Capítulo 10 - Dois meses depois...


Dois meses se passaram e Sasuke estava irritado com as inúmeras missões que Tsunade o mandava. Faça isto... faça aquilo... missão rank C... rank D... rank B...

Ele ruminava, irritadiço, querendo matar a quinta com suas próprias mãos. O último Uchiha queria investir tempo em criar seu clã. Se não conseguisse possuir a ruiva muitas vezes, como iria engravida-la... Sasuke concluiu que a quinta estava fazendo aquilo para puni-lo por ter traído sua pupila.

Sasuke queria um pouco de descanso. Já havia se passado dois meses desde que tudo aconteceu. Desde que se divorciou... Depois disso, Sasuke começou a variar a opinião sobre suas atitudes com relação ao que havia feito e em várias situações ele começou a se questionar e pensar em Sakura. Seu psicológico ficava indo e vindo, entre Sakura e Karin e ele começou a pensar que estava ficando louco por causa disso.

Durante este período em que a quinta lhe escravizou em inúmeras missões nunca mais voltou a sua casa, muito menos procurou Karin. No meio desta loucura, Tsunade lhe deu uma pequena trégua e ele resolveu voltar ao quarto onde viveu os dois últimos anos de sua vida com Sakura.

Nunca imaginou, mas a saudade da rosada estava o matando aos poucos. Chegou a sonhar em tê-la em sua cama novamente. Ele nunca iria admitir a ninguém, mas ele gostava da garota insistente que o perseguia desde criança. No fundo, não queria se separar por causa deste sentimento. Ele arrependeu-se muito! Jamais deveria ter feito aquilo com ela. Jamais deveria tê-la traído. A verdade era que ela não merecia o que ele havia feito. Sempre se doou de corpo e alma para ele e devia ter aceitado conversar mais e tentar outros métodos. A verdade é que sentia muita falta da rosada, de seu cheio, de seu sorriso, de sua carência afetiva, da exigência por beijos e carinho, de seu excesso de proteção com ele... E ele, o que fez? Traiu com a amiga loira que se insinuava insistentemente por baixo do nariz da rosada. Claro, era só dizer não... mas ele queria filhos! Se ao menos ela não fosse seca! Isto era o que Sasuke pensava agoniado, nunca imaginou que ela não engravidou por causa dele mesmo! Ela tentou se suicidar por sua causa... e este fato ia o corroendo por dentro.

Estava relembrando tudo isso quando entrou em casa e dirigiu-se diretamente para o quarto. Passou os olhos no lugar que, antes, havia sido preenchido pela kunoichi e algo lhe chamou a atenção sobre a cômodo empoeirada. A fotografia do antigo time sete...

Arregalou os olhos sem acreditar quando viu somente sua imagem sozinha, parte da foto cortada. Ela rasgou a fotografia do antigo time sete, excluindo-o. Sentiu fortes pontadas no peito e precisou de um certo tempo para se recuperar do trauma.

Sim... talvez merecesse isto. Por que ele fez tudo aquilo com ela afinal? Perguntava-se. Fechou o punho com foça e socou a parede produzindo um estrondo terrível.

As coisas em sua vida nunca foram um conto de fadas, sempre foram mais voltadas para o nebuloso e obscuro.

Depois de ver a fotografia rasgada. Sasuke tomou coragem e, imediatamente no dia seguinte, procurou-a para conversar, talvez se desculpar... talvez arrumar uma maneira de voltar, mas aparentemente, a Hokage havia a tirado da vila e ela encontrava-se em uma missão extensa sem tempo para retornar, com algum outro ninja que ele não conseguiu descobrir quem era e para onde sua ex-mulher havia ido. Iria atrás dela para procurar reconquistá-la. Todos os direcionamentos das missões eram absolutamente sigilosas, tentou subverter Naruto que certamente sabia onde ela estava, mas não conseguiu absolutamente nada.

