Capítulo 19 – Neelam Pari (Fada azul)

Bulma estava na pista de dança e viu todo desenrolar dos fatos, desde a dança de Chichi até o momento em que seu irmão sentou-se, contrariado, ao lado de Caulifla, os dois emburrados, ele de olhos fechados e ela olhando para o outro lado, parecendo irritada. De repente, ela olhou para o lado e viu que Vegeta a encaravat, com uma expressão que ela não sabia decifrar, algo entre curioso e preocupado.

Ela estava dançando próxima a Vegeta, mas, até então, não estava dançando "com" Vegeta. Deu um sorriso sem jeito e ele disse algo que ela não entendeu, tentou perguntar, mas o som era muito alto na pista de dança. Ele então, puxou-a pela mão, deixando as duas garotas que haviam chegado com ele na pista de dança, e a carregou para o bar, onde a música era muito mais baixa.

Sabendo que não era educado, segundo a etiqueta indiana, oferecer bebida alcoólica para uma mulher desacompanhada, Vegeta perguntou:

– Posso te pagar um refrigerante ou coquetel sem álcool? Eles têm aqui um Lassi de leite de coco com manga delicioso, o café e o capuccino gelados também são ótimos!

– Não precisa! Eu estou aqui com tudo pago pela SFL – ela mostrou a pulseira laranja que indicava cortesia e ele comentou:

– Ei, quero um negócio desses também! Afinal eu estou ajudando a pagar todo esse circo da SFL! Pelo menos um champanhe de graça eu podia tomar...

– Champanhe?

– Ah, nunca tomou, né? Na Europa não tem essa frescura de ser deselegante mulher desacompanhada beber em público. Se estivéssemos na França, ia te pagar um champanhe realmente bom...

– Você é muito engraçadinho! – ela disse, antes de pedir um drinque sem álcool à base de café e especiarias. – Que história é essa de pagar pelo circo da SFL?

– Eu comprei os direitos para fazer um filme sobre MMA, talvez dois. Mas é um projeto para estrear daqui a um ano mais ou menos... estou escrevendo o roteiro com meu irmão. Devemos começar a filmar ano que vem, se conseguirmos escrever uma história realmente boa...

– E sobre o que é?

– Um pobre esforçado lutador que tem uma noiva amorosa e uma irmã que o ajuda que vence a luta contra um lutador rico mau caráter. Tem um milhão de reviravoltas a história... mas no fim o pobre sempre leva a melhor. Ou não seria Bollywood.

– Hum... interessante, parece um pouco a história do meu irmão. Mas sem a parte do sujeito rico mau caráter... embora tenha um tal de Broly que odeia ele desde que eles lutavam em Vadala e que agora deve estar bem rico...

Vegeta pegou seu drink, à base de Bourbon, e bebeu, dizendo:

– Pelo que eu vi na pista de dança, agora existe um sujeito realmente muito rico que agora que odeia o seu irmão...

Ela o olhou e disse:

– Ah, você também viu... eu acho que meu irmão é completamente iludido pela senhorita Chichi... ela tem um noivo e...

– Eles não estão noivos. E eu acho que ela não ama o Shallot...

Bulma o olhou maliciosamente e disse:

– Hum... então também está interessado nela?

– O quê? – animado pelo terceiro drink da noite, Vegeta soltou uma gargalhada e não conseguia parar de rir, constrangendo Bulma, que disse:

– O que eu disse de tão engraçado?

– Bulma – ele disse tentando parar de rir – não sei explicar... mas eu conheço aquela garota desde que eu tinha, sei lá, cinco ou seis anos... e eu nunca pensei nela dessa forma.

– Mas na tela... vocês parecem apaixonados!

– A tela é uma ilusão, Bulma! Veja, eu mal sabia dar dois passos de dança quando fiz meu primeiro filme e recebi um filmfare de melhor estreante masculino! Veja o seu precioso Yamcha... eu sei que ele é medroso e covarde e parece um grande herói na tela.

– Yamcha NÃO é medroso.

– Por que ele não está aqui com você?

