Seria o primeiro dia de Harry na escola, e ele estava assustado, muito assustado. Como ele iria sobreviver um dia inteiro fora de casa? Com pessoas que ele não conhecia, e muito longe do papai e da mamãe?
Ele queria ser uma criança grande e estudar na escola bonita, mas ele estava com tanto medo. Harry sabia que não era tão corajoso quanto seus pais, e tinha tanto medo de ficar sozinho naquele lugar diferente, que mesmo sendo bonito e tendo todas as coisas que ele gostava, o pequeno Harry não queria ir.
— Harry, meu amor, você já pegou sua mochila? — Perguntou Lily Potter, sua mãe, entrando no quarto amarelo e verde do filho e vendo que o mesmo não estava em nenhum lugar a vista. Ela sentia-se aflita em levá-lo para a escola sendo tão pequeno, era seu primeiro bebê e ela não estava preparada para vê-lo crescer assim tão cedo. — Harry? Onde você está, querido?
O menino, sempre tão obediente, não respondeu aos chamados de sua mãe permanecendo dentro de seu armário, com muito medo de ir para o lugar estranho para se preocupar com os monstro que ele tinha certeza que se escondiam no armário. Harry sabia que seus pais iriam protegê-lo de todos os monstros, e ele se sentia muito seguro com os dois por perto e com sua babá, Tonks, também e por isso não queria ir para a tal escola, quem iria protegê-lo lá?
A sapatilha de Lily batia fortemente contra o chão de madeira do quarto do filho enquanto ela o procurava por toda parte, sentindo-se aflita em não encontrá-lo, quase à beira de lágrimas, e ela estava ainda o procurando quando James entrou no quarto parecendo confuso ao ver apenas sua esposa.
— Lil's, cadê o Harry? — Questionou ele com uma voz suave olhando a sua esposa que ainda estava olhando todos os cantos do quarto, todos os cantos menos o guarda-roupa afinal ele tinha tanto medo daquele lugar que ele sequer se aproximava dele para pegar suas roupas então ele certamente não se esconderia ali. — Estamos começando a ficar atrasados.
— Eu não sei, Jay, o Harry sumiu. — Respondeu ela com a voz levemente chorosa, já começando a se perguntar se não deveriam apenas desistir de levá-lo a escola, seu pequeno claramente estava com medo e por isso não havia se escondido. — Sabia que não deveríamos ter colocado na escola tão cedo.
— Querida, ele está com medo, e isso é normal, mas ele precisa ir, vai fazer bem pra ele, afinal ele precisa conviver com outras crianças. — Disse o Potter mais velho com a voz suave enquanto afagava os cabelos ruivos e longos de sua esposa, e enquanto tentava acalmá-la ele percebeu que a porta do armário estava levemente entreaberta, como se houvesse alguém lá dentro.
Ele sorriu quietamente, não acreditando que seu pequeno Harry preferiu se esconder em um dos poucos lugares da casa que o apavorava apenas para não ir para a escola. Com o coração pesado, mas sabendo que precisava levar seu filho para a escola por mais que isso o assustasse, James se afastou de sua linda esposa e encaminhou-se até o esconderijo do filho.
— Harry, venha cá. — Pediu o moreno mais velho, olhando para o pequeno que estava encolhido entre as roupas, mantendo-se no escuro, assim que o menino de olhos verdes saiu de dentro do armário, James e Lily puderam ver que ele chorava e seus pequenos olhos verdes esmeraldas estavam vermelhos, assim como suas bochechas gordinhas. O pequeno Potter correu para o colo de sua mãe, escondendo seu rosto na blusa dela. — Você nos assustou muito sumindo assim, filho, não faça mais isso, por favor.
— Desculpa, papai, desculpa, mamãe. — O pequeno falou entre soluços com o rosto ainda escondido, com medo do lugar novo e com vergonha por ter desapontado seus pais. — Harry 'tá com medo de ir plo lugar novo, papai.
