Histórias de hogwarts: A próxima geração
Havia cerca de dez minutos que o trem havia partido, e Alvo ficava mais nervoso a cada minuto, James e Rose, discutiam ao lado dele, que casa ele poderia ir, e fazendo planos de planos para o ano letivo, perguntando a alvo o que ele achava, mas não obtiveram respostas.
"Para que casa eu vou? E se eu para uma sonserina? Mas eu acho que não… Mas eu acho que não ?! Calma, papai disse que não tinha problema, e que ele ia ficar feliz não importando para que casa eu fosse, James já fala como se estivesse na grifinória, quantos planos… e se eu sair do vagão? Vai virar um interrogatório, as vezes eu não queria que o meu pai fosse famoso… e só ir meio escondido, vou procurar meus primos. Fred jr. "
Alvo sobe-se do assento, se mexendo pela primeira vez em dez minutos, a sua respiração estava cada vez mais pesada . Ele não sabia por que estava fazendo aquilo, mas ele sabia que era melhor
Vou dar uma volta. - Um pronunciado ele.
Fazer o quê? -perguntou Rose - Vai demorar para chegar o carrinho dos doces.
Deixa ele, é a primeira vez dele aqui só deve estar nervoso. - Sussurrou James para a prima. Alvo agradeceu com o olhar e se aposentou. Ele não tinha com o que tapar a cabeça para que não ficassem olhando, então só olhou pra baixo, pelo menos ninguém conhecia ele ali.
"As vezes eu queria ser o James, ele parece sempre tão confiante, e nunca se importa se vai ou não ligar que ele é o filho de" Famoso Harry Potter "eu pelo menos não gosto que fiquem me olhando curiosos toda hora que saio… James até gosta que as pessoas façam isso. "
Ele caminha devagar pelo corredor, reconheceu Alice e Augusta Longbottom, que acenaram para ele, e retribuiu, Passou por um vagão de corvinos e lufanos, depois de seu vizinho no segundo ano da grifinoria, discutindo com um sonserino aleatório. Pelo jeito isso acontecia muito, por que encontrou mais duas dessas brigas ao longo do trem, que parecia que toda vez que ele estava chegando no final do trem ele aumentava de comprimento.
Onde Fred foi se enfiar? - Falou para si mesmo. - Foi andando, e andando… E olhando para as janelas das cabines que viu um menino loirinho, desviou a sua idade, ele estava sozinho na cabine o que era muito raro, já que os hogwarts tinham mais de mil alunos, sentado com os pés em cima do banco, todo encolhido mirando como janelas com um olhar melancólico.
"Ninguém deve gostar dele a ponto de nem chegar perto, mas não deve ser nada demais. Acho que vou falar com ele, só para se sentir menos sozinho, eu sei como é difícil ter o seu primeiro ano, e olha que eu nem cheguei em hogwarts, tomara que não seja alguém muito ruim, mas se ele não for vou ter me preocupado a toa "
Ele respirou fundo e entrou. Alguns alunos olhavam ele e pensavam "Por Deus! O que ele está fazendo?". O menino não se mexeu, nem reagiu a ele.
- Olá, eu sou o Alvo tudo bem? - Depois resultante que talvez seria melhor ter dito o sobrenome, talvez ele pensasse que se até o filho de Harry Potter queria ser amigo dele, o menino se sentiria menos excluído, mas afinal, se ele nem conhecia ele, não tinha como saber o que ele pensaria. - Vi você sozinho aqui, também não tenho muitos amigos… - Não houve respostas, mas ele insistiu - Tudo bem? Eu te entendo.
- Talvez para você, parece tão feliz fingindo que não me conhece, que horas você vai começar a jogar na minha cara que eu sou um idiota, e dizer que a minha família é só mais um bando de animais. Pode parar agora! Eu já sei o que você quer, e que você me conhece muito bem a ponto de entrar aqui. Muito bom o seu plano! Mas se por isso isso pode ir! - O loirinho falou em um tom que não agradou Alvo, o que ele fez de errado?
