Capítulo 1. PRESSÁGIO – NOVO PROJETO – 2020

Capítulo 1.

1 de Setembro de 1997... Sexta-Feira...

O dia de embarque para a maior escola do mundo bruxo da Grã-Betanha, a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. As risadinhas eram cantadas, e as conversas de sussurros, tornavam-se altas exclamações, dentro dos vagões do expresso de Hogwarts, pelos alunos antigos, e principalmente pelos novos. Mas uma garota ali, ela não tinha nada de novo. Uma Hermione Granger de dezessete anos, que estava prestes a cursar o seu sétimo ano, vagava por dentro do trem.

Os pensamentos em todas as expectativas e emoções que poderiam ser reservadas para seu último ano, já que o anterior tinha sido realmente sem muitas emoções, se comparado com os últimos tempos.

Na verdade, havia sido doloroso e cheio de desapontamentos, pois foi o ano em que mais ficou cega de ciúmes de um certo garoto ruivo, seu amigo, que resolvera entrar na onda de namoros, com uma garota chata, conhecida como Lilá Brown. Bom, esse ano ela esperava não se descabelar tanto com isso, e pelo contrário, as férias n'A Toca tinham sido tão felizes e as conversas com ele tão empolgantes e recheadas de sorrisos, que dentro de seu coração a castanha guardava algumas esperanças de que finalmente Rony tomaria uma atitude.

Andou por lá até chegar a uma cabine em que dois garotos, um moreno e um ruivo, conversavam animadamente. Tinha acabado de receber um distintivo e exibia um sorriso feliz no rosto.

-E aí Mione? – Questionou o certo ruivo, quando a castanha sentou-se ao seu lado no vagão, como de habitual. Harry percebeu sua estranha alegria, e retribuiu o sorriso dela.

-Estou bem, e você? – Retrucou, um tanto amarga, já que queria aparentar ser difícil. Bem, pelo menos essa tinha sido a dica de Gina como estratégia de sedução para os garotos. Fingir indiferença. Não sabia se funcionaria, mas, valia a pena a tentativa.

-Também.

Fez-se um silêncio até ela se inquietar.

-Ei, eu já contei para vocês? – Perguntou ajeitando os cabelos castanhos no rosto e com postura de orgulhosa.

-Contou o quê? – Harry inquiriu, curioso.

-Acabei de ser nomeada monitora-chefe oficial da Grifinória. – Gabou-se, sem modéstia, exibindo o distintivo de suas vestes de Hogwarts que ela já havia colocado.

-Sério? Monitora-chefe?- Perguntou Rony, analisando o distintivo com os olhos faiscando. – Eu só fui nomeado monitor, como você já sabe, mas que demais, Mione! – Exclamou, com uma certa invejinha, que não deixou de ser perceptível.

-Eu sei. – Concordou, com o mesmo jeito hermionesco de sempre.

-Isso é realmente muito bom, Mione.

-Obrigada...!

Os três trocaram olhares divertidos, e Harry voltou a debater algum assunto com Rony, em que a garota, sem prestar atenção, ficava olhando através do vidro embaçado, perdida em seus próprios devaneios.

Depois de alguns segundos quietos, Harry tocou violentamente sua cicatriz.

-Harry! – Exclamou ela, assim que percebeu a nítida agitação do melhor amigo, preocupando-se com ele. – Qual é o problema?! – Perguntou, mordendo o lábio aflita, embora ele já tivesse deixado de tocá-la. Aparentemente havia sido apenas uma pontada.

-Nada... Bem... É que...Voldemort...Deve estar planejando alguma coisa. – Comentou, dando de ombros. Os amigos arregalaram os olhos. – É que às vezes eu me assusto com essas coisas.

-Você? Assustado? – Questionou Rony surpreso e com um leve arquear de sobrancelhas que demonstrava deboche.

-Ninguém é perfeito, Rony. – Afirmou, os olhos verdes o fuzilando com algo de ilegível. – Quando a guerra estourar aqui, quantos amigos eu não perderei? – Perguntou pensativo, apoiando o queixo nas mãos.

