Disclaimer: Saint Seiya e seus personagens relacionados pertencem à Masami Kurumada e às editoras licenciadas.
E a cada capítulo, novas canções entram para a playlist das fic! Algumas são temas individuais dos personagens, outras dos casais e ainda tem aquelas que me ajudam a escrever alguma determinada cena, como é o caso das canções abaixo...
"The power of goodbye", Madonna
"Take a bow", Madonna
E agora que o segredo de Melinda foi descoberto pela Violet, eu passarei a me referir a ela por seu nome verdadeiro, ok?
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Capítulo VII
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Depois da conversa com Violet no Phaternom, Melinda voltou ao seu hotel e não saiu mais do quarto, sequer pediu o jantar. A bem da verdade, tinha passado a tarde toda jogada na cama, entre choro, acessos de raiva de si mesma e pensamentos confusos sobre como seria dali para frente. Como contaria para Saga e Kanon? Como os demais iriam reagir? Principalmente Shura, que Saga deixou como uma espécie de "tutor" e que ela... Bem, ainda não sabia definir muito bem o que sentia quando pensava no espanhol.
A noite já era alta quando se dignou a levantar e fazer alguma coisa. Foi até a mesinha do quarto, onde havia uma jarra com água e tomou um pouco, estava com sede. Então viu a sacola da Macy's sobre a cadeira, não havia mexido nela desde o dia anterior. Com cuidado, a pegou e colocou seu conteúdo sobre a cama e tirou as roupas de menino que usava, ficando apenas com as roupas de baixo e a faixa sobre seu peito. Virando-se para o espelho de corpo inteiro na parede, começou a se desfazer do tecido também, até que estava parcialmente nua.
Observou o próprio reflexo por um tempo, suspirando com um certo alívio. Os seios eram pequenos, mas ainda sim a faixa os apertava de alguma maneira e dependendo do movimento que fizesse, sentia-os doerem. Virou-se para a cama e pegou o vestido, era um modelo acinturado tamanho midi, azul marinho e todo fechado com botões até a altura do decote. O colarinho podia usar aberto ou fechadinho, com uma espécie de gravatinha que dava para fazer um laço. A cintura tinha uma faixa de tecido como se fosse um cinto, na cor branca. A mesma cor da faixa na barra do vestido, nas manguinhas curtas e da gravatinha do pescoço. A faixa de tecido para o cabelo também era azul marinho, com listras brancas mais finas em toda extensão. Os sapatos tinham um leve saltinho grosso e eram azuis.
Em toda sua vida quisera um vestido daqueles e finalmente tinha um... Para usar somente dentro daquele quarto, pensou de maneira resignada. Mas ainda sim era lindo. "Será que Shura iria gostar de me ver assim, com uma roupa dessas?" Melinda pensou, para logo em seguida se recriminar "É claro que não, quando souber vai me escorraçar por ter mentido para ele".
Suspirando novamente, pegou o blazer que havia usado durante o dia para guardar no armário, quando lembrou-se de algo. Em um dos bolsos externos, estava o cartão que Aiolos havia lhe dado. "Ele não tem o olhar de interrogatório igual o Shura, é mais... É como se estivesse sempre sorrindo com os olhos... E que olhos, meu Deus...", ela pensava, sem perceber que sorria. "Mas ele é da polícia! Preciso guardar este cartão em algum lugar onde ninguém o encontre..."
Procurou em volta, até que teve a ideia. Tirou a gaveta menor do armário e guardou o cartão por baixo dela, no fundo, junto aos seus documentos verdadeiros. Sabia que, na verdade, deveria picotar o mesmo em pedacinhos e jogar fora, mas... Mas não queria fazer isso.
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No Phaternom, Saga não havia deixado de notar que Violet parecia distante. Durante todo o jantar e depois, ela parecia estar em qualquer outro lugar, menos ali, junto dele. E isso já o estava deixando levemente irritado.
-Aconteceu alguma coisa, amor? – ele perguntou, ao perceber que ela escovava os cabelos há quase dez minutos no banheiro, com o olhar fixo no próprio reflexo – Você não me parece bem hoje?
-Eu... Estou sim, Saga... É só... – droga, não poderia falar sobre Melinda, não considerava justo com a garota – Só estou pensando em como será daqui para frente.
