Disclaimer: Nada é meu. Harry Potter (a família Weasley e assim por diante) pertence à JKR e àqueles que publicaram os livros dela. Damien pertence à Kurinoone e a história por trás de Harry meio que pertence a ela também. Eu estou fazendo isso por diversão (e para dormir em paz) e não estou ganhando dinheiro algum com essa história. Há partes da história que foram escritas por JKR e partes que foram escritas por Kurinoone.

Chapter Thirty – Helping Harry

(Ajudando Harry)

Ginny segurou a mão de Harry, descansando os olhos por um instante. Não sabia quantas vezes já trocara os curativos na mão dele, mas quase todo o lençol estava rasgado em tiras, a maioria já encharcada de sangue. Ele tornara à consciência não muito tempo depois que a perdeu, mas ela finalmente conseguira convencê-lo a dormir.

Ele se mexia de vez em quando, gemendo no sono e tremendo de minuto em minuto. A garota começara a ensopar a blusa dele com água fria ao invés de pequenos pedaços do lençol da cama. Seus cabelos bagunçados agora estavam úmidos, mas não mais de suor.

Puxou o cobertor sobre ele, sem saber ao certo se deveria mantê-lo quente ou frio. Suspirou, só o observando por um momento. Parecia que ele se acalmara um pouco. Nervosa, pegou o celular e digitou o número de Hermione. Teve que esperar longos segundos até Damien atender.

"Oi, Damy, é Ginny."

"Ah, graças a Merlin. Harry está com você?" perguntou o menino, nervoso.

"Sim, está... mas ele não está se sentindo bem. Ele disse algo sobre transferência mágica... mas não pode ser verdade, certo?" perguntou, mordendo o lábio.

"Eu... mamãe e papai tentaram ligar para o celular dele, mas ele não atende. Você sabe por quê?"

Ginny franziu o cenho.

"Eu não sei. Não ouvi nada. Tem um botão onde se pode tirar o som, não é?"

"Sim, deve ser isso. Eu... quão ruim ele está?"

Ela olhou para o rapaz e suspirou.

"Nada bem. Está queimando de febre e sangrando, e o sangramento não para. Acha que pode me trazer algumas poções? E, o que aconteceu exatamente? Ele não está em condições de falar muito."

Damien gemeu.

"Eu esperava que não fosse tão ruim. Eu... ele disse a verdade sobre a transferência. Papai, ele... ele foi atingido por uma maldição que tentou tirar sua magia e quase funcionou. Um curandeiro disse à mamãe e a mim que não havia chance de ele..." O menino engoliu as lágrimas. "De ele sobreviver àquilo se não fosse transferida magia de algum parente de sangue, e eu queria fazer isso, mas sou muito jovem e Harry ouviu e foi em frente e fez... ele estava sozinho e ninguém sabe o que aquilo significa para ele. Todos estão preocupados agora, mamãe quer ajudá-lo e disse que nenhuma magia o ajudaria agora, que vai ter que se curar sozinho, e ela não para de falar sobre compressas na perna para baixar a febre e..."

Ginny respirou fundo e o interrompeu.

"Tudo bem, Damien, tente se acalmar. Eu vou ajudá-lo nisso. Tente se lembrar de tudo que sua mãe disse que o ajudaria... não sei muito sobre tratamento trouxa, mas é claro que ela sabe, então..."

"O.k., compressas na perna," disse ele, claramente tentando se acalmar. "Ela disse que são boas, que ajudariam com a febre. Ela resmungou sobre tirar as calças dele, ensopar as roupas com água morna. Acho que tem que envolvê-las nas pernas dele, e então enrolar roupas seca sobre elas. Têm que ficar por alguns minutos. Acho que ela disse algo sobre dez ou quinze minutos, e então tem que ser refeito, e ele tem que ser enrolado em um lençol, e você pode molhar a testa dele, mas não muito..."

"Tudo bem, farei isso da próxima vez que ele acordar. O que mais? O que posso fazer com o ferimento da mão? Não para de sangrar."

Damien engoliu alto.

"Eu não sei. Você fez curativo?"

"É claro, mas tudo fica encharcado de sangue."

"O.k., não posso perguntar à mamãe, mas vou tentar falar com Ron. Onde vocês estão?"

"Onde nos encontrou da última vez, na pousada."

"Tudo bem, perfeito. Não é longe da casa de Hermione. Quando Harry acordar... talvez possa convencê-lo a ligar de volta para mamãe. Ela poderia dizer a ele o que fazer. Provavelmente vai tentar trazê-lo para casa, mas... sim..."

"Eu vou tentar."

O pânico sobre Harry se acalmou um pouco. Agora sabia o que podia fazer e teria ajuda em breve. Foi então que teve tempo de pensar em outras coisas. Coisas como Bill. Respirou fundo.

"Harry disse algo sobre Bill...?"

