Maluca, eu?!
by Flavinha Greeneye
Nos últimos capítulos...
- O que aconteceu? Você quer saber o que aconteceu? Eu te digo o que aconteceu. Tudo começou numa bela porcaria de linda manhã, quando eu percebi, para o meu total desespero e pânico, que eu tinha me apaixonado. E sabe por quem? Pelo cara mais imbecil, galinha e insensível da escola, o cara que corria atrás de mim, o desafio do século, há três anos. E sabe o pior? Eu comecei a vê-lo com outros olhos. Ele era engraçado, inteligente, e gato demais para uma mortal como eu resistir. E, pra completar, ele começou a se mostrar outra pessoa. Bondoso, fofo, leal. Meu conceito sobre ele, afinal, estava desatualizadíssimo. E eu estava cada vez mais apaixonada. Até que, um belo dia, a gente começou a se dar bem. E antes que eu me desse conta, eu tinha parado de resistir e tinha saído com ele. E, cara, foi perfeito! Mas depois eu finalmente me dei conta da merda toda. Vamos encarar os fatos, uma vez galinha, sempre galinha. Por que logo eu, a maluca da Evans, conseguiria encoleirar um cara desses?
- Eu não sei você, mas desafios não me fazem perder o sono, o apetite, a vontade de fazer coisas que antes me davam prazer. Desafios não aparecem na minha cabeça sempre que eu fecho os olhos. Desafios não me atrapalham da hora de estudar, de fazer prova, de conversar. Quando desafios passam por mim, eu não fico idiota, tentando chamar atenção, não perco o fio da meada, não tremo, não coro. Desafios não fazem meu coração pular, não fazem meu estomago se contorcer e não fazem minhas mãos suarem.
A essa altura, as lagrimas tinham congelado antes de sair a tona, tamanho meu choque. Eu não me mexera, não tirara os olhos dele, nem ao menos me dera ao trabalho de fechar minha boca. Porque Tiago Potter estava, de fato, se declarando!
- E – ele continuou – eu não costumo me apaixonar por meros desafios.
- Não posso – continuou Dumbledore. – recriminar ou puni-los por terem lutado, por que não foi em terreno da Escola. Mas devo dizer que vocês se meteram em encrencas sérias. Não gosto nem de imaginar o perigo em que se meteram ao discutir e duelar com Voldemort em pessoa.
'- Nenhum perigo maior do que já estávamos, creio. – respondi, pensativa. - Voldemort nos quer em seu "exército", e cedo ou tarde teria que ouvir a nossa negativa.
Abri a boca para colocar meu novo plano em prática, que consistia em falar muita, mas muita besteira, ininterruptamente, até que chegássemos ao Salão Comunal, onde eu poderia alegar cansaço e ir para o dormitório, fugindo assim de qualquer discussão séria que Tiago poderia querer ter no momento. Mas antes que eu pudesse dar início à minha tagarelice (que começaria com "E aí, você acha mesmo que a fênix do Dumbledore é a mesma, tipo, desde sempre? Porque eu tinha um peixinho dourado desde os meus três anos, e achava que ele era imortal, mas na verdade meus pais o trocavam por um novo quase todo ano", e ia ficando mais idiota a cada palavra), Tiago falou:
- Então, você viu o jogo dos Tornados no último Campeonato?
- O que? – gritei outra vez. – Aquele cachorro cafajeste! Ele te beijou na boca? Eu sabia! Sabia que ele não prestava! Vou ter uma conversa séria com aquele...
- Lily! – ela gritou de volta. – Eu o beijei!
Parei de gritar para encarar perplexamente minha amiga promíscua.
- Ele se adiantou para beijar meu rosto, mas eu meio que virei de último minuto e beijei o canto da boca dele. Sem querer querendo.
Nos encaramos por um segundo e caímos na gargalhada juntas.
- Juliet, - declarei, enquanto voltávamos a andar, já que tínhamos ficado paradas boa parte da conversa – você não presta, amiga.
- Eu sei. – ela disse, sorrindo marotamente.
Capítulo 35: Príncipe Fujão
Quinze dias.
Faz exatamente quinze dias desde que eu encontrei Tiago Potter pela última vez, desde que estivemos juntos na sala do diretor.
Faz quinze dias desde que resolvi evitá-lo como Petunia, minha irmã, evita entrar no meu quarto – apesar de que isso se deve ao feitiço que eu pus nele, claro, que faz com que ela tenha uma forte diarréia sempre que se aproxima demais das minhas coisas.
