Disclaimer: Saint Seiya e seus personagens relacionados pertencem à Masami Kurumada e às editoras licenciadas.

Antes de iniciar o capítulo, gostaria de deixar uma nota de esclarecimento sobre as cenas entre Shura e Melinda deste capítulo. Eu escrevi dois capítulos distintos, este que eu publiquei e outro, com as cenas em si descritas de maneira mais "subjetiva", e fiquei um bom tempo pensando qual deveria ir ao ar. No fim, pela construção dos personagens, optei pelo mais descritivo deles, principalmente para que não haja dúvidas sobre como o espanhol é e enxerga a garota e sua relação com ela. E, por esse motivo também, este foi o único capítulo da fic que escrevi sem música, não dá para algo assim ter uma trilha de fundo, mesmo que a linguagem não tenha sido tão dark...

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Capítulo XIII

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Aiolos estava eufórico, não havia melhor maneira de definir como se sentia. Pela segunda vez em poucos dias, recebia uma nova denúncia sobre os negócios dos Stravos, desta vez envolvendo o tráfego de drogas e bebidas. A carta recebida era bem clara no que dizia respeito à mercadoria que seria transportada, assim como dia e horário. Como lhe dissera Dohko, a sorte finalmente sorria para o lado da lei.

O promotor Shaka também não cabia em sai de contentamento, mal recebera a carta anônima e já se reunia com o capitão e inspetor para acertarem detalhes da nova diligência, possíveis mandados de busca e apreensão e tudo que fosse necessário para efetuarem prisões. Novamente não tinham certeza de que conseguiriam provas de que se tratava de negócios comandados por Saga e Kanon, mas as perdas que aquela apreensão representaria, ah estas seriam muito maiores que a da casa de jogos...

Não atacariam o transporte de carga e sim o local onde o entorpecente era produzido e embalado. Pela primeira vez, tinham o endereço de um galpão de refinamento da droga e destilação de bebidas.

E, enquanto a equipe de policiais comandados por Aiolos se debruçava no planejamento da diligência, outros policiais cuidavam dos demais assuntos. Como, por exemplo, o atendimento à jovem e bela mulher de cabelos negros que estava na recepção naquele momento, pronta para entregar à polícia um certo mensageiro que, segundo ela, tinha ligações com a família Stravos. O policial que a atendera bem que poderia levar o caso para o inspetor Aiolos, mas...

Mas o inspetor estava deveras ocupado com a diligência. E ele, um patrulheiro que almejava conquistar posições maiores dentro do departamento, viu naquele caso a oportunidade de se dar bem... Ah, sim... Ele mesmo iria investigar aquela denúncia...

Ao sair da central, a jovem seguiu calmamente seu caminho, até cruzar com um rapaz mais jovem. Fingindo que tropeçava, ela foi amparada por ele e agradeceu a ajuda com um sorriso. Quando se separaram, voltando ambos à sua caminhada, ele tinha um pedaço de papel dobrado entre as mãos, entregue por ela.

"Avise-os de que está feito. Em breve, teremos notícias sobre este demanda.

Ah, diga ao sr. Irritadiço que estou com saudades...

Pandora"

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No apartamento dos gêmeos, Afrodite e Shura aguardavam pelos dois no escritório, ambos descarregando uma caixa cheia de rolos de papéis e outros itens sobre a mesa de reuniões. Eram documentos referentes à compra de um casarão em New Jersey, e projetos para reforma e decoração do mesmo, estavam iniciando os planos para a casa de prostituição/cassino na cidade vizinha. Enquanto esperavam, o sueco lembrou-se de algo sobre o qual estava curioso, mas que ainda não tinha tido a oportunidade de questionar o espanhol a respeito.

-Shura?

-O que foi, Dite?

-Foram tantas coisas acontecendo nos últimos dias que me esqueci de te perguntar... – o tom da voz era malicioso, o que fez Shura parar o que fazia para prestar atenção no sueco – Como foi aquela noite em minha casa? Misty não me falou nada em nossa reunião diária, tão pouco vi Pandora depois para saber...

-Bem... – foi a vez de Shura falar em tom mais malicioso, mas com um certo divertimento também – Não houve tempo para Edward fazer coisa alguma, Dite. Recebemos o recado sobre a diligência policial e saímos depressa.

-É muito azar do moleque, ainda mais que eu havia autorizado Misty a lhes conceder os serviços de Pandora... Entre as ninfas daquela casa, é a mais bela e requisitada de todas.

-Talvez tenha sido sorte, Dite... Do jeito que Ed estava nervoso, era bem capaz de fazer algo que pudesse machucar Pandora, mesmo sem querer. De todo modo, não o levarei tão cedo ao encontro de suas ninfas novamente.

-E por que não? Você parecia mais interessado nisso do que ele próprio!

