Capítulo 8 - Kakashi em dobro
Sakura acordou entre os braços de Kakashi que ficou a maior parte da noite zelando e vigiando o acampamento. Depois de tudo que a rosada passou merecia uma noite inteira de sono. Kakashi, mesmo dentro da barraca, conseguia perceber a movimentação ao redor.
- Kakashi, nós fomos displicentes. Dormimos e não nos revezamos.
- Fica tranquila, eu estava de olho em tudo.
Sakura ficou envergonhada por ter deixado aquela responsabilidade somente nas costas dele.
- Você não dormiu? – perguntou preocupada.
- Fica tranquila. Está tudo bem – disse sorrindo por baixo da máscara preta.
- Bem, então, vou preparar alguma coisa para nós comermos.
- Certo, depois precisamos ver as recomendações que Tsunade-sama nos deixou.
- Hai. – ela abaixou a máscara de Kakashi e deixou-lhe um sonoro beijo nos lábios. Ele sorriu e novamente encobriu a face.
Enquanto Sakura preparava alguma coisa para comerem, ele pegou a caixa de madeira e o pergaminho que a Hokage havia lhes entregado com as instruções.
A medida que lia o conteúdo da mensagem foi arregalando os olhos, escandalizado, tendo em vista que aquelas recomendações eram um pouco diferentes das que a loira havia dado pessoalmente.
- O que houve, Kakashi?
- Acho melhor você mesma ler para não achar que eu estou brincando.
Sakura pegou o pergaminho e começou a ter a mesma reação de Kakashi. Olhos arregalados e boca entreaberta.
- Então, devemos nos disfarçar de recém casados, comerciantes ambulantes de remédios, para obter as informações sobre a plantação de alucinógenos e os nomes dos envolvidos?
- Eu adorei a ideia dos recém casados. – Kakashi riu animadíssimo.
- Estou vendo.
- Assim, nós já treinamos. – a agarrou pela cintura a mordendo o lábio inferior mesmo por cima da mascara.
- Engraçadinho. Bem, você terá que memorizar os remédios.
- Isso é fácil!
- Ah é, esqueci que meu sensei é o copy ninja.
- Bem, a partir de agora somos Aki e Yuri Natsune e devemos tingir os cabelos, colocar lentes de contato para mudar a cor dos olhos e assumir personalidades diferentes.
- Nunca tingi meus cabelos. – ela disse – Acho que será interessante.
- Sim, tem aqui uma tinta vermelha e outra castanho bem escura, daquelas que saem com um produto específico. E eu devo pintar o rosto por conta da cicatriz e você disfarçar o losango na testa com maquiagem.
- Certo. Mas e a máscara?
- Aí, minha deliciosa esposinha, vem o porquê de eu não tira-la quando sou Kakashi. Agora que sou Aki não preciso dela.
- Oh, interessante. Vai ser mais fácil pra beijar. – ela riu divertida - Nunca participei de missões assim.
- Espero que consigamos ter toda essa informação dentro do próximo mês. Depois devemos nos apresentar ao daymio e escolta o líder para a Vila dos Cereais.
- E lá eu devo aplicar os venenos e os antídotos no príncipe.
- É uma missão comprida, devemos ficar fora por uns três meses.
- Se não mais...
- Agora minha recém esposinha linda, vou te agarrar. – ele deu um bote bem rápido, derrubando-a no chão, ela riu contagiosamente. – Acho que essa parte da missão é a melhor. Vou agradecer a Tsunade-sama imensamente.
- Deveria ser somente um disfarce. – Sakura o atiçou.
- Mas pra que nos deter a pequenos e insignificantes detalhes quando o disfarce pode se tornar verdade.
Grunhiu e beijou-a vorazmente até quase deixa-la com os lábios inchados.
O plano seguiu, queimaram o pergaminho, Kakashi memorizou todos os remédios, os componentes que eles tinham e para que serviam. Ficariam dentro de uma caixa de madeira que ele carregaria nas costas.
Havia roupas apropriadas para ambos e resolveram tingir os cabelos para começar o disfarce logo ali, aproveitando que tinham uma fonte termal para facilitar.
- Nossa, Kakashi... quer dizer Aki-kun, que diferente você fica com os cabelos castanhos... Fica gato do mesmo jeito. Mas prefiro o tom natural. Engraçado, me lembra um pouco aquele fotógrafo da ANBU de quando éramos pequenos.
