Olaaaaar, tudo bem? Okay se passaram 12 dias, e eu n to me aguentando mais p postar esse capítulo. Provavelmente eu vou me arrepender quando atrasar os próximos, mas tudo em prol do meu capítulo favorito. (até agora)

Boa leitura p vcs e vejo vcs nas notas finais. Beijus!

XXX

31 de outubro de 2018: Madrid, Espanha

Ginny estava vestida de anjo, apesar de um grande casaco de frio, que era grosso o suficiente para que ela não sentisse frio durante o trajeto até o lugar que ocorreria a festa, cobrisse sua fantasia. Ela havia escolhido a fantasia de anjo porque era a mais fácil e barata que encontrariam de última hora. Na realidade, foi preciso apenas comprar os sapatos e as asas, pois ela estava usando um vestido branco solto com mangas compridas que haviam comprado em Jerez, última cidade que visitaram. Ironicamente a fantasia que Harry havia escolhido era de diabo, o que fazia parecer que haviam combinado as fantasias, o que não era verdade, mas não deixava de ser uma coincidência agradável.

Desde a conversa e o quase beijo que tiveram há quase duas semanas, as coisas entre ela e Harry estavam mudando, não sabia dizer se isso devia-se ao fato de finalmente terem conversado sobre coisas que nunca foram capazes de falar sobre ou se porque ela finalmente havia se adaptado com o maior lema da viagem, desapego, e com isso eles estavam divertindo-se mais.

A realidade era que estavam bem e felizes. Os passeios pareciam mais divertidos e leves e as brigas por mais horríveis que fossem não duravam tanto quanto antes, eles haviam encontrado um equilíbrio que nunca tiveram antes da viagem. Agora Ginny era capaz de ser o suporte de Harry, e ele o dela, eram capazes de dividir as responsabilidades e de trabalhar em equipe. Em algumas noites quando o moreno madrugava desenhando e pintando, Ginny programava o que fariam no dia seguinte e administrava o dinheiro deles da melhor forma que conseguia, e nas noites que ela não conseguia dormir e começava a escrever freneticamente, hábito que tinha desde pequena, ele sentava-se ao lado dela e fazia companhia até irem deitar-se.

Ginny saiu do banheiro assim que terminou sua maquiagem para encontrar Harry sentado na cama de casal que compartilhavam, após tantas noites dormindo lado a lado eles não se incomodavam mais em pedir quarto com duas camas, com sua calça preta surrada modelando belamente suas pernas, a blusa vermelha evidenciado os músculos rígidos, a jaqueta de couro preta dando um ar bad boy e é claro o arco com dois chifres para completar. Ele estava lindo, e o corpo dela se aqueceu com a visão.

— Vamos, anjo? — Chamou o moreno de olhos verdes, enfatizando a palavra anjo com um toque leve de sarcasmo e estendeu a mão para que ela o puxasse para fora da cama, que com um sorriso ela o ajudou a levantar-se. Quando suas mãos se conectaram o coração dela acelerou uma batida, ansioso por mais toques. — Você está linda, Ginny. Muito linda.

— Você também não está nada mal, Potter. — Replicou ela com um sorriso de lado e voz confiante, mas internamente seus "divertidamentes" corriam desesperados sem saber como reagir ao elogio. E após três meses sem ter qualquer tipo de relação romântica, os toques gentis, as conversas e elogios que ele direcionava a ela deixavam-na louca. Louca para que ele fosse além. No entanto ela tinha medo de o machucar caso fossem além da amizade, porque por mais que ela o amasse como amigo e se sentisse atraída por ele, ela não estava apaixonada.

— Eu sei que estou lindo, e você está babando por mim, Weasley, não precisa bancar a durona. — Caçoou ele com um risada baixa e rouca, que fez os pelos do braço da ruiva eriçarem-se e o seu rosto ficar em um tonalidade rosada impossível de negar.

— Vai sonhando com isso, Potter. — Ginny retrucou com um revirar de olhos e deu um tapinha no braço dele, mesmo que ela soubesse que ele estava certo, ela preferia não fazer nada antes de conversar com ele. Eles caminharam até o térreo juntos e em silêncio, apenas seus sapatos fazendo barulho no piso de madeira da pousada Rainy Hills, uma pequena pousada a poucos quarteirões do centro de Madrid, e as vozes ao fundo que vinham dos outros hóspedes.

