Parte 3: Sou Sua


Depois do enterro, os pais de Usagi levaram Rei até em casa para ela poder se preparar. Usagi se ofereceu para ajudá-la a arrumar suas coisas e acompanhá-la até em casa.

Era muita coisa que Rei guardava e com certeza o trabalho não seria fácil. Ela agradecia por Usagi estar lá para lidar com tudo. Começaram primeiro com as roupas.

As duas decidiram separar em 2 pilhas as roupas e objetos em geral: uma pro que ficaria e outra do que iria pra doação.

Várias das coisas Rei até tinha pena de dar embora, mas sabia que não teria espaço pra tudo, de modo que resolveu manter só que era de mais estimado, tipo seus álbuns de fotos. Usagi viu algumas das fotografias, uma de quando Rei era bebê, uma outra nos braços de seu pai e de quando ganhou seu primeiro quimono de miko do avô.

Rei via algumas das fotos com um misto de alegria e melancolia, tendo um pouco de vontade de chorar, mas o simpático olhar de Usagi logo lhe pôs um novo ânimo e assim as duas voltaram ao trabalho.

Das roupas que Rei separou para doar, Usagi reparou que estava a roupa de miko.

"Rei. Vai mesmo dar embora seu quimono?"

"Creio que sim. Sem o vovô, não acho que possa prosseguir com o ofício de sacerdotisa."

"Mas Rei. Você sempre soube fazer bem isso. Quando procuravam alguém especializado em resolver problemas de aura ou espírito, era você a mais requisitada. Conseguia ser até melhor que o vovô." Usagi dizia com entusiasmo enquanto lhe colocava a mão em seu ombro.

"É, sim, mas..." Rei citou com um gaguejo.

"E depois, sei que o vovô ficaria em paz sabendo que tudo que ele ensinou ainda vive em sua adorada e linda netinha. Sem falar que sempre te achei linda nesse quimono."

"Tá bom, Usa-chan. Só porque está pedindo, vou ficar com ele e seguir com meus ensinos, desde que não se importe de eu praticar minhas meditações e ensinos no seu quarto."

Usagi logo voltou sua atenção a pilha de doação e reparou em outra coisa. Apanhou a peça e exibiu a Rei.

"Olha, Rei. Não me diga que vai dar isto embora, também."

"Esse também vai." Ela logo falou um tanto sem-graça. "Acho que não combina mais comigo. Sabe, ganhei uns quilinhos, está meio desbotado, e...bem..."

"O que que é isso, querida. Você está muito bem. E estou certa de que ainda combina em muito. Você é a garota mais estilosa que conheço e qualquer coisa lhe fica ótima, e com certeza isto fica."

Rei pegou a peça e olhou-a por alguns segundos.

"Vai, Rei-chan. Veste pra eu ver. Por mim."

Sendo que não tinha saída para aquela expressão de suplica que só sua Usagi sabia mostrar, e com um leve suspiro, Rei pegou a veste e levou-a para fora do quarto.


Quando voltou, Usagi não tinha palavras para a estonteante visão que contemplava.

Rei de fato estava linda com aquele maiô tomara-que-caia vermelho e laranja que Usagi já a vira tantas vezes e não importava o quando a tivesse visto nele, ainda lhe caia naquelas curvas bem feitas de seu corpo.

Vendo que sua melhor amiga mostrava certas intenções, percebidas apenas no seu olhar, que misturava inocência e malícia, Rei foi se aproximando dela bem devagar.

"Bem, Usa-chan. Vesti o maiô como pediu, e imagino que quer mais alguma coisa, certo?"

Uasgi não conseguia esconder a verdade dela, pois o rubor do seu rosto já entregava.

"Ok, agora é minha vez de pedir-lhe algo. Tire toda a roupa."

Apesar de certa hesitação, Usagi fez o que Rei diz e começou a despir-se lentamente, até ficar totalmente nua diante dela.

Rei poucas vezes viu sua adorável Usagi totalmente à vontade e cada vez que a via, seu corpo esquentava de paixão, e tão logo Usagi tirou sua última peça, Rei a conduziu até a cama e a sentou.

Usagi estava sentido um forte calor quando Rei se ajoelhou perante ela e começou a lamber sua clitóris.

O fulgor aumentava conforme os gemidos de Usagi se expandiam e Rei lambia mais a fundo.

"Oh, Rei, Rei. Não para. Tá tão gostoso. Que tesão. Adoro sua língua embaixo."

Tudo isso só aumentava mais a vontade da amiga, que esfregava as mãos nos seios cobertos pelo tecido do maiô. Agora ela entendia o por quê dela a achar tão gostosa naquela roupa de banho.

"R-Rei. Não t-tô aguentado. É muito gostoso. Eu vou...eu vooou...GOZAAAAR.'

E num estouro, o rosto e o maiô de Rei ficaram cobertos de gozo. Mesmo pega de surpresa, não deixava de sentir tamanho prazer do que havia experimentado. Logo ela se levantou e abraçou-a.

"Muito obrigada, querida. Depois do que passei hoje, precisava aliviar a tensão. Eu te amo, minha coelhinha linda. Eu te amo."

"Também te amo, minha cabecinha quente. E estou feliz de podermos, de hoje em diante, estarmos juntas." Usagi respondeu com um sorriso exaustivo.

Mesmo estando feliz, Rei ainda estava tensa com uma dúvida. "Mas...como ficam seus pais? Será que eles iriam nos aceitar desse...jeito?"

"Eu sei, meu bem, mas estou certa que vão entender. Só temos que falar na hora certa."

"Então você compreende que, por hora, precisamos manter segredo disso? É importante sermos discretas."

"Certo, Rei. Concordo com você." E trocando um beijo rápido, Usagi olhou para o corpo melado da amante. "Você então...vai ficar com o maiô?"

"Sim, e se gosta tanto dele, vou usá-lo apenas para você, minha linda."

"Que bom. Acho que...deveríamos continuar a embalar as suas coisas, não acha?"

"Ah. Temos tempo para isso. Que tal mais uma? Só que agora, é a sua vez de usar a língua. E tô tão ansiosa para senti-la." Dizendo de modo tão sedutor e esfregando a língua nos lábios, Rei abaixou a parte de cima do maiô, expondo seus belos seios, enquanto afastava a parte de baixo, mostrando a clitóris.

Rei e Usagi tocaram-se pelos lábios, esfregando-os e lambendo-os sensualmente ao mesmo tempo que juntavam seus seios pelos mamilos eretos. Era uma sensação que ambas ansiavam há tempos repetir, cujos pensamentos estavam eram de ficarem uma com a outra e nada mais.

"Eu te amo, Rei-chan. Quero ser só sua."

"E eu aceito, minha Usagi. Também te dou a mim mesma, e a mais ninguém."


Nota: de todas as Sailors, Rei para mim é a que melhor fica bem de maiô, especialmente aquele vermelho e laranja.