... para a Mãe Heroína

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"Mamãe, lembra quando me pedia para prestar atenção nas aulas quando eu saia para ir à academia? Bem... eu tento, mas sem a senhora para me falar isso todos os dias eu não consigo prestar tanta atenção. Não fica preocupada, tá? Pelo menos eu sou engraçado!

Mamãe, lembra que a senhora fazia aquelas comidas maravilhosas? Eu não consigo imitar a senhora, por mais que eu tente eu sempre perco na luta com as panelas. Não precisa se preocupar! Eu sempre como o melhor ramen do mundo no Ichiraku, então está tudo bem!

Mamãe, lembra que você sempre falava para eu arrumar a cama quando acordasse? Às vezes eu era preguiçoso e deixava sem arrumar, mas agora eu arrumo a casa inteirinha, todinha, todos os dias!

Mamã, lembra que a senhora falava que eu não precisava ter medo de pesadelos? Agora eu não posso mais correr para a cama da senhora e ouvir você falando isso, agora eu tento ser tão corajoso como você e o papai, mesmo que sonhar com aquele dia seja a pior coisa do mundo.

Mamãe, eu não estou chorando de tristeza, tá? Eu só estou chorando de orgulho, porque a senhora é uma heroína de Konoha".

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Por mais que tentasse não chorar, Iruka sempre derramava lágrimas e lágrimas em frente ao memorial onde o nome de seus pais estavam gravados. Naquele dia, o seu primeiro dia das mães sem ter o que comemorar, não poderia ser diferente.