Essa estoria é uma adaptação da obra de ulktante com nome Benefícios das leis antigas.

Capitulo 2:

Voldemort não sabia o que fazer. A conversa com o herdeiro Malfoy foi surpreendentemente satisfatória, realmente era mais interessante ter Kyra Potter ao seu lado do que matá-la,a garota era poderosa mesmo para os seus catorze anos, seria uma tristeza desperdiçar tanta magia.

O plano de a tirar dos seus parentes era incrivelmente bom,mas quem iria ter a guarda da herdeira Potter era um problema,poderia ser Lucius ou Severus,mas os dois não ajudariam muito no questão de a separar de Dumbledore era óbvio que a garota não confiava neles.

O Bruxo das trevas olhou para sua mesa onde haviam vários anéis, cada anel convocava um determinado grupo dos seus seguidores.

Com a sua varinha ele tocou em três anéis que respectivamente chamava,os representantes: do seu grupo político,que o ajudavam com as leis,reuniões e planos; grupo de pesquisa mágica que a criava novos feitiços e poções;e seu grupo de espiões.

Não demorou muito para cada líder dos respectivos grupos chegarem.

-Meu Senhor.-falaram todos de uma vez.

-Meus uma missão para cada um de vocês.

-Senhor,qual a missão?

-Simples, ê e sua equipe vão espionar Kyra saber de tudo que acontece na casa dela e quero que vocês documentem tudo.- Rowan assentiu e desapareceu da sala.

Uma das regras não ditas dos Comensais da morte é que quando mais de um representante é chamado para o escritório,assim que um deles recebe sua missão deve sair,para assim em caso de interrogatório não acabar revelando as outras missões.

-Nott,Malfoy e Greengrass. A missão é vocês conseguirem me falar tudo sobre leis de adoção das mais antigas até as mais continue manipulando o ministro.- os três saíram da sala deixando apenas Severus.

A relação dele com Severus ainda estava conflituosa,sim Voldemort sabia que o professor era leal a ele,mas o bruxo de certa forma perdeu um pouco da confiança em que fazia o Lorde lamentar, nunca era bom ter falta de confiança num esquadrão.

-Severus, O que você sabe sobre a garota Potter?

O mestre de poções respirou fundo e sentou na cadeira a sua frente enquanto bebia um pouco de whisky que o elfo doméstico lhe serviu.

-Senhor,não sei muitas coisas sobre o senhor sabe tive que fazer um personagem para Dumbledore,onde eu fingia que odiava a garota mais que tudo por causa do pai,se eu começasse a procurar saber mais sobre a garota capaz de Dumbledore desconfiar.

-Sim,tem uma certa lógica seu posicionamento,mas você tem alguma informação que você percebeu sobre a garota que possa ajudar nos meus planos?

-Sei de uma.A garota é incrivelmente leal.- Voldemort fez um barulho de descontentamento com isso,essa informação não parecia ter muita serventia. -Mas,ela espera que tenha a mesma lealdade que dá.

-Formule melhor essa informação.

-Ao longo dos três primeiros anos em Hogwarts a garota tinha dois melhores amigos.a garota Granger e o caçula dos Weasleys,no ano passado quando o nome dela saiu do cálice o garoto não acreditou na palavra dela e ainda saiu a caluniando,só voltou atrás após a primeira tarefa;para surpresa de todos Kyra aceitou as desculpas,mas se recusou a retomar a amizade entre eles para o desgosto do garoto e de Dumbledore.

Isso era interessante,se ele provasse para a garota que Dumbledore não era tão justo ou bem intencionado quanto se dizia Potter poderia muito bem se proclamar neutra ou até ir para o seu lado da guerra.

-Isso é interessante dá para trabalhar com isso. Algo mais?

Severus respirou fundo como se tivesse questionando se deveria ou não dá a próxima informação,respirou fundo e falou.

-Ela fala a língua das cobras.

Voldemort olhou sem mostrar nenhum tipo de emoção,mas por dentro estava surpreso e nervoso com a notícia. A garota Potter ter o dom de Salazar era inusitado,que se saiba os Potters não tinha ligação direta com o fundador da Sonserina e a garota Evans era uma nascida trouxa o que tornava a capacidade da garota mais incomum.

-E Dumbledore tem alguma teoria do porque disso?

Severus fez um som de desdém e desprezo para fala de Voldemort.

-Dumbledore tem uma teoria ridícula,que somente uma criança disse a menina que o motivo dela falar com as cobras é porque o senhor naquela noite acidentalmente cedeu uma parte de seus poderes para ela.

Aquela teoria era tão ridícula e sem lógica que pela primeira vez em catorze anos Voldemort riu de forma natural,achou engraçado a tamanha falta de senso de Dumbledore.

-Isso é ridículo,se isso fosse verdade não existiria aborto no nosso mundo. A garota acredita nisso?- Se a menina realmente acreditava naquela besteira,ele acreditaria que era uma ofensa enorme ter uma inimiga tão tonta.

-Ela tinha doze anos quando o diretor deu essa explicaçã época ela acreditaria que o papai Noél existe se Dumbledore falasse que sim.

Dava para relevar a ingenuidade da garota vendo a idade que ela tinha.

-Você conseguiu criar as poções que eu te pedi,antes da minha infeliz queda?

-Sim,meu três poções foram criadas e funcionam

-Perfeito, faça uma quantia razoável de cada uma e dê para Rowan e seu esquadrão.

-Algo mais meu senhor?

-Nã se retirar.

Não demorou muito Voldemort escutou o barulho Severus aparatando.

Tudo estava começando a entrar nos eixos se seu plano der certo teria Kyra ao seu poder e ainda faria com que Dumbledore perdesse a peça essencial do seu joguinho de xadrez e ele nem ia perceber a jogada.