A violência na infância deixa marcas para toda vida... Os professores de Hogwarts entenderam isso quando Harry Potter chegou a escola, mas o resto do mundo mágico aprendeu somente no verão de 1997, quando ele se tornou o novo lorde das trevas (Pelo menos foi o que disseram nos primeiros anos) após matar Albus Dumbledore e Voldemort em um duelo de três vias com apenas 16 anos.
Tudo começou quando Dumbledore suspeitou que Harry não vinha recebendo sua carta de aceitação. Ele mandou Hagrid atrás do menino e o meio gigante voltou tremendamente assustado.
- Ele é diferente Diretor, eu sinto algo ... – Hagrid estremeceu e naquele mesmo dia pediu demissão e não foi mais visto até aquele duelo.
Dumbledore ficou chocado, mas sabia que algumas de suas armas seriam o suficiente, afinal, que criança carente de amor não gostaria de saber mais sobre seus pais.
Então os dias se passaram e Molly Weasley concordou em seu pequeno teatro com felicidade. No ver da mulher a fama do garoto seria o suficiente para consertar o status de traidores do sangue da sua família. E então, pouco antes do trem com as crianças chegarem ele recebeu a seguinte frase.
"Ele não estava na estação."
Imediatamente suas mãos se apertaram, tão próximo a chegada dos alunos, ele não poderia sair da escola imediatamente. Então aguardou...
Mas Harry Potter estava lá. A primeira visão que todos tiveram de Harry Potter foi quanto Minerva o chamou para classificação e Dumbledore sabia que alguma coisa estava errada quando sem nem mesmo tocar em sua cabeça "Sonserina" foi gritado deixando todos aturdidos.
Todos os professores sem exceção observaram Potter a partir daquele dia. E todos tinham a mesma opinião para ele "um menino violento" eles diziam.
Essa opinião não foi por um fato isolado, essa opinião foi depois da quarta criança chegar na enfermaria com nariz sangrando e olho roxo, além de empurrões e de sua intimidação, então Dumbledore, e os quatro chefes de casa chegaram a conclusão que antes de uma expulsão deveriam conversar com o menino.
Foi assim que Harry se encontrava com quatro professores o encarando enquanto ele encarava friamente o diretor a sua frente. Uma pergunta: "Porque?" Uma resposta:
- Eu me perguntei quantas pessoas eu iria mandar pra enfermaria antes de me chamarem aqui.
- Se queria tanto falar comigo, por que não veio até mim Harry?
- Ah! Mas eu não queria falar com você, eu só queria que você me notasse.
- Por que?
-Por que Hagrid me disse uma coisa quando ele me buscou em casa. Ele me disse que você é a professora McGonagall me deixaram na porta da frente da minha tia depois da morte dos meus pais. – Harry em momento nenhum tirou os olhos dos olhos azuis de Dumbledore. - Na porta frente, no inverno, em novembro, sem cuidados médicos e com fome. Você me deixou jogado lá como uma peça descartável e com uma carta.
- Onde quer chegar com isso?
- Eu vou matar você. – Disse simplesmente é com um singelo sorriso. – É depois vou matar a professora McGonagall. – Ele se virou para a melhor sorrindo. – Eu sei que você tem dois filhos, e 3 netos. Eu vou mata-los também, assim como a família de qualquer pessoas que tenha a ver com o fato deu ter ficado com os Dusrleys.
A professora McGonagall foi a próxima a se demitir. Todos os professores chegaram ao acordo de que Harry precisava de ajuda psicológica urgente, e Harry concordou.
Uma semana depois do início de suas consultas, o menino Potter pediu desculpas para todos os seus colegas dos quais ele agrediu. Ele fez isso em meio ao salão principal e sem que ninguém tenha pedido... ele também fez mais.
Ele disse que tinha muita raiva dentro dele, ele contou sua rotina quase diária de violência frisando a participação de Dumbledore nela e também da professora McGonagall, e de Hagrid e de Madame Bones, que recusou sua guarda, e de tantos outros que seus pais listaram como possíveis guardiões, como os Digory, Longbottom, Lupim e seu Padrinho Sirius Black que preferiu correr atrás do verdadeiro guardião do segredo ao invés de ficar com ele.
