Oiiieeee!! A história está na reta final, acho que só tem mais dois capítulos então comentem muito!!!
Boa Leitura!!!
Capítulo 11
" Eu queria matar aquele cretino!" exclamou Rosalie, furiosa. " Ele me prometeu, ele jurou que ia cuidar de você... que estaria segura com ele."
Bella disse em voz baixa:
" Não foi culpa dele."
Os lábios de Rosalie se entreabriram num arfado mudo.
" Está dizendo que dormiu com mais alguém? Oh, Bella, não aquele desgraçado na França. Ele não...?"
" Não" disse Bella, peremptória. " O bebê é do Edward." Meneou a cabeça. " Mas a culpada sou eu, e não ele."
" Agora você está sendo ridícula. Afinal, você não o agarrou e o puxou para a cama." Houve um longo silêncio, e então Rosalie acrescentou: " Bella... diga alguma coisa. Você está começando a me preocupar."
" Foi exatamente isso que eu fiz." Bella engoliu em seco. " Rosalie, eu mal estava vestida... e me joguei em cima dele."
" Meu Deus, preciso de um café forte. Quer um pouco?"
" Agora só tomo chá de hortelã. Tem na cozinha."
" Então, ele vai admitir que é o pai?" perguntou Rosalie enquanto servia café e chá nas xícaras. " Vai prover auxílio financeiro?"
" Sim, mas não exatamente da maneira que você está pensando." Bella retirou a mão do bolso de sua saia e a estendeu para a meia-irmã. " Nós... nós vamos nos casar. Esta tarde ele me levou para conhecer sua mãe. E ele herdou este anel da avó."
Mais um silêncio, e então Rosalie suspirou novamente.
" Isto não é nenhuma brincadeira comigo, é?"
Bella fez que não com a cabeça.
" E vocês não estão apaixonados?"
" Nem um pouco. Edward não quer se casar de nenhum modo convencional, mas precisa de um herdeiro. Eu não tenho a menor vontade de ser esposa de Edward, mas estou grávida do filho dele." Ela deu com os ombros. " Acordo fechado, problema resolvido."
" E sua vida?" indagou Rosalie. " E quanto a isso?"
" Depois que o bebê nascer, planejo voltar a trabalhar em alguma coisa."
" Não foi isso que eu quis dizer, e você sabe disso. Está mesmo satisfeita com esse acordo estéril que vocês firmaram? Ele está?"
" Eu não sei." Bella suspirou fundo. " Por favor, Rosalie pare de ficar zangada e me deseje bem."
" Não estou zangada, só muito preocupada." Rosalie abraçou-a com ferocidade. " E quanto a Renée e meu pai? Você não pode lhes contar a verdade."
" Já conversamos com eles." Mordeu o lábio. " Dissemos que estávamos loucamente apaixonados. No começo ficaram chocados, mas Edward foi tão convincente que os dois prometeram ir ao casamento."
" Acho melhor eu dizer a mesma coisa a Emmett. Não quero que ele dê um soco na cara do futuro cunhado quando se encontrarem."
" Há mais uma coisa que você precisa saber" continuou Bella. " Amanhã vou me mudar. Estou indo morar em Chelsea com Edward. Apenas por conveniência."
Bella esperava mais uma explosão, mas para sua surpresa os lábios de Rosalie formaram um sorriso pensativo.
" Então talvez ainda haja esperança" disse Rosalie, meio para si mesma.
Não gosto deste quarto, pensou Bella enquanto estava deitada na cama, fitando o teto. Para ser honesta, não gosto deste apartamento.
Era de uma beleza inegável, claro. Mas possuía uma frieza que nenhuma espécie de calefação podia aliviar.
Ela vivia sob o mesmo teto que um estranho educado que saía para trabalhar antes que ela acordasse e que retornava apenas a tempo de jantar com ela, para em seguida pedir licença para ir trabalhar em seu home office. Ele certamente estava mantendo seu lado do acordo, mas de algum modo isso tornava a situação ainda mais insuportável.