Um segundo de silêncio foi-se feito. Todos sabiam da história de Harry. Todos sabiam que Voldemort agiria em breve. Mas com Dumbledore, nada parecia preocupá-los tanto assim. Como se a batalha já estivesse vencida e nenhuma guerra tivesse de ser ganha um dia.

Os três puderam sentir o trem estacionando.

Hermione interrompeu o silêncio constrangedor:

-Bem, Harry. Estaremos com você. – Confirmou, com um leve sorrisinho de canto de lábio . – Eu... Acho que chegamos. –Disse, desviando do assunto.

Os três se levantaram do compartimento em que estavam segurando seus pertences. Todos já vestidos e cobertos de expectativas.

-Eu ainda tenho que cumprir minhas obrigações de monitora... – Murmurou Hermione levemente empolgada.

Depois de saírem em silêncio do trem, e avistarem Hagrid conduzindo os garotos do Primeiro ano, a castanha sentiu uma breve inquietação, quando mirou uma garota loura correndo na direção de Rony.

-Uon-Uon! – Exclamou, toda feliz, abraçando o ruivo com uma empolgação do tamanho de júpiter. -Vem comigo? - Perguntou alegre, fazendo seus lábios se tocaram ligeiramente. Hermione revirou os olhos com nojo, e procurou se afastar um pouco do casal.

Harry seguiu os passos de distância da amiga, porque não gostava de vê-la triste, e queria pensar numa maneira de consolá-la. Ele sabia muito bem sobre o que ela sentia por Rony, e entendia como era péssima a sensação de ter um amor não correspondido. Segurando suas coisas, Hermione sentiu seus olhos lacrimejarem de leve. Lágrimas de ódio, e não de tristeza.

-Mione, eu, er, ahn... Posso ficar com você para irmos até o Salão Principal para o banquete? ... – Perguntou, tentando tirar a atenção da amiga do casal que se abraçava. A pergunta chegava ser idiota de tão óbvia a sua resposta.

-Claro. – Respondeu, por educação. Apontando a carruagem com a cabeça, para que ela e Harry pudessem ir até lá. Andaram bem rápido. Na verdade Hermione andava, quase como se quisesse descontar suas frustrações nos passos, e Harry não tinha opção senão segui-la.

Rony se separou de Lilá depois de um tempo e foi correndo atrás dos amigos.

-Ei, gente, eu vou com vocês! – Exclamou o ruivo.

Seguiram em silêncio depois que Rony os alcançou. Subiram na carruagem com alguns outros Grifinórios. A carruagem começou a andar levemente, segurada pelo Testrálio invisível.

Hermione convenceu-se que não deveria se deixar afetar pelas atitudes de seu amigo, que ela até agora amava, Rony Weasley, porém não se recuperou facilmente.

Após chegarem em Hogwarts e deixarem suas bagagens na entrada, seguiram juntos para o Salão Principal, e a cerimônia de seleção das casas já estava começando. Hermione fitou uma garota lourinha de olhos bem azuis ir rumo ao chapéu depois de o nome "Joanna Deeny" ser pronunciado pela Prof.ªMcGonagall. Sentou-se no seu lugar habitual, observando, e esperando pela notícia de qual casa a garotinha loura do primeiro ano iria cair.

-Sonserina! – Emitiu o chapéu com clareza. Todos aplaudiram, inclusive Hermione, já não muito entusiasmada.

"Tantas casas boas para essa lourinha cair, e tinha que ser Sonserina..."

Depois veio um garotinho, "Ryan Evans", Lufa- Lufa, "Ângela Sonteen", Grifinória, "Lara Karsten", Corvinal, e assim por diante. Hermione assistiu com pouca empolgação a cerimônia, aplaudindo sempre que a casa de algum novato era selecionada.

E assim que Dumbledore anunciou o banquete, a garota mal mexeu na comida, e rezou para que pudesse ir logo receber suas instruções como monitora-chefe.