-Como assim, Violet?
-A nossa vida, Saga... Agora que oficializou tudo com os rapazes, e este anel no meu dedo... Deixou de ser uma ideia para ser tornar uma verdade.
-Ah, minha flor... – ele a abraçou pelas costas, apoiando o queixo no ombro delicado – O que sinto e também minhas intenções sempre foram verdade e você sabe disso.
-Se não fossem, eu não teria aceitado quem voc que faz... Tão pouco teria aceitado também este hotel de presente.
Saga riu, ainda hoje, mesmo depois de 5 anos, considerava uma loucura o que fizera pela jovem mulher. Violet um dia fora recepcionista do Phaternom e, uma vez, lhe contara o sonho de ter um negócio próprio, e na área de hotelaria, que tanto gostava. E ele, tendo a certeza de ela era a mulher de sua vida, juntou dinheiro, mexeu alguns pauzinhos e no dia do aniversário de Violet, lhe entregou as chaves da portaria e uma escritura.
Ele havia comprado o hotel, mas a administração era toda dela, um negócio totalmente lícito. Não era porque Violet o aceitava com era, um criminoso, que seguiria pelo mesmo caminho em sua vida. E pensar que dali a dois anos estaria ele também longe da máfia e seus negócios.
-Saga? – ela o chamou de volta – Agora é você quem está longe daqui.
-Desculpe, meu amor... Estava pensando em quando lhe dei o hotel de presente... Tem alguma ideia do que fará com ele quando deixarmos a América?
-Tenho sim, mas ainda é cedo para isso. Preciso discutir com meu advogado e com o gerente do Phaternom o que pretendo fazer.
-Independente do que decidir, sei que será o melhor... – Saga disse, tirando a escova da mão de Violet e a puxando para fora do banheiro... – Agora, o que acha de deixarmos esses assuntos de lado e nos concentrar no que realmente importa nesse momento?
Violet sorriu, beijando Saga, entrelaçando os dedos das mãos nos cabelos daquele homem, ao passo que ele acariciava suas costas, correndo as mãos para os ombros da jovem, puxando para baixo as alças da camisola de seda. O tecido fino logo caiu, deslizando ao chão, deixando-a com os seios expostos às carícias do amante. Saga logo deixou a boca perfeita para descer pelo pescoço e colo, beijando cada centímetro de pele, até chegar aos seios de Violet...
Se havia algo que nunca se cansaria, era daquela mulher. Dos beijos, do perfume, da cama compartilhada... Soltando-se do abraço de Saga, Violet tirou a camiseta que ele usava, queria ela também acesso aos músculos e pele do rapaz, adorava poder beijar e morder cada nó, cada veia que lhe saltava ao toque e assim o fez, deitando Saga sobre a cama, deslizando sua boca pelo corpo dele até chegar ao baixo ventre. Afastando-se de propósito, Violet tirou sua calcinha, Saga fez o mesmo com o restante de suas roupas, e então puxou a jovem para que se sentasse em seu colo.
Era engraçado como, a cada noite juntos e mesmo depois de 9 anos, ainda conseguiam descobrir coisas novas um sobre o outro...
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Pela segunda noite seguida, Melinda não havia dormido bem. Desta vez, pensando em mil formas de contar aos irmãos Stravos sobre quem era, mas, em sua mente, todas terminavam de forma catastrófica. Antes de contar, ponderou, tinha que domar o próprio medo. Ou não teria chance alguma de se explicar e se fazer entender.
Como não havia jantado, ligou na recepção e pediu o café da manhã. Enquanto esperava, foi ao banheiro para fazer sua higiene, de maneira automática. Poucos minutos depois, o serviço de quarto chegou. E, novamente, havia algo a mais no carrinho. Um bilhete em seu nome, mas sem envelope.
"Procure por Kanon Stravos e diga a ele que está tudo pronto. A inspeção será no endereço abaixo, às 11 horas.
I&S Amamiya"
Guardou o bilhete no bolso do blazer que usaria naquele dia, tomou seu café e saiu. Não estava sem eu melhor dia para trabalhar, mas não tinha saída. Precisava fazê-lo.
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Naquela mesma manhã, bem cedo, um rapaz passou apressado pelo escritório da promotoria, deixando uma carta endereçada ao promotor Shaka Divendra. A secretária mal teve tempo de perguntar do que se tratava e ele logo sumiu de sua visão...