Damien ficou calado por um tempo.

"Sim, Bill, ele... ele foi com os aurores porque queria ajudar e ele... ele se machucou." O menino respirou fundo. "Mas eles acham que ele vai superar."

Ginny deixou a respiração que estivera prendendo escapar.

"Graças a Merlin. Minha... minha família está aí? Eles já podem falar com ele? O que exatamente aconteceu com ele?"

"Eu não sei todos os detalhes, mas vou perguntar a Ron. Estava um pouco ocupado com papai para ser sincero. Mas sei que colocaram Bill em um coma mágico, para que não tivesse que sentir muita dor e choque de uma só vez. Ele tem feridas enormes na cabeça, a maioria no rosto. Eles acham..." Ele parou. "Eles acham que os cortes deixarão cicatrizes enormes, mas Fleur... você deveria ter visto ela. Ela estava em St. Mungo's vestida de noiva, declarando seu amor eterno por ele repetidamente, e sua mãe estava soluçando muito, e elas se recusaram a sair do lado dele... é tudo que sei." Ginny engoliu em seco e tentou não imaginar sua família no hospital, chorando por seu irmão, esperando não perder outro filho. "E Sirius e meu pai... assim que ele estava se sentindo melhor... estão com algum tipo de piada interna que eu não entendo." Damien estava claramente tentando distrair a mente dela. "Eles estão esfregando os olhos, fazendo expressões de amor doentio um para o outro... você não sabe do que se trata, não é?"

Ele conseguiu. A garota mal se conteve de rir.

"Não faço ideia, desculpa." Harry se mexeu. "Temos que parar, acho que ele está acordando."

"Diga a ele para ligar para a mamãe! Tchau."

Ginny apertou o botãozinho vermelho e colocou o telefone sobre a mesa de cabeceira, observando o rapaz abrir os olhos. Tirou a camisa molhada de sua cabeça, afastando os cabelos molhados de seu rosto.

"Como está se sentindo?"

Seus olhos ficaram fechados por um momento, antes de se abrirem novamente.

"Estou bem."

"Você se lembra da promessa de me contar a verdade?" perguntou ela, acariciando seu rosto. Ele lhe lançou um sorriso cansado, mas não disse nada. "Tenho que tirar suas calças."

Harry conseguiu sorrir de lado. Talvez ele estivesse realmente se sentindo melhor, pensou ela.

"Se estiver disposta a tirar sua camisa, eu posso cooperar."

"Nada disso, Potter. Você está doente."

O jovem sorriu e ergueu-se sobre os cotovelos.

"Talvez eu devesse te deixar doente também, se significa poder te despir." Ginny o ignorou e puxou o cobertor, antes de estender a mão para o botão da calça dele. "Alguém está ficando impaciente, hein?"

Ela abriu o botão. Ele mexeu os quadris. A garota olhou furiosa para ele, mas sentiu o calor percorrer seu rosto. Ele sorriu descaradamente para ela.

"Pare com isso," sibilou ela. "Estou apenas tentando ajudá-lo a melhorar."

Ele tornou a se jogar sobre o travesseiro.

"Odeio precisar de ajuda."

Suas mãos encontraram as dela e ele as afastou, tirando a calça. Foi preciso todo o autocontrole dela para não olhar para ele. Pegou a calça e tirou a bolsa encolhida dele. A desencolheu e tirou uma camisa limpa. Entregou a ele e ele a vestiu. Demorou um pouco, mas ela se impediu de ajudar. Se ele não gostava, ela faria o mínimo.

"Tente ficar acordado," disse ela calmamente.

Ginny pegou o pote e a camisa da mesa de cabeceira e tirou outra camisa da bolsa. Levou tudo ao banheiro, onde limpou as duas blusas e encheu o pote com água, dessa vez morna. Colocou as duas camisas dentro e voltou ao quarto onde Harry estava sentado na cama, o lençol o cobrindo novamente. Pôs os dois na mesinha novamente.

"Eu liguei para Damy enquanto estava dormindo," disse ela enquanto procurava os cachecóis. Achou o dele e começou a procurar o dela.

"E? O que ele disse? Papai está se sentindo melhor?"

Ginny assentiu.

"Ele está se sentindo melhor, mas estão mais preocupados com você. Damien disse que seus pais tentaram te ligar, e ele quer que ligue de volta para a sua mãe." A garota encontrou seu cachecol e colocou os dois ao lado do pote sobre a mesa de cabeceira. "Ele também sugeriu como baixar sua febre. É um método no qual sua mãe estava falando." Ela apontou para as coisas sobre a mesa.

Harry seguiu seu dedo e franziu o cenho.

"Como é que funciona?"

"Você vai ligar para sua mãe quando eu terminar, certo?" Ele fez uma careta. "Se não ligar, eu ligo."

Ele a encarou.

"Você não pode."

