.

CAPÍTULO VINTE E OITO


Imagine ir do ápice de felicidade até o fundo do poço. Pela primeira vez, percebi exatamente como Isabella deve ter sentido no momento em que acordou e descobriu que eu a havia abandonado no hotel em Las Vegas.

Ela tinha ido embora. Assim como Pixy.

O sol da manhã entrou no loft. Meu coração acelerou quando um pedaço de papel branco no balcão da cozinha chamou minha atenção. Desdobrando-o, esfreguei meus olhos, ainda sonolentos, para ler o que estava escrito com clareza.

Edward,

Ontem foi mais do que incrível, mas me deixei levar. Isso provou mais uma vez que não consigo controlar a atração que sinto por você. Mas eu ainda estou com Jacob, e isso não é justo com ele. Eu não queria arriscar ficar mais um dia. Tenho certeza de que não posso mais resistir a você fisicamente.
Sinto muito. Sei que te prometi o fim de
semana inteiro, mas só estou tentando fazer a coisa certa.

Rasgando a carta e jogando-a longe, gritei:

— Porra. — Minha voz ecoou pela cozinha vazia.

Então era isso? Ontem foi minha última chance de causar uma boa impressão antes que ela tomasse uma decisão, e a última coisa que fiz foi me masturbar antes de cair no sono? Depois de tudo, era assim que as coisas iam terminar?

Parabéns, Cullen. Como diabos ela conseguiu ir tão rápido para Temecula com um cabrito? Ela devia ter bolado um plano alternativo antes mesmo de concordar em vir. Provavelmente Bella tinha uma locadora de carros à espera. "Edward colocou o pau para fora, pode vir me buscar agora!"

Desesperado, encostei os cotovelos contra o balcão e esfreguei as têmporas. Fiquei me perguntando se deveria ligar para ela, mas decidi que por enquanto não o faria. Era a primeira vez desde que voltara para sua vida que eu não tinha uma estratégia. Honestamente, eu não sabia o que fazer.

Alice chegou duas horas depois que liguei para avisá-la que Bella havia ido embora. Percorrendo o loft, passei as mãos pelo cabelo.

— Estou pensando em voltar a Temecula hoje à noite.

— Não vá.

— Não?

— Não. — Ela colocou as mãos em meus braços para me impedir de andar de um lado para o outro. — Olha, eu realmente gosto dela. Espero que dê certo, mas você fez tudo o que podia para mostrar como se sente. É hora de recuar e dar o espaço que ela precisa para chegar à conclusão certa. De que você é o cara certo. Pude ver nos olhos dela o quanto ela ainda se importa com você. Ela estava chorando, pelo amor de Deus. A única coisa que a segura é o medo de se machucar.

— E se ela deixar o medo ganhar e ficar com o babaca do Jacob?

— Então você terá que esquecê-la.

Eu conseguiria esquecê-la? Não me imaginava querendo alguém da mesma maneira ou com a mesma intensidade de novo. Mas, se ela o escolhesse, eu sabia que teria de tocar a minha vida. Mais cedo ou mais tarde, teria que sair com outras mulheres e finalmente acabar com o celibato de dois anos.

Alice abriu um pacote dos meus biscoitos favoritos e encheu dois copos de leite. Como era impossível comprar nossa marca favorita aqui, ela tinha uma amiga em Melbourne que os enviava em grande quantidade. Mergulhei um dos biscoitos cobertos de chocolate no copo e dei uma mordida enquanto falava com a boca cheia.

— Como vou ficar em Hermosa Beach sabendo que, se ela decidir se mudar com ele, posso nunca mais vê-la de novo? Ele vai embora em questão de dias.

Alice parecia confusa.

— Quão rápido ela pode se mudar para Boston? Não teria que vender a casa e se livrar das coisas todas?

— A casa é alugada, e ela mencionou que a maioria dos móveis estava lá quando se mudou. O maior problema será transportar nosso cabrito.

— Você percebeu que disse nosso cabrito? Como se ele fosse seu também?

— Merda. Quis dizer o cabrito dela.