E faz apenas quinze minutos desde que percebi que ele estava me evitando.
Quinze minutos antes...
- Psiu.
Silencio.
- Pssssssssssiu.
Mais silencio.
- EI!
Juliet lançou-me um olhar irritado e entediado ao mesmo tempo.
- Não, Lily. Potter não está em nenhum lugar à vista. Ninguém está em nenhum lugar à vista, aliás. Como você mesma pode ver, estamos sozinhas na Sala Comunal.
Não totalmente tranqüila, deixei meu esconderijo, atrás de uma poltrona velha e solitária no canto esquerdo da sala, e fui até o sofá onde Juliet estava lendo uma revista. Sentei-me pesadamente ao seu lado, ainda olhando desconfiada para os lados, pronta para me jogar para debaixo da mesinha à nossa frente ao menor sinal de Tiago Potter, e disse:
- Não posso me arriscar, querida. A cautela é a última que morre.
- Pensei que fosse a esperança. – Juliet falou, levemente confusa e desinteressada ao mesmo tempo. Aparentemente hoje era dia de reações duplas.
- Hm. – considerei. – A cautela morreu de velha, então. Que seja, passei minha mensagem, não passei?
- Muito claramente. – Juliet gargalhou.
Imagino que ela esteja relembrando os acontecimentos da segunda-feira. Eu devia saber que Juliet não perdoaria um erro honesto como aquele. Bufei, emburrada, com as imagens que provavelmente povoavam a mente de Juliet passando pela minha cabeça também.
Na verdade, não fora nada demais. Eu, Juliet, Maggie, Sandra e Louise estávamos almoçando calmamente quando pensei ter avistado uma conhecida e alarmante massa de cabelos negros rebeldes passando por uma janela próxima, do lado de fora do castelo, obviamente vindo almoçar no Salão Principal. Então eu simplesmente fiz o que qualquer pessoa na minha situação teria feito. No momento em que o mais famoso quarteto de Hogwarts entrava no Salão, uma ruiva chamada Lílian se lançava janela afora.
Aparentemente, todas as minhas amigas, que supostamente deveriam me apoiar e toda essa merda sentimental, acharam especialmente engraçado o fato de eu ter me jogado à toa: a massa de cabelos rebeldes pertenciam a um garoto qualquer da Corvinal que acabara de voltar de um vôo de vassoura. O resto do castelo também achou engraçado, claro, mas eles não sabiam das minhas motivações, o que punha em dúvida minha sanidade mental.
- Oh, Lily. – Juliet falou, ainda risonha, quase que lendo meus pensamentos – Você é mesmo maluca.
- Maluca, eu? ! – indaguei, indignada. – Não diga bobagens, Juliet.
- Ótimo. Não julgo sua integridade psicológica se você tirar essa boina preta e limpar esses riscos pretos nas suas bochechas.
Resmunguei, mas me recusei a me desfazer do meu disfarce. Eu achava mais fácil – sem mencionar divertido ou apropriado – fugir de Tiago Potter se eu estivesse no clima de espiã.
Alguns minutos de silêncio se passaram até Juliet o quebrar, não mais divertida ou impaciente, mas cautelosa:
- Lily, até quando você vai continuar evitando Tiago?
Suspirei:
- Juliet, não evitar Potter significa ter uma conversa para a qual eu ainda não estou pronta. Significa tomar decisões e assumir responsabilidades que ainda não estou certa de que quero tomar, significa ter que lidar com uma série de conseqüências e verdades que ainda não estou em condições de encarar.
Juliet virou-se para mim, no sofá, fechando a revista.
- Mas Lily, você vai simplesmente protelar isso para sempre? Pense bem, já faz duas semanas. Tudo bem que você quisesse um tempo para se recuperar e pôr seus pensamentos e sentimentos em ordem, se acostumar com os novos dados e decidir o que fazer a seguir. Mas... bem, já passou bastante tempo. E você ainda não decidiu nada.