— Não tem porque ter medo, príncipe, mamãe promete que você vai gostar muito da escola. — Lily respondeu no lugar de seu marido acariciando os cabelos cacheados e revoltos do menino e levantando-se com ele ainda no colo. Harry desencostou-se da blusa azul escura da mãe e olhou para ela e em seguida para seu pai, que observavam os dois com carinho.
— Voxê plomete de dedinho?
— De dedinho e coração, campeão.
O pequeno sorriu grande, sentindo-se muito mais corajoso com a promessa de seus pais, ainda sentia muito medo de ir para um lugar desconhecido, mas sabia que poderia confiar em seus pais com todo seu ser.
— Agora desça com seu pai, querido. — Pediu Lily com um sorriso calmo enquanto colocava o menino no chão, ele não parecia muito feliz em sair do colo da ruiva, mas mesmo assim ele a obedeceu e pegou a mão que seu pai lhe estendia.
— Voxê já vem, mamãe?
— Sim, querido, eu já estou indo, não se preocupe. — Ela respondeu tranquilizando o menino que sem mais se demorar saiu, vagarosamente, do quarto com o Potter mais velho. Lily ouviu eles descendo e suspirou e então se recompôs, pegando as coisas de Harry e em seguida, as suas próprias, parando um momento para limpar sua saia que Harry havia sujado enquanto estava em seu colo, seguindo o caminho que os outros dois fizeram momentos antes.
Não era fácil ver seu primeiro, e único, filho crescer.
07 de setembro de 1999: Highgate School, Londres, Reino UnidoEle estava na escola, naquele lugar enorme e cheio de crianças grandes falando e correndo, com medo, Harry segurou a mão de sua mãe com mais força. Seu pai não podia ir com eles, precisava ir pra escola de gente grande que ele trabalhava, mas prometeu que iria buscá-lo e eles poderiam ter um momento de meninos até que sua mãe chegasse em casa.
— Bom dia, Sra. Potter, é bom vê-la novamente. — Cumprimentou uma mulher com muitas rugas no rosto, cabelos cinzas, ela usava uma saia preta, uma blusa branca com um terno vermelho por cima, mas o que realmente chamou a atenção de Harry foi o pequeno sorriso caloroso que ela direcionou a ele. — E é um prazer conhecê-lo, Harry.
— Bom dia, Sra. Davies, é um prazer encontrá-la novamente! — Saudou a ruiva mais velha ainda segurando a mão do menino que olhava para todos os lugares em um misto de medo e excitação. — Diga 'olá' para a Sra. Davies, querido, ela é a diretora da escola.
— Olá Sra. Davies. — Ele respondeu timidamente escondendo-se atrás da saia de sua mãe, a senhora simpática não pareceu se importar com a timidez aparente, e apenas virou-se, ficando de costas para eles.
— A sala da é mais adiante, é a sala em que o pequeno Harry irá ficar durante este termo. — Avisou a mulher mais velha, guiando mãe e filho pelo corredor e parando em uma porta com um sol gravada no centro dela e o número um, junto da letra 'A' dentro dele. — Bem é aqui que seu pequeno ficará, Sra. Potter.
Harry olhou aflito para sua mãe ao perceber que ela não entraria ali com ele, e seus olhos verdes começaram a lacrimejar novamente fazendo com que ele parecesse ainda mais novo que seus três anos, ele não queria ficar sozinho.
— Mamãe, você vai entrar comigo? — Perguntou o pequeno em voz baixa, ainda agarrado na saia de sua mãe. A diretora Davies abriu a porta e o barulho de crianças conversando fez se presente, o menino olhou curiosamente para dentro da sala, sentindo uma imensa vontade de brincar também.
— Sua mamãe não pode entrar querido, mas tenho certeza que você irá se divertir com a Srta. Figg. — Respondeu a mulher com um sorriso sem dentes e a voz terna, tentado persuadir o menino a entrar na sala por vontade própria. — E ela virá te buscar mais tarde, e vocês vão poder conversar sobre suas aulas.