Não... definitivamente, ele não deveria pensar mais nisto. A dúvida estava lhe matando. Não... Deveria esquecer a rosada e seguir em frente e procurar engravidar Karin, que também sempre lhe foi fiel. Mesmo depois de tê-la realmente quase a matado, ela o perdoou.

- Uzumaki Karin. – falou em voz alta após concluir suas divagações.

Sasuke imediatamente, seguiu para o esconderijo onde a ruiva vivia.

Como sempre ela o recebia aos gritos o abraçando desesperadamente. Desta vez, ela o recebeu mais desesperada do que o normal, jogou-se em cima dele, quase derrubando-o no chão.

- Sasuke-kun... venha sente-se aqui. – Ela disse mostrando a cama.

- Não tenho tempo para conversar, Karin. Não vim aqui para isso. – ele protestou.

- Sim, sim, eu sei... mas você disse que se eu engravidasse você me daria quantos beijos eu quisesse... então... pra começar quero pelo menos dois beijos longos.

Ele abriu a boca... fechou... abriu novamente, com os olhos arregalados, num nítido estado de choque, olhando-a sorrir.

- Isso quer dizer... que..

- Estou grávida de um filho seu, Sasuke-kun.

Ele se aproximou e a beijou e pela primeira vez, ofereceu um beijo com alegria nos lábios.

- Enfim... vou conseguir reconstruir meu clã. – disse orgulhoso de si mesmo. O que ele não sabia era que deveria se orgulhar dela, Karin, pela esperteza.

A ruiva não podia estar mais feliz. Foi verdade, que ela trapaceou para engravidar, mas neste caso, o importante era estar grávida e não como havia ficado grávida. Será que neste caso o fim justificava os meios? Ela o enganou, mas era a única maneira... (1)

- Vem, arrume suas coisas, agora você irá viver comigo como a nova senhora Uchiha. Você terá que se acostumar com a vida em Konoha também, porque não tenho intenção de abandonar a vila. Meu interesse é reconstruir o clã.

- Sasuke-kun, eu sei disso... e quero ajudar você. – ela sorriu como uma boba. Mal podia acreditar que isto estava acontecendo.

...

Enquanto estes eventos se desenrolavam em Konoha, Sakura e Kakashi começaram a segunda parte de sua missão e escoltavam o daymiou da Vila dos Cereais (2) por um caminho que julgaram ser tranquilo. Diferente do que foi instruído pela Hokage e do que acreditavam, a missão de escoltar o figurão seria arriscada.

O senhor estava sob a mira de um grupo de ninjas patifes contratados pelo seu oponente político que queria usurpa-lhe o poder.

Caminhavam o mais lento que o normal pois o homem não era acostumado a longas distâncias a pé.

Estavam no meio do percurso quando Kakashi desconfiou que estavam sendo seguidos. Ativou o sharingan e atirou uma kunai com um papel bomba em direção a uma das árvores fazendo um homem cair morto estatelado e tostado numa poça de lama.

Imediatamente vários shurikens voaram na direção dos três mas foram abraçados pelo chakra de Kakashi que criou um meio corpo humanoide azulado ao redor deles protegendo-os de todas as armas pontiagudas e foram bloqueadas pelo braço de Susanoo empunhando uma katana.

- As vezes me esqueço que você consegue fazer isso. – Sakura murmurou.

Cinco ninjas mascarados apareceram e uma massa de água em forma de dragão associada a inúmeras kunais foram enviadas em direção a eles.

Todas foram impedidas por Susanoo que lançou um raio através da Katana em direção aos homens mas estes mesmo atingidos conseguiram se salvar.

- Eles são persistentes... – resmungou Kakashi. - Sakura proteja o daymiou. – disse o prateado e partiu para cima dos homens deferindo vários golpes de punhos e chutes. Eles estavam trôpegos mas realmente eram insistentes.

Um dos ninjas inimigos havia se afastado e começou a fazer vários selos com as mãos mas foi imitado instantaneamente pelo prateado que contra golpeou-o na mesma intensidade, copiando-o em exatidão.