Depois daquele dia Harry Potter não poderia ser classificado como uma criança violenta. Ele tinha muitos amigos, Dumbledore queria saber de quem exatamente ele era amigo, mas com todos os processos que estava sofrendo, e com a liberdade de Sirius Black, ele não teve tempo, assim como ele não percebeu que a pedra filosofal tinha sumido.
Pelo menos ela reapareceu depois que um Nicolau Flamel extremamente furioso entrou em sua sala com uma nota.
"Peguei emprestado, devolvo um dia antes do último dia letivo de Hogwarts.
HJP"
Harry devolveu a pedra pessoalmente para Flamel e quando perguntado o por que ele apenas respondeu.
- Para trazer Voldemort a vida. Como posso mata – lo se ele não vive?
Severus nunca foi chamado, pensaram que era uma brincadeira de mal gosto do menino. Dumbledore não o viu mais até o primeiro dia de setembro do ano seguinte. As barreiras falharam e nesse meio tempo e ele tentou procura – lo sem sucesso. Quando viu novamente Harry, ele segurava a mão de Severus e entrou na sala feliz e com queimaduras de sol, fazendo seu alívio dar lugar a raiva.
- Onde esteve? – Ele não foi gentil como era de costume. O garoto o fez perder todo o verão em sua busca.
- Sala comunal. - Disse com falsa inocência.
- Eu quis dizer o verão! – A irritação em seu rosto era vista de longe
- Vamos ver, fui a praia, a água e muito gelada, mas foi divertido. Visitei todos os pontos turísticos da Inglaterra trouxa e fui em uma ilha mágica no país de Gales. Visitei a América por uma semana. Sabia que o parque da Disney tem uma versão bruxa? E mais vazio e a diversão é bem maior.
- Por que não esteve na casa dos seus tios?
- Por que quer saber?
- Por que eu te disse pra ir la!
- Por que acha que tem alguma autoridade sobre minhas férias?
- Por que eu sou seu guardião mágico.
- Na verdade você não é. – Harry estendeu uma carta aberta. – Eu achei essa carta em sua mesa antes das férias, como vi meu nome, achei que era pra mim. Acho que estava enganado.
Dumbledore abriu a carta rapidamente, aquilo explicava a falta de seções no ministério, a missiva dizia que ele não mais era guardião mágico da criança, e como chefe da câmara não era chamado com exceção à criação de leis.
- Isso é um crime senhor Potter. – Disse duramente.
- Também é um crime colocar feitiços de redirecionamento nas pessoas Diretor, mas se você não contar eu não conto. – aquela peste.
Aquele ano foi trágico para não se dizer horrível. Ele focou tanto tempo no menino que contratou a primeira pessoa que se ofereceu para DCAT e durante o ano ele teve alunos, animais e fantasmas paralisados. No final do ano, Gina Weasley foi decretada morta pela magia, e Ronald Weasley teve sua mente apagada pelo professor que foi preso pouco depois. A câmara secreta também nunca mais foi aberta e os aurores não acharam nada durante o verão.
Harry Potter tambem não foi achado durante aquele verão. Naquele ano Pedro Pettigrew fugiu de Askabam e Dumbledore teve a brilhante idéia de contratar Sirius Black para professor de forma a ter uni-lo com seu afilhado que continuava a ignora- lo.
Não deu certo, Harry fez uma denúncia ao conselho por assédio e Sirius foi obrigado a se manter longe da criança fora às aulas. Foi quase triste de ver, mas as únicas palavras do menino para ele foram as mesmas direcionadas para Albus e Minerva.
- Eu vou te matar, assim como aquele seu amiguinho lobisomem. – Sirius nunca mais olhou para a criança, aquele não era seu afilhado ele dizia.
Mais um ano, mais dois corpos. Algo na mente de Dumbledore lhe dizia que havia mais do que Harry estava contando aos aurores.
- Professor Black correu atrás dele e ele levantou a varinha e eu tentei um feitiço, mas antes que o meu o atingisse, o dele atingiu Sirius. – Seu discurso foi embolado e traumatizantes, mas basicamente Pettigrew lançou o feitiço verde da morte e Harry, que mirou o Difindo na mão, acertou seu seu pescoço fazendo o homem ter parte do pescoço arrancado.
