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CAPÍTULO VINTE E SETE


Dormi demais na manhã seguinte e tive que correr para o Starbucks. Eram quase nove horas quando cheguei, e a fila estava maior do que o normal. Eu ainda não tinha checado meu telefone, então o liguei enquanto esperava a minha vez de pedir. A porcaria começou a vibrar na minha mão.

Fiquei animado quando vi uma nova mensagem chegar.

Bella: Ok. Sexta-feira às seis da tarde. Sou toda sua no fim de semana.

Expirei profundamente. Senti como se estivesse segurando o fôlego por dias. Angela chamou meu nome enquanto eu continuava a olhar para o telefone.

— Dois cafés?

Eu não conseguia parar de sorrir.

— Pode apostar.

— E o que Bella vai tomar de café da manhã?

Eu me inclinei para trás e olhei para a vitrine.

— Vou querer dois desses muffins de chocolate, uma fatia de bolo de limão gelado, três brownies com creme de caramelo salgado, um biscoito de aveia e um daqueles parfaits de iogurte sofisticados que você tem aí.

Angela olhou para mim como se eu fosse louco. A essa altura, eu praticamente tinha perdido a cabeça, então ela não estava muito longe da verdade.

— Quer tudo isso em uma caixa? São todos para Bella?

— Sim. — Paguei e olhei a hora no celular.

Ela normalmente só aparecia às nove e meia.

— Angie, guarda meu café. Eu volto já, ok?

Fui correndo até a floricultura que ficava ali perto e voltei com um buquê gigantesco. Isso já estava beirando o ridículo, mas não me importei. Bella ia ser minha por um fim de semana. Isso era motivo de comemoração.

Angela abriu um sorriso tão grande que eu podia ver todos os seus dentes – em cima e em baixo.

— Pode dar isso a ela com o café da manhã?

— Claro.

Estacionei a caminhonete na esquina e esperei na calçada um pouco antes do Starbucks. Se eu não estivesse tão frenético, isso poderia parecer um pouco sinistro. Às nove e meia, Bella saiu do Starbucks com uma caixa e o buquê gigante. Ela ostentava um sorriso enorme.

Fiquei ali por mais dez minutos. Por fim, outra mensagem de texto chegou.

Bella: Eu estava com muita fome hoje de manhã, é?

Edward: Desculpe. Eu me empolguei. Estamos comemorando.

Bella: O que estamos comemorando?

Edward: Você ir para casa comigo no fim de semana.

Meu telefone ficou em silêncio. Poucos minutos depois, vibrou novamente.

Bella: Estou nervosa. Ainda não sei se é uma boa ideia.

Eu também, mas não ia admitir isso. As consequências dessa confissão eram demais para serem consideradas.

Edward: Confia em mim. Por favor.

Alguns minutos depois, chegou uma última mensagem de texto.

Bella: Ok.

Cheguei à casa dela na sexta às seis, pronto para o nosso fim de semana. Bati à porta e, quando Bella a abriu, estava quase exatamente igual a uma fantasia que eu tivera repetidas vezes durante os últimos dois anos. Ela estava vestindo uma camiseta branca justa, short branco minúsculo e um par de sandálias prateadas. Era um dia particularmente úmido, e seu cabelo estava mais liso que o normal. Confia em mim. Essa foi a promessa que eu fizera a ela. Meeeerda.

— Que foi? — Ela notou a preocupação em meu rosto. — Vamos de moto? Preciso me trocar?

— Não. Sim.

Suas sobrancelhas arquearam, então eu expliquei.

— Não, não vamos de moto. Sim, você precisa se trocar.

Ela olhou para sua roupa.

— O que há de errado com o que estou usando?

— Absolutamente nada. Está perfeito.

— Mas...

Passei os dedos pelo cabelo.

— Tenho essa fantasia recorrente na qual você está toda de branco.

Ela sorriu.

— Que fofo. Um anjo, então?

Abri um sorriso malicioso.

— Não exatamente.

Suas bochechas coraram.

— Ah.

Eu ri.

— Não precisa se trocar. Mas é melhor você saber que, se eu ficar quieto durante a viagem, é porque estou repassando essa fantasia várias vezes na cabeça. — Pisquei.

Havia uma mala vermelha ao lado da porta, e eu a peguei.

— Só preciso pegar minha bolsa.

Carré estava se esfregando na minha perna, querendo atenção.

— E a coleira do Carré. Não tenho um quintal grande como o seu. Vamos ter que passear com ele.

Bella se virou.

— Você quer levar o Pixy?

— Claro. Somos uma família.

