Disclaimer: Nada é meu. Harry Potter (a família Weasley e assim por diante) pertence à JKR e àqueles que publicaram os livros dela. Damien pertence à Kurinoone e a história por trás de Harry meio que pertence a ela também. Eu estou fazendo isso por diversão (e para dormir em paz) e não estou ganhando dinheiro algum com essa história. Há partes da história que foram escritas por JKR e partes que foram escritas por Kurinoone.
Chapter Twenty-Nine – Wedding Day
(O Dia do Casamento)
Os dias que se seguiram foram bem mais descontraídos e agradáveis do que os últimos. O silêncio tenso se foi, sendo substituído por brincadeiras e longas conversas sobre tudo e nada, e muitos beijos entre os dois. Ginny sentia-se tão extasiada e feliz sempre que olhava e ele lhe enviava os sorrisos mais surpreendentes quando seus olhos se encontravam – o que acontecia regularmente agora. As noites se passavam diante da lareira, antes de irem para a cama juntos, às vezes deitando um ao lado do outro por longas horas, de mãos dadas, só desfrutando, finalmente, não precisarem ignorar um ao outro e seus sentimentos. Não havia silêncio desconcertante quando acordavam entrelaçados. Ao invés disso, sorriam, se beijavam e começavam o dia.
A primeira baixa na alegria deles foi quando Damien, Ron e Hermione ligaram durante uma de suas sessões de estudo. Ginny queria espalhar a felicidade deles assim que ouviu as vozes dos três, mas parou e se deu conta de que não tinham conversado sobre aquilo ainda. Não sabia se Harry queria que soubessem... e, sério... o que eles diriam?
Seu irmão provavelmente ficaria furioso. Ron ainda não o aceitara de verdade, e evitava falar com ele ou perguntar qualquer coisa. Só falava com ela ao telefone, e Harry não parecia muito interessado nele também.
Hermione… bem. Ela poderia ficar feliz ou confusa ou... provavelmente ia querer falar com Ginny sobre isso, e ela não podia realmente conversar com a amiga ali, onde Harry estava escutando.
E Damien… Harry dissera que ele ficaria feliz com isso, que insinuara para ele sobre ela com frequência, e Ginny confessou que o menino fizera o mesmo com ela.
Eles trocaram um rápido olhar e Ginny decidiu que não era o momento para aquilo, e quando Ron disse algo sobre o casamento de Bill e como sua mãe estava deixando todo mundo louco, ela também não quis falar. O casamento de Bill. Esquecera completamente disso, percebeu com uma pontada de culpa. Não estaria lá – suspirou alto e tentou dar um sorriso para Harry quando ele lhe lançou um olhar preocupado.
"Damien, sobre a minha varinha: pensei sobre isso e bolei um plano," disse o rapaz baixinho.
Ginny olhou confusa para ele, que evitou seus olhos. Harry não lhe dissera nada sobre isso. A garota cruzou os braços.
"Bem, vamos escutar, então," disse Damien, animado.
Ginny estava feliz por ouvir que ele estava se sentindo bem.
Harry olhou para ela.
"Espere um segundo." Ele baixou o telefone e cobriu o bocal com a mão. "Que tal começar com algo para comer?"
Ela olhou surpresa para ele.
"Como é que é? Não pode simplesmente me deixar fora disso agora." A garota estreitou os olhos para ele. Ele lhe lançou um sorriso deslumbrante. Ginny sentiu a raiva derreter, mas disse a si mesma para se manter forte. Olhou zangada para ele. "Dissemos que chega de mentiras."
Harry arqueou a sobrancelha.
"Não falamos nada sobre segredos." A expressão dela escureceu mais ainda. "Além do mais, é uma surpresa, então..." Ele tentou enxotá-la.
"Eu não gosto de surpresas."
O rapaz encolheu os ombros e sorriu.
"Ótimo."
Ele acenou a varinha e disse alguma coisa, mas ela não o ouviu mais. A jovem lhe lançou um olhar desagradável e saiu. Como podia fazer isso com ela? Ela o observou atentamente da tenda, tentando descobrir do que estava falando, mas ele manteve o rosto inexpressivo. A conversa durou um bom tempo e ela não sabia por que tinha que começar a cozinhar. Tentou esgueirar-se até ele, atravessar qualquer feitiço que tivesse conjurado, mas sem sucesso. Ele apenas sorriu debochado para ela e a garota ficou mais zangada a cada minuto. Quando a conversa finalmente terminou, ele caminhou até ela, agindo como se nada tivesse acontecido.
"Sobre o que conversaram?" perguntou ela imediatamente.
"Um plano para pegar minha varinha de volta."
"Foi o que pensei," disse ela secamente. "Sobre o que é?" Mas ele não disse nada e ela apenas sorriu. "Sem beijos, então."
Harry gaguejou e Ginny sorriu marotamente com sua expressão.
"Você jamais vai manter isso," disse ele por fim, confiante.
"Veremos." Ginny encolheu os ombros. Ele caminhou até ela lentamente. A garota o impediu com o braço, empurrando-o. "Não me conta o plano, sem beijos."