Mas tudo na estadia de Bella ali tinha sido desconfortável, começando com o momento em que Edward saíra com ela do elevador que dava na cobertura.
" Preciso ir logo, porque tenho uma reunião em Canary Wharf" dissera ele, pousando no chão a mala de Bella. Então sorrira brevemente para a mulher grisalha que os recebera.
" Mas Jean... Sra. Connell... vai cuidar de você. A gente se vê à noite."
Edward puxara Bella para si, dera um beijo em sua testa e partira.
" Bem-vinda a Danborough Gate, madame." O tom da Sra. Connell foi educado, mas por um instante seu rosto transpareceu surpresa. Claramente estivera esperando por uma noiva muito diferente, uma mulher deslumbrante e sofisticada, pensou Bella, tentando não se importar.
A Sra. Connell lhe mostrou toda a cobertura: as amplas salas, a recepção com piso de madeira corrida, as três suítes e a cozinha que parecia a galéa de uma espaçonave, com sua soberba vista do rio Tamisa.
A residência luxuosa era conservada de forma tão impecável que Bella se sentia desmazelada pelo fato de estar ali. Sua mãe, hospedada em Danborough Gate desde que chegara de Portugal com Phil há cinco dias, aparentemente se sentia da mesma forma.
" É absolutamente deslumbrante, claro" dissera cautelosa. " Como uma foto numa revista de decoração muito chique, Mas não parece realmente um lar, e nem posso imaginar o caos que um bebê causaria aqui. Embora eu nunca diria isso a Edward"
" Ele não iria se importar. Ele chama este lugar de "o anexo", uma extensão conveniente de seu escritório."
Contudo, se queria fazer jus à perfeição do "anexo", Bella realmente precisava levantar da cama e guardar o vestido do casamento, que ainda jazia na banqueta em que o largara. Era um vestido lindo e merecia um tratamento melhor, embora não fosse o tipo de roupa que pretendera comprar. Mas Renée havia vetado imediatamente seu plano de comprar uma saia e um tailleur que pudessem ter algum futuro uso indeterminado, o com o apoio de Rosalie arrastara sua filha até as butiques mais requintadas.
Ela tentara em vão persuadir Bella a experimentar uma das encantadoras criações em branco virginal que lhes foram apresentadas, mas quando aquela suave nuvem de tecido rosa surgiu da capa protetora, ela e Rosalie olharam uma para a outra e sorriram em triunfo.
Era romântico demais, dissera a si mesma ao fitar o espelho da cabine de prova, mas isso, obviamente, era o que Renée esperaria. Afinal, Edward a convencera de que sua filha tímida fora arrebatada por um ardente caso de amor. Edward também tinha sido muito convincente naquela manhã, durante o casamento, numa cerimônia íntima, com Rosalie e Emmett como testemunhas.
Quando se posicionou ao lado de Edward, Bella respondeu com compostura ao seu olhar levemente questionador, concordando em aceitar Edward Anthony Mansen Cullen como seu marido num tom de voz que não deixou transparecer a melancolia que pesava em seu peito.
Mas ela estremeceu ao ver o par de anéis de casamento de ouro repousando na almofada diante deles, em vez da aliança simples que estivera esperando.
Eu pensei que seria hipocrisia casar na igreja, pensou atordoada. E agora ele faz isto. Isto...
A mão de Bella tremia enquanto Edward pegava o anel menor, o qual deslizou em seu dedo. Quando chegou sua vez, Bella se atrapalhou, e a mão de Edward se fechou na dela, guiando-a, empurrando o anel dourado com firmeza sobre o nó de seu dedo para se instalar com firmeza no lugar.
Edward fitou os olhos atormentados de Bella com um sorriso levemente traquinas e em seguida se curvou e a beijou com leveza e sensualidade.
O beijo acabou num instante, mas Bella continuou sentindo a pressão dos lábios de Edward em seus ossos e cantando através de sua corrente sanguínea. Então, enquanto permanecia de pé atordoada, ouviu risos e aplausos e viu Renée, enxugando os olhos, aproximar-se correndo com Esme a seu lado, querendo ser a primeira a oferecer seus próprios beijos e congratulações.