Era como se o cabrito entendesse o que estávamos falando. Ele se esfregou em minhas mãos e soltou um suave "bééé".

— É isso mesmo, amigo. Seremos você, eu e a mamãe. — Cocei o topo de sua cabeça. — Você gosta disso, não é?

— Tudo pronto. — Bella voltou com a bolsa e a coleira. — Só preciso parar na casa de Lauren e avisar que ela não precisa cuidar do Pixy.

— Lauren?

— Minha vizinha. Ela cuida do Pixy às vezes, quando eu trabalho até tarde. Quando fui pedir a ela para cuidar dele ontem, ela não parava de elogiar meu jardim. Disse que adoraria roubar você de mim. Depois reclamou que o carteiro entregou a ela quatro caixas de aparelhos mágicos que ela não comprou e insistiu que eu trouxesse um comigo. — Bella apontou para uma caixa fechada no balcão. — Ela é um pouco estranha, mas muito legal.

— Aparelho mágico? Igual a sua varinha mágica? Você ainda está brincando com aquilo?

— Não! É um liquidificador... para smoothies.

Geralmente demorava cerca de duas horas de carro de Temecula a Hermosa Beach, mas o tráfego da hora de rush fez com que levasse quase o dobro. Mas eu não me importava. O sol brilhava, eu estava livre e a minha garota ia passar o fim de semana na minha casa. Apesar de não poder fazer com ela o que eu realmente queria, decidi mostrar a Bella como seria nosso fim de semana normal. Sabíamos que tínhamos química, mas algo me disse que uma das coisas que a mantinha afastada, além da questão da confiança, era que ela não estava convencida de que tínhamos mais do que química.

Alice ainda estava em casa quando chegamos. Ela fingiu estar atrasada, mas eu sabia que, na verdade, ela queria conhecer Isabella.

— Desculpe. Esperava já estar no Jasper quando você chegasse em casa. Só estava limpando um pouco.

Bella olhou para mim.

— Jasper?

— Não te contei. No primeiro dia, cheguei em casa e encontrei um cara de cueca passando roupa no balcão da cozinha. Ele me disse que se chamava Jasper.

Minha irmã estendeu a mão.

— Estou tão feliz em conhecê-la, Isabella. Já ouvi muito sobre você.

Bella e Alice ficaram olhando uma para a outra por bastante tempo. Eu não tinha ideia do que era, mas algo estranho parecia estar acontecendo. Então as duas quase se chocaram ao se abraçar. Era como se elas fossem melhores amigas que não se viam havia muito tempo. Elas ficaram um bom tempo assim.

As duas tinham lágrimas nos olhos quando se separaram. Ouvi minha irmã sussurrar:

— Nós duas perdemos muita coisa. Estou encontrando meu caminho. Espero que você encontre o seu também.

Limpei a garganta e dei um abraço de despedida em Alice alguns minutos depois. Ela levou uma mala para passar o fim de semana na casa de Jasper.

— Abasteci o armário com as coisas de que você gosta.

— Linguiça australiana, chocolate e Pixy Stix?

— Claro. E comprei umas guloseimas para este carinha aqui também. — Ela fez carinho em Pixy antes de sair.

Quando ficamos sozinhos, levei Bella para conhecer o lugar. Minha casa era um antigo galpão reformado. Tinha pé- direito alto e era todo aberto. Havia três quartos, mas eu havia transformado um deles em um estúdio de arte. Minha irmã estava usando o outro desde que viera morar comigo. Quando eu disse a ela que a Bella ficaria no quarto de hóspedes, parecia que ela não tinha acreditado, mas ainda assim o deixou pronto para receber uma visita.

Parei no meu quarto primeiro.

— Este é o nosso quarto.

— Edward...

— Eu sei. Não hoje. Mas, se decidirmos morar aqui perto da praia, este será o nosso quarto. — A merda é que eu já pensava naquele como o nosso quarto.

— É muito bonito. É uma pintura de Klimt?

Sorri. Amava minha garota safada.

— Sim. É As três idades da mulher. Viu? Temos muito em comum. Ambos gostamos de seios femininos em pinturas. Mas sei que, quando estivermos aqui, não vou prestar atenção em mais nada além desses garotos. — Meus olhos apontaram para seus seios.

— Você é um pervertido.

— E você adora.

Eu a levei para conhecer o resto da casa, lamentavelmente deixando sua mala no quarto de hóspedes. O último lugar que vimos foi o meu estúdio de arte. Eu não fazia nada havia muito tempo. Lonas cobriam a maioria dos projetos em que eu estava trabalhando antes da minha vida se tornar um desastre. Acendi a luz e queria sair logo dali, mas Bella entrou.