Ele tentou várias vezes naquela noite, e na hora de ir para a cama, a garota virou para o lado dela, dando as costas para ele, e bateu em suas mãos quando tentou puxá-la ou trilhar sua cintura e braços com os dedos. Não via porque ele não podia simplesmente lhe contar. Sua resistência e teimosia cresciam a cada tentativa. Se não lhe contasse, não ia ter o que queria também. Ele finalmente desistiu e ficou longe dela. Na manhã seguinte, ela olhou para ele com expectativa, mas o garoto não disse nada sobre o plano, então não ganhou o habitual beijo de bom dia. Ela esperou que o humor dele piorasse, mas não aconteceu. Em vez disso, ele tentava tudo que podia para roubar um beijo. Várias vezes ele quase conseguiu, mas ela se manteve forte. Uma vez naquela tarde, ela ligou do próprio celular para Hermione para fazê-la falar, mas a amiga não atendeu. Ginny ficou mais irritada a cada hora, até o dia finalmente acabar e o próximo começar. Era o dia do casamento de Bill.
Quando acordou, Harry já estava em pé, embalando as coisas deles. Ela observou o rapaz, confusa, mas ele não disse nada ao desarmar a tenda. A jovem perguntou o que estava acontecendo, mas ele simplesmente sorriu, e quando tudo estava empacotado e encolhido, ele pegou sua mão.
"Vamos aparatar?" perguntou ela, observando-o atentamente.
Ele assentiu e sorriu. Pegou sua mão e desapareceram, reaparecendo num pequeno beco. Ela olhou em volta, mas Harry a puxou. Caminharam em meio a ruas movimentadas, até alcançarem uma pousada. Em vez de ir até uma velha sentada ao canto, o rapaz conduziu-a a uma escadaria. A garota tentou várias vezes lhe perguntar onde estavam indo, mas ele nunca respondia. Ele parou diante de uma porta, onde soltou sua mão antes de bater diversas vezes. Parecia um código e a porta foi aberta.
Hermione estava linda. Usava vestes a rigor e maquiagem, o cabelo em um coque. Ela sorriu para os dois antes de conduzi-los para dentro. Damien estava deitado na cama, levantando-se quando os viu. Estava vestido casualmente. Eles se cumprimentaram. O menino sorriu amplamente para eles e, diante do rosto zangado da garota, virou-se para Harry.
"Você ainda não contou a ela?"
O rapaz sacudiu a cabeça e sorriu. Ginny cruzou os braços.
"Tudo bem, o que está acontecendo aqui?"
Hermione abriu a boca, provavelmente pronta para explicar, mas Harry balançou a cabeça. Ginny olhou feio para ele, mas ele apenas deu de ombros. Damien riu. A garota olhou zangada para ele também e o menino recuou, os braços erguidos em rendição.
"Não foi ideia minha."
"Está tudo pronto?" perguntou Harry. Hermione assentiu ansiosamente e apontou para um frasco sobre a mesinha. "Seu cabelo já está dentro?" perguntou a Damien. O menino confirmou. "Ótimo." Ele se virou para ela. "Ponha essas vestes e podemos ir." Ele apontou para as vestes vermelha e dourada que pareciam grandes demais para ela.
A jovem cruzou os braços.
"Não farei nada antes que me digam o que está acontecendo."
Eles trocaram olhares e Ginny olhou zangada para todos.
"Vamos, Harry, já a torturamos demais," disse Damien. A garota lhe lançou um olhar agradecido.
O mais velho assentiu.
"Está bem."
Antes que ele pudesse começar a explicar, Hermione sorriu largamente e se adiantou:
"Pegamos um pouco de poção polissuco. Você vai beber para ficar como Damien e nós duas vamos ao casamento, assim Damien não vai desaparecer enquanto os dois vão procurar a varinha de Harry."
Ginny olhou boquiaberta para eles. Ela ia ao casamento? Estaria lá? Sorriu brilhantemente enquanto digeria a notícia. Todos sorriram para ela e Damien lhe entregou as vestes.
"Vista."
Ela as pegou, ainda chocada, e o menino a empurrou para a porta do banheiro.
No caminho, ela bateu no braço de Harry.
"Você podia ter me dito!"
O rapaz sorriu debochado e sussurrou, para que os outros dois não pudessem ouvir.
"Você fica sexy quando está com raiva."
Ginny corou e tentou manter-se calma, seu coração batendo rápido e borboletas em seu estômago.
"Você vai ganhar um beijo quando terminarmos," sussurrou ela de volta.
"Acrescente mais alguns e eu estou dentro." Ele piscou.
A garota revirou os olhos para ele, mas não conseguia parar de sorrir enquanto entrava no banheiro, vestindo as vestes a rigor. Eram realmente muito grandes para ela, mas em alguns minutos ia parecer com Damien, então, é claro que as vestes tinham que ser dele.