Alice sorriu com simpatia.

— Não, você não quis.

— Você está certa. Não quis mesmo.

Naquela noite, depois que Alice voltou para a casa de Jasper, a raiva começou a sobrepor todas as outras emoções. Mandei uma mensagem para Bella.

Edward: A caça chegou ao fim. Estou dando o espaço que você quer. Se precisar de mim, sabe onde me encontrar.

Ela mandou uma curta resposta.

Bella: Obrigada.

Eu estava muito orgulhoso de mim mesmo nos primeiros dias da semana seguinte. Não liguei nem mandei mensagens para Bella e me mantive ocupado em casa, em Hermosa Beach, trabalhando em um novo projeto de arte com material reciclado e cuidando de algumas coisas da casa. Mesmo que estivesse ocupado, no fundo, estava extremamente infeliz.

Era difícil não entrar em contato com ela, mas eu estava seguindo o conselho da minha irmã, mantendo distância na esperança de que Bella tomasse a decisão certa por conta própria. Quando o fim de semana se aproximou, o comecei a ficar impaciente. Uma noite, enquanto tentava, sem sucesso, me distrair com um episódio de Top Gear, fui impulsivo. Quebrei a promessa e lhe mandei uma mensagem de texto.

Edward: Está por aí?

Bella: Estou, sim.

Edward: Oi.

Bella: Desculpe não ter entrado em contato.

Edward: Tudo bem. Fiquei longe de propósito para que você pudesse esfriar a cabeça.

Bella: Você está em Temecula?

Edward: Não. Não há nada para mim aí além de você, e estou te dando espaço. Minha casa é aqui. Embora ela não pareça mais inteira depois que você foi embora.

Bella: Sinto muito que você tenha se arrependido de me levar aí.

Edward: A única coisa que lamento é não ter aberto a porta do chuveiro, princesa.

Ela não respondeu de imediato. Alguns minutos depois, meu telefone vibrou.

Bella: Obrigada por não a ter aberto.

Edward: Você ainda estaria aqui se eu tivesse aberto.

Bella: Acha mesmo?

Edward: Você teria dificuldade para andar, mas ainda estaria aqui.

Bella: Entendo.

Ela não respondeu mais nada, então escrevi novamente.

Edward: Você está bem?

Aubrey: Sim. Não posso escrever mais. Prometo te ligar no fim de semana.

Edward: Ele está aí com você?

Bella: Sim.

O ciúme me atingiu como uma tonelada de tijolos. Ouvi aquela voz que soava terrivelmente parecida com a da minha mãe. "Levante daí e vá buscar a sua mulher!" De repente, a ficha caiu. O que estava me mantendo ali? Orgulho? Foda-se o orgulho. Ela era tudo o que importava. Consegui-la de volta era o mais importante.

Eu não estava bem. Isso não estava certo. No fundo, eu sabia que ela me amava. Podia ver isso em seus olhos. Ela só estava com medo de se machucar de novo. Ficar longe só estava fazendo com que ela continuasse distante. Se eu tivesse que seguir em frente, com certeza não seria sem uma briga. Eu precisava estar perto dela.

Mudança de planos.

Entrei na caminhonete e peguei a estrada em direção a Temecula. O caminho estava deserto, então dirigi a cerca de cento e trinta quilômetros por hora. O plano era passar a noite no hotel e estar pronto e bem-disposto logo cedo para o que quer que o dia me reservasse.

Eu não tinha certeza do que o amanhã traria. Só sabia que estaria com ela até o fim, independentemente de como tudo isso acabasse.

Estou indo com tudo, princesa.

Liguei o rádio em uma estação de música instrumental e a ouvi durante a viagem toda. Meus nervos não conseguiam lidar com mais nada. Era tarde quando finalmente cheguei ao hotel. Por algum milagre, adormeci. Eu queria estar estacionado na Jefferson no começo da manhã para comprar seu café. Não poderia estar mais ansioso.