Aquela foi a primeira vez que Harry Potter matou, mas foi a única vez que Dumbledore pode provar, mas quem falaria mal de uma criança que tentou se defender de um bandido? Principalmente quando toda a prova estava ali?
O ano acabou e Dumbledore se perguntou brevemente se seriam três corpos dessa vez. Ele esperava que não.
Como sua sorte estava ruim desde que Harry Potter apareceu em Hogwarts, Cornélio avançou com a idéia do torneio tribuxo e não importava a quantidade de vezes que ele avisou, não foi ouvido.
A escola começou, e ele observou que Harry Potter era um menino feliz em sua totalidade. Uma vez ele utilizou de sua autoridade para saber como ele andava indo com sua psicóloga, do qual ele ainda frequentava, e tudo o que ela poderia lhe dizer era que Harry amava e era amado, uma criança que um dia seria um líder.
Líder... ele tinha medo dessa palavra relacionada ao menino. Harry movia massas, ao contrário dele mesmo e de Tom. Tom... a marca estava escura, ele estava voltando.
As escolas chegaram e Harry se via sentado entre alunos de Durmstrang e de Beauxbatons. Eles amavam o menino e todos ficaram ao seu lado quando ele chorou ao ser o quarto campeão.
O tempo passou, a primeira prova chegou. Harry foi magnífico em sua vassoura. O menino pela primeira vez mostrou que era filho de James.
O baile em seguida foi motivo de alegria para alguns e irritação para outros, mas não para Harry Potter. O menino foi acompanhado de Cedric Digory que havia terminado com a senhorita Chang pouco antes da primeira prova. Ninguém entendeu nada, afinal nem Harry nem Cedric eram gays, aquilo foi provado quando mais tarde encontraram ambos os meninos se agarrando com outras meninas.
Harry parecia desengonçado em seus pés, mas seu sorriso contagiou a todos que o olhavam. E lá estava mais uma vez o menino fazendo contatos. Ele conversou com os políticos e com a banda e até agradeceu aos elfos domésticos por sua comida. Ele era como Tom, só que muito mais encantador e sem preconceito... ele achava.
Para a segunda prova o cálice deveria soltar nomes de pessoas pelas quais os alunos se importavam. Nada se mostrou para Harry Potter, muitos se perguntaram se era devido a mágica do cálice não ser confundida dessa vez. Dumbledore sabia que esse não era o caso. O garoto não amava ninguém.
Eles escolheram Marcus Flint para Harry devido a maior proximidade dos dois. Harry fez a prova em último. O menino disse que não queria ganhar quando ele não era o verdadeiro campeão de Hogwarts. Aquilo atraiu mais atenção para ele.
Antes da terceira prova acontecer, o primeiro corpo apareceu. Bartolomeu Crouch foi achado por Victor Krum e Harry Potter e depois ele foi morto. Ninguém sabia o como ou porquê mas Dumbledore resou para ser o único naquele ano.
Não foi, Minerva apareceu em sua lareira chorando. A mulher, que vestia camisola, estava histérica e mal conseguia falar, horas depois e parcialmente dopada Minerva McGonagall revelou o motivo de sua histeria. Seus filhos e netos jaziam mortos. Não foi uma morte calma, todos foram degolados e em suas camas e mantinham seus medos de antes de suas mortes.
- Acha que foi ele Albus? - Perguntou Pamona, Filius e Severus se perguntavam a mesma coisa silenciosamente.
Aurores foram chamados, a fala do menino foi falada, sua psicóloga foi conversada e veritaserum foi usado. O menino não sabia de nada, nem sabia quem poderia ter feito.
Ele chorou... e sua psicóloga gritou que aquilo poderia regredir todo seu tratamento.
Harry foi visto deprimido pelos próximos dias, mas Dumbledore estava ocupado com os enterros de três crianças, e cinco adultos. Minerva não aguentou a tristeza e foi enterrada juntos com seus filhos, netos, nora e genro.