Ela voltou ao quarto, sentindo-se estúpida. Damien tentava abafar as risadas atrás das tosses, enquanto Harry riu abertamente dela. A garota colocou as mãos nos quadris, tentando imitar a postura da mãe, mas aquilo o fez rir ainda mais. Quando se virou para Hermione, viu que ela estava sorrindo também, mesmo que estivesse olhando um pouco curiosa para Harry. O mais novo, vendo que o irmão não foi punido por rir, juntou-se a ele.
Hermione revirou os olhos para os garotos e apontou para a poção.
"Tome e estaremos prontas para ir. Tenho um pouco mais comigo e vamos ter que fugir de vez em quando para que possa tomar outra dose."
Ginny assentiu e caminhou até a poção, tomando de uma vez. Fez careta quando suas entranhas começaram a se encolher. Sentiu como se tivesse comido algo que ainda estava vivo e rastejando em seu estômago para sair. Ela se dobrou, a mão tampando a boca com força. Ia ficar enjoada, sabia disso. Harry e Damien pararam de rir. Nervosa, ela olhou para Hermione, que correra para seu lado, murmurando:
"Acaba num segundo. Fique calma."
A sensação de mal-estar parou e, de repente, ela estava em chamas, sua pele comichava e teve a súbita vontade de se coçar. Mas acabou num piscar de olhos, substituída por uma sensação borbulhante em sua pele. Diante de seus olhos, suas mãos começaram a crescer, os dedos engrossaram, os nós dos dedos estavam inchados como parafusos, os ombros se esticaram dolorosamente, sua cabeça formigava e o cabelo desaparecia, e, de repente, parou. Ela se levantou direito, subitamente mais alta.
"Caramba!" disse Damien, encarando-a. Ele deixou de ser mais alto que ela, e ela arriscou um olhar para Harry, que fazia careta. Ela riu marotamente. Talvez devesse beijá-lo agora...
"Perfeito!" disse Hermione, batendo palmas. "Dê alguns passos, eu li que pode ser difícil no começo."
A garota tentou e prontamente tropeçou. A amiga a ajudou a se firmar. Damien estava rindo mais uma vez.
Ginny olhou feio para ele.
"Eu teria cuidado se fosse você, Damien Jack Potter."
"Mesmo? O que vai fazer?" perguntou ele, sorrindo para ela.
Ela sorriu maldosamente.
"Ah, quando você voltar, pode ouvir sobre a forma que cantou 'Um Caldeirão Cheio de Amor Forte e Ardente,' de Celestina Warbeck, durante a cerimônia e como você dançou sem jeito na pista de dança, fez brincadeiras estúpidas que te renderam um longo castigo, como tentou beijar primeiro minha mãe e então um dos meus irmãos, e como finalmente tirou a roupa em cima de uma das mesas, tentando encorajar os outros a fazerem o mesmo."
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Apenas quando reapareceram em frente a uma Toca lindamente decorada, Ginny percebeu o que significava estar ali, no casamento de Bill. Ela os veria. Os veria e não podia lhes contar nada. Não podia dizer: "Olá, eu sou Ginny. Estou aqui, nada de tristeza."
"Hermione," sussurrou baixinho.
A amiga apertou sua mão de forma tranquilizadora.
"Estou aqui e olhe." Ela apontou para a porta. "Ali está Ron."
O ruivo veio até elas, sorrindo e acenando.
"Finalmente estão aqui. Mamãe chegou e passou o limite de alcoolicidade."
"Isso não é uma palavra," apontou Hermione. Ele estava prestes a responder, quando pareceu realmente olhar para a namorada pela primeira vez. Sua boca ficou aberta. "Você está bonita," gaguejou finalmente, as orelhas ficando vermelhas.
A garota corou.
"Obrigada, Ron."
Ele então se virou para Ginny e sorriu, falando mais baixo.
"Ginny?"
Ela assentiu e Ron deu uma tapa em seu ombro, dizendo em voz alta:
"Bom te ver, cara."
Ginny forçou-se a apenas sorrir e não cair na risada. Afinal, era muito estranho ser cumprimentada pelo irmão dessa forma.
"Vamos sentar, então?" perguntou Hermione suavemente. A outra concordou, olhando com saudades para a casa. "Tenho certeza que podemos dar uma olhada lá dentro mais tarde, quando todos estiverem distraídos com a festa," acrescentou baixinho.
Ginny assentiu. Queria ver se tudo estava do mesmo jeito.
"Não posso, tenho que levar os convidados às cadeiras." Ron fez careta. "Trabalhando como um maldito elfo-doméstico, devo dizer."
Hermione o repreendeu propriamente, começando uma discussão enquanto Ron assumiu a dianteira até a marquise. Ginny percebeu que A Toca parecia mais arrumada do que jamais vira. A única vez que conseguia se lembrar dela quase tão limpa foi no ano que estivera sozinha em casa com a mãe. Os caldeirões enferrujados e as botas que geralmente ficavam nos degraus foram substituídos por arbustos, as galinhas estavam trancadas, e o jardim fora podado. Borboletas e abelhas pairavam preguiçosamente sobre a grama e a cerca viva, as primeiras árvores e flores desabrochando. Era um belo dia para um casamento.