"Você está doente, sua mãe sabe e está preocupada, então, vai ligar para ela. Talvez ela tenha mais sugestões sobre o que posso fazer."

Ele cruzou os braços, encarando-a.

"Está bem."

"Ótimo."

A garota puxou o cobertor e tirou uma camisa do pote.

"O que está fazendo?" Ele olhou desconfiado para a blusa.

"Envolvendo em torno de sua perna e então..." Ela parou de falar. "Eu poderia usar algumas toalhas também. Espere um segundo." Colocou a camisa de volta e correu para o banheiro, recolhendo duas toalhas.

A garota voltou e pegou a camisa de volta. Retorceu-a, deixando o mais seca possível, e a enrolou cuidadosamente na perna dele. Harry fez careta.

"Pode aguentar um segundo?"

Ele concordou silenciosamente. Ela colocou a toalha em volta da camisa e prendeu com um cachecol. Cantarolou em aprovação e repetiu o processo na outra perna. Quando terminou, puxou o cobertor sobre ele, cobrindo-o. Ele reclamou, mas ela o calou com um olhar.

"Onde está seu telefone?"

"Na minha calça," murmurou ele, observando-a ir buscar. A garota entregou a ele com um rápido beijo em sua testa. "Acho que a febre já está um pouco melhor," disse, sentindo-se aliviada, mas checando com as mãos também. Assentiu e olhou para ele esperançosa. Ele suspirou profundamente e discou o número, segurando o telefone na orelha. A jovem se inclinou, olhando confusa para ele. Harry deu um tapinha no espaço do outro lado da cama, que ficava ao seu lado, e ela deu a volta e sentou-se ao lado dele, inclinando-se contra ele para conseguir pressionar o ouvido contra a mão que segurava o celular. Ginny segurou sua outra mão na dela, traçando suavemente a bandagem que estava ficando ensanguentada de novo.

"Residência dos Potters. Quem está falando?" disse a Sra. Potter do outro lado.

"É Harry," disse ele calmamente.

"Harry! Graças a Deus! Estou feliz que ligou. Como está se sentindo?"

"Estou bem," repetiu ele, evitando olhar para ela.

"Graças a Deus! Como pôde fazer aquilo? Poderia ter aparecido para a gente! O que pensou ao fazer isso sozinho? Ao fazer isso, afinal? Sabe o risco no qual está se colocando? Seu núcleo mágico está baixo nesse momento, precisa descansar, não pode fazer muita magia, como..." Ela respirou fundo. "Quero que venha para casa! Imediatamente."

Harry intensificou o aperto na mão de Ginny. Ela apertou a mão dele.

"Eu não posso, mãe..."

"Sim, é claro que não pode aparatar nesse estado. Me diga onde está e eu vou te buscar de carro. Não vou dizer a ninguém, é claro," disse a Sra. Potter.

"Não, mãe. Eu não vou para casa." Ele soou cansado, mas firme.

"Querido, você precisa que alguém cuide de você, não pode fazer isso sozinho."

O rapaz se mexeu e Ginny segurou sua mão com mais força.

"Olha, mãe..."

"Não, por favor, Harry." Ela parecia desesperada. "Não posso te deixar sozinho com isso. Eu me preocupo com você e o que fez... nunca vou conseguir te agradecer o bastante por isso, mas nenhum filho deveria salvar a vida do pai e arriscar a sua. Eu me sinto impotente, Harry. A única coisa que posso fazer é cuidar de você, como qualquer mãe deveria. Eu quero fazer isso. Por favor, Harry, não tire isso de mim. Por favor, me diga onde está," insistiu.

"Mãe..." disse ele, mas parou, obviamente sem saber o que dizer.

Ginny teve uma ideia repentina. Soltou a mão dele e levantou-se, procurando algo no que escrever. Encontrou uma pilha de papel e algo com o que parecia ser possível escrever. Rastejou de volta para a cama, ele a observava confuso. A garota tentou escrever com a coisa, mas nada aconteceu. O garoto colocou o celular entre a cabeça e o ombro e pegou a coisa dela. Ele virou alguma coisa e devolveu a ela, que desenhou uma simples linha e, dessa vez, a tinta apareceu. Rapidamente escreveu:

Diga a ela que tem uma amiga cuidando de você. Ela vai se preocupar menos, e pergunte o que eu posso fazer com sua mão sangrando. Dessa forma ela pode ajudar, mas não exatamente da forma que quer, e você não tem que discutir com ela. Não pode ganhar essa. Ela não vai recuar. É sua mãe.

Harry olhou para ela, os olhos cheios de incertezas. Ginny assentiu afirmativamente.

"Mãe, você não precisa. Alguém está cuidado de mim." Ele fez uma ligeira careta e a garota tentou se convencer de que ele só fez isso porque não gostava de depender de ninguém. Não era nada contra ela. De forma alguma. Mas ainda doía. Confiara nele no passado, sem saber o que ele ia fazer, afinal de contas. Ele podia devolver o favor. Talvez devesse explicar como se sentia para ele.