E então, sobre tudo aquilo a terceira prova aconteceu. Cedric foi o primeiro, Krum o segundo, Delacour a terceira e Harry o quarto. Oito minutos e prova e um corpo. Victor Krum matou Fleur Delacour, mas o mesmo se encontrava sob imperius. Depois de três aurores altamente machucados pelo jogador de quadribol, acharam por bem neutralizar a ameaça. O segundo corpo foi feito em exatos dezenove minutos de prova e então um grito.
- Pare Cedric. Me solta! - os adultos presentes correram até a voz de Harry Potter e só conseguiram ver o menino sendo arrastado pelo lufano e a taça no meio do labirinto transporta-los para algum lugar fora da escola, tudo o que podiam fazer era aguardar.
Eles esperaram e o terceiro corpo chegou aos trinta e nove minutos de prova junto com um choroso Potter segurando a taça. Quando viram, não tinha mais o que ser feito.
- O que aconteceu Potter? - Perguntou o ministro.
- Ele voltou.
- Quem voltou?
- Voldemort voltou!
- Isso é um absurdo! Ele não está de volta. - Gritou Cornélio.
- Não, ele não está. - Gritou. - Diga a todos que Cedric teve uma parada cardíaca, negue até ser tarde demais e todos estiverem mortos. - Ele respirou fundo e disse calmamente. - E então ministro, a culpa de cada pessoa morta cairá sobre seus ombros. - O menino deu as costas, ele tremia e caiu algumas vezes até a entrada do colégio. Claramente foi cruciado, ninguém o ajudou pois os poucos que tentaram foram empurrados. Ele não queria o toque de ninguém.
O verão foi mais escuro e havia presságios ruins. Os jornais tentaram acabar com a reputação de Harry, mas a cada nota do ministro muitos berradores o defendendo eram enviados. Houve protestos no ministério e no beco diagonal e os aurores e o ministro foi obrigado a abrir uma investigação.
O alegado cemitério que Harry dizia ter sido enviado foi achado, o nome Tom Riddle foi dito como o verdadeiro nome do lorde das trevas e pela primeira vez Harry se comunicou com Dumbledore no verão.
" Minha cicatriz dói. Seus seguidores mais ricos pararam de apoia-lo devido ao seu status de sangue e ele está furioso.
Askabam não é mais seguro. Ele vai ter seus seguidores presos em breve.
HJPB"
Dumbledore ficou tão focado na pequena mensagem que não viu a outra letra nas iniciais do menino. Ele perceberia mais tarde quando como Chefe da câmara dos lordes não conseguiria passar suas leis quando a parte neutra da bancada apresentassem dois acentos: Potter e Black.
Ele também ficou muito ocupado quando os tios e o primo de Harry morreram mas mãos de dementadores. Demorou, mas logo ele percebeu que a nota dizia mais do que um simples aviso.
O neutros começaram a se levantar. Eles propuseram acabar com algumas leis antigas que a luz conseguiu passar. Eles não conseguiram forçar os rituais e celebrações pagãs em Hogwarts mas os alunos poderiam praticar livremente. Eles aboliram as leis de criaturas e crianças lobisomens, vampiras e parte criatura poderiam novamente frequentar Hogwarts.
Era um pesadelo, muitas pessoas eram contra, mas quando Harry Potter foi aos jornais defender a idéia, as pessoas tornaram-se a favor e Dumbledore se perguntou brevemente se o poder do menino iria além da Horcrux.
No segundo dia de aula Harry invadiu seu escritório trazendo consigo algumas coisas. Um diário, um anel, o Diadema de Rowena, a Taça de Helga, e o medalhão de Salazar.
- Falta a cobra, ela é a última parte. Os goblins já cuidaram da que tinha em minha cicatriz. - Ele mostrou sua testa com uma cicatriz mínima cicatrizada.
- Você sabia?
- Desde que o senhor Malfoy me adotou. - disse Harry.
Apesar de tudo, Cornélio se negava a acreditar e uma mulherzinha desprezível chegou a Hogwarts.
Madame Umbridg fez de tudo para tentar fazer Harry Potter ter problemas. Ela proibiu o quadribol, mas depois descobriu que o menino nunca participou do mesmo. Ela proibi clubes de estudo, mas não poderia proibi-los em suas salas comunais. Ela proibiu varinhas em sua aula, o menino nunca reclamou, ele fazia anotações do seu livro de leitura, fazia os trabalhos de forma impecável, e nunca estava atrasado. Como ela poderia ter ele encrencado?