A entrada da marquise revelava filas e filas de frágeis cadeiras douradas colocadas em ambos os lados de um logo carpete roxo. Os mastros de apoio foram enlaçados com flores brancas e douradas. Um grande cacho que balões dourados foi preso sobre o ponto exato no qual Bill e Fleur em breve se tornariam marido e mulher.
Um dos gêmeos veio correndo. Ginny achou que fosse George. Ela o encarou e tentou com todas as forças não se lançar sobre ele. Não o via há meses. Mas tudo estava um pouco errado. Ele parecia um pouco diferente desse ponto de vista. A garota sacudiu a cabeça e sorriu para ele, que deu uma tapa em seu ombro também.
"Eu vou levá-los, Roniquinho."
Ginny bufou. Ron abriu a boca para reclamar, mas George agarrara ela e Hermione e as puxou.
"Vamos logo," sussurrou ele e lançou um olhar nervoso para trás.
Ginny seguiu os olhos dele e acelerou o passo imediatamente. Tia Muriel alcançara a entrada e no momento estendia a mão para pegar Ron e lhe dar um beijo. O ruivo lançou-lhes um olhar desagradável e George riu.
"Como estão as coisas?" perguntou Hermione quando estavam numa distância segura. "Posso ajudar com alguma coisa?"
George sorriu brilhantemente, mas faltava algo em seu sorriso habitual. Ele empurrou um pedaço de pergaminho nas mãos da garota.
"Aqui está, leve os convidados às cadeiras."
"Esse é seu dever," disse Ginny acusadoramente.
"Ah… Damy, não seja desmancha prazeres. Esperava poder conferir as primas Veela com Fred." Ele apontou para algumas cadeiras à frente, onde seu gêmeo estava, de fato, conversando com algumas loiras, que riam alegremente de suas travessuras. "Você pode se juntar a mim enquanto Hermione faz o trabalho, hã?" Ele balançou as sobrancelhas sugestivamente para Ginny.
"De forma alguma!" disse Hermione determinada. "Temos que falar com os pais dele antes, para que saibam que estamos aqui." A garota gesticulou para a amiga, em seguida para o Sr. e a Sra. Potter algumas cadeiras à frente. "Vamos, Damien."
Ginny sorriu para George e seguiu a garota, feliz por não ter de tentar conversar com as primas de Fleuma. Mas, por outro lado... havia uma forma melhor de constranger Damy? Elas alcançaram os Potters. Hermione sorriu educadamente para eles quando se cumprimentaram.
"Ah, filho, sobreviveu a mais uma sessão de estudos?" perguntou o Sr. Potter, jogando um braço ao redor dela. Ginny assentiu, tentando sorrir.
"James!" repreendeu a Sra. Potter. "Hermione faz um trabalho fantástico com ele! As notas dele têm aprimorado muito, tudo graças a ela."
"Obrigada, Professora," disse a garota, corando, mas sorrindo alegremente.
Ginny tentou não encarar o Sr. Potter. Ela não conseguia não pensar sobre a forma que beijara Harry. Era quase assustador o quanto eles se pareciam mesmo assim tão perto. A jovem olhou um pouco desamparada para a amiga.
"Ah, acho que está prestes a começar!" disse Hermione entusiasmada, apontando para o fim do corredor, onde Bill e Charlie tomavam seus lugares.
Ginny os encarou e Hermione teve que puxá-la para a cadeira. Ela observou o pai percorrer o corredor, seguido por Ron, que ainda fazia careta e sua mãe, que vinha recolhendo Fred e George ao longo do caminho. Eles tomaram seus assentos na parte da frente e a garota não pode deixar de notar o assento vazio que provavelmente foi reservado para ela. Seus pais pareciam cansados e não tão felizes quanto imaginara que estariam no grande dia de Bill.
Os convidados se calaram e a música começou a tocar suavemente. Bill parecia nervoso quando Gabrielle passou pelo corredor em um vestido dourado. Com uma pontada, Ginny percebeu que ia vestir aquele vestido também, seguindo Gabrielle. Havia uma lacuna entre a garota e a noiva, como que se fosse esperado que uma pessoa andasse atrás dela. Ginny teve se forçar a se manter forte e calada. Hermione deu um tapinha em seu joelho, enviando-lhe um olhar de cumplicidade, com lágrimas nos olhos. E então Fleur apareceu completamente, de braços dados com o pai, e os convidados se levantaram. Ela estava radiante, usando um vestido simples branco e a tiara de Tia Muriel. A jovem podia ouvir a tia apontando o fato em voz alta.
"Senhoras e senhores. Nós nos reunimos aqui hoje para celebrar a união de duas almas fiéis..." começou o bruxo que presidia o casamento.
Sua mãe começou a soluçar em um lenço e Ginny fechou a mão em punho. Não podia nem mesmo acompanhar a cerimônia de tão concentrada que estava na família. Era uma maldição e uma benção vê-los tão de perto e não poder falar com eles.