— Harry, você está muito bem nessa fantasia. — Elogiou Elena Muñoz, a única filha do dono da pousada uma bela adolescente de dezesseis anos, ela estava vestida de fada, o que combinava com seu rosto em formato de coração e suas mechas azuis no meio de seu cabelo castanho. Elena estava sendo uma ótima amiga desde que chegaram na pousada, e uma ótima guia também. — Combinou com você.

— Concordo com você, El, combina com a personalidade dele. — Riu a ruiva dando um empurrão leve no moreno, que apenas bufou e revirou os olhos para o comentário dela.

— Não posso dizer o mesmo da sua fantasia, ruiva. — Retrucou ele com um sorriso de escárnio, fazendo com que a menina mais nova risse e a ruiva bufou irritada. — Não fique chateada, você continua linda.

— Não fale comigo, estou tentando te odiar. — Ginny respondeu com a voz séria, mas o abraçou logo após completar frase quebrando toda sua , quase nula, credibilidade. Harry não pareceu importar-se com ela o abraçando e opondo o que havia falado, apenas a abraçou de volta enquanto iam para a rua, acompanhados por Elena, que iria para o The Vintage Club com eles. — Eu estou congelando aqui fora, tem certeza que não é melhor pegarmos um táxi, Hazz?

— São só três quarteirões, Gin. — Harry a respondeu calmamente com um sorriso pequeno e abraçou com mais força, e a ruiva aconchegou-se ainda mais ao corpo do amigo. — E eu vou te manter aquecida até chegarmos lá, não se preocupe.

— Vocês são tão fofos juntos. — Comentou a morena mais nova que estava embrulhada em um enorme casaco branco ao lado de Ginny, sorrindo para os dois amigos abraçados. — Tem certeza que vocês não tão vivendo um romance escondido?

— Merda, fomos descobertos!— Exclamou o moreno de óculos com uma falsa expressão de medo, olhando para Ginny com um olhar exageradamente aflito e a ruiva o olhava com um um falso olhar psicopata, que era mais cômico que assustador. — Cérebro, o que faremos agora?

— A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky: — respondeu Ginny com uma pausa dramática olhando para a adolescente que os olhava curiosa, parecendo duvidar da sanidade deles. — Tentar dominar o mundo! — Ela completou com uma imitação de risada maligna que arrancou uma risada genuína de Elena, que fez com que os outros dois a acompanhasse.

— Vocês são doidos!

— Não é loucura, querida, é ser feliz para evitar ficar louco. — Respondeu Harry com um olhar sério e a voz divertida, ele falava sério, mas não deixava de ser leve e bom quando ele colocava daquele jeito. Faziam com que eles pensassem, mas não parecia que obrigavam-nos a seguir aquele pensamento, era apenas um lembrete bonito e simples que a felicidade e a suposta insanidade, salvava vidas.

O restante do caminho foi igualmente cheio de conversas e risadas, as vozes altas deles misturando-se com as vozes das pessoas animadas indo para lugares festas de Halloween assim como eles. As ruas estavam cheias, as casas tinham abóboras no quintal, tudo estava decorado, e as árvores com suas folhas vermelhas e laranjas e às vezes completamente sem folhas davam um ar ainda mais cinematográfico para a noite. O The Vintage Club, era um pub com a fachada azul escura e de aparência simples, o tipo de lugar que muitos turistas ignoram quando estão passando por tantos pubs e restaurantes chamativos, mas o lugar era perfeito segunda Elena.

A primeira coisa que Ginny notou ao entrar no pub, foi que o dono daquele lugar realmente se empenhou com a decoração. Várias teias de aranha de mentira caiam pelas paredes de madeira, alguns lugares da parede até mesmo simulavam manchas de sangue, outros tinham rachaduras, aranhas de brinquedo estavam por todo lugar, e cada mesa tinha um vaso transparente com um líquido vermelho cheio de olhos falsos. Pessoas fantasiadas de vampiros e zumbis serviam as mesas, e princesas e príncipes zumbis cuidavam do bar.