"Alguém? Quem? Pode confiar nele? Afinal, você está realmente vulnerável agora e não pode arriscar..."

Harry manteve-se calmo e a interrompeu:

"Mãe, está tudo bem. Eu realmente confio nela."

Houve um momento de silêncio, e então:

"Nela? Ah." A Sra. Potter parou. "Ela... você está 'envolvido?'"

Harry bufou fracamente.

"Algo do tipo, sim."

"Eu... hum... isso é bom." Ela ficou em silêncio por um tempo. "Você acha que eu vou poder conhecê-la?"

O rapaz congelou e olhou impotente para ela, mas a garota apenas deu de ombros. Não tinha nada a dizer sobre isso também.

"Hum..."

"Não, provavelmente não. Ela é legal, pelo menos? Boa para você? É algo sério?"

Harry gemeu.

"Mãe!"

"Ah, Harry, é só que você é meu primeiro filho que tem uma namorada. É claro que estou curiosa sobre ela, e James e Sirius... eles provavelmente também ficarão e..." Harry afastou a mão da de Ginny. Ela rapidamente apontou para o texto e ele assentiu.

"Eu acho que você ia gostar dela," disse ele, mas antes que ela ou a Sra. Potter pudessem falar alguma coisa, ele continuou. "Mas eu não sei o que fazer com o ferimento em minha mão. Talvez você pudesse...?" Ele parou de falar.

A Sra. Potter suspirou.

"É claro! É claro! É onde você..." Ela parou de falar.

"Sim."

"Você ou ela... qual o nome dela, aliás...? Limpou a ferida? Está revestida propriamente?" perguntou Lily, evidentemente sabia o que fazer.

"Eu não faço ideia. Vou perguntar a ela quando voltar. Há alguma forma trouxa, eu presumo?"

"Sim, há. Mas ela provavelmente sabe sobre isso. Ela é trouxa, certo? Sim, é claro, que estúpido de minha parte. E compressas na perna..." Enquanto ela divagava, Ginny escreveu dois nomes no papel.

Hermione & Ron.

Harry fez uma careta. Ginny lançou-lhe um olhar agudo e acrescentou:

Vou ligar para eles.

"Posso te ajudar com mais alguma coisa, Harry?"

"Não, obrigado, mãe."

"Tem certeza? Se precisar de ajuda ou... se houver alguma coisa, qualquer coisa, que eu possa fazer, não hesite em me ligar, o.k.?"

"O.k."

"E, por favor, me ligue se melhorar... e se piorar, me ligue também. Eu vou te ajudar, então. E não ouse não me ligar, Harry."

"Sim, mãe. É claro, mãe," disse ele, revirando os olhos.

"Melhore logo, querido."

"Tchau."

Ele apertou o botão correto e deixou o telefone cair ao seu lado sobre a cama. Afundou-se no travesseiro, fechou os olhos e gemeu. Ginny o observou cuidadosamente e afastou alguns fios de cabelo. Os olhos dele se abriram e o garoto lhe lançou um olhar aborrecido.

"Você não pode apenas... parar com isso?" pediu finalmente.

"Não gosta?" Ele encolheu os ombros. "Você simplesmente não gosta do fato de alguém estar cuidado de você, certo? "Ele assentiu. "Mas confia em mim, certo?"

"É claro."

"Harry, depois de tudo que passamos, o mínimo que posso fazer é cuidar de você. Não apenas como se eu devesse isso a você, mas... eu gosto de você, seu garoto idiota, e é isso que as pessoas que gostam umas das outras fazem. Se precisar de mim, eu estou aqui e vou te ajudar, e isso é normal. E me faz sentir melhor se eu puder afastar seu cabelo e apenas te tocar e te dar alguns beijos enquanto isso. E eu sei que gosta também, mesmo que seja muito... o que seja, para demostrar isso. Eu vou continuar, você fingindo que odeia ou não."

O rapaz relaxou visivelmente.

"Se é assim que vê..."

"É assim que é." Ela sorriu para ele. "E vou refazer a compressa da sua perna agora." Ginny olhou para a mão dele. "Isso pode esperar um pouco mais." Ela se levantou e puxou o cobertor, soltando os cachecóis. Tirou as roupas, foi ao banheiro e as limpou, ensopou-as na água morna e colocou-as de volta. Quando terminou, sentou na cama, observando os olhos dele abrirem e fecharem.

"Devia dormir um pouco mais, eu vou pegar algo para você comer. O melhor seria uma sopa quente. Vou ver o que posso fazer. Eu vou ligar para Hermione, ou mais precisamente Damien, para que traga Ron e Hermione. Eles saberão o que fazer com sua mão."

Harry deu um longo suspiro, mas assentiu e a garota deu-lhe um sorriso brilhante, beijando sua testa ternamente.