- Desculpepa… Fiquei com a sensação de que eu deveria te conhecer. Mas eu juro por merlim que não vim para te zoar. Er… Vamos recomeçar, eu sou Alvo Severo Potter, - Talvez fosse melhor que ele não incluiu dito seu sobreonome, já que era famoso e tal. - Você não está no seu primeiro ano? Não está?
- Acho que seu paizinho não vai gostar que você seja o meu amigo Potter.
- Meu pai não tem problemas com mestiços, nascidos trouxas ou sonserinos. - Disse Alvo, não gostando do rumo que aquela conversa estava tomando.
- Mesmo assim.
- Se você me falar o porquê talvez eu possa te dizer se ele vai se importar ou não. Mas não é ele que gerencia minhas amizades. - Alvo se pulso ofendido. Mas ele ia atrás de seus desejos, e era persistente.
- Tarde ou cedo você vai descobrir. - Falou o menino Poeticamente.
- Não precisamos ser amigos, mas me diga o seu nome pelo menos!
- Scorpius.
- Maneiro. - Disse ele tentando ser legal. - Scorpius de que?
- Malfoy. - Falou Scorpius. "talvez isso afaste ele". Por dentro Alvo estava chocado, mas por um permaneceu pleno.
- Entendi o porquê de que talvez o meu pai não goste que eu seja seu amigo… Mas, por mais que ele me tenha contado que seu pai e o meu nunca se deram bem, nunca se desprezo pela sua família, ou me disse algo contra ser seuamigo.
- Se insiste tanto, pode ficar Potter! Parece impossível te tirar daqui.
Alvo estava satisfeito. Prefira estar em silêncio com os olhos nas janelas e os pensamentos bem distantes.
"Eu não acredito que esse é Scorpius Malfoy! Espero que isso não me gere problemas… Mas não vou deixar de falar com ele por desaprovação, não acho que meus pais vão se incomodar, mas eu tenho outras pessoas que podem desaprovar, mas tudo bem eu posso lidar com isso. Ele foi grosso, mas alguma coisa me faz continuar, acho que eu gostei dele.
Scorpius era outra pensativa:
"isso era só o que me faltava! Agora o maldito Potter quer ser meu amiguinho, eu sei lá, não sei se eu gostei dele, ele é tão inocente! Mas não desiste! Essa não vai ser a sua última tentativa"
Eles permaneceram em silêncio, agora o trem passava por fazendas de batatas. Já uma hora e dez minutos da partida do trem. Os meninos puderam ouviro barulho de rodinhas e muitas crianças chamando a mulher que empurrava o carrinho dos doces. Alvo preparou a carteira, vinte galões prontos para serem gastados. O carrinho chegou na porta da cabine.
Alvo se prontificou e garantiu seu doce.
- Dois sapos, e um pacote de feijões, por favor.
- É quinze galeões no total.- Alvo pagou.
- E você? - Disse a mulher, limite- se a Scorpius.
- Um sapo, os feijões, e um suquinho de abóbora.
- Treze. - Ele pagou, ela continuou a vender doces, e os dois sentaram para comer.
Alvo amava os sapinhos, e foi isso que ele abriu.
- Você coleciona? Eu tenho 302 cavalos. Agora trezentos e quatro– Disse alvo abrindo o pacote e imediatamente capturando o sapinho e o comeu. - Olha! Slyterin! Eu tenho outros nove dessas, é um dos que eu mais tenho. E você? - Scorpius abriu para ver.
- Ronald Weasley.- Scorpius disse sem hesitar, o que deixou alvo feliz. Pelo jeito isso os aproximava.
- Seu sapo! - gritou Alvo, mas era tarde. O sapo saiu pela janela e você com o vento. Alvo riu com a ironia, lembrando da história que seu pai havia contado de quando conheceu Ronald Weasley. O outro sapo de Alvo foi Merlin.
Depois daquilo tudo ocorreu com mais naturalidade. Conseguiram conversar um pouco. Divertiram-se conversando sobre os sapos e provando os feijões de gostos estranhos.
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