— E aí, o que acharam? — Perguntou El, entregando seu casaco para um homem vestido de gênio da lâmpada que estava recolhendo os casacos das pessoas, eu e Harry repetimos o que ela fez e seguimos direto para uma das mesas.

— Isso aqui é incrível, Els. — O moreno de cabelos cacheados elogiou com um olhar fascinado em seu rosto, ele estava adorando tudo aquilo e não fazia a menor questão de esconder. O encantamento dele deixava a ruiva sem fôlego, Harry era lindo, e ela sabia disso, todos sabiam disso, mas quando estava animado como naquele momento ele parecia brilhar.

— É perfeito! — Concordou a ruiva que olhava diretamente para o amigo. Não sabia se estava falando aquilo sobre ele ou sobre lugar, pois a sua opinião valia para os dois. O lugar estava perfeito, e Harry com seu olhar brilhando e fantasiado de diabo, era perfeito. De tirar o fôlego. — Vamos tirar uma selfie para registrar esse momento?

Após tirarem algumas selfies e comerem, Elena encontrou algumas amigas da escola e saiu para dançar, deixando-os sozinhos na mesa. Harry batia os dedos na mesa no ritmo da música e parecia que ele estava contente em apenas ficar sentado, mas ela sentia-se inquieta em ficar parada apenas observando as coisas acontecerem ao seu redor, como uma velhinha fofoqueira. Queria ter coragem para chamá-lo para dançar, e ao mesmo tempo sentia-se irritada por ele não o fazer, afinal que tipo de pessoa vai a uma festa de Halloween com a melhor amiga para ficar sentada comendo batata frita? Aparentemente, Harry.

— Você está tentando matar o saleiro ou algo do tipo? — O moreno perguntou com uma risada pequena enquanto observava a amiga encarar o saleiro com um olhar raivoso em seu rosto. A ruiva em questão apenas bufou ao comentário dele e continuou encarando o saleiro com raiva, como se estivesse tentando movê-lo com o poder da mente.

— Algo do tipo. — Ela murmurou sombriamente o olhando por uma fração de segundo e voltando o olhar para o saleiro que permanecia imóvel, sem mais nenhuma palavra. Ginny desejava que falar o que sentia fosse tão fácil na prática quanto era na teoria.

— 'Tá tudo bem, ruiva? — Harry perguntou preocupado com a mudança súbita de humor de sua amiga que apenas o encarou e suspirou derrotada, afastando o saleiro com a mão. A verdade é que ela queria que ele tomasse alguma atitude, mas como isso parecia esperar um pouco demais dele, a atitude teria que de partir dela.

— Não, mas pode ficar. — Ginny respondeu calmamente o olhando fixamente, o moreno pareceu confuso com a declaração dela e foi um preciso um grande esforço da parte da Weasley para não gritar com ele até que ele entendesse a indireta dela. — Podemos ir dançar?

— Você quer dançar comigo? — Ele perguntou confuso, os olhos arregalados em surpresa, mas um sorriso convencido surgindo em seu rosto, que ela pode notar pela maneira como o arco dos lábios dele se levantaram.

— Com o saleiro que não é, gênio. — A ruiva respondeu com um revirar de olhos levantando-se com leveza e estendendo a mão para ele que ignorou e continuou sentado com um olhar magoado no rosto.

— Assim você machuca meus sentimentos, anjo. — O cacheado respondeu colocando a mão no coração com uma expressão dolorida, ela apenas bufou e deu um tapa leve no ombro dele em repreensão. — Agressiva.

— Idiota. — Falou ela baixinho quando ele se levantou e passou os braços sob o ombro dela, ele jogou a cabeça para trás e riu da irritação dela. Eles haviam mudado um pouco durante a viagem, mas ele nunca iria cansar de irritá-la.

— E você me ama mesmo assim. — Ele sussurrou no ouvido dela, fazendo os pelos da nuca dela eriçarem-se novamente, o hálito quente dele batendo no pescoço dela fazia cócegas e deixava-a agitada, ansiando por mais.

