Capítulo 17: Doença


A pele sob seus olhos parecia inchada. Seu nariz estava em carne viva. Sua garganta ardia. Ele fez a única coisa lógica.

- Eu acho que posso estar morrendo - Draco disse em seu telefone, depois de digitar o número de Hermione e sequer aguardar ela responder.

- Morrendo?

- Você não parece preocupada.

- Você não parece estar morrendo. Eu terminarei aqui em alguns minutos. - Hermione desligou o telefone e olhou para Jorge. - Aparentemente, Draco está morrendo e me convidou para assistir.

- Posso ir? Rony não gostaria que eu perdesse isso.

Hermione riu.

- Eu tenho certeza de que é um alarme falso. Não gostaria que você fosse com essa ideia e tivesse sua expectativa frustrada. – Além disso, o Pirulito Eterno está tão perto de ser finalizado. - Ela guardou o telefone.

- Isso realmente é comum entre os trouxas?

- Eles estão ficando mais populares. É apenas uma versão móvel do telefone. Você não prestou muita atenção nos Estudos Trouxas, não é mesmo?

- Absolutamente não. Como isso funciona? - ele perguntou alegremente, feliz por atrasá-la de ir ver Malfoy. E apenas um pouco verdadeiramente curioso.

- Todo mundo que tem um telefone - móvel ou não - recebe um número específico. Se você tem o número de alguém, pode ligar para ele. É como enfiar a cabeça na lareira para uma ligação de Flu.

- Não, isso é melhor. Você pode carregá-lo com você.

- Fico surpresa que o mundo bruxo não tenha um equivalente popular. Harry tinha um conjunto de espelhos que antes pertenciam a Sirius e o pai dele, mas eu nunca vi nada parecido em nenhuma loja. E acho que o os espelhos só podiam entrar em contato um com o outro.

Jorge balançou a cabeça, os cabelos desgrenhados voando um pouco.

- Não existe nada parecido no mercado. Eles devem ter feito isso sozinhos. Mas se pudéssemos fazer um equivalente mágico de um desses telefones...

- Seria brilhante.

- Definitivamente brilhante - ele concordou.

- Vou garantir que Draco não esteja realmente morrendo e voltarei. Temos trabalho a fazer. - Com um vislumbre de um sorriso, ela desapareceu e reapareceu em seu apartamento. Ela atravessou o corredor até o apartamento de Draco e bateu à porta.

Hermione ouviu uma resposta abafada e abriu a porta, dando-lhe um toque discreto com a varinha.

Draco estava esparramado no sofá com o edredom da cama cobrindo-o parcialmente. Ele olhou para ela de forma acusativa, com olhos levemente vidrados.

- Você demorou a chegar aqui.

Ela olhou para ele.

- Bem, você não está morrendo. - Ela se aproximou do sofá de qualquer maneira e colocou as costas da mão na testa dele. - Você está com um pouco de febre - ela admitiu. Seus olhos estavam vermelhos e a pele ao redor deles estava inchada. Um pouco de umidade escorria de seu nariz. Provavelmente era o pior estado em que ela já o tinha visto.

- Eu preciso de uma Poção Apimentada.

- Absolutamente não.

- Estou morrendo.

- Não está. Você está doente de uma maneira perfeitamente normal.

- Então os trouxas simplesmente... suportam isso?

Ela cruzou os braços.

- Se eu tivesse que adivinhar, diria que você está com um resfriado, embora possivelmente seja uma gripe, caso seu estômago começar a dar problemas. Em ambos os casos, provavelmente é viral e não há cura. Posso comprar alguns medicamentos trouxas que vão ajudar com os sintomas, mas não vou te trazer poções que possam arriscar os termos da sua sentença e possivelmente nos enviar para Azkaban. - Ela olhou para as vestes e suspirou. - Eu não tenho nada do outro lado do corredor no momento, mas dê-me alguns minutos para vestir algumas roupas trouxas e eu irei à Sainsbury's. Ela não lhe daria a Poção Apimentada da despensa. Parte de todo aquele castigo era fazê-lo entender como era a vida de um trouxa. Talvez ele chegasse a apreciar melhor os nascidos trouxas e a própria magia que possuía. Com isso em mente, ela não demorou muito a sair, encontrar todos os itens necessários e trazê-los da loja. Ela colocou a sacola no sofá ao lado de Draco quando voltou. Não havia se incomodado em bater.