- Bom, quem está com pressa? – perguntei, dando de ombros e me enterrando no sofá, tentando esconder dela o fato que eu simplesmente não conseguia chegar a uma solução, não conseguia pensar, não conseguia imaginar o que aconteceria dependendo da minha reação. Eu simplesmente mal conseguia pensar a respeito de nada. Era tão mais fácil ignorar tudo, fingir que nada acontecera, fingir que eu não tinha que decidir nada. E eu só conseguia me manter nesse estado de inanição se eu não me encontrasse com Tiago. Eu não me iludia; tinha certeza absoluta de que simplesmente olhá-lo faria todos os sentimentos que eu estava ignorando agora voltarem à tona, e isso exigiria uma atitude da minha parte.
Mais silencio antes de Juliet falar outra vez:
- Lils. Você não acha meio... estranho... que você e Tiago não tenham se esbarrado em todo esse tempo?
Suspirei:
-Juliet, qual é o seu problema? Eu estou evitando Tiago Potter, lembra? Evitar alguém consiste em não encontrar a pessoa que você está evitando. Céus, Sirius Black anda sugando seu cérebro ou o que?
Juliet revirou os olhos e se explicou:
- Lily, francamente, eu sou sua melhor amiga, o que me dá o direito de dizer o que eu vou dizer agora. Você é patética.
Olhei estática para ela, sem acreditar.
- Não! – ela se apressou – Não quis dizer isso. Você é patética tentando evitar alguém, Lils. Eu falo isso com amor, juro. Mas é verdade. Semana passada, você estava em uma ponta do corredor e Remo estava na outra, e assim que o viu, você deu meia volta e foi na direção oposta, só para o caso de Tiago estar com ele. Todo mundo percebeu, Lily. E o pior é que você voltou meio minuto depois, porque você e o Remo estavam indo para a mesma aula!
Abri a boca para me defender, mas Juliet ergueu a mão e prosseguiu, agitada:
- E aquele dia em que você achou que tivesse ouvido a voz do Tiago e tirou aquele quadro da parede e ficou segurando ele na sua frente? Não só dava pra ver seus pés debaixo da moldura, como seus dedos segurando o quadro nas laterais e o topo da sua cabeça no alto. E seus olhinhos ocasionalmente, quando você resolvia espiar.
- Bem. – admiti, relutantemente, sabendo que ela continuaria citando meus fracassos como fugitiva até me convencer. – Tudo bem. Talvez eu não seja muito boa nisso. Onde você quer chegar? Ou é só um ataque sem base, com intenção de me magoar?
- Não, não. É isso o que eu quero dizer. Você e Tiago não se esbarram faz duas semanas. E você não é lá grandes coisas em evitar as pessoas...
Eu podia não ser boa em evitar as pessoas, mas não era burra. Eu entendi perfeitamente bem onde Juliet queria chegar. E a conclusão me deixou absolutamente furiosa!
- Tiago Potter está me evitando!?
Pobre Juliet. Passei os quinze minutos seguintes em um estado de fúria descontrolada. Eu devo estar na TPM, porque 'descontrolada' ainda parece fraco para a minha reação. Eu gritei, eu joguei todas as almofadas da Sala Comunal pela janela, eu quebrei uma mesa de centro, eu derrubei dois sofás e uma poltrona, e devo dizer que nem tudo isso foi feito com magia. Para nossa sorte, não havia ninguém conosco. Bom, para azar de Juliet, na verdade, que estava tendo que aturar sozinha todo meu ataque.
Mesmo assim, não creio que foi só a possibilidade de dividir esse fardo que deixou minha amiga tão alegre quando Sirius Black entrou na Sala Comunal, no exato instante em que uma cadeira ia ser lançada contra a parede de pedra.
Sirius entrou e parou ainda próximo ao retrato, aparentemente tentando absorver tudo o que via. Eu me recuperei antes de Juliet e andei até ele, pisando duro.
- Onde. Está. Tiago. Potter? – perguntei, com os dentes cerrados, meio esperando ver o dito cujo escondido atrás de Sirius. Este, por sua vez, encarava a cadeira, ainda suspensa no ar, a meio caminho de encontrar seu fim derradeiro. Sirius certamente se perguntava qual resposta evitaria que a cadeira mudasse de curso, em direção à cabeça dele.
- Eu... Não sei?
Soltei um grito de frustração, e a cadeira explodiu antes de chegar à parede. Com um movimento de varinha, Juliet apagou o fogo, não antes, porém, de Pedro Pettigrew entrar assoviando e comendo chocolate na Sala Comunal. Ele lançou um olhar arregalado para os restos da cadeira em chamas e depois para o estado de estrago do resto da Sala Comunal, e virou-se imediatamente para sair outra vez. Imagino que logo todo o castelo saberia que a maluca da Evans estava tendo outro ataque de fúria (aconteciam com freqüência o suficiente para serem conhecidos e evitados), de modo que ninguém viria para a torre até o inicio da noite, provavelmente.