Quando o banquete terminou, ainda sem tocar na sobremesa, Hermione foi informada de que os monitores-chefes teriam de se apresentar na sala da Prof.ª Minerva para receber as devidas instruções, e ela também lhes entregaria seus horários de aulas.

Algo a deixou mais feliz nisso. Saber que teria um quarto só pra ela, e que teria várias responsabilidades importantes.

"Ainda bem..." Pensava Hermione indo em direção da Sala da Professora... "Que alguma coisa boa aconteceu esse ano. Não bastasse o idiota do Rony continuar a sair com aquela garota sem neurônios...!"

Imersa em seus pensamentos ela nem reparava que alguém vinha caminhando no mesmo corredor que ela, em direção à sala de Minerva. Se trombaram. A castanha caiu no chão com o impacto.

-Ai! Quem foi o idiota que... – Começou, erguendo a cabeça para ver no que tinha batido: um garoto louro, que limpava as vestes, com visível repulsa.- Tinha que ser o arrogante de farmácia...!- Exclamou. E levantou-se do chão, como se seu traseiro não estivesse dolorido.

Bem, seu orgulho era mais importante do que a dor, não era?

-Tinha que ser a ridícula da sangue-ruim... – Devolveu o loiro, esboçando uma expressão de nojo extremado, ainda sacudindo as vestes.

-O que faz aqui, Malfoy? – Questionou a castanha, olhando para ele com extremo desprezo.

-Eu é que te pergunto, Granger. – Disse o garoto, revirando os olhos. – Caso você não saiba eu fui nomeado monitor-chefe...- Gabou-se, quase como se já fosse passar uma advertência.

-Ah, é...? Desculpe-me, senhor, eu não sabia...!- Caçoou dele. – Grande bosta! Eu também fui. – Afirmou, sorrindo debochada, e exibindo o distintivo para o loiro.

-Não acredito...Tsc...Tsc...Que decepção com essa Escola...Não acredito que estão escolhendo sangues-ruins para um cargo como este...

-Eu é que digo...Não acredito que estão escolhendo Malfoy's idiotas para monitor-chefe...

-Como se não bastasse ter que respirar o mesmo ar que você... –Comentou o loiro, apontando para ela, enquanto os dois começavam a seguir juntos para a sala da Minerva. – Ainda tenho que ouvir essa sua voz irritante, e me infectar com esse seu sangue-sujo...

-Ele não parece tão sujo quanto a sua dignidade...Projeto de Comensal. – Desafiou, Hermione, com risinhos. Os dois haviam enfim se estacionado em frente à preta e majestosa porta, sozinhos. Ainda estava fechada e nenhum ruído era audível de lá de dentro.

-Escuta aqui Granger...Se acha mesmo que eu vou ficar ouvindo as suas gracinhas e não fazer nada...- Iniciou ele, ameaçador, tirando a varinha das vestes. – Não vá se iludindo.

-Haha...Acha mesmo que eu tenho medo de você, Malfoy? – Disse, rindo, debochada.

-É melhor ter. – Aconselhou, com um olhar cinzento acima de tudo intimidador.

-Faça-me rir. Você não passa de um bajulador que nem saiu da saia do papai... Não sabe nem pronunciar um feitiço direito...

-E você não passa de uma sabe-tudo do Potter Maravilha. Não é à toa que o Weasley prefere ficar com a Brown...A namorar uma sujeitinha tão ridícula como você. – Afirmou o loiro, desdenhando dos comentários dela e sorrindo sarcasticamente. Hermione afetou-se levemente. Não gostava de pensar em Rony. E nele com Lilá. Aquilo lhe causava náuseas. E um irritante ódio profundo.

-Cala a boca, louro-de-farmácia.

-Vem calar, sangue-ruim!

-Grr... – Rosnou impaciente. –Droga, Malfoy. Cinco minutos conversando com você e eu já estou mais estressada do que estive o ano inteiro!