Durante aquela batalha Kakashi machucou o ombro com uma kunai que foi lançada de dentro da mata por um dos ninjas que escondeu-se.

Eles se dividiram e um deles foi em direção à Sakura que estava pronta para atacar ou defender. Contra golpeava ora com seus punhos, ora com o antebraço e ora com as pernas e num momento de distração de seu oponente, liberou um soco hiper carregado de chakra enviando o homem para longe.

- Não acredito! – ela disse ao ver o homem levantar mesmo cambaleando.

- Chega de brincar... - Kakashi criou clones relâmpagos - Raiton: Kage Bunshin no Jutsu – Kakashi disse e refletiu olhos sérios e assassinos.

Intensificou os ataques com seus clones e na hora que um dos homens enviou um rio contra eles, Kakashi somente olhou para Sakura que imediatamente compreendeu as intenções de seu antigo sensei. Ela agarra o Daymio e salta muito alto aterrissando em um tronco de árvore. Num movimento sincronizado com a ex-aluna, Kakashi faz o mesmo e seus clones são desfeitos, enviando uma forte carga eletromagnética intensificada através da água eletrocutando todos os homens submersos.

- Nossa, meu rapaz! Que força você tem. - O daymiou disse extremamente impressionado, quando se aproximou assim que o perigo havia passado.

- Viu sensei, porque me orgulho chama-lo assim até hoje? – Sakura disse orgulhosa mas logo vê uma das mãos dele segurar o próprio ombro ferido. – Deixa eu cuidar disso. - Ela corre até ele e estende as mãos em cima da ferida exposta e emitindo uma luz esverdeada, cura o machucado.

- Obrigada, Sakura-chan. Melhor ficarmos em alguma estalagem. Isto nos atrasou. – ele disse ao daymiou.

- Sim, certamente. – o homem disse. – Vamos?

Caminharam por mais umas duas horas até anoitecer e encontraram um pequeno e modesto lugar para passar a noite.

- Sejam bem vindos. – uma jovem com os cabelos amarrados num coque, atendeu-os na entrada do estabelecimento.

- Dois quartos por favor! – Kakashi disse em sua tranquilidade peculiar.

- Meu rapaz, por que pediu dois quartos? Se for uma questão monetária, não se preocupe, tudo aqui está sob minha conta. – disse o educado senhor.

- Não, senhor, realmente não há necessidade, Sakura e eu dividiremos um mesmo quarto.

- Bem, então, está tudo bem. – ele sorriu. – Vou me retirar, estou cansado e imagino que devam estar exaustos também.

- Sim, é verdade.

- Senhores, eu os aviso quando o jantar estiver servido. – a senhorita de cabelos negros disse. – vou leva-los aos seus aposentos.

- Há banhos públicos seguindo o corredor da ala leste.

- Obrigada. - Sakura disse e seguiram cada um para seus cômodos.

- Acho que quero mesmo é entrar numa boa banheira quente com minha rosada. - o prateado abaixou a máscara e avançou nos lábios avermelhados e cheios logo imediatamente que se viu sozinho com ela.

- Estava louco pra ficar a sós com você.

- Ah – ela gemeu – Acho que devia descansar, gastou muito chakra.

- Quero me recarregar dentro de você. – disse charmoso atacando-a sedento.

Devorava sua boca macia com a apetite voraz de um lobo branco investindo em sua presa. Suas línguas brincavam incansavelmente naquela volúpia dança sedutora e apaixonada. Imprensou-a contra a parede e acariciou-a, agarrando sua cintura delgada de forma possessiva e desejosa, levantando sua blusa preta e deixando marcas de seus dedos em sua pele imaculada.

- Você me enlouquece, Sakura! Virou minha cabeça ao avesso, completamente. – beijava-a e mordiscava seu pescoço, arranhando-a com o canino.

Aquele era um homem definitivamente, sensual. Estar com ele era apaixonante e nada no mundo se comparava à suas carícias.