O dia seguinte começou normalmente. A agitação fora do prédio onde Bella trabalhava era como de costume. Quando cheguei ao Starbucks para comprar seu café da manhã, tornou-se bem claro que não era uma manhã comum.

— Bom dia, Angie.

— Edward. Pensei que tivesse ido embora.

— Já voltei.

— Estou surpresa.

— Por quê?

— Você não sabe?

— Sei do quê?

— O último dia da Bella foi ontem. Ela veio se despedir.

O quê?

— Ela não está mais aqui?

— Não. Sinto muito. Achei que vocês agora fossem amigos e que você soubesse que ela havia se demitido.

— Amigos. Sim. Nós somos amigos. Ela deve ter se esquecido de comentar isso. Ela disse para onde estava indo?

— Só disse que tinha se demitido e que não nos veria mais todas as manhãs.

Passando a mão no queixo, olhei para o nada, tentando absorver a notícia.

Angela interrompeu meus pensamentos:

— Posso te servir alguma coisa?

Sem nem prestar atenção, falei:

— Claro. Um latte desnatado com três jatos de baunilha, pouca espuma e muito quente.

— Vai tomar a bebida da Bella?

— Hum... sim. — Eu nem percebi o que tinha pedido. — Por que não? — Dei de ombros. — Pelos velhos tempos.

Enquanto me sentava na mesa de canto, girando a bebida no copo, tentei me convencer de que sair do emprego e não me contar não significava necessariamente que ela tinha decidido se mudar para Boston com Jacob. Eu poderia ter enviado uma mensagem para ela, mas uma parte minha não estava pronta para a resposta. Talvez ela só tivesse decidido sair por saber que o escritório iria fechar. De qualquer maneira, essa provavelmente seria a minha última ida ao Starbucks que serviu como pano de fundo para o meu tempo com Bella. Eu não passaria mais as manhãs seguindo-a na Jefferson se ela não trabalhasse mais aqui. Tirei todo o dinheiro de dentro da carteira e enchi o pote de gorjeta com cem dólares.

— Obrigado, galera. Agradeço a ajuda durante todas essas semanas.

Angela arregalou os olhos.

— Uau, obrigada. Você não vai voltar?

— Acredito que não.

Quando parei na casa de Isabella, a primeira coisa que chamou minha atenção foi uma placa branca e azul no gramado. Meu coração começou a bater furiosamente.

Que porra é essa?

Quando me aproximei, vi o que estava escrito: Aluga-se.

Meu coração afundou. Pegando a minha chave, corri para a porta da frente e a abri. A tigela de água do Carré ainda estava na cozinha, mas vazia. Nenhum sinal do cabrito. Todos os móveis estavam no lugar, mas parecia que todos os pertences de Bella tinham sumido. Eu estava praticamente voando pela casa. Uma olhada no seu quarto também confirmou o pior: todas as roupas do seu armário também tinham sumido. Sentado em sua cama e olhando ao redor do quarto, a ficha estava começando a cair. A adrenalina bombeava pelo meu corpo.

Acalme-se, Edward.

Atordoado, voltei para o sol escaldante. Abri o galpão e comecei a guardar meu equipamento de jardinagem na traseira da caminhonete. Foi quando ouvi um apito. Ao me virar, percebi que era a vizinha de Bella, Lauren. Ela estava correndo para encontrar o carteiro e carregava uma caixa marrom.

Ela caminhou em minha direção, arrastando os chinelos no chão. Estava com bobes no cabelo e seus lábios estavam delineados de qualquer jeito com lápis rosa, mas sem batom.

— Ei, gostosão.

Tentando agir de maneira amigável, apesar do meu mau humor, respondi:

— É bom te ver de novo, Lauren. O que tem na caixa?

— Quem sabe? Peço coisas enquanto durmo e nem me lembro. — Ela bufou.

— Ah, isso mesmo. Os quatro aparelhos mágicos. Você deu um a Bella.

— Quer um? Troco por um passeio no seu cortador.

— Não, obrigado. Estou me aposentando do negócio de jardinagem a partir de hoje.

— Porque Isabella foi embora?

Meus olhos encontraram os dela.