— Você que fez isso? — Ela apontou para uma moto grande feita de peças recicladas. Havia sido exibida em algumas exposições de arte, mas agora tinha um centímetro de poeira em cima dela.

— Sim.

— Uau. É... incrível. — Ela andou em volta da peça, inspecionando-a com cuidado. — Tudo aqui é sucata?

— Não uso nenhum material comprado. Só reciclo objetos que encontro.

— Você é muito bom. Não sei bem o que eu esperava. Mas isso parece contar uma história.

Sorri. Claro, ela entendia. Sempre senti como se cada peça que eu produzia pudesse contar uma história diferente. Para mim, a forma como elas se misturavam se assemelhava a ler um livro. Andei até o outro lado da moto e apontei para algumas coisas diferentes, dizendo a ela de onde cada peça tinha vindo.

Se ainda fosse possível, acho que naquele momento me apaixonei um pouco mais por ela.

Naquela noite, pedimos comida chinesa e comemos direto das embalagens. Bella adormeceu com a cabeça no meu colo enquanto assistíamos a um filme. Mantendo minha palavra, eu a cobri com um cobertor e fui para a minha cama dormir. Na manhã seguinte, ela ainda estava dormindo quando dei uma escapada para levar Pixy para passear. Mas ela já estava acordada quando cheguei com dois cafés e uma variedade de besteiras caras do Starbucks.

— Bom dia.

Ela se sentou no sofá e se espreguiçou. Sua blusa subiu, expondo a pele macia. Queria mordê-la. Tive que me virar para o outro lado.

— As pessoas te olham meio estranho quando se passeia com um cabrito.

Bella riu.

— Sim, eu sei. — Ela entrou na cozinha e se sentou em um banquinho do outro lado da bancada.

— Deixe-me perguntar uma coisa. Essa promessa estúpida que eu fiz. Só inclui tocar? Posso dizer o que quiser, certo?

Ela tomou um gole de café.

— Receio que sim. Acho que palavras não estão proibidas.

— Ótimo. Porque eu tenho que te dizer. Seus seios me cumprimentando são melhores do que ver o nascer do sol pela manhã.

Ela balançou a cabeça.

— Você tem uma língua afiada, sr. Cullen.

— Ah, se eu pudesse te mostrar, sra. Swan-Cullen...

— Sra. Swan-Cullen?

— Bem, você é minha esposa. Achei que quisesse manter seu nome, levando em conta o quanto você é independente e tudo o mais.

— Você me faz parecer uma prostituta.

— Prostituta... advogada. — Sorri. — Mesma coisa.

— Muito bom. E pensar... que eu ia desistir do sobrenome Swan para usar só o do meu marido. Agora não tenho tanta certeza.

— Ah, é? Achei que você usaria os dois sobrenomes separados por um hífen.

Ela colocou a bolsa no balcão e a remexeu.

— Não. Sou das antigas. Pretendo dar tudo ao meu marido.

— Fico feliz em ouvir isso, sra. Cullen. Porque pretendo tomar você por completo. Todos os dias.

Eu queria mostrar a região a ela. Agora que seu escritório estava fechando, talvez pudéssemos morar em Hermosa Beach. Estar perto da água era importante para mim. Apesar de que eu viveria no deserto se isso significasse viver com Isabella. Depois do almoço, caminhamos até o calçadão. Estava um dia maravilhoso, e ela não se afastou quando segurei sua mão.

— Que tal um mergulho? — Fiquei feliz por ter pedido para que ela colocasse um biquíni quando saímos pela manhã.

Estava quente pra caramba.

— Ok.

Caminhamos até a beira da água, e tirei a camisa. Seguindo meu exemplo, ela tirou a blusa, e meus olhos quase pularam para fora das órbitas. Porra. Talvez não tivesse sido uma boa ideia. Ela usava um pequeno biquíni vermelho, e seus seios fantásticos pareciam querer saltar. Quando ela tirou o short, eu a olhava descaradamente, mas ela nem ligou. Se eu não podia tocar, certamente iria me satisfazer visualmente.

— Quase me sinto mal por você.

— Por mim? Por quê?

— Porque quando você finalmente for minha... — Vaguei os olhos por todo aquele corpo gostoso. — Vou agir como um selvagem para compensar o tempo perdido.

Eu precisava me refrescar, e Bella foi comigo.

