Ele lembrava vagamente daquele doces olhos, olhos que te olham com ternura.
Três crianças que brincam juntos que crescem e futuramente se separam, o antes não era o presente, o antes faziam eles se sentirem incríveis.
Durante um fim de aula ou um fim de tarde, eles sorriam um para o outro com ternura, no entanto o futuro é cruel, a vida é uma mãe que te entende e te obriga a crescer e a morte é como um pai que agride a mãe e roubam os sonhos das crianças e agora eles são obrigado a se separarem.
E o Futuro agora é o presente.
E a única coisa que um deles quer é ser olhado novamente por aqueles doces olhos por mais tempo.