— Sabe para onde ela foi?

— Não tive chance de falar com ela, mas a vi sair com o namorado ontem. Bella estava lá dentro arrumando a mudança. Perguntei a ele o que estava acontecendo, e ele disse que estavam se mudando para Boston. E então vi a placa de "aluga-se" hoje de manhã.

Meus ouvidos pareciam estar queimando.

— Ah, é?

— Sim.

Não conseguia me lembrar o que disse a Lauren depois disso. Nem sequer me lembro da volta para o hotel. Achei que me sentiria irritado ou confuso, mas estava só entorpecido.

Segurando o telefone enquanto me sentava na cama, quis mandar uma mensagem para Bella, mas, quanto mais eu pensava nisso, menos a ideia parecia boa. Se ela realmente estivesse se mudando para Boston, nem se incomodou em me dizer que tinha tomado sua decisão. Ela já estava lá? Será que ela ia mesmo me ligar no fim de semana como prometera? De repente, o entorpecimento desapareceu e a raiva tomou conta.

Peguei a carteira e fui para o bar. Não queria sentir as emoções de perdê-la. Não queria sentir nada aquela noite. As palavras saíram amargas da minha boca.

— Uma bebida, Tanya.

Tanya ficou absolutamente chocada ao me ver sentado no meu lugar habitual.

— Não achei que veria você de novo, australiano.

— Bem, vim me despedir. Vou embora amanhã e não volto mais.

Percebendo que eu precisava beber, ela serviu minha bebida mais rápido que nunca.

— O que aconteceu?

Tomei um gole e bati o copo no balcão.

— Acabou.

— De verdade? Acabou? Isabella ficou com Jacob?

— Sim. Fui até a casa dela hoje e estava vazia. Tem uma placa de "aluga-se". O idiota disse à vizinha que Bella ia para Boston com ele.

— Você está de brincadeira comigo, né?

— Fim da história.

— Então ela nem teve a decência de contar a você?

— Decência ou coragem, não sei qual das duas.

— Como foi a última conversa entre vocês?

— Fiquei em Hermosa Beach por um tempo. Ela acha que ainda estou lá. Ela deveria me ligar no fim de semana. Decidi voltar e ver como estavam as coisas. Agora sei o que ela planejava me dizer quando ligasse.

— Sinto muito.

— Não é culpa sua.

— Eu realmente esperava que as coisas dessem certo entre vocês. Você merecia um final feliz.

— Podemos parar de falar sobre isso? Sobre ela? — Engoli em seco como se fosse doloroso.

— Ok. Como quiser.

Tanya colocou uma bebida após a outra na minha frente. Ela sabia que eu não estava com vontade de falar, então me deixou quieto. De repente, ela se recusou a me servir mais. Deitei a cabeça no balcão enquanto ela limpava as mesas. O bar estava quase fechando. Eu não tinha ideia de que horas eram. O som da televisão e de alguns clientes conversando estava abafado.

Ela me bateu no ombro.

— Vamos, grandão. Vou te levar para o hotel.

Entrei no Prius vermelho de Tanya e apoiei a cabeça no banco com os olhos fechados. Eu ainda estava um pouco bêbado, mas começando a ficar sóbrio. Provavelmente teria que beber até morrer para chegar ao nível de embriaguez necessário para esquecer esse dia. Então, de certa forma, estava chateado com Tanya por se recusar a me servir mais álcool, mas ao mesmo tempo grato por cuidar de mim.

Ela me levou até meu quarto em silêncio. Deitado na cama, cruzei os braços e fechei os olhos. Quando os abri, Tanya havia desaparecido. A torneira estava aberta e percebi que ela estava no banheiro.

Fechei os olhos novamente. Desta vez, quando os abri, Tanya estava de pé junto à cama. Ela tinha soltado o cabelo, que geralmente ficava preso em um estilo retrô. Também estava sem o batom vermelho pesado que usava. Mas o que chamava mais a atenção era o fato de que ela tinha tirado toda a roupa, exceto o sutiã e a calcinha de renda. Seus seios estavam quase escapando da lingerie, e a calcinha mal cobria seu traseiro curvilíneo.