- Eu trouxe praticamente uma farmácia para você. Pastilhas de tosse para sua garganta. Anti-histamínico para o nariz escorrendo. Uma caixa gigante de lenços de papel. Paracetamol para a febre - ela anunciou. - Leia os rótulos nas laterais das garrafas e não tome demais.

- E a sopa?

- O que?

- Quando eu estava doente na Mansão, os elfos domésticos me faziam sopa.

- Eu não sou um elfo doméstico.

Ele continuou olhando para ela com uma expressão ferida.

- A melhor coisa que você pode fazer agora é tomar seu remédio e ir dormir - disse ela, deixando a voz um pouco mais suave. - Ligue para o restaurante e diga a eles que você não trabalhará hoje à noite. Eu tenho que voltar ao trabalho, mas talvez traga alguma coisa quando voltar para casa. - Hermione deixou o olhar lamentável de Draco e voltou para a loja, onde começou a elaborar uma lista de anotações para Jorge sobre como os telefones celulares funcionavam e que tipo de recursos eles tinham, para que ele pudesse começar a procurar por equivalentes mágicos.

- Essa é a terceira vez que você olha para o espaço - Jorge disse a ela. - Vamos lá, Malfoy realmente está morrendo, não está?

- Não, ele está apenas agindo como um completo bebê com um resfriado. - Ela suspirou. - Ele só pensa que está morrendo porque está acostumado a ter magia disponível para resolver seus problemas. E suponho que também seja porque ele tinha outras pessoas por perto para resolver seus problemas durante a maior parte de sua vida. Não posso deixar de pensar que, caso alguém sugerisse remover sua magia anos atrás, muitos problemas poderiam ter sido evitados. Sei que é uma punição rara, mas acho que é muito mais reabilitadora do que enviar alguém para Azkaban. A Suprema Corte deveria considerar mais.

Jorge encolheu os ombros.

- Há algumas pessoas que provavelmente poderiam ser ajudadas dessa maneira. E há pessoas que chutariam seu traseiro se não pudessem te amaldiçoar.

Hermione estremeceu, lembrando com detalhes da faca que Belatriz tinha usado para desenhar letras em seu braço. Algumas pessoas não precisavam de magia para serem cruéis.

Lino notou o silêncio que se instalou nos fundos da loja e enfiou a cabeça pela porta com um sorriso alegre no rosto.

- Vocês crianças não deveriam estar trabalhando no nosso próximo grande gerador de dinheiro? Aquela nova jaqueta de pele de dragão que eu quero não vai se pagar, sabe?

Jorge lançou uma pena em direção a ele, estilo dardo, e conseguiu acertar a manga de suas vestes.

- Você precisa de uma jaqueta de pele de dragão, ela teria ricocheteado isso imediatamente.

- Diga isso ao meu chefe. Sou muito mal pago e preciso de um aumento - Lino lhe disse, de forma sedutora. Ele deu uma piscadela para Hermione e voltou para a parte principal da loja.

- Acho que não faremos mais nada esta tarde. O Pirulito Eterno está pronto para ser lançado assim que tivermos uma quantidade suficiente produzida e embalada. Devemos começar a vendê-los em menos de uma semana.

- E eu vou colocar meu cérebro para pensar sobre como fazer os Telefones-Espelho funcionarem. - Ela deu um beijo na bochecha de Jorge. - Vejo você amanhã.

Hermione aparatou em uma pequena travessa no seu bairro e foi em busca de algumas sopa para viagem. Sopa na mão, ela voltou ao prédio para entregá-la ao bebê crescido.


