Capítulo 11 - Vila da Folha... Vila dos Cereais...
Em Konohagakure no Sato, logo que descobriu sobre gravidez de Karin, Sasuke imediatamente foi falar com a quinta. Bateu à porta e a Hokage gritou entre. A loira levantou os olhos e deu de cara com Sasuke e Karin, que escondia-se ligeiramente atrás dele, tímida e com medo.
- Hokage-sama, preciso falar com a senhora. – ele foi pomposo, mostrando respeito, não podia confronta-la, teria de doma-la.
- O que ela faz aqui? – pergunta com um ar rancoroso, referindo-se a Karin.
- Vou direto ao assunto. Karin está grávida e irei me casar com ela.
- Oh! – Tsunade deixou que se desenhasse um redondo, surpreso e colossal círculo nos lábios.
- Nunca foi surpresa para ninguém ou muito menos enganei alguém sobre minhas intensões. Eu já perdi muito: meu casamento anterior, todo meu clã, minha família, meu irmão e quase minha própria personalidade... Não posso perder meus sonhos... meu filho. Por favor, quinta Hokage. Eu não posso mais perder nada. Conceda a Karin o perdão. – o homem curvou o tronco para frente fazendo a loira se surpreender.
Ela mordeu a unha do polegar pintado de vermelho fogo, nervosa. Nunca viu o moreno tomar uma atitude tão humilde como aquela. Nunca o viu reclinar-se perante alguém. A verdade é que aquela atitude mexeu com a loira.
- Hum. Você... ruiva! Deve saber que todos aqui estão sobre minhas ordens e são basicamente meus empregados.
- Sim, senhora, eu sei.
- Você deve abrir mão de Orichimaru e já deve saber que quero informações sobre suas pesquisas.
- Senhora, já havia decidido isto quando engravidei do meu Sasuke-kun. – disse manhosa agarrando-se a manga de sua roupa fazendo Tsunade revirar os olhos e pensar. Como ele a aguenta? Ela continua:
- Não tolerarei nenhum contato com ele, muito menos uma traição. – a ruiva balançava a cabeça positivamente mostrando que compreendia a questão. – Você deve se apresentar ao hospital, médicos são sempre bem vindos, principalmente com seus conhecimentos. Convocarei um Anbu e ficará sob vigilância constante.
Nenhum dos dois contestaram. Era isto ou nada.
- Quando pretendem se casar?
- O quanto antes. – respondeu Sasuke.
- Não tenho como impedir isto. Você é um habitante de Konoha agora e está solteiro. Tem o direito de escolher com quem quer viver sua vida. Mas vejam bem... se eu souber que um de vocês está tramando algo contra a vila, pessoalmente arranco seus olhos fora, junto com suas bolas... – apontou para Sasuke, furiosa. - Agora marquem logo a data deste casamento e saiam daqui. Tenho mais o que fazer.
Inclinaram-se para frente e saíram o mais rápido que puderam.
- Ela é brava, não? – Karin agarrou o noivo pelo braço.
- Hm...
No meio do caminho, nos corredores do prédio, encontraram com uma garota loira que desde o ocorrido martirizava-se e mal dormia direito. Yamanaka Ino mostrava-se muito mais magra e abatida. A loira que outrora possuia o brilho da juventude nos olhos, agora expressava uma mácula sombria e apagada. Digníssimas olheiras fundas denotavam noites mal dormidas e pesadelos culposos.
Ino estava numa encruzilhada emocional e um dilema enlouquecedor onde sua consciência a estava matando e a torturando dia e noite sem parar, sendo massacrada pela paixão que surgiu.
Ela e Sasuke mantinham aquele relacionamento às escondidas como amantes por meio ano, desde que Sasuke começou a ficar impaciente com Sakura por não engravidar. Ele fez a proposta à Ino, era um caso passageiro sem nenhum envolvimento afetivo e se ela ficasse grávida entregaria o bebê para Sasuke. Ino aceitou o acordo onde ela seria uma mãe de aluguel e tudo deveria ser absolutamente às escondidas de Sakura. Entretanto tudo o que aconteceu não estavam nos planos: a rosada flagrou os amantes e a amante se apaixonou pelo marido.
Obvio que este era um acordo impossível de terminar bem.