– Ele foi filmar em Londres...

– Você vai ser o par dele nesse filme?

– Claro. Ele acha que ficamos lindos juntos... ele me ama.

– É uma pena. – ele não se conteve e disse.

– Por quê?

– Estou escrevendo um papel para você... no meu filme.

– Para mim?

– Sim... e comigo.

Ela o olhou, surpresa. Vegeta a queria como par? Mas ele era o par perfeito de Chichi, eles eram o casal nº 1, não eram?

– E a senhorita Chichi?

– Ela quer algo diferente nesse filme – ele riu – E não quer nenhum par romântico. Ela andou lendo sobre feminismo e empoderamento... – ele riu – e você, topa?

– Eu... preciso falar com o meu irmão Raditz e...

– Dinheiro não vai ser problema. Quero investir em você – "e te tirar daquele otário do Yamcha" ele pensou.

– A gente ainda vai conversar... mas com uma condição. – ela disse, olhando de lado para ele.

– Condição?

– Você está terminantemente proibido de se apaixonar por mim!

Ele olhou para ela e então riu, dizendo:

– Que bobagem. Claro que não vou me apaixonar por você. – ele então acabou sua bebida e disse – vamos então treinar, dançando.

Ele a puxou para a pista de dança. Vegeta não costumava sentir nenhum prazer em dançar, fosse em filmes ou na vida real, mas ele dançou ao som do hit "dard-e-disco" com Bulma e realmente sentiu uma inexplicável alegria ao ter a garota ali, mesmo sabendo que ela não o via como ele a enxergava.

Que beleza, que fada azul

Ela fez alguma mágica em mim

Ela roubou meu sono dos meus olhos

Ela encheu meu coração com inquietação

Estou desamparado e perdido

Para quem devo explicar isso

Meu coração está tomado pela febre da Discoteca

Febre da Discoteca...

Febre, febre da Discoteca

Garoto, você me deixa louco ... louco

Com sua mão amorosa

Quando você me toca, eu estou em êxtase

Quer me abraçar, me emocionar

Eu vou acordar para sempre e

Baby, você e eu fomos feitos para ser

Ele pegou Bulma pela cintura e a fez girar, e ela riu para ele, que riu de volta. Dançaram por um tempo e então ela percebeu que não via mais o irmão na mesa que ocupavam. Procurou por ele e por Caulifla e depois por Raditz mas não os viu, então olhou para Vegeta, aflito, e disse:

– Acho que eles foram embora sem mim!

– Calma, eu te levo em casa, garota.

– Não é isso! Meus irmãos nunca me deixaram para trás!

De repente ela viu Raditz, conversando com uma garota e foi até ele:

Bahee? Onde está o...

– Kakarotto foi embora com a Caulifla – ele disse – e você devia ir também. Posso ligar para a Limusine. – ele chegou mais perto – eu acho que não vou direto para casa daqui...

– Não quero ir embora! Estou me divertindo!

– Eu não sei se acho bom você dançando com aquele cara, sabia?

– Ele é meu amigo, disse que me leva para casa.

Raditz olhou para ela meio desconfiado e disse:

– Não gosto nada disso. Fique, mas ligue para o cara da limusine na hora de ir embora – ele deu o cartão – tá aqui o telefone.

Ela ficou meio irritada. Seus irmãos e a mania de dizer o que ela deveria fazer. Voltou para junto de Vegeta e voltaram a dançar, agora um pouco mais próximos. Vegeta dançava com o rosto meio emburrado, ele parecia sempre prestes a se estourar com alguma coisa. A música era contagiante e ela chegou perto dele e perguntou:

– Por que não está rindo, Vegeta? Tão sério...

Ele olhou para ela, sério e, nesse momento, os dois pararam brevemente de dançar. Vegeta olhava no fundo dos olhos dela, queria dizer tanta coisa. Bulma o olhava, com uma expressão intrigada e ele então cortou o clima, dizendo:

– É o meu jeito. Não devo ser muito musical.

Ela riu e disse:

– Bobagem, viu? Duvido. Dança sempre nos filmes...