Os dias seguintes foram bastante infelizes para Draco. Sentia a cabeça pesada, estava exausto, mas não conseguia dormir, por causa da tosse, os espirros e as dificuldades gerais de respirar. E Hermione só lhe trazia comida cerca de um quarto das vezes em que ele pedia, então fazia questão de pedir frequentemente para aumentar suas chances. A certa altura - ela parecia bastante exasperada - trouxe meia dúzia de latas de sopa e explicou como era fácil abri-las e aquecê-las.

- Não é a mesma coisa que a sopa que você trouxe do restaurante - ressaltou.

- É claro que não. Aquilo era fresco e caseiro e isso é enlatado. Mas você não tem um elfo doméstico ou sua mãe para cozinhar para você, então terá que se contentar com o que puder. Você pode ter a sorte de ter um amigo que às vezes te trará algo quando você estiver absolutamente miserável, mas eu não sou sua empregada e não atenderei a todos os seus caprichos - ela disse severamente. Além disso, parecia que ele estava começando a se recuperar.

-Quando você estiver se sentindo bem o suficiente, sugiro levar toda a sua roupa de cama para a lavanderia. Se continuar dormindo nela cheia de germes, você terá uma recaída.

Draco gemeu ao pensar em fazer a viagem. Ele não havia deixado o apartamento por vários dias, exceto algumas viagens pelo corredor com o cobertor em volta dele para pedir a Hermione algo para comer. Ela o mandava de volta para seu próprio apartamento, dizendo que ele não era bem-vindo no dela até que parasse de tossir e espirrar. Ele passou um bom tempo assistindo televisão, por falta de algo melhor para fazer, até que Hermione lhe trouxe um quebra-cabeça.

- É uma das maneiras que os trouxas usam para se divertirem nas reuniões de família e quando estão em casa - explicou ela, entregando-lhe uma caixa com a foto de uma casa e jardim.

- Mil peças? - ele disse, sacudindo a caixa.

- Sim. Você não vai terminar isso tão cedo. - Havia uma certa satisfação em sua voz quando ela disse aquilo. No entanto, havia ainda mais satisfação no rosto de Draco quando ele conseguiu convencê-la a ficar um pouco e ajudá-lo a começar. Eles tinham montado a maioria das peças da borda e uma parte de uma das janelas quando ela se levantou e tirou a poeira de suas vestes para sair.


Fiel à estimativa de Jorge, o Pirulito Eterno estava à venda nas Gemialidades Weasley no início da segunda semana de novembro. Alguns pacotes demonstrativos foram também enviados à Gina em Hogwarts. Hermione esperava que, a qualquer momento, McGonagall enviaria uma carta de reclamação a Molly e Molly, por sua vez, enviaria a Jorge um berrador.

Mas os dias se passaram e nenhum berrador chegou. Porém, pedidos chegaram de Hogwarts e várias pessoas entraram pessoalmente na loja para comprá-los. Aparentemente, alguém no escritório da Execução das Leis da Magia havia se apossado de alguns e pensado que era uma farsa - então todo o escritório estava interessado neles agora, como se fossem crianças em idade escolar. Hermione estremeceu. Durante o processo de desenvolvimento, ela e Jorge haviam testado o doce neles mesmos. O sabor era delicioso a princípio, porém só piorava com o tempo. Eles estavam vendendo como... bem, como doces.

Ela e Jorge estavam trabalhando duro para fazer mais Pirulitos Eternos, além de reabastecer vários outros itens que haviam voltado a aumentar de popularidade à medida que as pessoas procuravam o novo produto.

Hermione viu-se escrevendo para Molly um dia, perguntando como ela estava indo, contando um pouco de como ela mesma estava. Ela postou a carta antes que pudesse mudar de ideia.


Draco havia passado por sua primeira experiência de doença como trouxa e decidiu não ter que experimentar novamente. Ao perguntar sobre o que ele precisava fazer para minimizar essa possibilidade, ele aprendeu sobre como os trouxas acreditavam que a doença se espalhava, foi instruído a comer muitos legumes e tomar pílulas chamadas vitaminas, além de ingerir muita água, fazer exercícios e dormir adequadamente.

Ele não havia terminado o quebra-cabeça durante sua doença e pensou em guardá-lo para tirá-lo da mesa, mas parecia uma pena arruinar todo aquele esforço sem terminar, então o deixou lá. Um dia, incomodou-o o fato daquilo estar ali, três quartos terminados, e convidou Hermione para passar a noite terminando de montar.