Surpreendendo-a, eu me inclinei e a peguei no colo, jogando-a sobre o ombro antes de correr para a água. Ela gritou e chutou o tempo todo, mas eu podia dizer, pelo seu tom de voz, que ela estava sorrindo. Bati em seu traseiro com força antes de nos jogar na água. Juntos, nadamos e caminhamos ao longo da praia até o pôr do sol. Não queria que o dia terminasse nunca mais.

— Está na hora de voltarmos — disse ela. — Pixy provavelmente precisa sair.

— Crianças. Estão sempre arruinando um bom momento — brinquei.

No caminho de volta, a nossa conversa tomou um rumo sério.

— Você quer ter filhos?

Respondi honestamente:

— Nunca tinha pensado nisso... até te conhecer. Mas agora não quero nada além de ter minha prole com você.

Ela riu.

— Quantos você quer?

— Seis — respondi rapidamente.

— Seis? — Ela parou de andar.

— Não faço ideia por quê. Mas pensar em você grávida mexe comigo. Estou ficando excitado só de imaginar isso.

— Você realmente precisa de ajuda. Acho que pode ser viciado em sexo.

— Eu seria o primeiro viciado em sexo que não transa há mais de dois anos.

Ela olhou para mim com sinceridade.

— Desculpa. Deve ser difícil.

— Quando olho para você com esse biquíni, com certeza é.

— Você se... Você sabe.

— O quê?

— Você sabe.

— Não sei, não. — Com certeza sabia.

— Você sabe... Se cuida.

— Se tomo banho e corto o cabelo? Sim, eu me cuido. Até faço exercícios.

Ela riu.

— Você quer que eu diga, não é?

— Nada me faria mais feliz, princesa.

Chegamos ao meu quarteirão. Eu estava segurando sua mão esquerda, mas ela se virou e caminhou para trás, segurando os meus dedos nos dela. Ela inclinou a cabeça para o lado quando falou:

— Você se masturba, Edward?

Porra. Eu adorava até mesmo ouvi-la falar aquilo.

— Sim. Na verdade, muitas vezes nos últimos tempos. Tudo o que tenho que fazer é sentir seu cheiro e pronto. Meu pau fica duro. Eu estaria com as bolas azuis se não me masturbasse.

— Sinto muito.

Puxei-a para mais perto de mim.

— Quer saber de outra coisa?

Ela mordeu o lábio, mas assentiu.

— Tudo valerá a pena quando eu estiver dentro de você de novo, princesa.

Entramos em casa, e eu a deixei tomar banho primeiro.

Após o dia na praia, eu tinha areia em lugares que não deveria. Enquanto ela estava no chuveiro, liguei o som, coloquei duas Coronas no freezer para gelar e talvez tenha dançado com um cabrito. Ouvi o som fraco da voz de Bella entre os versos.

— Edward?

O banheiro ficava no quarto principal. Respondi pela porta entreaberta:

— Tudo bem aí?

— Esqueci de pegar uma toalha. Tem alguma aqui?

A água ainda caía do chuveiro.

— Não. Estão no armário aqui fora. Vou pegar uma para você.

Escolhi a toalha mais macia e feminina que pude encontrar. Sem pensar, abri a porta. O chuveiro tinha box de vidro. Ele estava embaçado por causa do vapor, mas eu ainda podia ver sua silhueta sexy. Ela estava de costas, proporcionando-me uma visão incrivelmente fantástica de sua deliciosa bunda. Eu não conseguia me mexer. Minha força de vontade estava se esvaindo rapidamente.

Quando ela se virou e me pegou olhando, não fez esforço para se cobrir. Em vez disso, ela estendeu a mão e começou a lavar os seios.

Incrível.

Dei um passo em direção ao chuveiro, mas parei em seguida. Com a porta do banheiro aberta e o ar fresco entrando, o vapor estava ficando mais espesso nas portas do box.

— Princesa... — Não sabia se aquilo tinha sido um gemido ou um apelo. — Prometi não te tocar.

Eu mal podia ouvir suas palavras, sussurradas sob a água que caía do chuveiro.

— Eu sei. Pensei que talvez... você quisesse que... eu... — Ela fez uma pausa. As barreiras estavam desmoronando. Ela estava ultrapassando os limites. E foi a coisa mais sexy que já vi na vida. Ela disse a última frase mais alto e com mais convicção. — Pensei que talvez você quisesse ver eu me tocar.

Lá estava ela. Minha garota linda, doce e safada.

— Ah, linda. Eu poderia ficar cego depois de te ver e sentir como se não tivesse perdido nada na vida. Você vai me deixar ajudar? Vou te dizer o que quero que faça, e você me diz o que quer que eu faça. Dessa forma, estaremos juntos nessa. Tudo bem?