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Ron, Hermione e Damien iam e vinham. Hermione trouxera um kit de primeiros socorros com o qual Ron tinha limpado e enfaixado a mão de Harry de forma profissional. O sangramento finalmente diminuíra, o que tinha sido um grande alívio para ela. Eles também trouxeram medicamentos trouxa para combater a febre e estavam funcionando, mas levavam algum tempo para fazer efeito. Tinham ido embora depois disso, pois não podiam ficar mais sem que alguém percebesse.

Ginny encontrara um pequeno lugar que fazia uma sopa bacana. A garota ia lá sempre que Harry estava disposto a comer alguma coisa e, contrariando seus protestos, até conseguia lhe dar algumas colheradas quando suas mãos estavam tremendo demais e ele simplesmente derramava a sopa.

Nos dias seguintes, Harry estava constantemente melhorando. Os períodos nos quais estava acordado ficavam mais longos, e a cada dia ele ficava mais agitado, mesmo que não estivesse pronto para andar muito. Mas conseguia sentar sem problemas agora, e conseguia comer sem ajuda. A febre estava baixando também e ele estava quase de volta ao normal. Ginny tinha certeza que com um ou dois dias a mais de repouso ele estaria ao menos fisicamente apto. Sua magia era outra coisa, mas o rapaz estava confiante de que também não demoraria muito. Como ele podia ter certeza disso, ela não sabia.

No momento, ela estava no banheiro tomando um banho demorado. Tinha sido um momento difícil para ela, apesar de Harry insistir para que dormisse também, a garota não conseguia dormir muito, pois sempre que ele se mexia, ela acordava assustada, verificando sua temperatura para se certificar de que ele estava se sentindo bem. Era difícil adormecer depois disso, então ela ficava a maior parte do tempo o observando dormir.

Houve uma pancada no quarto. Ginny parou, tentando ouvir atentamente, mas não escutou nada. Encolheu os ombros. Harry não gostava muito quando ela o verificava sempre que fazia o menor ruído. Provavelmente só derrubara alguma coisa e se ela corresse para lá agora, molhada e apenas de toalha, ia ter que escutar seus comentários sugestivos. Voltou sua total concentração ao banho e se demorou relaxando os músculos. Quando terminou, saiu do chuveiro, se enxugou com uma toalha e se vestiu.

Ginny abriu a porta do banheiro e parou congelada com a visão do quarto. Ele não estava lá e a porta estava entreaberta. Porém, a varinha dele ainda estava sobre a mesa de cabeceira. Ela franziu o cenho e sacudiu o punho, agarrando sua varinha com força. Olhou para todos os cantos, mas ninguém estava lá. O quarto estava vazio. Rapidamente, pegou a varinha dele, quando ouviu os passos de alguém. Correu para a porta e escondeu-se atrás dela. Os passos se aproximavam cada vez mais, e de repente pararam.

"Ah, Merlin! Harry?"

Era a voz de Damien e ele entrou no quarto, seguido de perto por Ron e Hermione.

"Damy, tenha cuidado!" Hermione tinha a varinha erguida. Ginny saiu do esconderijo. Os outros se viraram para encará-la. "É só você." A amiga baixou a varinha. "O que aconteceu aqui?"

Ginny encolheu os ombros.

"Não faço ideia. E estava no banho e quando sai tudo estava como está agora. Vocês não o viram?"

Eles sacudiram as cabeças e trocaram olhares nervosos.

"Vamos, temos que encontrá-lo," disse Damien e indicou o caminho para fora do quarto.

Ginny e os outros o seguiram, mantendo os olhos atentos para qualquer coisa incomum. Desceram as escadas, onde encontraram a velha perturbada – a que geralmente estava sentada no canto, de olho em tudo. Era a proprietária da pousada, como Ginny descobrira em uma das viagens para pegar sopa para Harry. A mulher segurava o peito e ao avistá-los gritou:

"Alguém tem que chamar a polícia! Tinha homens, e eles estavam seguindo um, e usavam capas longas! Talvez sejam de alguma seita e eu..." Ela respirou fundo e se sentou, sacudindo a cabeça.

Ginny sequer olhou para os outros, ela disparou para as portas e saiu para a rua. Os outros estavam em sua cola, correndo atrás dela. Hermione perguntou a várias pessoas por perto se elas tinham visto alguém sendo perseguido, e todas apontaram para frente. Eles não perderam um segundo e correram pela rua, pedindo a ajuda das pessoas para todos os lados. Elas apontavam para um parque não muito longe de onde estavam, algumas com telefones celulares nas mãos, falando e gesticulando com urgência. Os jovens se dirigiram ao parque. Não tiveram que ir muito longe para se depararem com uma cena que fez Ginny perder o fôlego. Por um segundo, ela só conseguiu parar e olhar.

