando à sala comunal da Grifinória. Agora ela estava sentada no sofá, recebendo cafuné de hermione e ouvindo as ladainhas do irmão sobre como tudo ficaria bem.
— Essa semana foi um saco! Eu não quero nem imaginar amanhã. Dizem que o pior sempre fica pro final — a ruiva resmungou.
— Tecnicamente, o final é no sábado. Então amanhã pode não ser o pior dia.
— Ronny! — Hermione exclamou repreendendo o garoto. - Você não está ajudando sua irmã assim.
— Ele tem razão, Mione. Devo estar preparada para o fim de semana — Ginny falou, se levantando do colo da amiga. — Se tudo correr bem, o máximo que conseguirei é uma expulsão…
— Acalme-se, Ginevra! Não é pra tanto — o Weasley falou rindo.
— Ginevra?! — repetiu chocada. — E eu achando que o dia não ficaria pior. Pare de me assim, Ronald!
— Ronald? Você parece até a mamãe falando assim!
— Chega, vocês dois! Acho que é melhor irmos dormir, não queremos que a Ginny se atrase de novo — Hermione falou, se colocando de pé e estendendo a mão para a amiga.
— Tem razão… — os dois irmãos concordaram em um suspiro.
— Espera, cadê o Harry? — Ginny perguntou antes de subirem para os dormitórios.
— Resolvendo problemas com o Dumbledore… — Hermione sussurrou para ela.
— Como ele consegue fazer isso e não se atrasar?
— Talvez, ser o eleito dê poderes especiais — Rony brincou, recebendo um olhar feio das duas garotas.
A sexta-feira parecia passar de maneira arrastada. Ginny sentia os olhos pesados enquanto o professor Flitwick falava sem parar. Ela realmente queria prestar atenção naquele feitiço, mas não conseguia se controlar.
— Ginny, acorda. Quer um beliscão para despertar? — Colin Creevey perguntou ao seu lado.
— Eu 'tô bem. Só preciso que essa aula acabe logo…
Com um esforço enorme e os cutucões que recebia de Colin, a Weasley conseguiu aguentar até o último momento da aula, que era a última daquele dia.
Quando saiu da sala, Ginny correu apressada até o dormitório, desejando conseguir cochilar um pouco até a hora do jantar, afinal, era sexta-feira e queria se divertir no salão comunal com os amigos à noite.
Se jogou na cama e não demorou muito para apagar, sonhando com mil e uma coisas dando errado em sua vida. Era impressionante como até em sonhos, Ginny conseguia ser azarada.
Quando a garota abriu os olhos e se espreguiçou, notou que já estava muito escuro e que todas as colegas de quarto já dormiam. Saltou da cama desesperada e olhou o relógio.
— Mas que merda! — exclamou nervosa ao descobrir que eram três da manhã.
Havia dormido muito. Muito mesmo. Perdeu o horário do jantar e toda a diversão. E agora não tinha sono nenhum, visto que havia dormido umas oito horas completas.
Sentiu a barriga roncar e suspirou frustrada. Ainda estava de uniforme, portanto deveria se lavar antes de pensar em como saciar sua fome.
Com o banho tomado e vestida em seu babydoll vermelho, Ginny colocou um roupão verde por cima do pijama, suas chinelas, e saiu da sala comunal, passando pela Mulher Gorda e recebendo um olhar feio.
— Você sabe que horas são, garota? — a mulher no quadro perguntou em um sussurro nervoso.
— Desculpe! Mas eu estou faminta!
— Esses jovens… — a pintura murmurou antes de se virar para dormir de novo.
Caminhou apressadamente até a cozinha, sorrindo quando abriu a porta e entrou, vendo tudo silencioso. Pegou um pote de biscoitos em uma prateleira alta e, ao se virar para abri-lo, gritou e soltou o pote, que se desfez em cacos no chão.
Draco Malfoy estava sentado na outra extremidade da cozinha, distraído, comendo um bolinho. Quando ouviu o grito e o som do vidro se estilhaçando, levantou os olhos e encontrou Ginny vermelha e respirando pesadamente.
— Pelos céus, Weasley! Se quer se entregar, use um Sonorus e anuncie que invadiu a cozinha!
— Eu me assustei! — ela explicou, ainda tentando normalizar a respiração.
— Com o quê? — ele perguntou, se levantando e indo até ela.
— Com você! — respondeu como se fosse óbvio.