Ele somente riu com o canto dos lábios não dizendo mais nada sobre isto. Talvez um dia contasse.
- Digo o mesmo de você. Adoro-os rosa como são naturalmente. Mas você fica linda de qualquer maneira.
Vestiram suas novas roupas e seguiram para a Vila do Lírio.
Era um lugar bastante úmido e chovia quase em tempo integral. O frio úmido era algo que incomodava. O vilarejo era muito simples e as pessoas que viviam nela eram extremamente trabalhadoras, no entanto, nada muito hospitaleiras. Extremamente desconfiadas com forasteiros fechavam as portas ou ignoravam o casal a medida que chegavam ou quando lhes pedido alguma informação.
Depois de muito barganhar e quase implorar, conseguiram alugar uma pequena casa para começar o trabalho de espionagem.
Havia um terreno pequeno onde Sakura e Kakashi fizeram uma pequena estufa para começarem a cultivar uma tímida horta para as ervas medicinais. Era razoavelmente rápido o plantio e demoraria em média um mês para conseguirem os primeiros brotos. Isto na verdade, era mais para dar credibilidade à história de serem farmacêuticos e vendedores ambulantes, imaginavam terminar a missão antes, não iriam precisar na verdade.
Enquanto ela fazia seu trabalho como dona de casa, Kakashi vendia as ervas e os remédios, sendo que por vezes precisava se ausentar, dias fora de casa.
Era noite quando Sakura estava dentro da casa cozinhando alguma coisa para ambos. Kakashi havia saído mas ela sabia que o prateado voltaria ainda naquele mesmo dia.
Distraída, mexia com uma colher de pau o ensopado que borbulhava na panela enquanto cantarolava uma melodia improvisada.
Assustou-se quando sentiu um aperto caloroso e o hálito quente, depois o inalar do ar próximo a sua nuca.
- Cheirosa... deliciosa! – ele aperta sua nádega cheia com uma das mãos. – Não me aguento de tantas saudades suas, minha esposinha suculenta.
- Está sendo tão complicado ficar aqui sem você! As pessoas são tão fechadas. – Kakashi afastou-se e fechou as janelas para que pudessem conversar.
Sentaram-se à mesa, enquanto Sakura colocou duas conchas da sopa de abóbora e cogumelos dentro de um recipiente fundo.
- Nem comenta! Já fui expulso de vários lugares... – ele continuou a conversa
- E a investigação?
- Nem sinal de nada.
- Também não, sem falar que é realmente dificil falar com alguém, mal consigo comprar comida. Só faltam me expulsar dos estabelecimentos também.
- Isto é algo realmente estranho!
- Pior que sem conseguir a aproximação não dá pra obter nenhuma informação. Até tentei ficar às escondidas pra ver se as pessoas comentavam alguma coisa entre si... mas, nada!
- Igual comigo! – ele levou a colherada de sopa à boca. – Está gostoso!
- Obrigada, meu sensei! – sorriu maliciosa, acariciando a virilha do prateado, que agora era moreno de olhos claros, por cima da calça preta com a planta dos pés pequenos e descalços.
- Hum... esposinha fogosa. – ele aproveitou a massageou sua perna enquanto terminava a sopa. – Agora, vem cá, minha deciosa esposinha quero de deixar louca!
Levantou-se da mesa e caminhou até ela, olhando-a como um verdadeiro lobo selvagem prestes a pular.
- Sensei, já te disse que você é muito gato? Independente de como esteja?
- Hai, mas adoro ouvir isso o tempo todo.
- Eu adoro poder ter você sem aquela maldita máscara preta. Ver suas expressões o tempo todo e poder te beijar sem aquele incomodo. Promete que depois que não fizer mais missões vai tirar aquilo pro resto da vida?
- Prometo.
Puxou-a, fazendo-a levantar e a agarrou pela cintura, elevando-a do solo. Mordeu seu lábio inferior e saiu do cômodo caminhando com ela assim até o quarto onde dormiam. Fechou a porta com o pé direito e colocou-a no chão.
Seus lábios tocavam-se numa sensual e extravagante coreografia e seus hálitos se misturavam indiscriminadamente. Kakashi direciona a jovem kunoichi para a cama e obriga-a a sentar, empurrando-a delicadamente.