Quando o casal começou os votos, a maioria das mulheres começou a chorar e a garota também não pôde evitar as lágrimas. O Sr. Black, que estava sentado ao lado dos Potters, a viu e riu. Ela lhe lançou um olhar zangado e ele arqueou a sobrancelha, acotovelando as costelas do Sr. Potter. O homem apontou para ela. Ginny rapidamente virou-se para Hermione, que estava sentada à sua esquerda.
O bruxo presidindo a cerimônia acenou a varinha sobre a cabeça dos noivos, e uma chuva de estrelas caiu sobre seus dedos entrelaçados. Fred e George lideraram os aplausos, e os balões dourados junto aos recém-casados explodiram em pequenos sinos dourados e aves do paraíso, que voavam ao redor da tenda cantando.
Todos estavam de pé aplaudindo, e Bill e Fleur se viraram, encarando a multidão. Eles sorriam para os convidados. Alguns bruxos moveram as varinhas e as paredes da tenda foram removidas, para que o pomar iluminado pelo sol e a paisagem circundante pudessem ser vistos, e as cadeiras foram juntas por mesas, reorganizando-se ao redor dos convidados. Uma pista de dança se formou, e garçons entraram com bandejas de bebidas e comidas enquanto a banda começava a tocar. As pessoas começaram a se servir de comida e bebidas, enquanto os pais dela e os de Fleur caminhavam até os recém-casados para felicitá-los.
Hermione puxou-a para longe dos Potters, do Sr. Black e do Sr. Lupin, indo até Ron, que as encontrou no meio do caminho. Pegaram algo para beber e uma mesa, onde se sentaram juntos. Diversas vezes Hermione teve que sacudir a garota para parar de encarar a família. Ginny estava pensando e ir até os recém-casados para parabenizá-los, quando alguém passou correndo por eles, quase derrubando as pessoas no chão para chegar até Dumbledore. O diretor assentiu diversas vezes, parecendo sério antes de se dirigir aos pais dela, sussurrando brevemente para eles e saindo com o homem em seguida em direção aos portões, desaparatando após atravessar os escudos.
Ginny olhou para Ron e Hermione e viu que eles também tinham observado o encontro. Eles pareciam tão confusos quanto ela, então a garota se absteve de perguntá-los sobre isso. Quase esqueceu aquilo quando o irmão chamou a amiga para dançar e os dois caminharam em direção à pista de dança, ambos corando. Tinham acabado de começar a dança quando houve um súbito silêncio. A música parara e várias pessoas olhavam para os portões. Uma luz branca brilhante correu para a tenda, onde parou e um pequeno animal, que Ginny não conseguia distinguir de onde estava, ficou visível.
Uma voz escura e sombria falou alto:
"Ataque de Comensais da Morte, cerca de 200 vítimas! Todos os aurores a postos!"
Houve vozes em pânico e rostos chocados enquanto bruxos e bruxas se amontoaram, muitos abraçando seus entes queridos. Hermione corria na direção de Ginny, sussurrando depressa:
"Você tem que ir para Godric's Hollow e trocar de lugar novamente! Rápido! Use a lareira!"
Ginny assentiu e tropeçou para dentro de casa. Não teve sequer tempo de dar uma olhada n'A Toca, pensou desesperadamente. Mas não tinha tempo para aquilo agora. Correu para a lareira e jogou um punhado de Pó de Flu, entrou e informou o destino.
Rodopiou pela Rede de Flu, finalmente aterrissando na lareira certa. Deu uma rápida olhada ao redor da sala de estar e limpou as cinzas.
"Damien?" chamou suavemente.
Houve passos no andar de cima. Ela repetiu o nome dele e passos foram ouvidos nas escadas, antes da cabeça dele aparecer na porta.
"Ginny? Meus pais estão vindo?" perguntou confuso.
"Não, Harry ainda está aí?"
Damien assentiu.
"O que houve? Harry, pode vir!" chamou ele.
"Houve um ataque e temos que trocar de lugar antes que eles conduzam todos que estão no casamento para o quartel-general ou algo assim, de onde eu não sairia."
"Um ataque?" perguntou Harry, aparecendo na porta. Ela assentiu. "Onde? Quando? Sabe quantos Comensais estão envolvidos?" Ginny sacudiu a cabeça e começou a tirar a roupa.
"O que está fazendo?" perguntou Damien confuso.
"Tirando a roupa! Temos que trocar nossas roupas!"
Damy parecia aterrorizado.
"Você não pode simplesmente tirar a roupa!"
Ginny olhou zangada para o menino e jogou a outra capa para ele, que a pegou.
"Sou eu que posso mudar de volta a qualquer momento, então pare de reclamar e se apresse!"
O menino finalmente tirou a camisa e a calça, e ela lhe entregou as vestes. Ele as pegou e vestiu, enquanto Ginny passava a camisa pela cabeça e entrava nas calças.
"É uma visão muito esquisita," comentou Harry.
"Você está com a varinha?" perguntou ela, fechando os botões da calça.
Harry assentiu.
"Acabei de encontrar."
Ginny lançou-lhe um sorriso de alívio.