— Estou ofendido. De verdade — o loiro disse rindo. Ele revirou os olhos e usou um feitiço para consertar o pote, que voltou para a mão da garota. — Está com sorte que os elfos parecem não ter ouvido o barulho.
— Sorte? — perguntou irônica. — Definitivamente alguma coisa pior vai acontecer. Eu não tenho sorte.
— Estou vendo que é bem otimista também — comentou no mesmo tom, enquanto voltava a se sentar e comer o bolinho.
— É sério… Essa semana foi um tormento! — contou enquanto se sentava na bancada. — Eu estou aqui porque inventei de cochilar um pouco até a hora da janta.
— E só acordou agora?
— Pois é. Perdi a janta e ainda fiquei sem sono. Sem contar que estou faminta.
— E vai comer só esses biscoitos? Isso não enche. Talvez se comer o pote todo… Mas ainda assim...
— Eu já quebrei isso — Sacudiu o objeto de vidro chacoalhando os biscoitos —, não vou arriscar colocar fogo na cozinha.
Draco riu alto e balançou a cabeça. Ele se levantou e pegou alguns ovos em uma cesta e, sob o olhar atento da ruiva, começou a preparar uma omelete.
— O que é isso?!
— Comida de verdade.
A garota ficou calada enquanto observava o loiro virar algumas vezes a massa na frigideira. Ela não queria se iludir, mas torcia para ele estar preparando aquilo para ela, pois o cheiro era delicioso. Quando Draco terminou, ele colocou a omelete em um prato e levou até ela.
— Isso é… sério? — ela perguntou incrédula.
— Não. É omelete. Coma primeiro, me agradeça depois.
— Muito obrigada. De verdade — sussurrou corada.
— Não ouviu o que eu acabei de dizer, Weasley? — questionou rindo e voltando a se sentar.
Ficaram em silêncio enquanto Ginny atacava o prato à sua frente. Ela estava impressionada com as habilidades culinárias de Malfoy, nunca imaginou que ele soubesse fazer qualquer coisa, ainda mais algo tão gostoso. Quando terminou de comer, reparou que ele a olhava de maneira pensativa, como se a analisasse.
— Obrigada. Estava muito bom — agradeceu ruborizada e ele apenas mexeu as mãos como se dissesse que estava tudo bem.
— Você ainda namora aquele cara da Grifinória? — o loiro perguntou depois de uns segundos em silêncio. — Eu não sei o nome dele.
— Dean. E não, nós terminamos. Eram muitas brigas. E ele era um idiota, às vezes.
— Por quê?
— Eu contei para ele que estava me sentindo mal porque apareceram umas estrias nos meus seios, e ele disse que "nada é perfeito, é só focar em alguma parte que não tem estrias" — Ginny engrossou a voz, fingindo imitar o rapaz na última parte. — Isso foi a gota d'água para mim.
— Ele foi bem idiota, hein? — Malfoy falou pensativo.
Ele percebeu que a garota estava contando sobre aquilo para alguém pela primeira vez. Ela estava levemente corada, talvez por perceber o que acabara de dizer, mas ao mesmo tempo, parecia aliviada em poder desabafar.
— Foi mesmo! O que você teria dito?
— Se você tivesse falado comigo sobre estrias nos seus peitos? — perguntou com as sobrancelhas arqueadas e viu ela acenar positivamente, apesar de estar ainda mais corada. — Eu teria pedido para vê-los.
Ginny arregalou os olhos e sentiu seu rosto queimar. Ela deveria estar mais vermelha que o pijama que usava por baixo do roupão. Draco riu da expressão surpresa da garota e continuou:
— Quando eles estivessem na minha frente, eu diria que são lindos e que não tem nada de errado com eles. — Fez uma pausa e reparou que a garota dava um pequeno sorriso. — E quer saber o que eu faria depois?
— Não! — Ginny exclamou envergonhada, fazendo o loiro sorrir de lado. — Mas obrigada por elogiar os meus peitos.
— Disponha. E quanto ao… Eu não lembro o nome dele, mas enfim… Fez bem em chutá-lo.
— Às vezes eu acho que ele me jogou uma praga depois que terminei com ele. Isso explicaria a minha péssima semana — comentou frustrada.
— Não duvido nada. Não é sempre que você namora uma ruiva gostosa e gente boa. Qualquer um perderia a cabeça depois de um término.
— Por que você está me elogiando? — perguntou sem jeito.
— Eu vi que o panaca te deixou meio abalada. Estou querendo te pôr 'pra cima. E também não estou mentindo. Você é bem bonita — falou de forma natural.