Shura riu, ah se Afrodite soubesse da verdade... Mas antes que pudesse fazer algum comentário, Saga e Kanon entraram pelo escritório para a reunião, estavam decididos a não sair dali sem a aprovação de ambos para o início das obras na nova casa.

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Em um esquina próxima à central da polícia, o policial que atendera a denúncia sobre o mensageiro estava parado junto à uma banca de frutas, suas orbes verdes atentas a todo movimento de pessoas que passavam por si. Até se deterem em um rapazinho que se aproximava, carregando alguns jornais.

-Já leu o jornal de hoje, Sr. Alberich? – ele perguntou ao policial, que lhe sorriu discretamente.

-Ainda não, me veja um exemplar... – ele pegou e abriu em uma página qualquer, o garoto se aproximou mais dele, olhando de maneira discreta para os lados – Preciso de sua ajuda.

-Pode pedir, Sr. Alberich.

-Preciso descobrir onde encontrar um certo mensageiro, sei que ele já trabalhou com entrega de jornais como você. O nome dele é Edward Grant.

-Não o conheço, mas posso perguntar ao outros garotos e também o supervisor da entrega, algum deles certamente saberá quem é.

-Ótimo! Faça isso e será muito bem recompensado, garoto.

E dizendo isto, deu ao rapaz uma nota de dez dólares, prometendo mais dinheiro pela informação. O garoto se despediu e saiu correndo, sumindo pela rua. Alberich jogou o jornal em uma lixeira por ali mesmo e voltou à central, onde a equipe de Aiolos continuava em reunião com o capitão Dohko e o promotor Shaka. Sem esboçar reação ou o que fosse, foi para o balcão da recepção e por lá ficou, pensativo.

Se tudo desse certo, em breve ele seria o mais novo detetive do departamento...

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Ao final da reunião com os gêmeos, Shura saiu bastante satisfeito. Os planos para a casa de New Jersey tinham sido aprovados da maneira como ele e Afrodite tinham conduzido tudo. Assim, foi somente a reunião terminar ele saiu depressa, alegando um compromisso pessoal para o qual precisava se preparar. Animado, estava no caminho de volta para casa quando passou por uma joalheria e estancou o passo em frente à vitrine. Pensou um pouco, observou bem algumas das peças expostas e então entrou, saindo algum tempo depois carregando uma sacola com um laço de fita.

Chegou ao seu apartamento e foi direto para o banho, que foi demorado e um tanto meticuloso. E, enquanto se banhava, pensava no jantar de logo mais a noite. No pequeno e frágil corpo de Melinda, em seus braços... Ah, naquela noite, a garota certamente não teria como escapar de suas reais intenções...

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Alheio ao movimento da cidade, que não parava nem mesmo quando o fim da tarde se aproximava, o advogado de Violet examinava alguns documentos e processos de outros clientes. Isso até sua secretária bater à porta, pedindo licença para entrar.

-Sr. Petraskiz, miss Saint-Jhon está na saleta de espera e deseja falar com o senhor.

-Violet? – Milo estranhou, não haviam marcado reunião alguma – Peça a ela que entre, por favor.

Pouco depois, a jovem mulher entrou pela sala e se sentou à frente da mesa do advogado, sorrindo. Um sorriso estranhamente nervoso, Milo não deixou de notar. Oferecendo um café a ela, dispensou a secretária e fechou a porta.

-O que a traz aqui, Violet? Você me parece um tanto nervosa, aconteceu algo?

-Não, Milo, fique tranqüilo. Eu apenas queria... – ela deu um suspiro, colocando sua bolsa de mão sobre a mesa – Quero, na verdade. Eu vim até aqui porque quero revisar alguns tópicos do meu testamento.

-O quê? – Milo estava visivelmente surpreso – Nós fizemos uma revisão há três meses, tem certeza do que está me pedindo?

-Sim, tenho certeza. Por favor, Milo, é importante para mim.

Pedindo licença, Milo foi até um de seus armários e de lá tirou uma pasta, com o nome de Violet. Sentando-se de volta à mesa, passou o documento para a jovem mulher.

-Muito bem, quais pontos você quer revisar?

-A distribuição dos bens e rendimentos, pois quero acrescentar dois tópicos.

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Desta vez, havia colocado o vestido azul que ela mesma tinha comprado. E, novamente nervosa, esperava pela chegada de Shura, o jantar já estava servido, ele logo chegaria. Oito horas em ponto, as mesmas batidas na porta, o mesmo "entre" tímido e ele o fez. Desta vez usava um terno cinza chumbo e camisa azul clara, sem gravata e trazia duas sacolas nas mãos. E, ao invés de apenas observar a meia distância como Melinda estava vestida, ele logo se aproximou e a cumprimentou com um beijo, que a garota não correspondeu de imediato. Ainda se sentia estranha com aquilo e não sabia como deveria agir, de fato.