Ginny não falou mais nada, mas era verdade, e eles sabiam disso. Começaram a dançar ao som de um Youngblood da banda Five Seconds of Summer, a batida os envolvia e fazia com que Ginny pulasse e se mexesse como se a vida dela dependesse disso. E parecia realmente depender porque a medida que a batida se intensificava ela sentia-se mais viva, e pelo olhar no rosto de Harry, ele sentia o mesmo.

Eles dançaram todas as músicas que tocaram nos trinta minutos que se seguiram, eram músicas agitadas que os deixavam cheios de energia, mas quando mais uma música começou a tocar, e suas bocas começaram a ficar secas demais, eles direcionaram-se ao bar, Harry pediu gin tônica e ela preferiu experimentar um drinque a base de vinho chamado sangria.

Eles voltaram para a pista de dança e estava tocando Polaroid, o ritmo agitado vibrava em suas veias, fazendo com que eles se perdessem na dança, não ligando para nada além da batida viciante e constante, de como eles se sentiam vivos na presença um do outro. O vestido branco dela movimentava-se solto, e dava um ar angelical que contrastava perfeitamente com a dureza da fantasia dele. Durante todas as músicas que se sucederam a esta, eles dançaram mais soltos que antes, se devido a bebida ou a atmosfera acolhedora, não era possível dizer.

A noite toda passou-se com eles dançando juntos, e às vezes Elena aparecia para fazer companhia a eles, mas não era necessário que mais ninguém juntasse-se a eles, porque a companhia que eles mais queriam ter estava ali. Os sorrisos trocados nunca foram tão sinceros quanto os que eles davam durante a dança, nenhum olhar trocado havia sido tão intenso quanto os deles. Eram de longe as pessoas com maior química dentro do pub, e os dois recebiam olhares admirados, e às vezes invejosos, de todos que estavam ali, sem sequer perceber.

— Ginny, Hazz, eu preciso ir embora agora. — A morena mais nova avisou olhando para o relógio da porta que indicava que já se passava da meia noite, e no dia seguinte Elena teria aula. O casal de amigos parou de dançar imediatamente, e fizeram menção de acompanhá-la. — Vocês não precisam vir comigo, eu sei me virar.

— Claro que não, Els, nós vamos com você. — Ginny disse acompanhando a menina com Harry atrás das duas, segurando sua mão para que não se perdessem na multidão, a adolescente abriu a boca para protestar, mas a ruiva não permitiu. — E nós já estamos ficando cansados, também.

— Sim, estamos morrendo de sono. — Concordou o moreno de óculos enquanto pegavam seus casacos na porta, agora quem estava lá eram uma menina vestida de lobisomem, mas seus olhos verdes mostravam a verdade, eles estavam cheios de energia e agitação.

— Vocês são péssimos mentirosos, — riu a mais nova entrando no táxi que eles concordaram em pegar na volta, o que foi uma boa ideia já que o vento estava mais frio e seus passos mais lentos que antes. — mas obrigada por virem comigo.

— Não foi nada. — Eles responderam juntos compartilhando um sorriso, sabendo que a amizade que cultivaram com a adolescente era sincera, apesar do pouco tempo que se conheciam. Ginny esperava poder levar todas as amizades que vinha fazendo por toda sua vida, eram mais sinceras do que as que ela havia feito no ensino médio.

A viagem de volta para o hostel foi rápida, e eles não falaram muito, apesar de estarem agitados não conseguiam falar muito apenas absorver tudo o que viam, o que era mais que o suficiente, alguns silêncios falam mais que palavras em certas ocasiões, e essa era uma delas. Assim que pagaram o motorista, Elena seguiu para sua casa que ficava nos fundos da pousada e os dois seguiram para o quarto que dividiam, o quarto estava escuro, apenas a luz do luar que entrava pela janela clareava minimamente o quarto, mas nenhum dos dois fez questão de acender a luz.

A escuridão era um refúgio agradável para aqueles que tinham medo de encarar a verdade, mas também era poética, havia uma beleza quase mística em observar os traços de outra pessoa com apenas a luz suave do luar. Seus olhares se encontraram, e uma batalha foi travada no meio do quarto, Ginny sentia-se nua diante do olhar que ele lhe dava, era tão puro e cheio de promessas. A ruiva perdeu a batalha, temerosa em machucar os sentimentos de Harry caso cedesse ao olhar encantador dele.