— Você realmente mudou, não foi? — ela disse sorrindo para ele.
— Tive que mudar. É engraçado como as coisas são… — o loiro murmurou de maneira pensativa. — Quando eu percebi que era só um fantoche ridículo de você sabe quem, tudo virou de cabeça para baixo. Mas foi bom. Eu só precisei aceitar a ajuda de Dumbledore para perceber que tudo ficaria bem e eu não precisaria continuar com aquilo que estava me matando por dentro.
— Eu fiquei muito feliz na época, sabe… Por você finalmente ter ficado livre de tudo. E ver que você, um Malfoy, estava largando o lado deles, me deu muita esperança.
— Às vezes eu tenho medo de que algum sonserino maluco e fanático tente me matar durante a noite… Ainda bem que eu durmo no quarto dos monitores — comentou divertido. — E enquanto eu estiver em Hogwarts, estou seguro. E meus pais também. Dumbledore cuidou de tudo. Além do mais, mesmo que me doa admitir, eu acredito que o testa rachada vai vencer.
— Esse apelido é terrível! — Ginny disse tentando parecer séria, apesar de haver um tom risonho em sua voz. — Mas tem razão, ele tem grandes chances de vencer. E então você ficará ainda mais livre. Sem medo de sonserinos fanáticos.
— Isso seria ótimo — ele concluiu sorrindo. — Falando em Sonserina… você fica muito bem de verde. Poderia ter sido uma sonserina e tanto.
A ruiva corou e riu, abaixando o olhar para seu roupão verde escuro. Ela realmente ficava bem naquela cor, apesar da roupa estranha e enorme não colaborar.
— Eu fico melhor de vermelho — falou sorrindo de lado.
— Tenho minhas dúvidas.
— Vou te mostrar, então — retrucou, tomando coragem e descendo da bancada.
Já no chão, ela abriu o roupão de forma rápida e revelou seu pijama curto e vermelho. Draco arregalou os olhos, surpreso, e sorriu malicioso enquanto a olhava de cima a baixo.
— Realmente… o vermelho ganhou — declarou com a voz rouca.
Ginny sorriu abertamente e voltou a se tapar, se sentindo poderosa pelo olhar que havia recebido do tão popular e cobiçado sonserino.
— Suas sardas descem por todo seu colo — ele comentou ainda a encarando. — Achei bem sexy.
— Malfoy! — exclamou corada. Ela não estava acostumada com o jeito tão direto dele.
— Faz quase duas horas que estamos conversando aqui, acho que já pode me chamar de Draco.
— Draco… — falou suavemente, como se experimentasse aquele nome em sua boca.
O rapaz engoliu em seco ao ouvi-la pronunciar seu nome. Parecia tão certo nos lábios dela. Ele sempre achou Ginny uma garota linda e atraente, mas seus pensamentos preconceituosos e infantis nunca o permitiram se aproximar para um flerte.
No entanto, agora que ele estava maduro e havia deliberadamente mudado seu lado e seus pensamentos, percebendo como fora idiota anteriormente, nada o impedia de dizer a garota o quanto se sentia atraído fisicamente por ela. E depois daquelas duas horas de conversa, a achou divertida e interessante o bastante para dizer que se sentia atraído não só fisicamente.
— Ginny — ele chamou, também experimentando aquela nova palavra em sua boca. — Gostei de dizer seu nome.
— Na verdade, Ginny é um apelido — contou rindo da expressão surpresa dele. — Meu nome é Ginevra. Mas, por favor, não conte isso para ninguém!
— Ginevra… é lindo. Não gosta? — perguntou chocado e quando viu ela concordar, negou com a cabeça. — Eu achei incrível. Esse era o nome da esposa do Rei Arthur, em algumas traduções.
O loiro se levantou e caminhou até parar bem próximo à garota, que continuava sentada na bancada e o olhava de maneira ansiosa. Ele pousou as mãos suavemente nos joelhos dela e separou as pernas femininas o suficiente para se encaixar entre elas.
Se abaixou lentamente e encostou os lábios na orelha dela, afastando alguns fios ruivos no processo.
— Olha como seu nome soa sexy… — ele sussurrou, as mãos ainda pousadas nos joelhos da ruiva. — Ginevra… É quase uma súplica.
— Draco… — Ginny falou com dificuldade, levando as mãos até o ombro masculino e o segurando ali.
