FAILVEMBER ATIVAR, CORINGAO GANHOU HOJE POHA, FLAMENGAZZO VIRA LIDER AMANHA, CARALHAS, SEGUE O LIDER POHA. Está fanfic possui conteúdo de cunho adulto, além de lidar com assuntos delicados, leiam com isto em mente. ELA SERÁ POSTADA DIARIAMENTE COM FÉ EM NOSSA SINHORA E EM PADIM CIÇO E PELOS PODERES RUBRO-NEGROS GABIGOLEANOS NENHUMA FANFIC SERÁ ABANDONADA NESTE ANO MISERAVI E MALEDETO DE DUAS MILHAS E VINTE CONTO. Assim, A Foz das Carpas deverá ser continuada após esta fanfic ser concluída, ou até mesmo em conjunto, a depender da conjuntura da época. Máou, eu não to recebendo por isso não, o mínimo que cês podiam fazer é deixar um palavrão que seje nos comentários. Inté manana, cambada de malacabado. Boa leitura.


O dia estava calmo. As águas do Novo Mundo se estendiam infinitas para todas as direções cristalinas como nunca antes tinham visto e jaziam tão calmas quanto cristalinas. Até aonde a vista alcançava, não se via um mero ondular, e até mesmo a atmosfera parecia quieta, pois não soprava ali um vento qualquer. Tamanha calmaria no mar mais tempestuoso existente era estranho ao ponto de fazer com que os desavisados pensassem estar no Calm Belt e temer os Reis enquanto se navega no mar dos Imperadores. O calor, no entanto, não era tão ameno quanto as águas. Não havia no céu uma nuvem sequer que fizesse sombra sobre a terra e o Sol, como um déspota impiedoso, oprimia cada metro quadro com seus infindáveis raios de luz, esmagando tudo que houvesse entre ele e o chão com saraivadas impetuosas do mais abafado calor, queimando a pele de todo aquele que se atrevesse à permanecer sob sua tirania.

Assim, temerariamente, o imponente Thousand Sunny desafiava seu homônimo, navegando solitário sobre as águas claras, com suas velas recolhidas e pás apostas, trabalhando a rigor, garantindo alguma mobilidade - mesmo que vagarosa - para que a embarcação seguisse para seu destino.

Dentro dele, trabalhando incansável, Franky, o Ciborgue, se colocava no local mais escaldante para se estar e, apesar de todo o calor que sentia, seu corpo robótico não se abatia pela extrema condição que já teria derrubado pessoas comuns. Todo o contrário. O calor fazia seu combustível ferver, deixavam-no ainda mais animado e ansioso para o trabalho.

Máquinas rangiam e estalavam, metal chocava-se contra metal, o som ambiente era definido pelo borbulhar de cola em barris e por pequenas torrentes de vapor que escapuliam de válvulas aqui e ali. O caos da casa das máquinas. Esse era o coração do Soldier Dock System, por definição, esse era o coração do Sunny. Sem esse maquinário, ele não seria nada além de um navio comum, uma carcaça à espera de uma alma, de sua essência, de algo especial, daquilo que lhe dá a razão de ser e existir, um esqueleto à espera de seu conteúdo.

Ainda assim, era um puta esqueleto. O melhor esqueleto que já existira, feito dos ossos mais resistentes e pensado para suportar as piores tempestades enquanto oferece o maior conforto e comodidade possível para quem o habitasse.

Claro que isso não vinha ao caso agora, eram apenas as divagações errantes de um ciborgue mal programado entrando em curto.

No entanto, Franky não podia deixar de admirar o próprio trabalho. Sem falsa modéstia. Além do trabalho pesado de engenharia para se criar a estrutura necessária para que o navio fosse funcional, ainda havia a logística para casar a planta de marcenaria com a estrutura das ferragens e do maquinário nele embutidos.

Esse não era o projeto de sua vida à toa. E agora aqui estava ele, remexendo nas entranhas de seu filho mais perfeito. Diretamente do coração, ainda por cima. Ouvir os dutos se remoerem conforme o vapor por ali passava era como ouvir as batidas do coração de uma pequena criança.