-Estressadinha, é? – Ridicularizou Draco.

-Pelos calções de Merlim! Vê se me esquece por dois segundos, ok?Até sei, que foi mesmo, por acaso, que a gente se trombou... – Proferiu furiosa, fuzilando-o, e desejando internamente ter a visão de calor do super-homem.

-Coincidências existem, Hermione. – Falou, dando uma leve piscadela para ela. A garota ignorou o fato dele tê-la chamado pelo primeiro nome, e daquele sorriso nojento estar estampado naqueles lábios sem cor, por que sabia que tudo aquilo tinha apenas a finalidade de provocá-la.

-Eu te odeio, Malfoy!

-Olha aí, mais uma coincidência! Eu também te odeio. – Emitiu entre risos.

A castanha cruzou os braços e bufou. Decidiu não perder mais seu tempo trocando palavras com aquele loiro sem cérebro. Depois de alguns minutos em silêncio, Cho Chang, e Zacarias Smith chegaram, e a professora Minerva recebeu os monitores com um sorriso polido.

Pediu com delicadeza para que se sentassem. A sala dela era bem confortável e possuía um aroma de biscoitos. Olhando para as poltronas, a garota percebeu que como se distraíra observando ao redor, o único lugar que sobrara era ao lado daquele estúpido arrogante. Sentou-se perto de Draco, à contragosto. Ele apenas sorria sarcasticamente, enquanto admirava a expressão de ódio remoído dela.

-Olá, senhores monitores...! Primeiro, gostaria de parabenizar-vos, Sr. Draco Malfoy, Srta. Hermione Granger, Srta. Cho Chang, e Sr. Zacarias Smith. Conseguir o cargo de monitor-chefe é uma grande responsabilidade, e um privilégio para qualquer bruxo que decidir tomar rumos pós- Hogwarts, além disso as obrigações de um Monitor-chefe são extremamente importantes, como administrar ... – Minerva ia discursando, mas tanto Draco quanto Hermione pareciam não dar a mínima para o que ela dizia, simplesmente pelo fato de que o que a professora falava não tinha nada a ver com suas aflições íntimas...

Vagavam em seus próprios devaneios...

"Esse Malfoy é mesmo um idiota. Como ele ousa ficar me comparando àquela Brown-sem-neurônios, ridícula. Ok, custa-me admitir, mas ele pode estar certo. O Rony é mesmo um tapado por ficar saindo com aquela loura-burra(é impressão minha ou os loiros me perseguem?), e nunca ter reparado na vida inteirinha que eu gosto dele. A Brown não é mesmo bonita (óbvio, só um cego acharia isso). Talvez eu que seja o problema. Tanto faz. Não acredito que estou debatendo as atrocidades que o retardado do Malfoy me fala. Vejamos, ele é o Malfoy: loiro de farmácia, doninha, irritante, convencido, idiota, arrogante, projeto de comensal, cara-de-pau, estúpido, galinha, e...eu mencionei que ele é convencido e idiota? Caso não, que isso fique bem registrado em meus pensamentos. Certo, voltando ao meu raciocínio inicial...Eu não posso ficar tão afetada com o que um ser, semi-comensal inútil me diz, quer dizer, ele é só o Malfoy. Ele não tem nada a ver com a minha vida e com meus problemas pessoais. Ele não pode estar certo com seus argumentos acusadores. Não quando se trata de mim. E ainda tem o fato de toda hora a gente ficar se xingando que nem criancinhas do Segundo Ano. Mas o fato é que ele é irredutível, e eu não posso ficar parada deixando-o me chamar de sangue-ruim, algo extremamente preconceituoso e primitivo, como se eu fosse uma meleca. NÃO MESMO. Um dia desses esse idiota vai ver quem realmente é Hermione Granger..."