Harry olhou para a sala cheia de crianças e para o sorriso encorajador de sua mãe, e concordou. Ele precisava ser um menino grande e orgulhar ela, e a escola já não parecia tão ruim agora, parecia até divertido. Harry olhou para sua mãe, ainda sentia medo, mas seu pequeno coração sabia o que deveria fazer, com os pequenos olhos verdes ele perguntava se deveria seguir adiante, e com um sorriso, ela soltou a mão dele.
— Vá brincar, querido, a mamãe sempre vai estar com você.
— Plomete?
— Prometo, meu princípe, e não se esqueça.. — ela começou a falar com a voz embargando ao pensar na ideia dele ficando sozinho, mas ainda assim ela bagunçou os cachos dele, como sempre fazia e beijou sua testa com carinho. — Eu te amo até a lua e voltando.
— Ao infinito e além, mamãe! — Ele corrigiu ela soltando algumas risadinhas infantis imitando a pose do Buzz Lightyear, Harry estava viciado em Toy Story desde seu último aniversário e sempre imitava o personagem, antes de abraçá-la com força. — Eu te amo ao infinito e além, mamãe.
— Até mais tarde, querido! — Despediu-se a ruiva com o coração pesado enquanto uma das ajudantes da professora Figg veio até eles e com uma voz gentil falou que o levaria com ela porque a aula já iria começar, ele olhou com medo para ela, mas ainda assim segurou a mão da menina de cabelos cacheados e acenou para ela com um pequeno sorriso.
Harry entrou na sala com a Srta. Jenn já sentindo-se com medo, a sala era muito bonita e colorida, com várias crianças e brinquedos, mas não deixava menos assustador saber que estava longe de seus pais, mas ele ia conseguir deixar sua mamãe orgulhosa, sabia que sim. Só precisava ficar longe dos monstros e tudo daria certo, né?
Assim que Harry deixou sua mochila de dinossauro junto das outras mochilas e perto do armário de bichinhos, ele sentou-se no tapete amarelo em formato de sol, que tinha várias almofadas redondas e coloridas em volta dele, e começou a brincar com o dragão roxo e laranja de pelúcia que estava ali. O menino brincava silenciosamente enquanto algumas crianças corriam e outras apenas ficavam brinquedo em silêncio como ele.
— Bem, crianças, façam uma roda aqui no tapete do sol onde estão as almofadas coloridas, por favor. — Pediu a Srta. Figg, uma mulher jovem de longos cabelos dourados presos em um longo rabo de cavalo, ela tinha um sorriso dócil e usava uma calça e sua blusa era colorida e tinha um gatinho nela. Imediatamente Harry gostou dela, lembrava-no da Cinderela, e pessoas boazinhas como a Cinderela o deixava mais calmo. — E quem estiver com algum brinquedo coloque na caixa de brinquedos.
As crianças começaram a fazer o que a professora pediu, Harry já estava no tapete, mas precisou sair do meio do tapete para guardar o dragão e depois foi sentar-se na almofada colorida, ele sentou-se na almofada verde, e ao seu lado uma menina estava sentada na almofada laranja, que na cabeça do pequeno combinava com ela, já que os cabelos dela também eram alaranjados.
— Oi, eu sou a Ginny! — Cumprimentou ela com um sorriso largo e uma voz doce, o menino de olhos verdes olhou assustado para a pequena menina que estava ao seu lado, definitivamente não esperava que ela fosse falar com ele. — Qual seu nome?
— Hawwy. — Ele respondeu tímido olhando para ela com curiosidade, as meninas dos parquinhos que ele ia não gostavam muito de brincar com ele. Ele olhou para a sapatilha dela que era vermelha igual o tênis que ele tava usando. — Nosso sapato é igual, olha!
— Eu gostei mais do seu, mas minha mamãe disse que eu tenho que usar esse porque tênis não é coisa de mocinha. — Ela respondeu fazendo biquinho enquanto olhava para o próprio sapato e então ela olhou para os olhos dele que eram incrivelmente verdes, uma cor que ela nunca viu nos olhos de ninguém. — Seus olhos parecem sapinhos em conserva.