Com um sorriso malicioso, começou a afastar-se um pouco de forma que ela podia olha-lo por inteiro. Sakura observou-o tentando imaginar o que ele estava tramando.
Desde que começaram essa missão mal tiveram tempo para ficarem juntos. Era tudo muito corrido...
Sakura o viu colocar dois dedos a altura do peito formando uma cruz:
- Jutso clones das sombras. – murmurou e imediatamente em meio a uma nuvem de fumaça uma cópia idêntica de Kakashi, versão cabelos castanhos e olhos claros, encarando-a com a exata expressão de "vou te devorar".
Cada um então começou uma arrancar as roupas deixando-as espalhadas pelo chão.
Sakura prendeu o ar, sem piscar e mantinha seus olhos cravados nele, sem conseguir desviar. A visão dos deuses privilegiada fazia-a ter água na boca e ambos tanto o Kakashi original, quanto o clone, estavam com o membro rijo preparado para ela.
- Por Kamisama, um já é muito gostoso, dois é pra me matar! – ela começou a se abanar quase babando.
Ambos Kakashis começaram a se aproximar com olhar de lobo faminto e um deles segurou um dos pés da ninja, beijando seu dedinho mindinho, o outro apertou suas coxas e começou a retirar suas inoportunas roupas.
Enquanto um lambia, massageava e mordiscava as pernas de Sakura o outro mantinha em seu prazeroso trabalho de beijar lamber e mordiscar seus seios.
Ele percorreu seu seio com a pontinha da língua, circundando seu seio esquerdo, criando arrepios por toda a pele da kunoichi. Apertava de leve e massageava o outro seio. Veio tranquilamente, deixando uma trilha molhada até seu mamilo rosado e sugou-o, depois beijando e lambendo movimentando a língua com malabarismos exóticos.
Enquanto o primeiro Kakashi se refestelava com os seios, o outros ia subindo a boca quente e habilidosa até a altura de sua zona mais sensível, sua flor vermelha, a vulva totalmente molhada. Sorriu malicioso e afastando suas pernas abocanha-a com desejo, introduzindo a língua o mais fundo que alcançava. Depois mordiscou e lambeu deliciosamente a brotinho duro e inchado, formigando de desejo.
Sakura não conseguia concatenar nada, só podia gemer e rebolar em sua boca que a umedecia loucamente.
Eles a enlouqueciam e ela não conseguiu segurar mais, a onda de calor subiu e ela gemeu alto de tanto prazer.
Ele lambeu os beiços.
- Deliciosamente doce – disse e agarrou a kunoichi com força puxando-a e fazendo com que ela ficasse com ambos os joelhos entreabertos em cima da cama, com o bumbum arrebitado e de quatro para ele. O primeiro deita e posiciona-se a baixo dela de forma que sua deliciosa boca alçasse seu ponto feminino mais sensível enquanto ambas as mãos cuidavam habilmente de seus seios.
O Kakashi que encontrava-se de pé introduz de uma só vez seu membro quase a explodir, dentro dela enquanto o outro fazia massagens em seu clitóris com a língua rapidamente e apertava delicadamente os bicos de seus seios.
- Ahhhhhhhhh, Ka...kashi... sensei! – ela gemia sem parar, enlouquecida.
E gozou pela segunda vez enquanto quase engolia por completo o membro do Kakashi abaixo dela.
Ele começou a movimentar rapidamente e friccionar sua masculinidade dentro de sua caverna extremamente úmida deixando o outro naquela missão de lamber com a língua habilidosa seu brotinho mais que duro.
Sakura estava toda lambuzada pelos intensos orgasmos e extremamente escorregadia fazendo Kakashi morrer de tesão ao sentir o vai e vem prazeroso.
Kakashi também gemia e o nível de calor daquele quarto poderia ser sentido por quilômetros de distância.
Ele sente, então, que pela terceira vez, ela estava chegando no ápice do prazer, acelera mais o movimento e a preenche completamente, derretendo-se por inteiro dentro dela.
Suado e exausto, o Kakashi que estava em pé cai na cama enquanto o que estava embaixo dela desaparece numa bolha de fumaça branca.
- Kakashi, você definitivamente quer me matar de amor. – disse ela ofegante e toda mole, com o peito a subir e a descer. – Isto foi simplesmente a glória! – ela decreta e o beija antes de cair exausta.
Continua...