"Tudo bem, podemos ir. Preste atenção em Hermione, Damy. Ela provavelmente tem uma história pronta para você contar caso alguém pergunte onde estava."
Damien assentiu.
"Seu eu souber de alguma coisa, conto a vocês. Até mais." Ele agarrou um pouco de Pó de Flu e sumiu nas chamas.
"Vamos," disse Harry. "Temos que atravessar os escudos antes que eu possa nos aparatar para fora daqui." Ela assentiu e o seguiu. "Sabe mais alguma coisa sobre o ataque?" perguntou ele, parecendo preocupado.
Ginny engoliu em seco.
"Houve muitas mortes."
O rapaz olhou fixamente para ela.
"Quantas?"
"Cerda de 200."
Harry praguejou.
"Alguém está com raiva."
O jovem esfregou a cicatriz e sacudiu a cabeça. Ginny seguiu o impulso e agarrou sua mão, apertando-a levemente. Mas parecia tudo errado e ele fez uma careta também. Ela soltou a mão dele.
"Mal posso esperar para você mudar de volta," comentou ele, lançando-lhe um olhar rápido.
A garota sorriu.
"Não quer ganhar aquele beijo agora?" Ela balançou as sobrancelhas e Harry fez uma careta.
"Eu passo."
Ginny sorriu e ele estendeu a mão para seu braço, desaparatando-os. Eles reapareceram numa pousada na qual estiveram antes. Ela deu uma rápida olhada à volta.
"Vamos ficar aqui?"
O jovem franziu o cenho.
"Talvez devêssemos ficar. Ao menos até termos alguma notícia."
A garota assentiu e estava prestes a comentar como poderia tomar um belo banho, quando sua cabeça começou a formigar.
"Ah," disse ela. "Acho que estou prestes a mudar de novo."
E, de fato, estava mudando. Sentiu o cabelo crescer, a estatura, as mãos e os pés escolherem, e sentiu-se corar quando sentiu os seios crescerem, mas ao menos não era tão doloroso quanto se transformar em Damien. A jovem se esticou quando estava relativamente certa de que tudo estava onde deveria estar, mas espiou cuidadosamente por baixo da camisa de qualquer forma.
"Eu poderia verificar se tudo está de volta ao normal," provocou Harry.
Quando ela levantou os olhos, viu que ele sorria para ela.
Ginny revirou os olhos e repetiu as palavras ditas mais cedo.
"Essa eu passo."
Harry abriu a boca, provavelmente com uma resposta nos lábios, quando subitamente gemeu e sua mão voou para a testa. Ele caiu de joelhos e mordeu os lábios. Ela estava ao seu lado num piscar de olhos.
"Harry?" perguntou em pânico. "Harry? O que houve?"
Ela tentou tirar as mãos dele da testa, mas ele sacudiu a cabeça e, de repente, ele estava caindo para frente. Ginny tentou segurá-lo o melhor que podia, mas ele era pesado. Cuidadosamente, ela o deitou. Ele se virou, um suspirou suave escapando seus lábios antes de seus olhos se abrirem.
"Papai… ele… ele está machucado."
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A mensagem "PAPAI SERIAMENTE FERIDO, VENHA PARA ST. MUNGO'S O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL" os alcançou logo após Ginny ter pego um copo de água para Harry e tentado fazê-lo lhe dizer o que acontecera. O garoto ficou de pé imediatamente, alcançado a mão dela. Ele deu um passo para trás e olhou para ela com medo nos olhos.
"Ginny, temos que ir para lá agora!"
"Você tem que nos disfarçar primeiro, e eu tenho que trocar de roupa."
Os olhos dele pareceram entrar em foco.
O jovem assentiu.
"Você está certa."
Ele acenou a varinha e o cabelo foi ficando mais claro, até combinar com o dela, o nariz ficou maior, seu rosto mais cheio e, de repente, ela estava encarando olhos acinzentados. O rapaz acenou a varinha sobre ela em seguida. A garota sentiu o rosto mudar também. O nariz encolheu e, de repente, as roupas lhe serviam confortavelmente. Harry agarrou sua mão e eles aparataram.
Reapareceram no ponto de aparatação do St. Mungo's e o rapaz correu, puxando-a em direção à mulher no balcão. Ele empurrou bruxos e bruxas, que estavam xingavam e pediam que voltasse. Ginny se desculpou por ele para todo lado e, de repente, sentiu algo diferente, mesmo que não pudesse entender o que era, e as pessoas saíram do caminho por conta própria.
Finalmente, alcançaram a mulher à mesa.
"Onde está James Potter?"
Ela ergueu os olhos assustada.
"James Potter?" repetiu.
Harry assentiu, estalando a língua.
"Sim, precisamos vê-lo. Ele foi machucado num ataque..."
A mulher assentiu depressa e olhou para uma pilha de papéis antes de apontar para o andar e o número do quarto. Harry puxou Ginny pelos corredores.
"Você devia mandar uma mensagem para Damien," sugeriu ela. "Afinal, não podemos realmente ir lá, não é?"