— Crianças, agora que estamos todos em nossos lugares nós vamos ter o momento da roda e vamos falar nossos nomes e uma coisa que a gente goste muito, okay? — Falou a Srta. Figg com a voz doce ecoando por toda a sala, todas as crianças concordaram ansiosamente em coro e ela bateu palmas sorrindo. — Meu nome é Arabella Figg, e eu gosto muito de gatinhos.
E depois da senhorita Figg, foi o menino gordinho que se chamava Neville e gostava de sapos, e então o Dean, Hannah, Sara, Eric, Seamus, Amanda, Samantha, Chandler,e tantos outros nomes que Harry nem conseguia contar, e ele já sabia contar até vinte. Quando ele falou ele se sentiu bobo e envergonhado, mas a menina de cabelos de fogo, Ginny, segurou a mão dele e disse que queria ser amiga dele, mesmo que ele não gostasse de sapinhos verdes.
A partir daquele momento, Harry e Ginny sempre estavam juntos, a menina pequena o defendia e ele cuidava dos machucados dela para que a mamãe dela não ficasse brava e gritasse com ela. Mesmo tendo se passado apenas dois meses desde que a escola havia começado, os dois eram inseparáveis, bem, isso era o que todos achavam.
Em um dia frio de outono quando eles brincavam no parque da escola no horário do recreio, Ginny estava empurrando Harry em direção do balanço, o que não era uma coisa muito comum, porque ele era quem balançava ela, todos os dias, mas naquele dia ela pediu para balançá-lo e por isso o arrastava para o lugar.
— Gin-Gin, voxê tem certeza que quer me balançar? — Perguntou o moreno com os olhos cheios de medo enquanto olhava para a menina que usava tranças ruivas e um casaco felpudo rosa por cima do uniforme. Harry não se orgulhava muito de dizer isso, mas ele tinha medo de ir no balanço, principalmente quando Ginny amava balançar-se o mais alto possível. — Eu não gosto muito dos balanços.
— Confia em mim Hawwy, eu vou te ploteger! — Prometeu ela já ficando atrás do balanço, o menino de cachos rebeldes que mais uma vez estava sem sua touca, porque ela fazia cócegas na orelha, sentou-se no balanço com medo e fechou os olhos assim que sua amiga começou o balançar.
— 'Tá muito alto, eu 'tô com medo Gin-Gin. — Gritou Harry quando ela começou a balançá-lo mais forte, mas a ruivinha não parou, na verdade ela apenas o empurrou mais forte, rindo alegre, achando que os gritos de seu amigo também era de alegria. — Para, Gin-Gin.
Naquele momento o balanço estava tão forte que Ginny não conseguia mais ficar empurrando seu amigo, e ela percebeu que tinha usado mais força que queria. Sua risada cessou ao perceber que o amigo estava com medo e tentou correr para achar a senhorita Figg, mas assim que a menina deu dois passos para longe de onde o balanço estava Harry caiu no chão com um grito de dor.
— Hawwy! Hawwy! — Chamou a ruiva correndo para perto de seu melhor amigo, seu único amigo, porque ninguém queria sentar perto da menina de cabelos vermelhos e que falava sobre sapinhos e bichinhos nojentos além de Harry. O Potter não a respondeu, apenas continuou chorando, seu rosto estava vermelho e sujo de terra, mas ele não parecia se preocupar com nada disso. — 'Cê 'tá bem?
— Não, eu quero minha mamãe, eu te disse pra não me empurrar alto Gin-Gin. — Ele falou ainda chorando e tentando se sentar, mas parecia que apoiar-se no braço direito apenas o machucava mais. — Por que voxê não me ouviu?
— Eu achei que voxê 'tava gostando. — Ela disse baixinho se abaixando para ajudar o amigo a se levantar, ele aceitou a ajuda dela, mas parecia magoado e não quis andar de mãos dadas até a senhorita Figg.
— Eu não tava não, — ele falou chorando enquanto caminhavam em direção da mulher de cabelos cor de ouro, o braço direito ficando estranhamente mole e dolorido. — e eu acho que não quero mais ser seu amigo.