Finalmente eles terminaram.

- Bem, isso foi trabalhoso. E agora?

- Agora? Nós desmontamos e colocamos de volta na caixa para a próxima vez que você ficar doente - explicou Hermione, procurando pela caixa.

- Depois de todo esse trabalho? - Ele fez uma pausa. - E "a próxima vez"? Estou tomando vitaminas agora. Não vou ficar doente.

A morena de cabelos espessos bufou.

- As vitaminas ajudam seu sistema imunológico, mas elas não evitam que você fique doente. Isso pode muito bem acontecer novamente. - Ela estudou o quebra-cabeça por um momento. - Existe uma alternativa para o quebra-cabeça, se você quiser sua mesa de volta sem desmontá-lo.

- O que é?

- Eu nunca fiz isso sozinha, mas já vi outras pessoas que o fizeram. Podemos conseguir um tipo especial de cola para pintar as peças, de modo que ela seque como um todo, e depois emoldurar. Você não tem nada nas paredes. Isso pode trazer um pouco de vida à sua sala.

- Você se ofereceu uma vez para me ajudar a pintar as paredes.

- Você nunca disse que sim.

- A oferta ainda está de pé?

- Se você estiver interessado. É muito trabalhoso.

- Que tal quarta-feira?

- Vamos começar pela sala e ver se você quer fazer mais alguma coisa - ela concordou.

- E o quebra-cabeça?

Hermione riu.

- Terça-feira nós vamos procurar suprimentos de pintura e cola para o quebra-cabeça. Só não deixe Xavier derrubá-lo enquanto isso.


A loja de equipamentos foi uma loucura. Draco mal conseguia entender quantas coisas diferentes eram necessárias apenas para mudar a cor de suas paredes.

- O que é isso? Por que eu preciso comprar isso? - ele perguntou, assistindo Hermione colocar rolos de algo azul na cesta.

- É fita, para que você possa obter faixas limpas e não fazer uma bagunça no chão.

- Você já fez isso antes? - ele perguntou, subitamente desconfiado. Parecia demais. Havia pincéis e coisas cilíndricas. Fita. Uma grande folha de plástico. Bandejas. Eles nem tinham escolhido uma cor para as paredes ainda.

- Não - ela admitiu. - Mas eu li sobre isso. E eu me lembro de quando meus pais pintaram a cozinha quando eu tinha sete anos. - Ela fez uma pausa. - Eu não conseguia controlar minha magia na época e fiquei tão chateada com o fato de meu livro ser tirado de mim - minha mãe me disse que eu não podia ler na mesa de jantar e então o colocou em cima da geladeira. A próxima coisa que eu me lembro é do livro flutuando para baixo. Fiquei tão surpresa, que ele caiu no molho de tomate. Eles nunca conseguiram limpar a parede e acabaram tendo que pintá-la. - Ela olhou para ele e abaixou a voz um pouco mais, não que estivesse falando particularmente alto. - Na época, lembro-me de meus pais discutindo um pouco e meu pai dizendo a minha mãe que ela provavelmente não havia guardado o livro com segurança e que de alguma forma ele escapou. Suponho que deva ser mais fácil em uma família bruxa. Quando coisas estranhas acontecem com as crianças, pelo menos os pais sabem o porquê disso estar acontecendo.

- Ainda pode causar sua parcela de problemas.

- Que tipo de mágica acidental você fez?

- Oh, não foi exatamente acidente. Eu não achava que conseguiria, mas sabia o que queria que acontecesse e simplesmente... aconteceu.

- O que aconteceu? - ela olhou para ele e ficou surpresa ao encontrá-lo parecendo um pouco envergonhado.

- Eu disse ao meu pai que queria voar novamente e ele não deixou. Ele tentou me dizer que era ilegal deixar crianças com menos de 11 anos de idade voarem por três dias seguidos. Ele estava mentindo. - Eu estava tão bravo... Devo ter conjurado fogo em suas vestes, porque em um minuto ele estava sentado em sua cadeira favorita e, em seguida, estava em chamas.