Harry estava pairando a alguns centímetros do chão, lutando fracamente contra uma corda amarrada em seu pescoço, que o puxava para cima. As mãos algemadas para trás. Estava cercado por três Comensais da Morte em capas negras, que riam como se aquilo fosse o melhor espetáculo que tinham assistido em algum tempo.

Tremendo, Ginny ergueu a varinha e anulou o feitiço de levitação, seu coração partindo ao vê-lo cair no chão. Seus olhos estavam fixos nele, não vendo sequer os Comensais da Morte que se viraram. Felizmente, os outros não pareciam ter o mesmo problema. Ron sussurrou "estupefaça" e o Comensal mais próximo a Harry caiu no chão. Hermione nocauteou o outro, levitando um tronco. Apenas o que levitara Harry estava de pé agora, e ele escolheu lançar uma maldição em Damien. O feitiço parou no ar e desapareceu. Hermione rapidamente o nocauteou também.

Ginny correu adiante imediatamente, ajoelhando-se ao lado de Harry. Seus olhos pareciam nublados quando olhou para ela, antes de revirarem. Damien gritava o nome dele, mas o moreno desmaiara. Ginny segurou sua cabeça cuidadosamente, enquanto Damy arrancava a corda horrenda do pescoço do irmão. Hermione rapidamente soltou suas mãos, e Ginny mudou de perna para aninhar a cabeça em seu colo. A garota olhou impotente para os outros três.

"O que vamos fazer agora?" perguntou Damien, encarando os Comensais da Morte, furioso. "Não podemos deixar vocês ficarem aqui, eles vão procurar lá primeiro, e não sabemos como encontraram vocês, não é?"

Ginny sacudiu a cabeça, sentindo-se entorpecida. Tirou os olhos dele por um instante e... e isso aconteceu! Devia ter checado quando ouviu a pancada. Poderia ter ajudado mais cedo. A garota sufocou as lágrimas.

"Não temos outra escolha. Acho que devemos levá-los para casa," disse Ron após uma pausa.

"Quê?" perguntou Damien, chocado. "Essa é a última coisa que ele quer, e Dumbledore e meus pais e... eles vão saber, e com Ginny..."

Ginny concordou vigorosamente, antes de baixar a cabeça e lentamente limpar o sangue da boca de Harry.

"Eu não disse nada sobre os adultos. Harry não vai para Godric's Hollow. O que eu quis dizer sobre levá-los para casa foi que eles vão para A Toca," disse Ron com veemência.

"Quê?" perguntaram Hermione, Damien e Ginny, olhando chocados para o ruivo. Mas ele só se dirigiu à irmã:

"Todo mundo que estava no casamento foi embora. Mamãe e Fleur estão com Bill, papai e Percy trabalhando. Fred e George estão ocupados com a loja e Charlie voltou para a Romênia. Houve um acidente com um dragão e precisaram dele com urgência, então ninguém está muito em casa e... você se lembra da garagem? Duas camas, ninguém vai lá, Comensais da Morte não vão encontrá-los, nós podemos ficar e ajudar e... é perfeito."

O coração de Ginny batia ruidosamente no peito, mas ela concordou. Ron estava certo. Talvez aquele fosse o único caminho para eles. Ir para casa…

"Mas temos que pegar nossas coisas na pousada e temos que pagar à mulher e..."

"Nós vamos fazer isso. Posso aparatar você e Harry para A Toca. Ou tem alguém lá?" sugeriu Hermione. Ron sacudiu a cabeça. "E você e Damien podem pegar as coisas deles. Acha que vai conseguir aparatar vocês dois ou devo voltar depois?"

Ron balançou a cabeça.

"Não, eu consigo."

Eles olharam para Ginny, silenciosamente pedindo sua aprovação. A garota olhou rapidamente para Harry e assentiu.

"Vamos em frente."

xxx

Após Damien e Ron levarem tudo para a garagem, o ruivo começou a trabalhar em Harry, enquanto Hermione tentava tornar o quarto mais confortável com a varinha clandestina de Ginny – não sem olhares de censura e uma pequena discussão, é claro. Damien tentou confortar Ginny, que estava muito mais angustiada do que eles. Devia ser porque ela poderia ter escutado Harry e os Comensais.

Harry levou cinco horas para acordar e, quando o fez, ficou confuso e em pânico. Mas Ginny estava lá, e ela explicou tudo para ele e o acalmou – ao menos foi isso que ela disse a eles quando voltaram para checá-los mais tarde naquele dia. O rapaz estivera acordado, mas não os reconhecera de forma alguma e não dissera uma palavra. Damien não sabia do que se tratava, mas achou que o irmão não estava se sentindo muito confortável com o fato de que eles o salvaram. Falaram brevemente com Ginny antes de deixarem uma bandeja com comida e saírem novamente.