Juliet interveio, entre preocupada e se desculpando. Deixei-a explicando a situação para Sirius, me virando e andando até a janela.
- Bem, Lily se deu conta de que... Bem... Tiago parece estar evitando ela, sabe?
Minha pobre amiga patricinha obviamente esperava que Sirius a contradissesse (ou, pelo menos, desejava que ele o fizesse), mas ele não correspondeu às expectativas:
- Ah. Isso. Nossa, Lily, demorou pra perceber, hein?
Com essa provocação, me afastei da janela e fui até os dois. A medida que eu passava, o fogo nas lareiras aumentava consideravelmente.
- Demorei porque eu estava evitando ele, seu imbecil. Agora, que tal você parar de ser um bom amigo... – agarrei o colarinho de Sirius e o aproximei de mim - ...e me diz onde Tiago Potter está se escondendo agora?
Sirius piscou duas, três vezes, e comecei a me perguntar se não tinha ido longe demais. Sei lá, uma coisa é destruir a torre da Grifinória. Outra, completamente diferente, era tentar intimidar Sirius Black, o Maroto. Mas então, quando eu estava prestes a soltar, ele falou:
- Só porque eu gosto muito de você, Lílian, e porque o Pontas obviamente é apaixonado de verdade por você, só não é homem o bastante para admitir, e também porque Juliet está aqui, e nunca aceitaria sair comigo se algo acontecesse com a melhor amiga dela, eu vou te dizer onde está seu príncipe fujão. Mas antes, me solta que eu tenho que te contar uma coisa.
Soltei-o, aliviada, mas atenta para uma possível fuga. Nada o impedia, afinal, de sair correndo. Na verdade, eu estava pensando em sair correndo. Ao invés disso, me sentei numa cadeira que atravessou a Sala Comunal para se postar atrás de mim. Sirius usou a varinha para arranjar uma cadeira para ele e outra para Juliet (não sem antes sugerir que ela se sentasse no colo dele, para minimizar o gasto de energia, já que ele precisaria de todo seu estoque para ajudá-la a arrumar a torre depois).
- Lily, por que você estava evitando o Pontas? – Sirius perguntou, sério.
Suspirei, me recusando a pensar que eu estava prestes a abrir meu coraçãozinho para o maior galinha da escola e melhor amigo daquele que me fazia sofrer as agruras que eu ia relatar, e falei:
- Oh, Sirius, está tudo indo depressa demais. Eu não tenho certeza de como agir agora. Tiago disse que gosta de mim, e eu acredito. E eu já disse que gosto dele, e acho que ele acredita também. Era pra ser tudo bem simples, mas... não sei. Com a gente, nada nunca é simples. – me lamentei. Quando ergui os olhos, Sirius estava sorrindo sedutoramente para Juliet, que estava lixando as unhas. – Ei! Um pouco de compaixão aqui seria legal!
Os dois se voltaram para mim, espantados, e Sirius falou:
- Bom, vocês são mais parecidos do que eu imaginava. Eu achei que você só estivesse fazendo doce. Sabe, fazendo joguinhos e tal.
Tanto Juliet quanto eu o encaramos com desdém. Sirius se apressou:
- Bom, o fato é que o idiota do Pontas tem te evitado porque... bem, é constrangedor pra mim falar isso. É bem coisa do viadinho mesmo.
- Sirius – interrompi – guarde seus comentários para você e explique o ponto de vista do seu amigo logo, sim?
- Tiago, ele... Ele está com medo.
Juliet olhou em volta, para a torre destruída, e soltou um muxuxo que pareceu "Minha nossa, eu me pergunto o porquê". Tudo bem, não pareceu, ela disse isso mesmo.
- Ele batalhou por você por tanto tempo que tem medo de que, agora que vocês estão na mesma página, agora que ele sabe que você se apaixonou por ele também, agora que você está disposta a dar uma chance para ele, para vocês... Ele tem medo de que ele estrague tudo. Uau. É bem simples, na verdade, né? – ele completou, sorrindo para Juliet como quem está altamente satisfeito com seu próprio desempenho.