— Meu nome também soa sexy quando é você falando. Imagina gemendo…
A Weasley arfou ao ouvir aquela frase e apertou ainda mais os ombros de Draco. O rapaz mordeu o lóbulo de sua orelha e aquilo a fez suspirar extasiada. Estava perdidamente atraída pelo sonserino.
— Posso te beijar, Ginevra? — perguntou, levantando o rosto e a encarando.
— Por favor, faça isso! — praticamente implorou, fazendo o homem sorrir convencido.
Os lábios se uniram de maneira rápida e intensa. Uma das mãos de Draco foi até a nuca de Ginny e puxou seus cabelos levemente, fazendo-a erguer a cabeça no momento em que ele invadia sua boca com a língua. A outra mão do homem deslizou pelas pernas torneadas e apertou de leve as coxas claras.
Ginny enfiou uma das mãos nos cabelos sedosos de Draco e ficou acariciando ali, enquanto passeava com sua mão livre pelos braços tonificados do homem. As línguas se enroscavam e Ginny tentava suprimir o suspiro de prazer que queria escapar de seus lábios.
Quando Draco mordeu o lábio inferior da garota e o puxou, encarando-a nos olhos, foi inevitável deixar escapar um gemido, e o loiro sorriu ao ouvir o som saindo dos lábios rosados.
— Ah, Ginevra… você me deixou doido falando dos seus seios e depois me mostrando esse corpo delicioso…
O loiro passou a deixar beijos e mordidas no pescoço alvo e Ginny gemeu enquanto apertava mais as pernas em torno da cintura do homem, aumentando o contato entre eles.
— Draco… quero que me mostre o que iria fazer com meus seios se os visse… — pediu com a respiração ofegante.
— Será um prazer!
Draco levou as mãos até a corda do roupão e a desamarrou devagar, sem desviar os olhos da ruiva, que o encarava intensamente. Quando Malfoy estava prestes a abrir o robe, a porta foi aberta em um rompante, sobressaltando os dois.
Filcher olhava-os com um sorriso maldoso enquanto acariciava Madame Nora que estava em seu colo e ronronava alto.
— Minha Nora nunca erra… — falou com a voz arrastada. — Vocês dois, venham comigo.
Ginny sabia que não deveria ter confiado na sorte. Era óbvio que algo ruim iria acontecer, afinal, era ela. E tudo de ruim que tinha que acontecer, acontecia.
Estava sentada em frente à mesa do diretor Dumbledore e não sabia onde enfiar a cara. Draco estava ao seu lado e não parecia nem um pouco abalado com o flagra que haviam sofrido.
Filcher não poupou detalhes quando alegou que os pegou se agarrando na cozinha, o que levou a Weasley a quase sofrer um desmaio. O loiro, por outro lado, apenas sorriu feliz.
— Senhorita Weasley, não precisa ficar tão nervosa. Eu sei como os jovens são — o diretor disse calmamente. — Além do mais, devo dizer que estou verdadeiramente feliz por vocês dois.
Ginny arregalou os olhos e corou ainda mais, fazendo Draco rir discretamente. O diretor sorria também, achando graça daquela situação toda entre eles.
— Eu tenho que dar uma detenção para vocês, mas não se preocupem, não vai ser algo que tome muito o tempo de ambos. Quero que aproveitem o momento juntos — Dumbledore falou piscando. — E vou lhes dar uma dica… Usem a Sala Precisa. Ninguém vai interrompê-los lá.
Pela primeira vez desde que entraram no escritório, Draco demonstrou outra expressão, fazendo uma cara de surpresa. Mas nem chegava aos pés do perfeito "o" que se formou na boca de Ginny.
— Diretor Dumbledore… eu nem sei o que dizer — confessou meio perdida.
— Não diga nada, minha querida. Apenas vão para seus quartos e durmam. Terão todo o fim de semana para aproveitar!
Os alunos saíram da sala do diretor, ainda meio chocados. Ginny continuava constrangida, mas Draco, por outro lado, se sentia feliz. Dumbledore realmente era um cara legal.
— Então, Ginevra… continuamos amanhã à noite, na Sala Precisa?
— Estarei lá, Draco — falou sorrindo pequeno.
O rapaz se aproximou e selou seus lábios em um beijo de despedida, antes de se virar e acenar. Ginny suspirou e sorriu. Quem diria que, de uma onda de azar, ela teria a sorte de encontrar Draco e se envolver com ele.
É como sempre dizem: toda lei tem uma exceção. E na lei de Ginny Weasley, a exceção é Draco Malfoy.