O dia terminou e a noite transcorreu sem problemas. Ron recebeu notícias da mãe de que Bill ia se recuperar, o que trouxe um imenso alívio a Damien, e ele mal podia esperar para contar a Ginny. No momento, eles estavam na cozinha d'A Toca, Hermione de olho no ponto de aparatação para verificar se alguém estava chegando. Todos tinham saído de casa, mas tinham que se certificar. Damien estava juntando as sobras do café da manhã – a Sra. Weasley cozinhara demais, provavelmente para acalmar os nervos. Ron estava arrumando as coisas que precisava para examinar Harry. Damien finalmente terminou e ele e Hermione só tiveram que esperar mais um instante antes que o mais novo assentisse.

A garota pegou a bandeja com o café da manhã, enquanto Ron segurava o kit de primeiros socorros. Damien abriu a porta para eles. Saíram da cozinha e atravessaram o quintal em direção à pequena garagem. O mais novo abriu a porta da garagem para eles também. Hermione ia à frente, subindo as escadas, mas foi Damien quem abriu a porta do pequeno quarto. Ele entrou, mas parou com a visão.

Harry e Ginny estavam deitados em uma cama. O rapaz deitado de costas, uma das mãos dela descansando em seu peito, que subia e descia calmamente, o rosto dele relaxado. A garota estava enrolada ao seu lado, a cabeça logo abaixo do travesseiro, encostada no braço dele, um leve sorriso no rosto. Ela suspirou em seu sono e se aconchegou mais contra a lateral do corpo de Harry.

Os olhos de Damien correram para a outra cama, para se certificar de que não desaparecera, deixando-os sem opção, antes de finalmente se dar conta do que realmente viu.

O menino tentou se virar para enxotar Ron do quarto antes que também visse, mas era tarde demais. Ele já tinha entrado e também os viu:

"Mas o que...?"

O ruivo parecia completamente chocado.

Damien trocou um olhar desesperado com Hermione, que assentiu depressa e colocou a bandeja sobre uma mesinha. A garota pegou o braço de Ron e o puxou de volta. O ruivo abria e fechava a boca, sem palavras, o rosto vermelho e os olhos escurecendo mais e mais de raiva a cada segundo que passava. O mais novo sabia que era apenas uma questão de segundos antes que ele explodisse e gritasse com todos eles. Mas Harry e Ginny... eles deviam dormir. Precisavam de todo sono possível. O menino não pôde evitar o último olhar que lhes lançou antes de fechar a porta e descer, seguindo Ron e Hermione. Também não pôde evitar o sorriso radiante. Parecia que Ginny não era a única para quem as coisas eram mantidas em segredo.

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Harry abriu os olhos lentamente, tomando ciência de onde estava. Estavam n'A Toca. Impediu-se de suspirar. Mal podia esperar para sair daquele lugar. Seus olhos percorreram o quarto, pousando na bandeja com café da manhã. Parecia que pelo menos um deles já estivera ali.

Ginny suspirou suavemente ao seu lado, e os olhos do garoto se focaram nela. É óbvio que um deles ou, pior ainda, todos os viram dormindo em uma cama. Ele não ficou muito animado com isso. Provavelmente teria que suportar os comentários idiotas e os olhares presunçosos de Damien agora... e não conseguia sequer imaginar os outros dois. Mas Ginny saberia como lidar com eles... é o que esperava. Ele se remexeu um pouco e não demorou muito para ela se remexer também, fechando o espaço entre eles mais uma vez. Pelo menos ela estava dormindo.

O rapaz vira os olhares saudosos que a garota lançara para a porta no dia anterior. Ela só tinha que atravessá-la, descer as escadas e cruzar o quintal para estar em casa. Harry se sentia desconfortável por saber que era ele que a impedia de simplesmente fazer isso. Não dissera nada sobre isso a ela e se absteve de reclamar sobre a estadia. Também tentou engolir a raiva que sentia do irmão. Por conta dele os Comensais os acharam. Mas gritaria com ele depois. Primeiro tinha que se curar, pois não podia gritar com Damien, se levantar e partir. Não podia fazer isso com Ginny. O estresse que colocou sobre ela já era grande o bastante. Queria que ela não se sentisse daquela forma, que pudesse apenas parar de ajudá-lo a melhorar, mas, por outro lado, o que faria sem ela? Não queria sequer pensar muito naquilo.

Ele afastou alguns fios de cabelo do seu rosto, como a observara fazer com ele com tanta frequência nos últimos dias. Ela se remexeu e ele parou abruptamente, mas a garota continuou dormindo e ele continuou acariciando seus cabelos.

Ele não tinha planejado que dormissem na mesma cama. Ginny primeiro adormecera na outra, mas acordara no meio da noite, atormentada por pesadelos. Ele acordara logo depois dela, sua febre mais uma vez pior. A garota tinha dito que sonhou sobre o que acontecera naquele dia, e confessara a culpa que sentia por não ouvir os Comensais da Morte. Harry não lhe dissera, mas achou que foi melhor assim. Não suportava pensar no que teria sentido se eles a tivessem machucado também. Não achava que ela teria conseguido dominá-los. Pelo menos Nott era um duelista habilidoso. Ela não teria chance.