Agarrou-a com ambas as enormes mãos e elevou-a com seus braços, apertando suas nádegas com desejo acumulado.

- Não aguento, sinto-me com sede de você.

Desesperados arrancam suas roupas, espalhando-as pelo chão e Kakashi eleva Sakura ainda mais, fazendo com que ela o abraçasse com as pernas ao redor de seu tronco.

A umidade quente e escorregadia da mulher encharcava-o e ele a estocou de uma única vez, fundo e delicioso, carregando o ar com perfume do desejo associado ao gemido do prazer.

Os músculos bem formados exercitavam-se e quem olhasse poderia ter um boa aula de anatomia. Sua força ajudava a garota naquele balanço, roçando seu clitóris avermelhado, umidificando-a ainda mais, com o friccionar em seu baixo ventre delineado.

Gimidos...

- Que delicia, Kakashi sensei. – murmurava sensual como uma gata manhosa.

Ela gemia e ele lambia seu pescoço deixando uma trilha molhada. Caminhou com ela e sentou-se na cama, permitindo que a mulher pudesse tomar controle da situação.

Em seu colo, com as pernas entrelaçadas e enroscadas nele, rebolou deliciosamente, enrijecendo-o ainda mais.

- Minha rosada, assim você me deixa louco.

- Esta é a intenção. – disse ela, soprando em seu ouvido, um murmúrio sexy de tirar arrepios.

Empurrou-o no colchão, delicadamente, deitando por cima dele e massageando seus seios, com movimentos circulares, sentindo cada pedaço daquele delicioso mal caminho, na verdade, delicioso bom caminho!

Uma sequência de beijos e sucções exploravam a pele masculina, em combustão e desejo, já avermelhada e à flor da pele. Ela continuou a beija-lo até que parou com os olhos em algo másculo e ereto que a fez lamber os lábios. Aquela torre rosada, erguida somente para ela, a deixava sem fôlego de desejo e sem perder mais um segundo explora cada milímetro, sugando ora carinhosa ora mais firme. Ajudava com ambas as mãos uma massageando a base e outra o meio. A verdade é que ele era muito bem dotado em grossura e comprimento.

Ele gemia um pouco mais alto, tentando conter-se, mas era humanamente impossível resistir àquela boca habilidosa.

- Agora, meu sensei, vou testar um jutso novo que venho desenvolvendo só pra você. – instintivamente ele abriu os olhos, que estavam vermelhos e com o sharingan ativado e a viu sorrir maliciosa. Ia falar algo, mas foi impedido quando sentiu uma energia combustiva enlouquecedora em sua zona erógena vindo de suas mãos engenhosas que emitiam uma cor avermelhada enquanto massageava seu membro quase a explodir.

Kakashi não conseguia formular nenhum pensamento concreto sobre nada neste momento. Não podia, estava sentindo algo totalmente novo e nunca, jamais em sua vida, alguém foi capaz de lhe dar tanto prazer. Ele tentou com todas as forças ser silencioso, mas a verdade era que ele não estava sendo muito eficaz. Gemia, delicioso, um pouco mais alto e isto a atiçava ainda mais. Vê-lo assim, e poder dar-lhe algo bom a deixava molhada e seria capaz de ter um orgasmo só de vê-lo daquela forma.

- Ah, Sakura, eu não estou aguentando! Você é uma menina muito...

Sem perder mais um segundo, não o permitindo terminar a frase, senta nele, introduzindo-se nele e tirando do pratiado um gemido magnífico.

Dá-se então, lugar a uma dança divinamente sensual e luxuriosa, onde ele a ajuda, agarrando-lhe as nádegas, apertando-a com vontade. O subir e descer era lento e lânguido e depois passou a ser mais ritmado e mais rápido. Os pulos cada vez mais rápidos intensificaram-se e ambos chegam ao mais sublime daquele momento, quando seus corpos se fundem em júbilo e um tremor percorre suas espinhas causando ondas elétricas de prazer.