O rapaz parou de andar e assentiu, bagunçando o cabelo nervosamente. Ginny deu uma rápida olhada à volta e avistou uma sala com o nome "almoxarifado." Ninguém estava por perto. Ela rapidamente o puxou para dentro.
"Me dê o telefone," disse ela baixinho.
Harry enfiou a mão no bolso e o tirou. A garota o pegou e tentou se lembrar dos botões que tinha que apertar para mandar uma mensagem. Olhou um pouco perdida para ele, que estava recostado na porta, respirando fundo. Olhou de volta para o aparelho e tentou sozinha. Após várias tentativas a coisa certa abriu e conseguiu digitar uma mensagem curta. "ESTAMOS AQUI. ONDE VOCÊ ESTÁ? PODEMOS NOS ENCONTRAR?" Enviou para o telefone de Hermione, achando que ela o entregara a Damien, pois tinham recebido uma mensagem dele, afinal de contas. Agarrou o celular com força, olhando para o garoto novamente. Ele ainda estava com os olhos fechados. Aproximou-se dele e estendeu a mão, passando os dedos suavemente em seu rosto. Os olhos dele se abriram. Estavam cheios de ansiedade e preocupação.
"Entrei em contato com Damy. Ele deve nos dizer quando devemos ir." Ele assentiu e tomou o telefone dela. "Você está bem?" perguntou suavemente.
O jovem encolheu os ombros antes de tornar a respirar fundo, a máscara de indiferença lentamente assumindo posição.
"Você deve ficar aqui quando eu for encontrá-lo. Vou ocultar a porta e te buscar mais tarde."
"Harry, eu…"
Mas ele lhe lançou um olhar que a calou.
"É mais difícil rastrear uma pessoa, e eu sei o que estou fazendo."
"Mas se alguma coisa acontecer…"
"Ginny, eu vou voltar, eu prometo…"
Ela olhou para ele, ponderando se devia concordar. Talvez ele só quisesse falar com Damien e dar uma olhada no pai. Ele devia ter aquela chance. Ela finalmente assentiu e ele abriu a boca, mas fechou quando o celular vibrou. O garoto leu a mensagem depressa, antes de acenar com a cabeça. Harry se inclinou e deu lhe um beijo rápido.
"Te vejo mais tarde."
"Tenha cuidado," disse ela enquanto ele se virava para sair da sala.
Quando ele se foi, a garota sentou-se no chão. Sabia que levaria um tempo. Checava o relógio a cada segundo e os primeiros cinco minutos se passaram, então outros dez. Ela suspirou, levantou-se e deu uma olhada em todas as coisas dentro do almoxarifado, buscando algo com que distrair a mente. Ele voltaria. Esperava que com boas notícias. Que seu pai estava se sentindo melhor e que tudo ficaria bem mais uma vez. Olhou para o relógio novamente. Outros cinco minutos se passaram. Recostou-se e fechou os olhos por um momento, quando a porta foi aberta. Era o rosto disfarçado de Harry que estava olhando para ela.
"Vamos," disse ele baixinho.
Ginny franziu o cenho. Algo estava errado, não estava? Rapidamente o seguiu para fora e ao longo dos corredores, até que estivessem no elevador mais próximo, onde ele se firmou contra a parede e fechou os olhos por um momento.
"Harry? O que aconteceu? Está tudo bem?" perguntou ela, aproximando-se.
Ele abriu os olhos e sacudiu a cabeça.
"Depois. Temos que sair daqui primeiro."
As portas do elevador se abriram e o garoto a puxou até o ponto de aparatação. Eles desaparataram para a pousada na qual estavam anteriormente. O rapaz soltou sua mão e, de repente, ele estava oscilando. Ela agarrou seu braço, firmando-o.
"Harry? Harry!" Ginny o chamou e quando ele recuperou o equilíbrio, o glamour desaparecera. Ele abriu os olhos. Eles pareciam vidrados e seus cabelos estavam suados, presos à testa. "Cama," ordenou ela e o ajudou.
A jovem virou o cobertor. Ele gemeu quando ela finalmente o empurrou na cama.
"Harry? O que aconteceu?" Ele piscou os olhos para ela. Nervosamente, ela checou sua testa. A garota engasgou. "Você está queimando!" Ele lhe lançou um sorriso cansado. "Era para você vê-lo! O que você fez?"
Ginny mordeu o lábio. O que devia fazer agora? Ele estava ficando doente, aquilo era claro. Mas, por que agora? Por que tão de repente?
"Seu irmão," suspirou ele finalmente. "Machucado."
Ginny o encarou em choque.
"Qual deles?" perguntou, a boca ficando mais seca a cada segundo.
"Bill," resmungou.
Ela suspirou e sacudiu a cabeça. Bill... ele se casara hoje! Não podia estar machucado. Não podia. Balançou a cabeça para clarear a mente.
"Sabe de alguma coisa sobre ele?"
Harry encolheu os ombros – ou melhor: ele tentou. O rapaz mordeu o lábio. Estava sentindo dor? Parecia que sim.
"Damy," disse por fim.