Assim, ambos tinham acordado no meio da noite, e após ela lhe entregar outro comprimido contra a febre, procurou conforto com ele. Adormeceram juntos e agora tinham sido vistos.

Harry suspirou. Brigar com Weasley e Granger sobre Ginny não era exatamente o que precisava agora. A briga com Damien era inevitável também. Achava que ia brigar com todos eles. Mas aquilo não era um problema. Seu plano era deixá-los para trás, afinal. Tinham sido úteis em obter informações da Ordem, tinham conseguido os medicamentos, salvado sua vida e de um possível retorno para Voldemort, mas... não podia mais se arriscar. Sabia que os Comensais da Morte viram os quatro adolescentes e temia que Voldemort tivesse visto também. Será que reconheceria Ginny? Rezava com todo o coração para que não.

Sentira que Voldemort estava furioso, mas não estivera tão furioso quanto ficaria se tivesse descoberto sobre ela – certo?

Ginny se remexeu novamente. O rapaz parou o que estava fazendo imediatamente, mas ela respirou fundo e seus olhos se abriram. A garota piscou para ele e sorriu. Era um sorriso tão bonito e despreocupado, que Harry só conseguiu sorrir de volta.

"Bom dia," disse ela antes de se espreguiçar.

Sua alegria desapareceu quando percebeu onde estavam. A garota se apoiou nos cotovelos para levantar e olhou em volta depressa. Suspirou baixinho, mas não pareceu ter notado a bandeja. Harry se sentou, encostando-se na cabeceira e rapidamente puxando sua cabeça para beijá-la. Ela se inclinou para ele e quando se separaram recostou-se nele.

"Como está se sentindo?" perguntou baixinho, alisando sua camisa.

Harry encolheu os ombros. Como estava se sentindo? Num instante sentia frio, em seguida um incrível calor. A febre estava piorando de novo. Rezou que não demorasse muito para ir embora, mas fizera magia sem seu núcleo estar completamente restaurado. É claro que tinha que sofrer um revés.

Ginny pareceu entender, pois não repetiu a pergunta. Ela baixou os olhos para as mãos dele e segurou a que estava enfaixada. Ele deixou que ela desse uma olhada. A garota franziu o cenho.

"Parece estar piorando também."

"Era esperado. Eu fiz magia." Ginny suspirou e assentiu, largando sua mão. "Temos um problema," continuou ele.

Ela parecia confusa.

"Quê?"

Ele acenou em direção à bandeja. A garota seguiu seus olhos e se virou.

"Por que o café da manhã é um problema? Eu realmente preciso..." Ela parou de falar. "Ah." A garota o encarou. "Você acha... acha que eles nos viram?"

Harry arqueou uma sobrancelha.

"É claro."

"Então… eles sabem?"

Ela mordeu o lábio e Harry teve que lembrar que eles tinham que decidir o que fazer e que não podia beijá-la agora.

O rapaz assentiu.

"Provavelmente sabem."

Houve passos na escada e segundos depois a porta foi aberta. Weasley entrou, Granger e Damien em seu encalço.

"Ótimo, estão acordados," disse Weasley, soando quase calmo, mas o rosto vermelho de raiva. "Então, provavelmente podem nos dizer..." Ele parou, e de repente trovejou: "O que significa isso tudo?!"

N/T: Desculpa a demora, gente :)

Srta. Wheezy: Fico tão feliz em ler coisas sobre UCPR ainda hoje! Ela me acompanhou por uns 3 anos e escrevê-la foi tão bom rs :) Se alguma ideia me surgir dentro do enredo eu escrevo, mas até hoje nada surgiu rsrs Mas quem sabe? Enquanto isso me divirto nas traduções rsrs Obrigada novamente por suas reviews! Beijos

Guest: Obrigada, mas eu não criei, só traduzo o trabalho da Lena. Mesmo assim concordo que é excelente rs Beijocas!

Guest: Ow! Desculpa a demora! Demorei pra mandar pra beta, sorry! Beijos

Ellie: Oi Ellie! Então, tive uma época com muitas provas e estudando muito, por isso me perdoe rs Não pense que não vou mais traduzir, por mais que eu demore, postarei sim. Quando tiver alguma dúvida sobre a atualização, pode falar comigo no face, no tumblr ou por aqui. Não tenho uma sequência certa de postagem, por isso não posso passar um calendário, desculpa. Mas por esses meios que te falei eu te dou uma posição sobre a atualização. Beijos e obrigada pela review.

Liliam Ginevra: Aí está! Espero que goste e deixe comentários rs Beijos!