Ignorando o sorriso que Juliet dava a ele, como uma mãe altamente satisfeita com o desempenho do filho, eu falei, com um sorriso malicioso se formando em meus lábios e um plano se arquitetando na minha cabeça, enquanto os objetos da sala voltavam magicamente para seus lugares e suas formas de origem:
- Oras. Então vamos simplesmente tornar difícil para Tiago Potter me evitar. Melhor. Vamos tornar impossível.
Sirius correspondeu um sorriso quase tão maligno quanto o meu, enquanto Juliet batia na própria testa, murmurando algo como "Ah, Merlin, como você pode ser tão sacana comigo?".
Tiago Potter, me aguarde.
N/A: Olá! Demorou um pouquinho, mas veio um pouco mais comprido que o usual, né? Nossa, vocês não fazem idéia de como foi difícil pra mim começar esse capítulo. Eu tinha começado ele umas trinta vezes, de jeitos diferentes. Acho que a versão inicial tava bem mais engraçada, mas perdi na formatação do computador. Enfim, o que importa é que aí está, e a fic finalmente está indo para o seu final derradeiro (risada maléfica).
Então, reviews. Lembra? Aquele botão divertido ali embaixo. Ele é bacana. Juro.
Próximo capítulo: "O Ataque das Taradas Ensandecidas"
Respostas das reviews do capítulo passado:
Analu-san: Como você pode ver, Lily e Tiago vão se entender em breve (graças a ela, pelo jeito, né?). Já a Juliet e o Sirius, veremos. Sabe como é, uma vez cachorrão, sempre cachorrão. Haha. Beijos.
Nah Potter.: Pois é, eu demoro décadas pra atualizar. Detesto isso. Haha. Mas o que importa é que minhas fics estão voltando à ativa, percebeu? Então, continue acompanhando. Beijos.
Nataliaa: Pode deixar, não vou abandonar a fic. E você não me abandone também, tá? Haha. Beijos.
Fini Felton: É, acho que agora as meninas que vão começar a tomar as rédeas da situação, né? A Juliet é quem beija o Sirius, a Lily que vai fazer alguma coisa com relação ao Potter... Girl Power, hein! Beijos.
Thelma: Não perca o capítulo que vem, então. Vamos ver se a Lily consegue pôr o Tiago na parede. Beijos.
Lulu Star: Oba, você ainda me ama? Haha. Então, tai sua resposta: é por isso que o Tiago começou a falar sem parar no corredor, capítulo passado. Beijos.
Lari: Que linda, você! Então, eu tenho a obrigação de terminar essa fic, né? Se foi a primeira que você leu, tem que ter um fim também. E muitíssimo obrigada pelos elogios. Beijos.
Ina Clara: Demorei um pouquinho, mas o que importa é que veio, né? Beijos.
Gabiih Malfoy: Muito meiga, você. Continue acompanhando. Beijos.
Srta D.E.S.A.B.U: Muito obrigada! Então, aí está a parte que a parte maluca e a normal de você queriam, haha. Beijos.
Lara Lynx Black: Obrigada, você é um amor. Continue acompanhando. Beijos.
: Demorei, mas o que importa é que veio, não? Haha. Beijos.
Lyh: Desejo realizado. Haha. Beijos.
marauders' writersP: Obrigada! Achei Juliet e Sirius meio clichê, então deixei bem claro que eles não tem nada a ver mesmo (ela é uma fútil com o coração no lugar, ele é... o Sirius.) Beijos.
Looh': Oba, mais uma que ainda me ama (com você, são duas! Haha) Beijão.
Bella Swan: Brigada! Você é um amorzinho! Beijos.
BellaBlack15: Aun, e eu amo você! Haha. Beijos.
taiis fernandes: Oba, oba, leitora nova? Maravilha! Continue acompanhando. Beijos.
Jamile: Você é muito meiga! Leu a fic desde o início (de novo, como descobrimos no capítulo11) e ainda comentou NOVE vezes! Obrigada! Continue acompanhando. Beijos.
Lena: Graaande Lena, capítulo de Maluca sem comentários seus não é a mesma coisa. Haha. Obrigada, linda. Beijos.
Lygia: Acho melhor deixar em hiatus do que ficar enrolando assim, mas pelo menos não estão abandonadas, né? Haha. Beijos.
Bia: Seu desejo é uma ordem. Aí está a atualização. Haha. Beijos.