E era tudo maravilhoso.

Aperta um parafuso aqui, desrosquear uma conexão ali, tirar um cano do lugar, injetar oxigênio naquele outro, trocar aquela engrenagem, perder algumas brocas sextavadas, criar atalhos, diminuir a pressão na parte certa da estrutura, aumentar a pressão na interna do sistema, reduzir o número de rotações do motor, fazer tantas alterações no centro da maior criação já feita pelo homem enquanto ela opera e ver que nada explode no processo - pelo contrário, as coisas acontecem como deveriam acontecer -, só o davam mais certeza de que esse navio, nas mãos certas, conquistaria todos os mares sem grande esforço.

Já havia perdido a noção de quantas horas estava trabalhando quando finalmente saiu debaixo de todo aquele metal. Enxugou o suor com uma toalha já encharcada e olhou num dos incontáveis manômetros. A pressão interna havia caído em meia atmosfera. Já estava algumas dezenas de atmosferas abaixo do nível habitual de operação. Um outro manômetro, por outro lado, indicava nível crítico de pressão, como se a qualquer momento tudo fosse pelos ares. Girou lentamente a válvula de controle e pôde ouvir claramente como os pistões do circuito recém instalado começavam a assobiar ritmicamente, dividindo a pressão com um segundo segmento de cano que guiava diretamente para a parte central do motor.

Um manômetro principal mostrava que o circuito final do motor havia ganhado algumas quantas atmosferas e Franky já conseguia sentir como isso se traduzia em alguns nós a mais na velocidade do barco.

O ciborgue podia ouvir o próprio coração acelerando de ansiedade enquanto virava lentamente uma última válvula, dessa vez, uma de meia volta.

Um ronco similar ao de uma mulher acordando pôde ser ouvido quando um motor de controle foi acionado e parte da pressão final fora convertida em calor, este sendo armazenado em uma câmara de vácuo para ser reconvertido em pressão - consequentemente, em movimento - novamente depois.

Com isso, o motor havia ganhado agora alguns bons quilômetros a mais por litro de cola, que estava acabando, restando agora apenas três barris reservas.

Poucas vezes antes estivera tão orgulhoso e feliz em sua vida. Virou-se para a oficina de Usopp para poder partilhar de seu sucesso, mas a encontrou vazia, nada além das ferramentas do mentiroso para recepciona-lo.

Ao menos poderia usa-las na concepção da próxima etapa de sua genialidade: um sistema que pudesse identificar quando a bateria de calor estivesse cheia e não só reverter o motor de controle como também desligar o motor principal, deixando as pás operarem na reserva.

Talvez pudesse até mesmo colocar uma caixa de engrenagens aqui em baixo e facilitar a mudança de "marcha" lá de cima.

—Vejo que conseguiu fazer as modificações que você tinha dito.- surpreendeu-se ao ouvir a voz de Jinbei.

—E você ainda duvidava? Eu SUUUUUUUPER~~ consigo fazer qualquer coisa com essa gracinha. Alguma novidade lá embaixo?- perguntou em tom sério, ao que o tritão respondeu negando com um simples aceno com a cabeça.

—Nada. Não consigo nem mesmo chamar os outros Tubarões-baleia.- suspirou cansado, claramente reprovando suas falhas enquanto aproximava-se para pegar um xícara de chá de uma chaleira que estava sobre uma mesinha de canto para que o próprio Franky bebesse.

A contragosto, o próprio ciborgue admitira que não era prudente tomar cola quando a mesma era escassa.

—Bom, não podemos parar agora. Com essas modificações, temos combustível pra mais uma semana, talvez duas.- ao fim de suas palavras, pegou suas ferramentas e voltou para o trabalho.

Após um longo gole de chá, Jinbei respondeu, virando-se para também voltar a sua tarefa.

—Ao menos conseguiremos chegar à próxima ilha com isso. Até lá...- não completou, lançando-se de volta ao mar, mergulhando profundamente na imensidão azul escura.