Ginny assentiu. Ligaria para ele... mas, depois. Tinha que fazer algo por Harry primeiro.
A garota entrou no banheiro e pegou um dos copos de plástico, enchendo-o com água. Voltou à cama e o ajudou a se sentar. Ele bebeu a água em pequenos goles.
"Está sentindo dor?"
Harry sacudiu a cabeça, mas um segundo depois gemeu, caindo no travesseiro de novo e seu corpo convulsionou – obviamente de dor. A garota lhe lançou um olhar de desaprovação.
"O que aconteceu com você?" Mas ele não disse nada. "Tenho que baixar sua febre," disse por fim e olhou em volta.
Não encontrou nada que pudesse encher com água, mas então se lembrou das coisas de acampamento. Desencolheu depressa uma sacola e procurou pelos itens corretos. Finalmente achou uma panela, que rapidamente encheu com água fria. De volta ao quarto, ela a colocou sobre a mesa de cabeceira.
"Vamos tirar suas roupas."
Harry conseguiu dar um pequeno sorriso.
"Só se você também..." Ele parou de falar.
Ginny revirou os olhos para ele e o colocou sentado. Puxou sua camisa e o garoto finalmente tirou a outra mão do bolso. Os olhos dela se arregalaram. Estava enrolado num curativo temporário, que estava encharcado de sangue.
"Harry!" Ela puxou o rosto dele junto ao seu. "O que você fez? O que aconteceu? Me diga!"
Ele revirou parcialmente os olhos.
"Transferência mágica," finalmente sibilou.
Ginny olhou boquiaberta para ele. Mas... ninguém simplesmente fazia isso.
"Mas... mas..."
Harry tornou a gemer e de repente estava se tremendo todo. A garota se impediu de pensar no que acontecera, no que ele fizera. Tinha que ajudá-lo agora. Tirou sua capa e puxou a camisa pela cabeça. Rasgou algumas tiras da cama depressa, empurrando-o para que se deitasse. Ele observou atentamente ela ensopar uma tira com água fria. A garota colocou-a sobre a testa dele, afastando seus cabelos. Ele fechou os olhos rapidamente, antes de se abrirem de novo. Estava lutando contra o sono.
"Shi…" Ela fez. Ele fez careta. "Está tudo bem, eu estou aqui."
Ela puxou a mão dele para a sua e quando começou a remover o curativo, ele sibilou de dor. A jovem rapidamente envolveu outra faixa em torno dela, que se encharcou de sangue momentos depois. Ela xingou e trocou mais uma vez.
"Deixe," sussurrou ele entredentes.
Ela olhou para ele chocada.
"É claro que não. Vai ficar tudo bem. Você devia dormir."
Harry sacudiu a cabeça. Ginny puxou a tira de sua testa e a ensopou com água fria novamente, colocando-a de volta.
A garota acariciou seu cabelo, tentando fazê-lo relaxar.
"Não sou uma criança," murmurou ele.
Mas ela não se deixou irritar. Continuou e substituiu a tira da testa e de suas mãos mais uma vez. Ele a encarou, seus olhos nublados de dor, antes de, subitamente, revirarem. Ginny tentou lutar contra o pânico. Ele estava inconsciente.
N/T: Haja vista não ter como responder a reviews sem login, vou fazer por aqui rs Vocês não sabem o desespero que dá receber perguntas e não ter como falar com vcs haha ^^ Beijos e a todos que comentaram, leram, apoiaram! Obrigada!
dudarieg-weasley: que bom que gostou! Todos esperaram esse momento deles, não é? Após séculos juntos sem rolar nadaaa... rsrs Não vou desistir, posso demorar, mas vou concluir, o.k.? Beijocas e obrigada!
Mari Weasley: Oi Mari! Também sou fã de HG, meu casal predileto de todas as séries e etc. haha ^^ Eu estou traduzindo essa, aliás eu traduzo 4 fics, três no mundo do Dark Prince e uma da Era dos Marotos. Obrigada pela review! Beijos
Maria E: aí está rs Beijos
Srta. Wheezy: Olá! Sei bem como é isso de "voltar às fanfictions." De 2006 a 2012 eu me afastei, li alguma coisa aqui e ali, mas não postava nada, fiquei realmente fora, voltando só em dezembro de 2012. Fiquei tão feliz que você leu UCPR e gostou! Eu sempre digo que hoje eu mudaria muita coisa nela, sabe? Mas há cenas que ainda me lembro da emoção de escrevê-las rs =D E melhor ainda que está lendo TL agora! :) Espero que continue acompanhando, se quiser me add no face ou tumblr, está no perfil. Beijoss :*
Mi: vai sim rs :P Essa fic tem o prólogo + 41 capítulo + epílogo. Estou postando o capítulo 29 hoje, então ainda temos 12 capítulos e o epílogo rs Beijos!
Evellyn: Oi Evellyn! Então, eu estava fazendo prova em outros lugares do país, estudando a mil, sorry! Tive uma "folguinha", que já acabou haha mas aí está! Beijos e obrigada.