– Contra vontade! – ele gritou, alegremente – mas agora, com você... eu estou gostando de dançar, Bulma.

Ela sorriu. De repente, o DJ passou para uma música mais suave, dizendo que era o momento dos casais. Bulma e Vegeta se viram, um diante do outro, sem muita opção a não ser dançarem juntos o tema do filme "Kal ho naa ho" (Pode não haver amanhã)

A cada momento a vida está mudando

Às vezes há sombra, às vezes há sol

Viva cada momento aqui ao máximo

Este exato momento pode não estar lá amanhã

A cada momento a vida está mudando

Às vezes há sombra, às vezes há sol

Viva cada momento aqui ao máximo

Este exato momento pode não estar lá amanhã

De repente, Bulma sentiu um arrepio quando o braço de Vegeta passou por um pedaço de pele nua das suas costas, entre as dobras do sári e seu choli. Ela lembrou-se da primeira vez que o vira. Era lógico que o reconhecera, mas ele chegara com um ar tão pretensioso e superior que ela se divertira fingindo que não o conhecia.

De certa forma, devia tanto a ele... ele a ajudara no período da faculdade, com suas caronas, com seu apoio, num ambiente tão dominado por machismo e competição. E jamais pedira nada em troca. Jamais havia dito uma palavra imprópria ou vulgar para ela. Durante o período que estudaram na mesma Universidade, ela o vira em revistas e sites sempre em companhia de mulheres que julgara muito mais lindas que ela... chegara a sentir-se atraída por ele, por mais que dissesse que não.

Mas ele não parecia interessado nela, sempre dizendo que não deviam ser fotografados juntos... e havia sido por isso que ela se encantara por Yamcha, que logo havia demonstrado interesse e a chamado para sair. Mas eram homens completamente diferentes, ela podia notar.

Naquele momento, Vegeta a aproximou mais de seu corpo, e ela sentiu-se acesa como nunca. Ele era forte, era másculo. Sua estatura mediana fazia com que ela sentisse a respiração dele na curvatura do seu pescoço, e, para disfarçar o embaraço, ela disse:

– Eu amo o filme dessa música!

– Filme? – ele perguntou, perdido. Estava inebriado pelo contato dos dois, o corpo de Bulma tão quente e macio tão perto dele, seu perfume e suavidade tão próximos. Ele estava se controlando para não desejá-la mais do que o apropriado naquele ambiente cheio de fofoqueiros.

– Sim... Kal ho naa ho. É a história de um casal que se apaixona quando estão em Nova Iorque, são imigrantes... ele é bem sucedido, ela uma estudante. Mas ele esconde o amor dele por ela... porque tem uma doença grave. E no fim ele morre.

– Shhh – ele disse, quase sussurrando no seu ouvido – não diga isso perto de Chichi que ela pode resolver fazer uma refilmagem disso, ela adora me matar nos filmes...

Bulma deu uma risada e disse:

– Ela não faria isso! É um filme recente, sabia? Não acredito que nunca viu!

– Eu não sou um indiano exemplar... mal via os filmes antes de trabalhar neles. E eu, se fizesse filmes do meu gosto, certamente não agradariam ao público indiano.

– É mesmo, por que?

– Eu não faria um desses mocinhos totalmente bonzinhos que me dão para interpretar – ele sorriu com malícia – gostaria de interpretar um grande anti-herói. Um sujeito muito, muito mau, assassino sem piedade... que depois se torna bom, que tem um arco de redenção.

– Mas isso não acontece. Gente ruim é sempre ruim.

– Não. Esse não. Vamos pensar, quem sabe, um príncipe, um dos últimos seres descendentes de uma grande raça guerreira. Ele cai na terra e acaba se apaixonando por uma mulher incrível... e aí...

– E aí?