Houve um clube secreto, ela sabia que só poderia ser o menino organizando. Escolhendo somente as crianças que sabia que não gostava do menino, os perseguiu. Quando descoberto, o menino nunca tinha feito parte, ela quis arrancar os cabelos. Mas então Fudge a mandou voltar quase no final do ano letivo. Voldemort esteve no ministério, muitas pessoas o viram, e os poucos que ainda nao acrediravam viram que o menino falava a verdade.
E então Harry Potter - Black fez dezesseis anos e a guerra começou.
Naquele ano foi o mais tranquilo por assim dizer. Não ouve nada estranho, nenhuma briga, ninguém estava tenso, todos estavam felizes. Quase não parecia que havia uma guerra do lado de fora daqueles muros.
Houveram ataque sim, mas foram mal sucedidos. Com o aviso do ano passado, Askabam estava sobre um forte feitiço fidelios e ninguém sabia quem era o guardião.
Quer dizer, ninguém sabia até o dia em que os alunos estavam se preparando para voltar para suas casas. Houve um ataque.
Naquele tempo, ninguém se perguntou por que os alunos ali da não haviam decido com suas malas. Já eram 9 da manhã o trem partiria as 9:30.
Na entrada de Hogwarts haviam apenas três pessoas, mas dentro do castelo e na floresta haviam olhos, em resumo: haviam testemunhas. Essas testemunhas eram professores, alunos, comensais da morte e alguns lordes e o atual ministro Rufo Scrimgeour.
Eles viram Dumbledore atacar Voldemort e se esquecer que havia um adolescente ali. Eles viram Voldemort atacar Dumbledore e esquecer que seu inimigo estava ali.
Dumbledore e Voldemort não viram Harry, mas Harry os viu. Ele lançou algo neles, ao mesmo tempo e de igual força. Até hoje se perguntam o que foi aquele feitiço que o deixou fraco ao ponto que Rubeos Hagrid chegou somente para segura-lo e de um cachorro que o se pôs ao seu lado.
Mas Harry se recuperou, ele sempre se recuperava. Sentou-se no chão e ordenou que segurasse os dois homens que estavam paralisados, não mortos, ainda não...
- Você tinha tudo para fazer do nosso mundo grande Tom Riddle, mas escolheu deixar sua raiva te dominar. - Olhou para Dumbledore.
- Eu devo te agradecer, eu estava seguindo os passos dele, mas você me deu um novo objetivo e realmente apreciei a psicologa, ela me permitiu não ter raiva além do normal. Agora você três vão morrer e eu vou renovar o mudo mágico para sua glória. Com sangues ruins, criaturas, rituais, velhos e novos caminhos.
- Senhor Potter? - Chamou o ministro. - Três? - Harry não deu Tempo para que ele pensasse. - Uma simples arma trouxa foi apontada e disparada e o novo ministro estava morto.
- Saúdam a nova ministra, Amélia Bones.- Houveram aplausos mesmo que Amélia limpasse calmamente o sangue em seu rosto.
Harry se aproximou de Dumbledore e disse algo que ninguém nunca soube, mas agora eu lhes revelo.
- Eu disse que iria matar você e a professora McGonagoll e a família daquela vadia.
Dumbledore tentou falar mas cada esforço sangue brotava de cada um de seus poros, Riddle e Dumbledore dois homens que poderia ajudar mas escolheram a guerra, estavam mortos exatamente as 9:30 da manhã do solstício de verão do ano de 1997.
- Essa é a história do meu do meu avô. Ele matou pessoas antes mesmo de sua maior idade, mas graças a ele temos o que temos hoje. Graças a isso somos livres.
A mulher, de aproximadamente trinta anos que continha cabelos lisos e espetados e olhos verdes esmeralda finalizou o discurso do enterro de seu avô. Ele era um grande homem, apesar de seus erros e ela se orgulhava de quem era, ela se orgulhava do fato dele não ter deixado as marcas da violência em seu corpo afetarem sua vida.