-Eu trouxe o vinho novamente... – ele disse, ajudando-a a se sentar novamente – Este é branco e grego, acredito que vai gostar.

Ele tirou o paletó, abriu alguns botões da camisa e então serviram-se, e o jantar seguiu como o anterior, em silêncio. Mas, desta vez, Shura não estava disposto a apenas comer, queria conversar. Ou algo próximo disso, já que possivelmente seria praticamente um monólogo.

-Ontem, no apartamento dos rapazes... – ele falou, e Melinda olhou para ele – Você me pareceu feliz com a ideia de os Stravos investirem em seu futuro.

-Ah, sim... Eu sempre tive vontade de estudar, aprender algo novo.

-Eu entendo, mas você tem... – Shura parou de comer e a encarou, com um certo tom ácido em suas palavras – Você tem noção de que isso é uma utopia, não?

-Utopia?

-Um sonho impossível, ou quase isso Melinda... Ou já se esqueceu de que eles não fazem ideia de quem é de fato?

Melinda abriu a boca para falar algo, mas parou. O grafo foi deixado sobre o guardanapo, ela apertou os olhos em direção à Shura, que se mantinha impassível olhando para ela, bebendo um pouco mais do vinho. Inclinando-se para a frente, como se estivesse brava com alguma coisa, a garota falou e era perceptível o tom áspero de sua voz.

-Não, eu não me esqueci Shura. Assim como também não me esqueci de que você prometeu me ajudar a contar a eles, sem causar maiores problemas.

-Então... – ele deixou a taça sobre a mesa, não havia gostado do tom – Você está em minhas mãos, Melinda. E eu sugiro que esqueça essa ideia por algum tempo, pois ainda não sei quando poderemos contar aos demais sobre você.

Ela bufou, ficando irritada. Por um momento, um breve momento, teve raiva de Shura e da sua condição naquela situação toda, mas acabou por se sentir mais frustrada ainda do que já estava. De certo modo, o espanhol tinha razão. Mas isso acabou por fazê-la perder a fome, o restante do jantar ficou brincando com a comida. Shura, por sua vez, em nada mudou sua expressão, mas por dentro uma certa satisfação tomava conta de si. Tinha a garota em suas mãos de várias maneiras possíveis. E, logo mais, a teria de uma outra maneira também...

-Não fique assim, mi angel... – ele disse, levantando-se da cadeira e indo até ela, Melinda fez menção de se levantar, mas ele não deixou – Sabe, eu sabia que poderia se chatear com isso, por isso lhe trouxe um presente... – ele pegou a sacola menor que havia trazido e entregou para a garota.

Melinda abriu a sacola e dentro dela havia uma caixa de veludo negro. Ao abrir a mesma, um belo colar de prata e pedras azuis em formato de gotas, formando desenhos que pareciam pequenos arabescos.

-São safiras, Melinda... O que achou?

-É... É lindo, Shura... Não sei se tenho coragem de... De usar algo assim, tão bonito e caro...

-Poderia colocar sem eu pescoço para ver como fica, mas... – ele puxou o queixo de Melinda para cima, olhando-a nos olhos – Com esse vestido não há como...

E então ele a puxou da cadeira para seu abraço, para um beijo tão quente e atordoante como haviam sido o de duas noites atrás. Melinda o abraçou novamente para firmar seus pés ao chão e, em pouco tempo, tudo o que via em sua mente ou sentia em seu coração era uma nuvem que embaçava tudo e despertava seus sentidos.

-Mi angel... – Shura disse com a voz enrouquecido, mordendo o lóbulo da orelha direita da garota – Yo te quiero tanto...- uma de suas mãos tratava de desatar o laço da "gravatinha" do vestido, logo alcançando também os primeiros botões que fechavam a roupa - Necesito sentirte en mis brazos, mi angel...

Obviamente Melinda não falava espanhol, mas entendeu pela maneira como Shura se comportava qual era sua intenção. Nervosa, tentou empurrar o espanhol como da outra vez, mas ele não se afastou em um pequeno centímetro do corpo menor, pelo contrário, a abraçou de maneira mais estreita e possessiva, sem deixar de beijar os lábios macios, o pescoço que se arrepiava a cada toque molhado sobre a pele...

-Shu... Shura... O que... Por favor...

-Diga, mi pequeña... Não me quer, é isso?

Como responder se ele não lhe dava trégua sequer para pensar em alguma palavra, alguma resposta? A boca de Shura era quente, e sua mão continuava o caminho pelos botões do vestido, abrindo de um por um até chegar à altura do umbigo, era o suficiente para conseguir afastar o tecido para os lados e ter acesso ao colo de Melinda, bem como os pequenos seios, tão delicados que pareciam ainda em formação... Com um giro, ele se afastou da mesa de jantar e foi caminhando até a cama, empurrando a garota para trás, a cabeça baixa tencionando tocar com os lábios os mamilos rosados...