E durante todos os cumprimentos Bella se forçou a sorrir, enquanto as palavras "O que eu fiz? Oh, Deus, o que eu fiz?" sussurravam em seu cérebro. E continuaram a ecoar em sua mente enquanto beliscava o magnífico salmão escalpado e a ampla variedade de saladas que a Sra. Connell preparara para o almoço de celebração. Bebericou meia taça de champanhe, que foi tudo que a médica indicada por Edward lhe permitiu, e ouviu o discurso caloroso de Phil recebendo Edward na família. Ela tentou não reparar no brilho de preocupação nos olhos de Rosalie ou na testa levemente franzida de Esme Cullen.
É um rito de passagem, disse a si mesma. Uma formalidade, como quando Edward disse o quanto estou bonita hoje. Apenas uma formalidade, e logo estará terminada.
Rosalie e Emmett foram os primeiros a sair da recepção, e em seguida Esme veio dizer adeus.
" Embora na verdade devesse ser au revoir. Sadie e todas as outras funcionárias têm trabalhado como loucas para garantir que tudo esteja perfeito para quando vocês voltarem." Ela acrescentou serena: " Você está chegando numa onda de boa vontade, Bella."
Eu não, pensou Bella, mas a vida dentro de mim. É com ela que todos realmente se importam, principalmente Edward, porque do contrário este casamento jamais teria acontecido.
Renée estava toda lacrimosa quando o carro chegou para levá-los até o aeroporto.
" Edward me prometeu que irão nos visitar assim que for seguro para você voar. Estou tão feliz por você, querida" acrescentou, rouca. " Pode ter sido rápido, mas eu sei que você está em boas mãos."
Agora Bella estava deitada, tentando descansar, mas sem conseguir. Sentia-se agitada demais. A casa estava silenciosa. A Sra. Connell provavelmente terminara de restaurar o lugar à sua costumeira condição impecável, como se nada fora do comum houvesse acontecido ali. E talvez não houvesse mesmo. Talvez o dia de hoje representasse apenas uma assinatura numa linha pontilhada. Veja a situação assim, disse a si mesma. E lide com isso.
A batida repentina na porta a assustou, fazendo com que se apoiasse num cotovelo.
Antes que ela pudesse falar, a porta abriu e Edward entrou carregando uma bacia com flores as rosas brancas com miolos amarelados que ele lhe dera para carregar na cerimônia.
" Jean achou que você gostaria de ficar com elas" disse enquanto pousava a bacia na penteadeira.
" Obrigada, elas são lindas."
Ele retrucou com a voz baixa:
" Não eram só as rosas que estavam lindas. Você me deixou sem fala."
Bella estava desesperadamente cônscia de que usava pouco mais que uma camada de seda. Disse apressada:
" O vestido não era realmente o que eu queria. Muito Jane Austen."
Ele levantou as sobrancelhas.
" Tem algum problema com Jane Austen?" perguntou fingindo desaprovação.
" Absolutamente nenhum" garantiu. " Sob circunstâncias normais. Foi tudo bem com mamãe e Phil?"
" O vôo deles saiu precisamente na hora."
" Foi muita gentileza sua acompanhá-los e deixar que ficassem aqui."
" Foi um prazer" garantiu Edward. " Phil é muito agradável e sua mãe é um doce."
" E ela também parece gostar de você." Bella mordeu o lábio. " Isso vai tornar a situação ainda mais difícil para ela quando compreender que este casamento é uma completa fraude."
" Pelo contrário, foi assinado legalmente na frente de testemunhas."
Ele estendeu a mão na qual reluzia o anel.
" Quer outra prova?"
" Um gesto vazio."
" Não. Mais uma declaração pública de que estou fora do mercado." Acrescentou zombeteiro: " Achei que você ia gostar."
" Não" disse ela. " Você não achou."