Na central, o recepcionista separava as correspondências de cada policial quando encontrou uma carta para o inspetor Aiolos Kinaros, sem remetente ou mesmo um carimbo do serviço de correios. Considerando que poderia ser algum tipo de denúncia anônima, deixou a carta sobre o bloco de anotações do rapaz, onde sabia que chamaria sua atenção.
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-Fique à vontade, meu rapaz, vou avisar o Sr. Stravos de sua chegada... – o mordomo disse para Melinda, deixando-a sozinha no escritório do luxuoso e enorme apartamento. Observando as estantes cheias de livros e as poltronas de couro, ela pensou que se tivesse que achar a saída por conta própria, certamente se perderia no lugar...
Tirou a boina para arrumar os cabelos e ajeitou o colarinho ao se deparar com um espelho sobre um aparador. Desde que Violet lhe falara sobre o "pomo de adão", tinha decidido usar todas as suas camisas fechadas até o último botão para disfarçar melhor. Pelo menos não estava um dia quente.
-Ed, como vai? – Kanon apareceu, usando apenas uma camisa com as mangas dobradas na altura dos cotovelos e uma calça social simples – Tem algum recado para mim?
-Bom dia, Kanon... Eu recebi este bilhete hoje, durante meu café. É dos irmãos Amamiya.
-Excelente notícia! Finalmente teremos nosso primeiro transporte de carga feito por eles... Me faça um favor, Ed... – o rapaz falou, pegando papel e caneta e fazendo algumas anotações – Leve isto para Máscara da Morte, diga que é importante que ele esteja presente também.
-Eu não sei onde ele mora...
-Ele deve estar no apartamento do Afrodite, vou anotar o endereço para você e... Ah, Ed... Espero que não estranhe quando os vir.
Melinda não entendeu a colocação de Kanon, mas não quis fazer mais perguntas. Na realidade, queria sair dali o quanto antes pudesse. Pegando o papel com o endereço de Afrodite, agradeceu Kanon, recusando qualquer oferta de café por parte do patrão. Com a ajuda do mordomo, foi embora depressa e direto para onde o sueco morava.
O prédio onde Afrodite morava era de construção clássica e ficava em uma área realmente nobre de Mahattan, Melinda não deixou de reparar no luxo dos carros, roupas e vitrines das redondezas. Ao chegar no endereço que Kanon havia lhe dado, teve que esperar um bocado para que fosse autorizado a subir e ainda sim, teve que fazê-lo pela entrada de serviço. Quando entrou no elevador, não conteve a surpresa ao perceber que iria para o último andar. Afrodite era o dono da cobertura.
Ao chegar, foi recebido pelo mordomo que pediu que esperasse por um momento. Sentando-se na poltrona que havia no hall, Melinda pô-se a pensar em quanto dinheiro os negócios dos Stravos movimentavam, afinal, eles moravam em um belo apartamento na região central, Afrodite era dono daquela cobertura luxuosa... Certo que Shura era bem mais modesto com relação ao local onde morava, mas ainda assim era um apartamento maior que a média, ao menos ela pensava assim.
-Sr. Grant? – o mordomo o chamou e Melinda achou graça na formalidade – me acompanhe, por favor.
Ao entrar na cobertura, percebeu que seu pensamento não estava errado: era realmente luxuosa, tanto na decoração, como no tamanho. Se já se sentia perdida no apartamento dos Stravos, ali estaria desaparecida para sempre se fosse deixada sozinha. Foi levada para a varanda, onde o sueco e Máscara da Morte ainda tomavam o café e então entendeu a colocação de Kanon... Os dois estavam muito à vontade na presença um do outro.
-Bom dia, senhores... – ela disse, aproximando-se, fixando olhar no italiano, mas sentindo que o sueco a encarava – Vim a pedido de Kanon, com um recado à você, Máscara.
O italiano fez um sinal para que ela prosseguisse e Melinda lhe entregou o bilhete. Foi então que ela olhou, ainda que meio desconfiada, para Afrodite. É, de fato ele a encarava sem piscar.
-Do que você tem medo, Edward? – ele perguntou, fazendo com que a jovem se assustasse, engolindo em seco – Você evita ao máximo olhar para mim... Eu não mordo, querido.