Minha voz parecia sonolenta.

— O que você está fazendo?

— Lembra do que falamos? A oferta ainda está de pé. Deixe que eu te ajude a esquecer tudo. Sem compromisso, Edward. Só você, eu e uma transa muito boa.

Senti um espasmo em meu pau, incapaz de controlar a reação natural a essa proposta.

— Tanya, não precisa.

— Eu quero. Meu Deus, Edward, quero muito. Você não tem ideia do que faz comigo.

Merda.

Antes que eu pudesse formar palavras, ela se sentou no meu colo, esfregando-se contra meu pau meio duro.

— Acho que você está pronto para mim — ela murmurou contra meus lábios.

Ela me beijou, e eu retribuí, um pouco relutante, sem saber se aceitava a oferta ou a empurrava para longe de mim.

— Você tem camisinha? — ela sussurrou.

— Não.

— Certo. Não precisa se preocupar. Estou tomando anticoncepcional e estou limpa.

Tanya tirou minha camisa enquanto eu fechava os olhos novamente. Ela estava beijando meu peito quando minha mente embriagada imaginou que era Bella.

Bella.

Bella.

Bella.

Tanya me empurrou gentilmente para trás. Ela começou a abrir a fivela do meu cinto enquanto eu me deitava. Quando meu pau saltou livre no ar frio e ela começou a me acariciar, percebi que ela estava prestes a colocá-lo na boca. Algo muito forte dentro de mim gritou "Não faça isso".

Virei o corpo de repente, antes de subir a cueca. Levantei e fechei a calça. Passando a mão pelo cabelo, olhei para o chão e balancei a cabeça.

— Não posso fazer isso. — Pegando a camisa e deslizando-a sobre a cabeça, eu disse: — Desculpe.

Com as mãos nos quadris, Tanya mordeu o lábio inferior e assentiu, compreensiva.

— Tudo bem, australiano.

— Não é você... É que...

— Ela. Eu sei.

— Não estou pronto para...

Ela falou mais alto:

— Você não precisa explicar, Edward.

Tanya parecia triste. Eu odiava magoá-la, mas transar com ela não seria o certo.

— Vou me vestir e ir embora, ok?

— Você não precisa ir.

— Preciso, sim.

Depois que vestiu a roupa, Tanya veio até onde eu estava e me beijou suavemente na bochecha.

— Um dia ela vai acordar e vai se arrepender. Espero que, quando isso acontecer, você já tenha encontrado a mulher da sua vida, porque não é ela.

— Obrigado, Tanya. Obrigado por tudo.

— Por favor, volte algum dia quando a sua cabeça estiver nos trilhos novamente, tá, australiano? Quero saber que você está feliz.

— Prometo que volto.

E então Tanya foi embora.

Excitado, fui para o chuveiro. Deixando a água morna cair sobre mim, coloquei xampu na mão e segurei meu pau, deslizando-a para cima e para baixo. Apesar de todo o esforço para tirá-la da cabeça, eu só conseguia pensar em Bella enquanto me acariciava. Visões dela esfregando o clitóris enquanto nos masturbávamos juntos no banheiro permearam meu cérebro. Me masturbei com mais força e me imaginei dentro dela. Quando gozei, meus pensamentos estavam ficando fora de controle. Me inclinei contra a parede, tomado pela emoção enquanto o orgasmo me estremecia.

Porra, Isabella.

Porra.

Eu te odeio.

Eu te amo.

Eu te odeio.

Eu te amo.

Merda.

Ainda te amo muito.


Um cara desses e ela me faz isso... A fic acaba esta semana, pessoinhas. Na quarta-feira vou postar o penúltimo e, sejam boazinhas nas reviews, sábado já posto o prólogo. Sofrendo por antecipação aqui por mais um final que se aproxima.

Bella está à caminho de Boston? Tanya vai reaparecer? Edward vai ganhar a garota ou o Jacob vai mantê-la? kkkk