Ela assentiu.

— Isso é bom, linda. Bom pra caralho. Você quer que eu bata uma enquanto te olho?

— Sim.

Tirei o short e fiquei diante dela. Mesmo que eu não estivesse totalmente ereto, teria ficado depois de ver a maneira como ela estava me olhando. Seus olhos estavam colados no meu pau. Eu os observei seguirem minha mão enquanto eu o acariciava lentamente para cima e para baixo.

— É isso o que você faz comigo. Todos os dias. Sonho em estar bem fundo dentro de você. Em seu coração e em seu corpo. Quero chupar esses mamilos lindos que você está tocando. Puxá-los com dentes até que a dor dispare através de cada nervo do seu lindo corpo. — A cabeça de Bella caiu para trás enquanto ela começou a relaxar com a minha voz e seu próprio toque. Suas mãos, que estavam girando suavemente ao redor dos mamilos, diminuíram a velocidade quando eu a vi apertá-los. — Mais forte. Aperte mais forte.

Ela obedeceu, e seus lábios se separaram quando ela sentiu uma fisgada lá embaixo.

— Abra um pouco suas pernas. — Sem hesitação, ela fez o que pedi. — Quero te deitar na minha cama e lamber cada centímetro seu até que você mal consiga respirar. Aí vou querer te ouvir implorar pelo meu pau. Vai fazer isso, Isabella? Vai implorar por mim?

— Sim. Vou implorar por você.

— Faça isso agora. Diz que quer meu pau, e te deixo colocar os dedos dentro de você.

Sua mão começou a viajar meticulosa e lentamente por seu corpo. Tive que me esforçar para ouvir sua voz.

— Sonho com você dentro de mim de novo. A forma como você se enterrava em mim, como se não conseguisse estar perto o suficiente. Por favor. Sinto falta de você dentro de mim. — Sua voz era irregular e sua mão tremia enquanto pairava sobre sua intimidade maravilhosa.

— Passe os dedos por seu clitóris. Mas não os coloque dentro ainda. Eu irei dizer quando você puder fazer isso.

Seu corpo estava levemente bronzeado, e suas bochechas estavam coradas de excitação. A imagem diante de mim era melhor do que qualquer coisa que eu poderia ter imaginado. Acariciei meu pau cada vez mais rápido. Estava ficando difícil falar. Dei dois passos para mais perto do chuveiro. Tive que me controlar muito para não abrir a porta. Mas eu precisava, pelo menos, estar mais perto para ouvir sua respiração irregular.

— Por favor, Edward.

Fiquei louco por saber que ela estava disposta a implorar por mim. Que ela me queria dentro dela tanto quanto eu desejava me afundar no seu corpo.

— Deslize dois dedos para dentro. Mantenha os olhos fechados e finja que sou eu. Sinta meu pau dentro de você.

Quando seus dedos desapareceram, não pude mais me segurar. Levou menos de dois minutos – ela tirava e colocava os dedos tão rápido quanto eu acariciava meu pau. Sua boca se abriu, e eu sabia que ela estava começando a gozar.

— Edward...

— Goza, linda. Goza comigo. — Vê-la se desfazer diante dos meus olhos foi a coisa mais espetacular do mundo. O gemido enquanto ela dizia meu nome e chegava ao orgasmo foi puramente erótico.

Demoramos algum tempo para recuperar o controle de nossas respirações. Por fim, o corpo de Bella ficou mole, e ela se encostou na parede do chuveiro. Ela não abriu os olhos quando eu desliguei a água. Eu a peguei no colo e a levei para minha cama. Deitando atrás dela, entrei embaixo do lençol com cuidado para não me pressionar contra seu corpo. Isso seria quebrar as regras. E por mais estranho que fosse, eu estava saciado por ora.

Menos de quinze minutos depois, ela murmurou as palavras "sinto muito" antes de cair no sono. Adormeci logo depois disso, aliviado e contente pelo fato de a mulher que eu amava estar dormindo ao meu lado, na nossa cama.

Infelizmente, o sentimento se foi na manhã seguinte quando acordei. E não demorou muito para descobrir por quê.


Meus amores, estamos em reta final (que triste!). Temos mais 3 capítulos apenas. Portanto, não fraquejemos nesses últimos dias! hahaha

Nanda Soares: SIM, vocês merecem! Seu pedido é uma ordem e aqui está o capítulo fresquinho rs

CarlieRCullen: TO VENDO ESSAS REVIEWS AI MOCINHA, MANDA MAIS PRA TIA PORQUE TO SUPER FELIZINHA AQUI!