-Não morde, mas também não é um santo... – Máscara disse, passando o bilhete para Afrodite – E não ajuda em nada esse seu ar desconfiado para cima do Ed. Até eu teria algum receio.
-Não tenho medo, Sr. Afrodite... Mas não gosto da sensação de que sou observado o tempo todo.
O sueco riu da pequena audácia, e voltou sua atenção ao bilhete.
-Hoje, às 11 horas? Bom, teremos que mudar nossos planos para esta manhã, querido... – ele disse para o italiano, levemente contrariado – Mas por que uma inspeção diurna? Não é um risco?
-Os Amamiya sabem muito bem o que fazem... – Máscara respondeu, pensativo – Bem, muito obrigada pelo recado Ed, você pode ir agora.
-Com licença.
Despediu-se com um aceno e já estava saindo quando ouviu Afrodite lhe chamar de volta.
-Shura já falou com você hoje, Ed? – Melinda negou com a cabeça – Então espere um contato dele. Acho que irá gostar do que aquele espanhol tem em mente para você.
Melinda ficou parada por alguns segundos, teve vontade de perguntar do que Afrodite falava, mas se calou. Então, seguindo o mordomo, foi embora, pensativa. Tinha sensação de que não, não iria gostar do que Shura tinha em mente para ela...
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É claro que assim que chegou ao distrito, a primeira coisa que Aiolos viu ao se sentar à sua mesa foi o envelope com seu nome. E, ao abrir e verificar o conteúdo, foi inevitável um pulo da cadeira, que não passou despercebido pelo irmão.
-O que foi, Olos?
-Você sabe me dizer se o Dohko já chegou ao trabalho?
-Já sim, eu o vi entrando na sala dele. Por... – Aiolia sequer terminou a frase, pois o irmão já estava no corredor, indo para a sala do chefe.
Quando lá chegou, viu que Dohko havia acabado de desligar o telefone e se levantava, pegando o blazer que estava no espaldar da cadeira. Ao ver o rapaz, fez um gesto para que o acompanhasse.
-Shaka acabou de me ligar, estou indo ao escritório da promotoria. Me parece que ele recebeu uma denúncia anônima sobre os negócios dos Stravos.
-Eu também recebi, chefe, estava sobre a minha mesa hoje... – Aiolos lhe entregou o envelope – Deve ter sido enviada pela mesma fonte.
Juntos, os dois homens chegaram à promotoria, sendo imediatamente recebidos por Shaka, que parecia um tanto agitado para seu habitual jeito e humor.
-Vejam esta carta... – ele entregou uma folha de papel para Dohko – Foi entregue esta manhã, estava em meu nome. É um relato, com o endereço de localização, de um cassino clandestino que, segundo a denúncia, pertence aos Stravos.
-Eu recebi a mesma carta hoje, no distrito... – Aiolos mostrou a dele – Se esta denúncia se provar verdadeira, podemos finalmente dar nosso primeiro golpe nos negócios da família.
-Por isso os chamei aqui também, precisamos conversar sobre como iremos proceder para que não haja problemas desta vez com um possível flagrante.
-Eu sugiro enviarmos primeiro um dos nossos homens à paisana, para verificar a veracidade das informações e se assegurar de que teremos condições de efetuar o flagrante.
-Eu concordo, Aiolos... – Dohko estava pensativo – Mas não podemos enviar você, Mu ou Aiolia, já são conhecidos de Saga e os demais que acreditamos estarem envolvidos.
-Mas vocês tem dois novos integrantes na equipe, não? – Shaka perguntou, recostando-se na cadeira – Os rapazes que vieram de Chicago?
-Sim, Isaak e Hyoga... Ainda não são conhecidos na cidade e tem experiência com esse tipo de abordagem, eles podem fazer a averiguação da denúncia.
-Excelente, falaremos com eles. E, além disso, acredito que seja importante mantermos esse assunto somente entre nós três e eles... Para evitarmos qualquer tipo de vazamento de informações.
-De acordo, Dohko.
-Com certeza, capitão.