"Essa Granger é mesmo uma sem-noção. Não dá pra acreditar que ela se atreveu a me chamar de "projeto de comensal". Eu não sou um projeto de comensal. E nem pretendo ser. Eu não vou ficar me rebaixando a um idiota que acha que pode tudo. Certo, ele quer destruir o Potter (até que ia ser legal não ter o Super- Potter – Maravilha pra encher o saco), o idiota do Weasley (estou nem aí pra ele) e a estúpida da Granger (quem sabe ele não me deixaria ficar com ela de brinde, porque torturar essa garota ia ser o máximo, e...ela ainda é uma mulher). Mas, e se eu for um comensal? Será que a Granger saberia? Será que ela não pratica legilimência? Haha, que raios de pensamento é esse? Se ela pudesse ler pensamentos já teria me dado um murro só porque eu pensei em me aproveitar dela. E aí Granger? Como vai? Você consegue ler o que eu penso? Viu, se eu me tornar um comensal, e o Lorde das Trevas te pegar eu vou pedir pra ele me dar você de brinde, para que eu possa te usar, sangue-ruim. Capitou? Por Merlim! Que coisa mais tosca...! Ok, recapitulando, a Granger (sangue-ruim, mandona, chata, convencida, arrogante, estúpida, sabe-tudo), não sabe nada sobre eu querer ser ou não um comensal. E daí que meu pai, Belatriz, Nott, e sua turma ficam me incentivando? Se eu não quiser ser eu não sou e pronto. Uma sangue-ruim não pode se precipitar sem saber minhas escolhas. Eu faço o que eu quero. Eu sou um Malfoy. (Malfoy's não seguem os palpites de sangues-sujos, e muito menos se subordinam a alguma coisa). Quanto a isso eu não vou me preocupar, essa garota é mesmo uma afobada. E apesar de ser passável em alguns aspectos, ela não deixa de ser uma sangue-ruim descartável. E provavelmente, se as coisas tomarem os rumos que estão ameaçando tomar, vamos ficar um contra o outro. Um dia ela vai ter a vingança que merece por me provocar..."

-Srta. Granger? – Chamou Minerva.

Silêncio absoluto.

-Srta. Granger?! – Perguntou novamente. – SRTA. GRANGER!

-Hã...Oi, professora... – Disse Hermione acordando de seus pensamentos. Draco forçou para não rir da castanha.

, você prestou atenção em alguma palavra do que eu disse?

-Hmm...Er...Sim, a senhora estava falando da enorme responsabilidade que os monitores-chefes assumem em Hogwarts, conforme seu poder autoritário e interdisciplinar, sobre seu comprometimento com a própria casa e em advertir regras infringidas e também sobre os privilégios em Hogwarts, quando se é um monitor, a honra que é manter o distintivo de monitor-chefe preso nas vestes e os benefícios futuros quando se relata no currículo que a pessoa já foi um monitor-chefe. – Respondeu Hermione, satisfeita com a resposta, empurrando uma mecha de cabelo castanho atrás da orelha.

A Prof.ª Minerva, Draco e os outros alunos olharam para uma Hermione sorridente, estupefatos.

Minerva ajeitou os óculos.

-Muito bem, Srta. Granger. -Confirmou, exultante.

Em seguida, a professora retirou alguns pergaminhos da gaveta de sua escrivaninha, cada um deles possuía uma cor diferente. Colocou um, que possuía o brasão da Grifinória, e nele estava escrito seu nome seguido de uma tabelinha de horários. Depois Hermione se preocuparia com eles, já que agora percebera que a professora ainda tinha algo a dizer.

-E vou anunciar agora mesmo as parcerias de rondas, diárias e noturnas. Os monitores-chefes de Corvinal e Lufa-Lufa farão juntos as rondas noturnas nos dias de semana, e os Monitores de Grifinória e Sonserina, rondarão juntos nos fins de semana. Os monitores comuns apenas advertirão nos períodos diários, independente de qual casa sejam.

Hermione e Draco olharam-se com arrogância quando souberam que fariam as rondas noturnas dos fins de semana juntos, como se aquilo fosse uma catástrofe mundial. Bem... E o que mais poderia ser?

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