Um "não" misturado a um gemido foi o que saiu da boca de Melinda, ela não queria de fato continuar, mas também não sabia como controlar seu corpo e as sensações que o espanhol provocava em si, era visível a experiência dele em lidar com mulheres nessa situação. Levou as mãos à nuca dele na intenção de lhe segurar os cabelos e afastá-lo de si, mas quando o fazia, o que sentia era ele gemer baixo, e abraçar seu corpo com mais força e ímpeto.

Quase sem notar como, Melinda estava praticamente nua nos braços do espanhol, o vestido já estava no chão, ele a empurrou de maneira delicada sobre a cama, deitando-se sobre ela, mas sem colocar o peso do corpo de fato. Os beijos espalhavam-se pela pele do corpo da jovem, Shura não se distanciava daquele pequeno corpo nem ao menos para tirar sua camisa, que jogou longe. A garota acabou por deixar um gemido mais longo escapar de seus lábios ao sentir o contato pele com pele, a do espanhol parecia em brasas.

-Tu cuerpo ... – ele disse, levantando o olhar por um momento, encarando as orbes semi cerradas de Melinda - Es como tocar el paraíso...

E o toque seguinte de Shura fez com que Melinda quase gritasse de susto, não o fez porque ele foi mais rápido que a reação da garota e a beijou, abafando o som ou qualquer outra intenção do tipo. De maneira um tanto possessiva, como se buscasse por algo que lhe pertencesse, o espanhol tocava-lhe em seu ponto mais íntimo, afastando a roupa de baixo que ela usava, explorando com os dedos toda aquela região. Era dolorido, mas também a deixava mole e alguns espasmos percorriam seu corpo a cada toque mais profundo dos dedos de Shura...

-No llores, mi Angel... – ele disse, ao ver que lágrimas começavam a correr pelo rosto da garota, ele as recolhia com pequenos beijos, mas sem deixar de tocar-lhe em momento algum.

Então, quando percebeu que ela estava quase sem forças alguma para protestar ou tentar impedir que continuasse, o espanhol se afastou para tirar os sapatos que ainda usava, bem como a calça e sua roupa íntima. Melinda não viu o que ele fazia, estava de olhos tão fechados que suas pálpebras pareciam coladas uma na outra. Tinha medo. Vergonha. Uma série de sentimentos ruins misturados às sensações de prazer, mas era claro que temia o que viria a seguir. E quando sentiu de fato o peso de Shura sobre si novamente, seu corpo todo enrijeceu de maneira instantânea.

O espanhol sorriu e segurando uma das mãos da garota, a guiou para baixo, até a região de seu baixo ventre e a fez segurar seu membro, Melinda se assustou com a atitude dele e abriu os olhos no mesmo momento, eles ainda estavam cheios de lágrimas e dor.

-Shu... Shura, pare... Pare... Por favor...

-No seas así, por favor, mi angel... – ele pareceu por um momento preocupado - ¿No entiendes cómo te quiero?

E então ele soltou a mão de Melinda e tirou sua roupa íntima com um puxão para a lateral, rasgando o tecido leve de que ela era feita. E, segurando-a pelo quadril e cintura, beijando-lhe os lábios para abafar qualquer grito ou gemido, Shura a penetrou.

Dor. Medo. Vergonha. Prazer. Posse.

Tudo se misturava em uma mesma nuvem erótica, na mente e no corpo de Melinda...

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Continua...

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Ok, eu amo o espanhol, ele e Aiolos são meus cavaleiros preferidos, mas... Que FDP eu fiz você, Shura... E agora, pessoas, preparam-se para a queda, real e vertiginosa desse pessoal. A partir do próximo capítulo, só o abismo os espera... Até a Melinda, Sheila? Sim, até ela, adoro ver meus personagens sofrerem... Vocês viram o Alberich, né? Então, é para ter medo mesmo.

Reviews!

Guest, que na verdade é vc né Gemini... Eu disse para ter medo do Shura, a prova tá aqui nesse capítulo... Espero que agora tenha raiva também. Violet vai ajudar a Melinda? Não sei, o que posso dizer é que as bombas vão atingir a ela também...

Revenge of Queen Anne, pois é Shura não é só possessivo, acho que deu pra ver bem aqui nesse capítulo... Infelizmente, o medo da Melinda em envolver a Violet é tanto que ela se recusa a contar para a mulher, mas... Bem, fique de olho nos próximos capítulos! Quanto à Melinda e Aiolos, calma... Como disse o Dite há alguns capítulos, paciência é uma virtude...

Paula Sammet, espero que a raiva do Shura tenha atingido altos níveis depois desse capítulo! Ah, e teve uma pequena pista de quem é o povo inimigo, mas a revelação de fato... Agüenta mais um pouco!