Várias coisas a atormentavam mas no fundo, aquilo que ela queria esconder de si mesma, era saber que a antiga rivalidade de infância com Sakura nunca acabara e Ino queria provar para si mesma que havia o conseguido também. Quando ele fez a proposta nunca imaginou que a rosada descobriria. Mas para Ino o pior de tudo foi ter caído na tentação de se apaixonar por ele novamente. Sim... isto definitivamente não era para ter acontecido e ela estava aos frangalhos dividida entre a paixão e a culpa.
Depois do ocorrido, mesmo ficando muito mal quando soube que Sakura quase jogou-se do desfiladeiro, imaginou que Sasuke iria a procurar. Mas... ele não fez isto e sim o contrário. Fugia da loira como o diabo foge da cruz.
E assim ela vivia seu dilema... ao mesmo tempo que queria continuar seu caso com Sasuke, também queria se desculpar com Sakura.
Ino procurou Sakura inúmeras vezes, queria entender-se com a Haruno, precisava dormir e havia dias e dias que não descansava sendo atormentada por uma intensa crise de consciência e emoções misturadas e contraditórias. Estava enlouquecendo com aquilo.
Mas mesmo assim, com toda essa confusão de sentimentos quando se encontraram no corredor a garota criou brilhos nos olhos e entrelaçou os dedos em frente o peito.
- Sasuke-kun – murmurou.
É certo que Ino falhou no quesito amizade e falhou mais ainda no quesito honestidade e todos esses sentimentos e culpas estavam misturados e embolados no peito da kunoichi loira e quando ele passou direto a ignorando completamente como fazia quando eram crianças, foi um tormento ainda maior.
- Sakuke-kun, por favor. Preciso falar com você. – ela segurou a manga de sua camisa.
- Não temos nada a falar, Yamanaka. Estou de casamento marcado e não vou cometer o mesmo erro duas vezes. – disse frio e ela soltou-o.
- Percebo. Então, encontrou uma vadia ridícula para ocupar o lugar da Sakura. – afirmou com despeito.
- Ora sua... – Karin disse com raiva.
Ele parou e virou-se rapidamente segurando-a pelo pescoço, tirando-a do chão.
- Vai me dizer que agora resolveu se preocupar com sua amiguinha? – aproximou-se mais dela e disse num murmúrio sussurrado – Não ouse falar mal da mãe do meu filho e minha futura esposa.
Ela tossiu assim que ele a soltou.
- Deixe-me em paz, Yamanaka. – disse passando um braço ao redor dos ombros de Karin que sorria sem acreditar que seu amado Sasuke-kun a estava defendendo daquela maneira.
Mal sabiam o que a vida reservava para ambos... Mal sabiam a terrível lição que o destino estava prestes a lhes dar... determinadas coisas não saem impunes e quanto maior a mentira mais intensa a lição.
...
Enquanto, esses eventos atrapalhados aconteciam na Vila da Folha o casal branco e rosa estava cada vez mais unido e envolvido. Todo o amor que Sakura um dia teve por Sasuke foi oferecido em dose tripla a Kakashi.
Eles agora viviam sua nova missão e encontravam-se na Vila dos Cereais.
A Vila dos Cereais é um país muito próspero, no entanto, isolado do continente. É uma enorme ilha que possui grande importância comercial por serem grandes agricultores de grãos, principalmente o arroz e todos os produtos manufaturados a partir deste cereal. Assim são exportadores deste alimento tão utilizado em vários países.
A Vila dos Cereais tem governo próprio e é independente e neutro a todos os outros países que o rodeia. É ligada pelo continente por uma enorme ponte e as duas maneiras para chegar até este próspero lugar é através desta ponte ou por barcas.
Escolheram atravessar o lago por barca e assim que chegaram dentro da cidade, foram muito bem recebidos por todos os habitantes daquele lugar. O daymio era um governante muito respeitado e querido por toda aquela população. O casal ninja pode imediatamente perceber esta característica.
Imediatamente, seguiram para o castelo onde o nobre vivia. Este ordenou um quarto para cada shinobi e deixou-os a vontade quanto a organização dos próximos dias.
Kakashi manter-se-ia ao lado da rosada, apoiando-a uma vez que agora toda a missão estava em suas mãos médicas.
- Obrigada, senhor. – o prateado disse polidamente.
- Acredito que estejam cansados e que precisem de uma reforçada janta. Bem, estejam a vontade, a casa é vossa.