Hermione arqueou uma sobrancelha.

- Isso é magia poderosa.

- Foi uma emoção poderosa. Eu não estava acostumado a receber nãos.

Hermione se inclinou contra a prateleira de latas de tinta.

- O que ele fez?

- Ele gritou por alguns instantes antes de voltar ao juízo e apagar o fogo com um feitiço. E chamou minha mãe para comemorar que minha magia já estava tão forte. Ela pediu aos elfos domésticos que me trouxessem sorvete e depois me levou para outra aula de voo, afinal.

- Então você acabou conseguindo o que queria.

Ele encolheu os ombros.

- A intimidação geralmente não funcionava com meu pai. Ele era alguém acostumado a seguir o seu caminho da maneira que fosse necessária. Mas suponho que naquele dia tenha funcionado.

Os dois ficaram em silêncio por um momento, e então Draco levantou a cesta para dar uma espiada.

- Há mais alguma coisa que precisamos? Todo esse lixo deve custar uma fortuna em relação ao que o Ministério está me dando para sobreviver.

- Você também tem sua renda no restaurante, então não se faça de mendigo ou mártir. Você está em liberdade condicional e poderia estar em Azkaban. Imagino que, quando o seu ano terminar, os fundos da sua família serão liberados. Enquanto isso, siga em frente. A maioria dessas coisas você poderá reutilizar se decidir pintar qualquer um dos outros quartos. Tudo o que precisamos fazer agora é escolher uma cor e teremos terminado.

Após algum debate, Draco concordou com uma espécie de verde sálvia. Ele estava considerando um verde escuro Sonserina, mas Hermione o convenceu do contrário. Devido à insistência de Draco de que as malas já estavam muito pesadas, eles pularam a loja de artesanato. Cola de quebra-cabeça teria que esperar.

Eles levaram suas compras de volta ao apartamento dele e então Hermione começou a orientá-lo sobre o que precisaria fazer para começar a pintar no dia seguinte.

- Os móveis terão que ser afastados das paredes. E você vai querer vestir algo que não se importe ao manchar, porque pode não conseguir limpar depois.

- Mais alguma coisa? Devo remover o teto para que não respingue? - ele perguntou sarcasticamente.

Ela sorriu docemente.

- Você quer minha ajuda ou não? Você pediu e eu pretendo ajudá-lo a fazer isso da forma certa.

- Suponho que você não queira tomar café antes de começarmos amanhã?

- Eu poderia fazer isso - ela concordou. – às 8:30 está ok?

- Sim, eu irei quando começar a sentir o cheiro de bacon e ovos.

Ela balançou a cabeça rindo e se despediu. Ela tinha o jantar para preparar e algumas coisas que queria examinar em um de seus antigos livros de feitiços para trabalhar nos espelhos. Quando fechou a porta de Draco e saiu para o corredor, respirou fundo.

Do lado de fora da porta, usando um velho jeans e uma camiseta e com o cabelo em sua desordem habitual, estava Harry Potter.


N/F:

- Pessoal, não esqueçam de seguir e favoritar a fic, assim fica muito mais fácil de saber quando tem capítulo novo, pois receberá um e-mail informando!

- Deixem um comentário me contando o que acharam desse capítulo!

- krolagataborralheira: como você previu, passou um tempo sim, mas não tanto quanto talvez você tenha imaginado, creio que tenha sido em torno de uma semana desde o capítulo 16. Fico feliz demais ao saber que gostou do último capítulo!

- Melissa R: você não faz ideia do quanto fiquei emocionada ao ler o seu comentário e saber que atualizava sempre a fic para saber se havia capítulo novo! Fico imensamente contente ao saber que está curtindo a história e aprovando a minha tradução. Desculpe pela ausência de posts nos últimos meses, isso não estava dentro do previsto, mas imprevistos infelizmente acontecem às vezes. Prometo que vou fazer o que estiver ao meu alcance para seguir direitinho com o cronograma de postagens de agora em diante. Te aguardo no próximo capítulo!