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De fato, o trabalho dos irmãos Amamiya era mais cuidadoso que dos irmãos Shutter. O local onde a inspeção de carga seria feita era uma mercearia movimentada e freqüentada por famílias e pessoas mais velhas, em um bairro praticamente residencial. Quem desconfiaria das mercadorias que eram carregadas e descarregadas do depósito, em pequenos caminhões de entrega domiciliar? A embalagem e armazenamento eram tão prefeitas que parecia de fato que os paletes e caixas estavam cheios de sacos de farinha e outros cereais e não ópio e cocaína.
-De acordo com nossos registros, está tudo certo. Podem prosseguir com o carregamento, Seiya! – finalizava Kanon com um rapaz que deveria ser pouco mais velho que Shun, de olhos e cabelos castanhos e riso fácil.
-Então, seguiremos com o transporte. De acordo com o cronograma, o carregamento partirá do porto da cidade a partir da madrugada de amanhã, finalizando dois dias depois e cobrindo todas as rotas.
Finalizados os cumprimentos, Kanon e Máscara da Morte deixaram o local. Como já passava da hora que costumavam almoçar, decidiram procurar por um restaurante e fazer uma pausa para comer. E, o gêmeo não deixou de notar, o italiano parecia muito calado.
-Por que está tão quieto, Máscara? Quase não ouvi sua voz hoje e olhe que isso é raridade...
-Não enche, maledeto... – Kanon riu, nem para xingá-lo ele mudara o tom – Estava só pensando na vida, no futuro.
-O casamento do Saga e da Violet e a partida deles para viverem na Grécia?
-Isso e tudo o mais... Quanto tempo acha que ainda temos para gastar nessa vida, Kanon?
-Está pensando em parar também, Máscara da Morte? Duvido conseguir convencer o Afrodite a isso. O amor dele por poder e dinheiro é maior que qualquer outro e você sabe bem disso.
-Claro que não estou pensando em nada disso, essa vida é tudo que tenho e sei fazer. Só estou dizendo que não acredito que vá durar para sempre.
-Credo, que bicho te mordeu hoje carcamano? – um grunhido foi a resposta, Kanon riu novamente – Bom, quer minha opinião sobre tudo isso? Eu certamente não sou como o Saga... Não nasci para amarrar meu burro na sombra.
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Depois de andar um pouco ela cidade para tentar colocar os pensamentos em ordem, Melinda voltou para seu hotel. E quando foi pegar a chave do quarto, a recepção lhe entregou uma carta, logo reconheceu a letra de Shura no envelope. Assim que entrou no quarto, sentou-se na cama e começou a praguejar baixo quando leu do que se tratava...
"Finalmente convenci Afrodite a deixá-lo conhecer suas famosas ninfas, Ed... Se prepare porque amanhã terá a melhor noite de sua vida!"
E agora? Como iria se livrar daquilo?
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Conforme combinado com Aiolos e Dohko, ao cair da noite Isaak e Hyoga foram averiguar a denúncia feita de maneira anônima sobre a casa de apostas... E, para o bem do trabalho dos dois policiais, foi fácil constatar que era tudo verdade. O local estava cheio e as apostas rolavam sem pudores, assim com o consumo de bebidas proibidas pela prefeitura na cidade...
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Continua...
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E agora, as coisas vão começar a dar errado para a família, será? E para Melinda então... Como ela vai se sair dessa? Bem, percebi que há uma certa dúvida sobre quem descobre primeiro, Aiolos ou Shura... A cena já está escrita, só falta desenvolver o restante do capítulo onde ela se encaixa, mas juro que não vai demorar a acontecer! Aliás, todas as cenas dos finais de todos os personagens já estão escritas, isso acontece com vcs também? Tipo, o enredo vai se desenrolando aos poucos na minha cabeça, mas o final já ta todo montado, uma ou outra coisa só que acaba mudando... Enfim...
Reviews!
Gemini Thai, shippar Melinda com Shura e Aiolos é fácil para mim, afinal, sou eu que estou escrevendo! Vamos ver como se desenrola essas relações dela...
Revenge of Queen Anne, a cena da infância foi bem fofa mesmo, quando que os quatro pequenos iriam imaginar o que seria de seus futuros? E sim, toda fé do povo na Violet pq ela não é qualquer uma, ela tem fibra! E coração tb, logo você verá isso com relação à Melinda, apesar da situação difícil. E agora, Olos ou Shura? Aguarde os próximos capítulos...