— Mas Hawwy.. — Ginny tentou se explicar para o menino de cabelos cacheados, mas eles já estavam perto da professora que assim que colocou os olhos nele correu para perto, interrompendo o que a ruivinha iria falar.
— Harry, querido, o que aconteceu? — Perguntou ela checando ele e limpando a grama que estava no uniforme do menino que voltou a chorar assim que a mulher mais velha encostou em seu braço.
— Eu caí do balanço, senhorita Figg. — Harry falou ainda soluçando e com lágrimas grossas escorrendo pelo seu rosto gordinho que estava vermelho. — E meu braço dói, muito.
— Vêm, vamos na enfermaria, querido. — Ela aconselhou já começando guiar o menino e a ruiva os seguia em um passo rápido para acompanhá-los, com um sorriso terno ela parou Ginny. — Você não pode nos acompanhar, doce.
— Mas… — Ela começou a protestar, a professora no entanto, apenas levantou uma das mãos sinalizando que ela deveria parar de falar e ficar por ali. Infeliz e com lágrimas nos olhos, a ruiva fez o que a professora mandou, e escolheu voltar para sala, onde poderia esperar por seu amigo.
Ela esperou impaciente, por longos minutos que mais pareciam anos, e enquanto esperava ela desenhou eles dois em um parque com muita grama, e muitas árvores, com flores coloridas espalhadas pelo campo, um sol com um rosto feliz estava no canto do desenho, perto de uma nuvem que segurava um arco íris, e eles estavam bem no meio de tudo aquilo, de mãos dadas felizes.
Ginny alegrou-se quando viu sua professora voltar, ansiosa para entregar seu desenho, e dizer o quanto sentia muito por ter feito seu melhor amigo, seu único amigo, se machucar, mas sua alegria não durou muito, pois Harry não a acompanhava, e a ruiva esperou e esperou, até todos voltarem do intervalo, mas mesmo assim o moreno não apareceu.
— Srta. Figg, onde está o Harry? — Perguntou Neville, que sempre sentava-se ao lado do moreno de olhos verdes, na frente da ruiva e ao lado de Hannah, uma garota de tranças loiras e sorriso gentil, mas dessa vez apenas Ginny e a loira estavam ali. Ginny se empertigou em sua cadeira, olhando ansiosa para saber onde seu amigo estava, ela precisava pedir desculpas para ele, não podia perder a amizade do moreno.
— O Harry se machucou e a Sra. Potter veio buscá-lo, querido. — Ela respondeu com um olhar triste e a pequena Weasley apenas abaixou o olhar, sentindo-se ainda mais culpada. Ela apenas esperava que a mãe de Harry não brigasse com ele, que ele melhorasse logo e eles pudessem voltar a serem amigos no dia seguinte.
Pelo resto da aula ela não falou, ela estava triste demais para isso, e mesmo que quisesse conversar, ninguém além de Harry se interessava por suas conversas. A culpa era grande, não queria ter feito ele chorar, não queria que ele se machucasse, mas não sabia se seria capaz de pedir desculpas para ele, assumir que foi culpa dela.
Ginny esperava que no dia seguinte ela conseguisse ser corajosa e pedir desculpas, e entregar o desenho para ele, esperava conseguir prometer que nunca mais iria se machucar, e que ele era o melhor amigo do mundo inteiro.
XXX
Olarr de novo, como tá o coração de vocês? Entendem mais a Ginny e o Harry agora ou estão mais confusos que nunca?Tenho ctz que não era isso que vocês esperavam né? AUHAUHAUHAUHA
Mas tenham calma, logo vocês vão descobrir a consequência da briga do capítulo anterior, e o porque desse ter sido importante pra história! ( espero poder ler as teorias de vocês!) A próxima atualização tá caminhando lentamente porque é um capítulo denso, mas se por algum milagre divino eu conseguir terminar o capítulo 8 e começar o 9 antes dos quinze dias acabarem, eu venho postar, pq ele tá me deixando ansiosaaa.
Bem é isto galeris! Espero que tenham gostado do capítulo, tenham um dia maravilhoso, bebam muita água e cuidem-se!
Beijos