Nunca se cansaria da sensação de flutuar. Estar na água e sentir como o mar levava embora o seu peso, deixando-te tão leve que poderia jurar que não havia fardo que pudesse lhe afligir. Era libertadora tal sensação. Com um simples mover de seus braços poderia estar a quilômetros de onde estava, podia ir para qualquer direção que quisesse, bastava ir. Podia descer até o fundo oceânico e subir de volta sem grandes dificuldades além do tempo de espera. Para um tritão como ele, essa era a maior sensação de liberdade e poder do mundo. Saber que ali ele era imparável poderia ir aonde quisesse.

Ainda assim, não conseguia achar um misero peixe. Para todos os lados que se olhasse, tudo que se via era escuridão. Verdade seja dita, em águas normais, nessa profundidade a visibilidade já deveria ser quase nula, mas ainda assim conseguia distinguir as formas das próprias mãos perfeitamente bem. Fora isso, não havia mais nada debaixo d'água. Nem uma mísera forma de vida habitava aquelas águas. Uma sensação inquietante se apossava de seu peito com essa noção.

Emergiu a braçadas longas, alcançando a superfície em poucos minutos.

—Conseguiu alguma coisa?- gritou para Usopp que corria de um lado ao outro no convés.

—Nada ainda!- gritou em resposta, parando para dar uma rápida olhada nas várias varas de pescar presas nos corrimões do convés inferior, à espera de qualquer movimento nas linhas. Jinbei já havia dito à ele que não era mais necessário pescar agora que eles contavam com um tritão no bando, mas quando os peixes pararam de chegar, o atirador preferiu tentar mesmo assim.

—Continue tentando!- foi sua única resposta antes de voltar à submergir com um simples bufo de reprovação baixo o bastante para não frustrar o rapaz em seu esforço estéril.

—Pode deix-e ele já foi...- Usopp suspirou antes de voltar sua atenção para o que trazia em mãos: uma réplica de uma carpa feita de metal e madeira, com juntas porcamente pregadas, com um pequeno paraquedas amarrado à um gancho na parte de trás de suas costas, uma manivela um pouco mais acima do gancho e alguns fios de pesca saindo de sua boca.

Abriu um pequeno compartimento na barriga da carpa e a encheu de pólvora, deu corda algumas vezes, amarrou uma corda à um cabo que sai por uma abertura na cauda do bicho e o colocou numa espécie de cano de bambu oco, recheado também com pólvora, preso ao corrimão superior. Terminou de ajustar seu invento, enrolou um fio que saia pela parte de trás do cano à um emaranhado de outros fios e respirou fundo.

—Certo, é agora ou nunca...- e então puxou os fios com força de uma única vez.

Os estampidos de suas invenções eram graves como os de canhões, por mais que elas não fossem maiores que as canecas em que costuma beber. Eram oito desses pequenos canhões colocados em cada lateral da parte frontal e traseira do Sunny, mais dois colocados ao lado da proa e da popa, totalizando trinta e seis pequenos canhões que dispararam sincronizadamente. Com o seu binóculos ele podia ver as carpas voarem em disparada à quarenta e cinco graus, a ponta aerodinâmica delas, acompanhadas de suas barbatanas garantiam que elas se mantivessem na trajetória correta. Quando os projéteis enfim perderam velocidade e começaram a cair, o paraquedas puxou o gancho, fazendo-o servir como pino para acionar o compartimento com pólvora extra, as acionando, gerando um novo impulso que, junto das barbatanas, fizeram com que eles voassem em um ângulo mais aberto dessa vez, fazendo-os se distanciarem mais e mais do navio até todos os trinta e seis projéteis explodirem pela terceira vez e caírem no mar, liberando assim inúmeras redes de pesca que cobriam uma extensa área ao redor do Sunny, além de liberarem inúmeras iscas.

Olhou ansioso para as linhas que cobriam no total de trezentos e sessenta graus ao redor do navio à espera de algum movimento, mas nada.