" Olhe, que tal firmarmos uma trégua temporária para decidirmos o jantar? E antes que me diga que não está com fome, vi o quanto comeu pouco no almoço. Então vista alguma coisa que eu vou lhe preparar ovos mexidos."
" Você vai preparar?" inquiriu incrédula.
" Por que não?"
" Eu... Eu não sabia que você cozinhava."
" Mais uma coisa que aprendi na universidade, onde eu era famoso por minha beterraba ao molho curry. Porém, estou me oferecendo para alimentá-la porque Jean tirou folga pelo resto do dia para nos deixar sozinhos em nossa noite de núpcias." Ele se calou, estudando-a, o que a fez se dar conta do quão pouco estava vestida. " Ela deve achar que minha paciência finalmente será recompensada."
Ela engoliu em seco.
" Espero que você não pense assim."
" Não. Infelizmente, não." O sarcasmo estava de volta à sua voz, suave, insidioso. " Portanto, o seu jantar Será completamente seguro, querida. Você não fará parte da refeição." Olhou as horas. " Digamos, vinte minutos?"
Edward estava apenas começando a bater os ovos quando ela chegou à cozinha, absolutamente pontual. Edward se virou, um rosto inexpressivo enquanto analisava a calça comprida e a blusa em tons pastéis que ela vestira. Bem, o que ele estava esperando?, Bella perguntou defensivamente a si mesma. Lingerie preta?
" Quer comer aqui ou na sala de jantar?"
" Aqui, acho" disse Bella, lembrando de dez dias de conversas formais através da mesa extremamente comprida do outro cômodo.
" Do jeito que você fala, é o menor dos males." Edward verteu os ovos numa panela. " Vai achar talheres e jogo americano naquele armário ali... segunda gaveta."
Os ovos estavam perfeitos, servidos com rolos de bacon bem tostados e uma porção de torradas amanteigadas, e Bella descobriu que, afinal de contas, estava faminta.
" Isso foi maravilhoso" disse a ele depois que havia raspado o prato. " Você sabe mesmo cozinhar." Ela lhe lançou um olhar traquinas. " Mas prefiro não provar sua beterraba ao curry."
Ele sorriu.
" Nem eu, não novamente. É um milagre que tenha sobrevivido." Enquanto colocava os pratos na lavadora de louças, disse: " Também fiz café. Tome um pouco comigo, ou devo lhe preparar a poção de hortelã da minha mãe?"
" Eu mesma farei um pouco de chá" apressou-se em dizer. " E vou levar para meu quarto."
" Não" disse ele " Tome aqui. Quero conversar com você."
" Conversar sobre o quê?"
" Acho que casamento pode se qualificar como um tópico principal." Pôs um saquinho de chá numa caneca de água quente e serviu café para si mesmo numa xícara. " Não acha?"
Bella fitou o jogo americano de cortiça à sua frente.
" Acho que já dissemos tudo que era necessário."
" Então você não estaria preparada para reconsiderar os termos de nosso acordo?" perguntou enquanto caminhava até a mesa com as bebidas.
Ela estremeceu.
" Como assim?"
Ele sentou à mesa e baixou os olhos para sua caneca de café. Então disse bem devagar:
" Na verdade é muito simples. Quero que você durma comigo esta noite."
" Não." Com o coração martelando desigualmente, ela empurrou a xícara, derramando um pouco do chá. " Não, é claro que não."
" Você fala com muita convicção."
" Porque é como me sinto" disse rouca. " Você não tem nenhum direito de perguntar isso."
" Então me dê esse direito" exigiu Edward. " Querida, você é minha esposa, e devíamos pelo menos tentar fazer alguma coisa de nossas vidas juntos." Ele tentou segurar a mão de Bella, mas ela a recolheu. " Venha para a cama comigo e apenas me deixe abraçá-la. Não vou pedir nada mais que isso, prometo."
" Acha que eu acreditaria em qualquer promessa sua... agora?" Ela se levantou, trêmula. " Sim, já fiz papel de idiota com você uma vez, mas isso passou." Respirou fundo. " Nós fizemos um acordo: eu terei seu bebê e em troca você me deixará em paz. Isso nunca irá mudar. Não pode mudar."