Ofegantes e suados ficam muitos segundos abraçados. Encarando-se, ela entrando cada vez mais dentro dos vermelhos olhos que agora ele expunha. Calmamente foram voltando ao negro habitual mas ainda assim ela não deixava de aprofundar-se dentro deles como se quisesse ver sua alma.

- Kakashi sensei... – ela murmura – Eu te amo muito! – diz enfim com uma lágrima nos olhos e Kakashi sentiu a profundidade daquelas verdadeiras palavras baterem dentro de seu peito.

Sentiu um nó se formar em sua garganta, embargando sua voz. Só conseguiu deixar escapar uma lágrima, depois puxou-a carinhoso, beijando seus lábios entreabertos.

Muito tempo ficaram assim e acabam adormecendo nesta posição.

Amanheceu e um raio de sol bateu em seus rostos. Sakura sentiu algo muito quente em baixo dela e... era algo muito delicioso. Ficou imaginando que espécie de colchão poderia ser aquele. Mexeu-se e notou que encontrava-se deitada em cima de Kakashi, transformando-o em cama. Um lençol os protegia e supôs que foi ele quem os havia coberto de madrugada.

- Meu Kami-sama. Kakashi, por que não me acordou? Você deve estar todo moído!

- De maneira nenhuma, nunca dormi tão bem na minha vida. Você é extremamente leve e deliciosa. Agora me explica, o que foi aquilo ontem a noite?

- Você gostou? – ela sorriu de lado, meio maliciosa.

- Se eu gostei? Eu adorei, estou sem palavras pra expressar o que eu senti.

- Tsunade-sama me deu um livro de ninjutsos médicos para tratamento em homens, então, eu aprimorei e criei o meu próprio jutso. Na verdade, eu mudei alguns para dar naquele resultado.

- E... vem cá! Você já usou esse... hum... ero-jutso do prazer antes? – Sakura riu baixinho com o nome que seu namorado havia batizado sua nova técnica.

- Nunca!

- Você não pode usar em mais ninguém além de mim. Não vou deixar... aquele ero-jutso é só meu. – murmurou muito sexy em seu ouvido e ela riu muito! – Me aguarde dona mocinha arteira... Você vai se ver comigo, a hora da vingança vai chegar. – sorriu de um lado só, mostrando uma perigosa malícia.

- Hum... – ela lambeu os lábios como se houvesse acabado de comer um delicioso manjar – vou sonhar a cada segundo imaginando sua vingança.

Ele sorriu de lado e já ia a atacar, mas ela o segurou.

- Acho melhor continuarmos outro dia. Precisamos terminar a missão.

- Tem toda razão. Vou ter bastante tempo para planejar muito bem minha doce vingança erótica.

Levantou nu, com um ar charmoso e hiper carregado de masculinidade e seguiu para trocar suas roupas.

Saíram para o desjejum e lá estava o daymiou.

- Bom dia, senhor. Já de pé?

- Sim, sim... eu acordo muito cedo. – ele disse e continuou. – ontem vocês deviam estar mesmo exaustos. A senhorita bateu à porta para avisa-los do jantar mas desistiu imaginando que deviam estar dormindo. Só então, eles perceberam que não haviam jantado. Na realidade, não ouviram as batidas à porta.

- Oh! – Sakura ficou vermelha como uma pimenta – Desculpa, deixa-lo jantar sozinho. Estávamos mesmo muito cansados.

- Imaginei. – ele disse sorrindo, mas no fundo estava mais do que explicito o relacionamento entre eles.

Comeram calmamente e seguiram para o Vila dos Cereais logo depois. Sakura agradeceu enormemente pela noite bem dormida e pela pousada aconchegante.

Continua...


Notas Finais

(1) "Será que neste caso o fim justificava os meios? Ela o enganou, mas era a única maneira..."
Gostaria de saber a opinião de vcs. O que acham? Neste caso o fim realmente justifica os meios? Será que esse era o único jeito?

Bejinhos de amarula.
Inté