Seguiu para a pequena varanda do quarto, era mais iluminado ali, o que proporcionou a Harry uma visão perfeita dela, a luz cálida da lua deixava o vestido branco ainda mais angelical, os cabelos ruivos davam uma cor especial a toda cena que os olhos dele estavam presenciando. Lentamente ele aproximou-se dela, disposto a arriscar beijá-la novamente, mas surpreendeu-se ao ouvi-la chorar, fazendo com que sua determinação em beijá-la fosse deixada de lado.

— O que foi, pequena? — Perguntou ele com a voz calma, as mãos apoiadas nos ombros dela, ela estava há menos de um minuto ali e já estava gelada, ele colocou a jaqueta que ainda não havia retirado ficando apenas com sua blusa vermelha.

— Estou com medo. — A Weasley respondeu com um sussurro quase inaudível, o luar dançando em seus olhos de tal forma que criavam sombras confusas nos olhos cor de chocolate, dando a ela uma aparência perdida e desolada.

— Medo de que?

— Disso. — Ela respondeu com a voz fraca e virou-se na direção dele. Apoiou sua mão esquerda no ombro dele e a direita na bochecha, acariciando-o com carinho e olhando com desejo, ela aproximou seus rosto e o hálito quente dela soprou a poucos centímetros dos lábios dele, sentindo a respiração dele engatar e o coração acelerar.

Então Ginny ultrapassou os centímetros que os separavam e seus lábios se encostaram por breves segundos, tão rapidamente que ela nem mesmo poderia dizer que o havia beijado de fato, mas aquilo havia sido um erro, ela havia atiçado seu desejo de beijá-lo até perder o fogo e não conseguia mais controlar-se.

O roçar de lábios pareceu despertá-lo e ele segurou a cintura dela firmemente quando a ruiva fez menção de afastar-se, ele tomou os lábios dela com calma, parecendo querer decorar cada parte da boca dela, cada suspiro que ela deixava escapar quando ele apertava sua cintura com um pouco mais de força. Com calma ele terminou o beijo com um selinho demorado, no entanto não era isso que ela desejava, estava sentindo-se faminta dele, queria que ele explorasse sua boca com a língua, que mordesse os lábios dela e tirasse todo o fôlego que ela tinha, mas quando ela tentou beijá-lo novamente, ele não permitiu.

— Vai com calma, flor. — Harry pediu com uma risada grave, olhando para ela com os olhos brilhando em emoção e desejo, ele estava afetado pelo beijo também, ela pensou com um sorriso convencido. — E tire esse sorriso convencido do rosto.

— Por que? — Ela perguntou curiosa abraçando ele com força e olhando para cima para poder ver o rosto dele, que sorria para ela com olhos e lábios. Lábios esses que ela havia beijado há poucos segundos.

— Porque eu preciso de calma para fazer o que venho desejando há sete anos. — O moreno respondeu com os olhos brilhando em ousadia e alegria. Gostava de vê-lo assim e esperava de todo coração que o beijo que compartilharam não o machucasse quando a noite terminasse.

— Ainda bem que temos a noite toda. — Ginny respondeu com um sorriso divertido e o empurrou em direção ao quarto, e fechou a porta da varanda sem se importar com as cortinas. Sob a luz do luar ela encarou os olhos verdes e expressivos dele que a encaravam ansiosos para o próximo movimento dela. Ela o beijou novamente naquele momento e desejou que todas as noites que se seguissem fossem iguais a essa noite de Halloween.

XXX

Bem...como vcs tão depois disso? UHAUHAUAHUAHUHA, espero que bem! Não surtem muito (mentira surtem sim, adoro ver isso ), e espero que a espera tenha válido a pena, pq pra mim como autora valeu, e MUITO!

O capítulo 11 já tá pronto, mas o 12 n, então vamos torcer pra eu conseguir escrever ele e o 13 antes do 11 ser postado, pq n quero deixar ngm esperando n ahauhauhauhau

Bem, espero de coração que vcs tenham gostado. Se cuidem! Tenha um ótimo dia/noite/tarde, amo vocês 3