An Unexpected Partner

Capítulo 19 — Sutil Conquistador

Assim que entramos em seu quarto eu fui direto para a caixa de música. No caminho retirei minha jaqueta e joguei na cadeira de sua escrivaninha enquanto olhava os títulos com uma mão, com a outra retirei meus sapatos. E percebi pelo canto de olho, que Edward fazia o mesmo.

Logo achei a música perfeita que além de nos ajudar a treinar ainda era bem sensual.

— Pronto? — eu perguntei enquanto eu colocava Smooth Operator da Sade.

— Pronto — ele disse e eu me aproximei dele enquanto a batida da música começava. Eu girei meu corpo, rebolando meu quadril até para do seu lado. Ele já me esperava com a mão na posição, e eu a segurei, já colocando a mão em seu ombro enquanto sua outra mão ia na minha cintura e começamos a nos mover.

Olho no olho. Íamos dançando, o bancar do meus quadris acompanhando o ritmo da música, e os passos de dança se complementando. Logo ele me girou e me parou de costas para ele. Nossos corpos colados, suas mãos soltaram da minha cintura e foram deslizando por meu estômago e subindo. Eu sorri para seus movimentos até suas mãos tocarem meu pescoço, fechando em torno dele.

Eu me arrepiei sentindo a mudança de sua atitude. E me sentindo ousada continuei a rebolar sentindo sua virilha contra a minha bunda.

Seus dedos põem um pouco de pressão no seu aperto e eu sorri. Minhas mãos descem e vão para sua perna onde eu as aperto. E eu aos poucos pude sentir o volume de suas calças ficar maior e mais rígido.

Logo eu toquei sua mão em meu pescoço e me afastei e comecei a tirar minha blusa e o sutiã. E me aproximei dele de novo que estava me olhando, seus olhos brilhando de fome mal reprimida. Parecia que ele mal podia se conter comigo, definitivamente era isso que eu mais amava nele.

O quanto ele me queria e o quanto ele não conseguia mais esconder isso de mim.

Eu me aproximei dele e puxei sua camiseta para cima e ele me ajudou a tirá-la. Joguei sua blusa longe e beijei sua mandíbula e desci para o seu pescoço. Tomei meu tempo o beijando. E ele permaneceu parado, mas suas mãos estavam em punhos. Fofo. Ele estava me deixando brincar.

Desci beijando seu torso, e ao mesmo tempo desfiz o cinto de sua calça. Quando soltei eu me foquei em beijar seu torso, e passar a minhas unhas por suas costas. Ele respirava pesadamente, e seus olhos estavam presos em tudo que eu fazia.

Eu então me ajoelhei no chão na sua frente, e olhei em seus olhos enquanto abria o botão de sua calça e o zíper. Depois abaixei sua calça e ajudei ele a tirá-la, deixando-o só com cueca que não escondia sua excitação.

Lambi os lábios enquanto passava a mão por suas pernas, passando principalmente a unha enquanto eu subia até a borda da cueca. Eu podia sentir sua pele se arrepiando em resposta e seu olhar era pura expectativa.

— Você não precisa fazer isso — ele disse, mas eu podia ver que ele queria que eu fizesse.

— Observe-me — foi tudo que respondi antes de tirar sua cueca e liberar seu pau duro.

Segurei seu pau com uma mão e comecei a masturba-lo, lentamente, movendo minha mão para cima e para baixo. Então me aproximei lentamente direcionando seu pau até meus lábios onde beijei a ponta.

Ele soltou um gemido de prazer, me estimulando a continuar o que eu estava fazendo. Então lambi a ponta, soltando bastante saliva para umedecer a pele para facilitar o movimento de minhas mãos. E então envolvi meus lábios em torno da glande e chupei.

Seus gemidos e caretas de prazer, eram tudo o que eu precisava para eu levar isso ainda mais longe. Eu tomei cada vez mais de seu comprimento em minha boca, intercalando com os movimentos da minha mão.

Minha própria excitação era grande, vê-lo assim perdido no prazer que eu lhe proporcionava era extremamente excitante para mim. Eu sentia meu corpo doer de necessidade. Apesar de meu joelho doer por conta da posição, eu me mantive firme no que eu fazia.

Eu o levava até o fundo, sentindo-o bater em minha garganta e voltar. O som de sucção e seu gemido era a única coisa que eu ouvia naquele momento.

Eu vi o exato momento que Edward não conseguiu mais se controlar, suas mãos entrando em ação enquanto ele pegava meu cabelo, eu abri a boca e relaxei e deixei que ele fodesse minha boca da forma com ele queria. E eu fiquei ali, a baba escorrendo por meus lábios, os meus olhos presos nele.

Ele se afastou de uma vez me soltando e apertando a ponta do seu pau por um segundo. Eu me levantei e aproveitei para tirar o restante da minha roupa. Me livrei da calça e calcinha ao mesmo tempo, joguei de lado e fui até ele.