– Ele muda – Vegeta deu de ombros, fazendo Bulma rir. O momento da música lenta acabou e eles foram para o bar novamente, beber outros drinks, agora sem álcool porque ele sabia que deveria dirigir. Então Vegeta disse:

– Estou um pouco farto dessa balada. Dançar sem auxílio de álcool acaba comigo e eu já estourei a minha cota hoje. – ele riu para ela, que sorriu de volta, o gosto do café gelado com menta e cardamomo fazendo ela sentir-se leve e eufórica. Não, ela não precisava de álcool... mas estava começando a sentir algo ligeiramente inapropriado por Vegeta. Ele olhou para ela, sério, e disse – eu sei que tem um carro com motorista te esperando... mas eu posso te levar em casa. Prometo que serei respeitoso e não vou ser inapropriado.

Ela olhou em volta. Raditz continuava entretido com a garota. Ela encarou Vegeta e disse:

– Podemos dar uma volta por Chowpatti antes de ir para casa?

– Claro, senhorita! – ele disse, sorridente, e deu o braço a ela, conduzindo-a para fora da boate.

Ele tinha uma vistosa Ferrari 430 preta. Bulma nunca imaginara andar naquele tipo de carro, e ele deu a partida rapidamente, perguntando a ela:

– Gosta de correr?

– Hum... adoro.

– Segure-se...

Ele disparou rumo à praia de Chowpatti, fazendo Bulma rir. Depois, porque sabia que não era seguro correr por ali, reduziu a velocidade e os dois foram andando suavemente pela praia. De repente, Vegeta parou e disse, mostrando para ela um prédio de luxo:

– Eu moro ali. Na cobertura. Mas não é minha casa favorita. Eu sempre gostei mais da casa que meu pai tem em Juhu... é bem maior do que aqui, mas ele não vai mais tanto para lá, nem eu, nem ninguém. – ele deu um suspiro – depois que minha mãe morreu.

– Que pena... – ela disse, percebendo a tristeza nele. Ele ligou o carro novamente, seguindo por Chowpatti até a área do Queen's Necklace, a parte onde a faixa de areia era mais larga. Não se podia estacionar, mas eles, àquela hora da madrugada, podiam andar bem devagar, olhando lentamente a praia, iluminada pelas luzes da orla.

– É uma bela praia – disse Bulma – não tão bonita quanto às de Goa...

– Eu nunca fui a Goa, acredita? – ele disse, sério – mas conheço praias bonitas na Europa, no Caribe, nas Maldivas... e tem a Indonésia também. Você iria adorar Bali.

– Eu morei em Goa, mas não me lembro muito bem, quer dizer... foi antes de ser... adotada.

– Você me contou sobre isso...

– Meus pais... meus pais biológicos, bem, eu não sei nada sobre eles. Só me lembro vagamente da praia. Depois fui com minha... minha atual família. Me lembrei de alguns lugares, mas eu era tão pequena. É ruim perder os pais cedo, não é, Vegeta? Digo... quantos anos você tinha quando sua mãe...

– Dezesseis. Foi pior para Tarble, ele tinha nove. E era o favorito dela, sabe?

– Sério? Seu pai... ele?

– É um cretino – ele riu. – da pior espécie. Você me perguntou sobre Chichi... eu cresci odiando-a, porque achava que tudo de ruim que me acontecia em casa era culpa da mãe dela, mesmo que ela fosse adorável e gentil como minha mãe nunca foi comigo. Eu me sentia culpado por acha-la bonita e boa, já Chichi era menor que eu, insuportável e cheia de opiniões para uma criança. Sempre nos engalfinhávamos e a senhora Kyra vinha nos separar falando de bondade e gentileza. Era terrível para mim, que não tinha nada disso em mente – ele acelerou um pouco pela praia. Fazendo a curva no fim para retornar por toda extensão, rumo ao bairro de Church Gate, onde ela morava. – a mãe de Chichi era um anjo, na verdade, uma pessoa boa demais. Eu chorei escondido quando ela morreu, escondido principalmente da minha mãe, que a odiava... Minha mãe – ele prosseguiu – Fasha Sadala, já ouviu falar dela?

– Ela não era cantora?