Quase gritou de felicidade e êxtase quando uma das linhas se movimentou. Seguiu o caminho pelo meado, atravessando quase que todo o convés até chegar à linha e descobri-la imóvel. Olhou confuso para aquilo até que outra linha se moveu.

Desconfiado, andou calmamente até a segunda, apenas para também encontra-la imóvel.

Não se surpreendeu ao ver que outra linha se movia agora. Mas não se deixou enganar.

—Ó, a linha tá se mexendo muito... acho que peguei um dos grandes!- disse alto para ninguém em específico e começou a pisar forte contra o chão, simulando a sua saída, apenas para ouvir risos suspeitos.

Andou lentamente até a borda do convés e se inclinou para ver o que havia dependurado no outro lado do casco, não se surpreendendo ao encontrar ninguém menos que o seu capitão e o médico do bando.

—Ora, seus!

Mal esperou terminar sua frase antes de ataca-los com a vara de pescar mais próxima.

A dupla berrou ao sentir-se chicotear com material flexível em suas costas e aos berros pularam - de qualquer jeito - para dentro do navio, correndo de seu companheiro que agora passava a tentar pesca-los com o anzol.

Quando pensaram que haviam despista-o, depois de uma corrida não muito longa, foram surpreendidos com ataques de estilingue, forçando-os à voltar a correr.

Eles correram e riram enquanto podiam ouvir o som das pedras estalando em seus calcanhares, escorregaram para o convés gramado, se protegendo dos tiros raivosos atrás de uma arvore, enquanto ouviam o atirador-pescador xinga-los do outro lado.

Gargalharam quando o ouviram bufar e se afastar, subindo escada acima.

Ambos estavam livres, o Chopper porque já tinha conseguido recuperar todos os feridos das batalhas em Wano, o Luffy porque ele era o capitão e não queria fazer nada. Não é como se houvessem grandes decisões para serem tomadas no dia a dia.

Resolveram então por continuar a importunar os demais membros do bando. Subiram pelo mastro principal até o posto de vigília, o tradicional "local do Zoro", porém, ao simplesmente porem a cabeça para dentro, viram o dito cujo afiando suas espadas e os olhando com cara de poucos amigos.

Resolveram voltar.

Olharam pelas janelas da cozinha e flagraram do lado de dentro uma cena no mínimo inusitada: Brook estava próximo à porta, ensaiando uma música calma enquanto que no sofá, Robin sorvia um bom e leve vinho, ao lado de Sanji, que a admirava com o olhar e parecia dizer alguma coisa que não eram capazes de ouvir através do vidro.

Se olharam e contiveram uma risada de entusiasmo. Se posicionaram próximos à porta respiraram fundo e invadiram a cozinha aos berros.

A alma de Brook literalmente o deixou e Sanji os recebeu aos chutes enquanto Robin se limitava a sorrir levemente para a cena. Fugiram pela escada que dava para o convés debaixo dos ataques de um cozinheiro furioso.

Acuados e cobertos de hematomas, os dois se dirigiram para o último lugar que faltava.

Encaminharam-se lentamente para a biblioteca, aonde imaginavam que encontrariam a Nami.

E de fato a encontraram.

Olhando alguns livros sem lê-los de fato, perdida em seus pensamentos, um olhar sério em seu rosto.


Só de ler o que eu escrevi já me sinto quente, calor da poha em Vitória, só pode tá de sacanagi, tá chuvendo água fervendo lá fora, fio, num é possivi, séloki. Maem, eu falei lá em cima que eu não recebo pra escrever issaqui, e de fato não recebo. Se cês quiserem me dar um trocado mirrado ai, tem o apoiase/ifversos (só botar um pontin ali entre o "a" e o "s"). Cês ganham o "maravilhoso" direito de participar do nosso grupo no Telegram! Que é muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito melhor que o ZapZup. E como eu quero MESMO que vocês venham pro Telegramas, tme/Ifola procês ficarem sabendo com antecedência do que eu to aprontando aqui. Só botar aquela pontola ali entre o "t" e o "m". E larga essa timidez, minino, fala qualquer coisa ai nos coments.