" Bella" disse Edward. " A despeito dos arrependimentos que tivemos depois, nós fomos felizes juntos naquela noite. Eu acredito que posso fazê-la feliz de novo... se me deixar tentar."
" Então respeite o nosso acordo e ficarei feliz. Mas não vou dormir com você esta noite, nem em nenhuma outra. Eu... eu não conseguiria suportar."
Edward empurrou abruptamente sua cadeira para trás e se levantou. Bella reagiu com um estremecimento, para então ver a amargura no rosto de Edward se tornar em choque e, por fim, profundo desânimo.
Edward disse:
" Meu Deus, você acha... você realmente acha que eu... que eu a forçaria?" Ele balançou a cabeça. " Eu apenas estava querendo salvar alguma coisa de toda esta confusão. Dar uma chance a este casamento ridículo. Então lhe fiz uma pergunta. Agora tenho minha resposta, e este é o fim desta conversa." Calou-se por um instante com os olhos verdes muito frios. " Mesmo assim, talvez seja aconselhável levar o chá para o seu quarto." Prosseguiu seco: " Estarei aqui amanhã ao meio-dia para levá-la a Harborne. E terá a suíte master só para você. Quando eu for visitá-la, usarei meu antigo quarto. Isso colocará distância suficiente entre nós para que você se sinta segura. Agora, tenha uma boa noite."
Bella deixou a xícara onde estava e saiu correndo da cozinha. Trancou-se no quarto e deitou na cama, voltando a fitar o teto, exatamente como estivera fazendo há meia hora. Oh, Deus, pensou, tremendo. Apenas por um momento, quando estávamos rindo juntos na cozinha, parecemos tão próximos, tão certos um para o outro, como naquela noite. E se ele tivesse me tomado nos braços eu o teria aceitado, teria me entregado completamente a ele. Mas preciso que me dê algo em troca. Porque o sexo, por mais maravilhoso que seja, jamais será substituto para o amor que quero dele.
Sem o qual não posso viver.
Deixe-me abraçá-la...
Ela se virou, enterrando o rosto no travesseiro, lembrando como tinha sido deitar embrulhada em seus braços. Sentindo a força de ossos e músculos sob sua face, e respirar o perfume de sua pele.
Se aquilo foi apenas gentileza em vez de paixão, pensou Bella, não tinha sido melhor do que nada, que é o que tenho agora?
Ela se levantou da cama para encontrar numa gaveta a camisola de seda branca que Rosalie a persuadira a comprar. Vestiu-a pela primeira vez, sentindo a carícia do tecido delicado enquanto deslizava por seu corpo.
Nas sombras do quarto, Bella parecia etérea como um fantasma, mas ela era quente, carne viva e sangue. Uma noiva... uma mulher indo para o homem que amava.
Tudo estava escuro quando ela saiu descalça para o corredor e seguiu até o último quarto. Não iria dizer nada. Apenas deslizaria para a cama junto com ele, deixando que sua presença falasse por ela. Oferecendo-lhe sua rendição incondicional.
Ao abrir a porta e entrar, Bella se perguntou se ele estaria acordado, com a mesma dificuldade de dormir que ela. As cortinas estavam entreabertas e o brilho das luzes da cidade iluminava o quarto, revelando sem piedade aos seus olhos aturdidos que a cama ampla estava vazia, sem ter sido desfeita.
Silenciosamente, Bella disse a si mesma que o homem que se tornara seu marido naquela mesma manhã passava sua noite de núpcias em outro lugar... e com toda certeza não estava sozinho. E que seu casamento terminara antes mesmo de começar.
Só digo uma coisa! Ó mulher burra!!! Sério o homem estava lá pedindo apenas para dormir com ela e ter uma trégua no casamento e ela diz não!!! Minha nossa!!! Esse capítulo é cheio de emoções! No próximo vai ser bem triste então preparem o coração meninas! Comentemmm!!!