Eu o empurrei para cama e ele foi, se sentando na mesma e eu subi em seu colo, o puxando para um beijo. Eu forcei seu corpo para trás, para que ele deitasse enquanto nos beijávamos. Eu estava tão excitada que precisava de algum atrito senão eu ficaria louca.

Com uma perna de cada lado dele, me sentei em cima de sua virilha, sentindo seu pau entre minhas dobras molhadas. Era todo o estímulo que eu precisava. Comecei a roçar minha buceta em seu pau, enquanto nos beijávamos. E logo suas mãos vieram para minha bunda me estimulando a ir cada vez mais rápido, eu gemia em sua boca.

Acabei por me afastar dele.

— Camisinha.

— Na escrivaninha — ele respondeu e eu sai de seu colo e engatinhei até a escrivaninha e peguei a camisinha e voltei. Ele tinha se ajeitado na cama, subindo pouco seu corpo para que suas pernas ficassem em cima da cama também. Voltei a subir em cima dele e abri o pacote pegando a camisinha e a deslizei sobre seu pau, me ajustei em cima dele e rocei um pouco mais contra ele, então me ajustei levantando o meu quadril, Edward me ajudou a guiar seu pau para minha entrada e logo que ele encaixou eu me abaixei, sentindo-o deslizar para dentro de mim. Eu joguei a cabeça para trás gemendo de prazer. Comecei a rebolar em seu colo, subindo e descendo com força e velocidade. Levei meu torço até seu rosto, para que ele pudesse chupar meus seios sensíveis, e ele não se fez rogado, chupando-os com força do jeito que eu queria.

As sensações eram demais, meu corpo zumbia de prazer e necessidade. Meu orgasmos se construindo a cada movimento de meu quadril, meu corpo se movimentava por puro instinto do que ele precisava.

E o corpo quente de Edward embaixo de mim só me estimulava mais, suas mãos em meu corpo, apertando cada parte de mim que ele conseguia com suas mãos fortes. Seus lábios em torno do meu mamilo mordendo, fazendo com que a picada de dor aumentasse meu prazer.

Eu poderia ficar presa nesse momento para sempre.

Um gemido agudo de prazer saiu de meus lábios antes que meu orgasmo finalmente me atingisse, fazendo com que eu desabasse em cima de Edward que erguia seus quadris para continuar estocando dentro de mim. Ele grunhia de prazer em meu ouvido, então ele gemeu, eu o senti gozando.

Eu me aconcheguei contra ele, meu fôlego vindo em fôlegos curtos. Eu podia sentir meu coração batendo veloz em meu peito, meu corpo se acalmando aos poucos, deixando só o cansaço.

Eu me levantei fazendo com que o pênis saísse de dentro de mim, e me deitei ao lado de Edward. Ele aproveitou para tirar o preservativo e amarrá-lo jogando-o no lixo.

Puxamos o cobertor e nos cobrimos, virei de lado e senti seu corpo se encaixando contra o meu, me abraçando eu sorri derretida.

— Sabe, eu estive pensando. Eu sei que é rápido, que o nosso relacionamento está começando agora, mas eu... Eu não sei — eu me enrolei com as palavras e me virei para ficar de frente para ele e olhar seus olhos — eu pensei, que talvez... Mas só se você quiser, eu não estou obrigando você nem nada...

— Ok, eu entendi — ele falou me parando, com um sorriso nos lábios — diga.

— Você quer morar lá na minha casa comigo depois que o casamento passar? — falei bem rápido, e esperei. Seu rosto revelou surpresa, algo que claramente ele não estava esperando.

— Você não quer esperar e ver se vamos dar certo? — ele perguntou.

— Edward, eu te conheço a vida toda. Nós dois nos conhecemos muito bem, brigamos a maior parte da nossa vida, sabemos como irritar um ao outro como ninguém, e sabemos tanto como fazer, quanto evitar. E sempre gostamos um do outro mesmo que não falássemos. Então eu não estou contando que vamos dar errado, você está?

— Não, eu não estou — ele sorriu — sim, eu quero morar com você. Eu quero ficar com você pro resto da minha vida.

— Agora isso é uma boa resposta — falei beijando suavemente seus lábios. Logo sentimos um peso na cama o que me fez levar um susto, até ver Milk vindo pro meio de nós dois e se aconchegando.

Eu olhei meio horrorizada para Edward que tinha uma expressão igual.

— Será que ele nos viu transando? — ele perguntou.

— Eu acho que tem uma grande chance de que sim.

— Oh meu deus — ele disse e olhamos em volta e logo vimos Shake dormindo na caminha que Edward havia comprado para ela — oh deuses eu momentaneamente me esqueci deles, eu sou um pai horrível.

Eu não aguentei e comecei a rir, abracei Milk que miou protestando antes de se esticar entre nossos corpos e eu revirar os olhos pro gato gordo folgado.

Edward logo relaxou olhando para nós e logo nos aninhamos em torno de Milk e dormimos.