– Sim, ela era a voz de Kyra Cutelo nos filmes... ela cantava as músicas que Kyra dançava e dublava. Meu pai, tendo perdido o corpo de Kyra, acabou casado com a voz dela. Ele destruiu minha mãe. – ele olhou para ela, com uma expressão chateada e disse – ela era cruel comigo por ser tão parecido com ele. Eu sei. Mas ela o amava. Queria que ela tivesse me amado um pouco mais... mas os dois me trancafiaram naquele colégio suíço para deixar de dar problemas.

Eles pararam num semáforo e Bulma, tocada pelas palavras de Vegeta, pôs sua mão sobre a dele e disse, suavemente:

– Ah, Vegeta... ela deve ter te amado. Tenho certeza.

Por um instante, os dois se encararam. Vegeta queria beijá-la. Por Krishna e todos os Deuses, como queria. Começou a aproximar seu rosto do dela, que não desviou os olhos do seu rosto, mas que, de repente, pareceu espantar-se e escondeu-se abruptamente, jogando a dupatta do sári sobre o rosto e dizendo:

– Meu irmão, Kakarotto!

Ela mostrou a ele o rapaz, que caminhava pela calçada da praia calmamente, com as mãos nos bolsos e um olhar distraído. Era uma das últimas pessoas que ela queria que a visse no carro de um homem solteiro. Pior que isso, só se fosse Raditz.

O sinal abriu e ele disparou por Chowpatti, frustrado. OIhou o relógio. Quase duas da manhã. Devia levar Bulma para casa.

Quando pararam diante do prédio de classe média alta onde ela morava agora, ele a olhou, com aqueles olhos pretos e profundos e disse:

– Foi muito bom, Bulma... eu... – ele não sabia mais o que dizer, a vontade era beijá-la, mas ela se adiantou, deu um beijo de leve no seu rosto, assustando-o e saiu do carro rapidamente, gritando, já do lado de fora:

– Eu me diverti muito! Da próxima vez, quem sabe... não tomamos champanhe?

Ela correu para dentro do prédio, com a dupatta do sári esvoaçando atrás de si e ele murmurou, meio que para si mesmo:

– Ah, doce neelam pari (fada azul) ... como te quero para mim! – ele deu a partida, de volta para Chowpatti, com os olhos dela na cabeça e seu perfume ainda impregnando as suas mãos. Como queria aquela garota linda e ligeiramente maluca, a pequena fada azul de Mumbai.

Notas:

1. Nossa Neelam Pari pode parecer, mas não é nadinha boba! Ela reconheceu Vegeta, como sabemos agora, mas não quis encher a bola dele. Fez bem, porque ele gamou!

2. Gosto sempre de remeter aos momentos do canon em fics, vocês já devem ter notado. Por isso faço Vegeta imaginar a si mesmo como ele é em Dragon Ball e por isso Bulma o proíbe de se apaixonar por ela.

3. A etiqueta indiana tem regras muito conservadoras, uma mulher bebendo sozinha é algo mal visto. De um modo geral, indianos não veem o álcool com bons olhos, especialmente homens e mulheres solteiras bebendo juntos. O estado do Gujarate durante anos não admitia a venda de bebidas alcoolicas – era um estado de maioria muçulmana. A proibição caiu nos anos 90 porque gerava muita corrupção. Há um ótimo filme sobre isso, Raaes, que você pode assistir na Netflix.

4. Os filmes da SFL que Vegeta quer fazer vão sair? Bem, no próximo capítulo vocês vão descobrir que Raaja quer fazer um outro filme antes, e saber se ele vai conseguir ou não é a grande questão.

5. Eles dançaram, eles se sentem atraídos um pelo outro, mas falta algo: Vegeta não admite expor seus sentimentos e até aprender... vem sofrimento por aí.

6. O que o Goku fazia andando pela praia de madrugada, gente?

7. Esse capítulo foi mais curto, mas o próximo é bem longo.

8. Dard-e-disco é uma música do filme "Om shanti om" com um dos clipes mais loucos que eu já vi.

9. Kal ho naa ho já citamos aqui, no capítulo 7.