- Obrigada, senhor. – Sakura reclinou o tronco agradecendo.
Seguiram cada um para seus quartos, ligeiramente aborrecidos. Estavam viciados um no outro e queriam estar no mesmo ambiente o tempo todo.
Kakashi planejava mudar para os aposentos da rosada toda madrugada e decidido isto, depois de um bom e rápido banho, pula a janela indo até ela. O relacionamento entre os ninjas não era proibido, mas no caso do casal estar em missões juntos, a descrição era uma regra básica.
A rosada estava com um roupão branco e felpudo. Ele aproximou-se silencioso, ocultando seu chakra e a agarrou por trás, retirando um fino gritinho dela.
- Ah, sensei seu safado!
- Não quero ficar longe de você, doce cerejeira.
- Você é arteiro, sensei.
Beijavam-se incansável e longamente.
- Sua boca está se tornando meu vício, sensei. – ela soprou as palavras, unicamente para ele ouvir.
Ficaram agarrados, desta vez, descansando, um sentindo a presença do outro até a hora em que deveriam sair para jantar. Deixaram o quarto, sempre prestando muita atenção se não o viam, e seguiram para onde deveria ser servida a janta.
- Boa noite, meus filhos. – recepcionou o anfitrião. - Sentem-se e fiquem a vontade. Espero que vossa estadia seja ótima. – o casal obedeceu e tomaram lugar um ao lado do outro. A kunoichi permaneceu calada. O daymio era muito polido e pomposo, ficou tímida observando.
- Estes são meus filhos: Akira, o mais velho, Ashura e Yue, os gêmeos e Kanae minha preciosa filha mais nova. Estes são Hatake Kakashi e Haruno Sakura, ninjas da Folha. Haruno-san é a médica que irá lhe aplicar os antídotos, meu filho, Akira. – O homem disse e os quatro reclinaram o tronco pra frente.
- Sejam bem vindos. – tomou a palavra o filho mais velho, Akira. – Fico espantado pela senhorita ser tão jovem para tamanha responsabilidade medica. Se me permite, também bastante bonita. – ela arqueou as sobrancelhas não gostando muito da entonação galanteadora do jovem filho do Daymio e Kakashi... este o fuzilou com os olhos negros.
- Obrigada, Akira-san. – disse mostrando uma externa educação já que internamente gritava: merece uma surra por ser insolente.
- Comam meus filhos. Devem estar famintos. – o daymio disse educadamente.
- Obrigado, senhor. – Kakashi agradeceu sinceramente.
- Bem... gostaria de começar a aplicação dos venenos e antídotos amanhã. – disse a Kunoichi decidida. Ela não gostou muito da atitude do filho do daymio e queria ir para casa.
- Não quero ser indelicado, mas a senhorita realmente tem conhecimento para administrar algo assim tão perigoso? Não seria a senhorita Haruno um pouco nova para uma tarefa tão complexa? - pergunta Akira e ela lançou-lhe um olhar capaz de congelar até as labaredas do inferno, mas diferente do que gostaria de fazer, sorriu o mais falso que conseguiu e respondeu:
- Sou especialista em antídotos e envenenamentos e já salvei algumas pessoas, sem falar que fui chefe da equipe medica somente com dezesseis anos durante a quarta guerra ninja, mas se julga isto pouco, Kakashi e eu voltaremos mais cedo para Konoha. – o final da frase saiu num tom um pouco mais ríspido do que ela planejara, mas ela estava sem paciência.
- E tem a língua afiada!.. – ele disse rindo. – Adoro mulheres que se fazem de difícil. – estúpido, Sakura pensou e Kakashi quase levantou-se para bater naquele homem mas foi interrompido pelo senhor do castelo.
- Acalme-se meu filho, não seja inoportuno. – o repreendeu - Haruno-san é muito preparad pupila da Hogage.
- Sakura depois da quinta Hogage é a melhor ninja de todas as vilas. – agora Kakashi estava com olhar de poucos amigos analisando o homem friamente. Quem ele achava que era? Perguntava-se internamente.
- Kakashi-sama – Kanae, a filha mais nova e uma bela morena, resolve falar e todos se voltam a ela – Tomarei a iniciativa e a ousadia de convida-lo para conhecer a cidade enquanto Haruno-san administra os antídotos em meu irmão. O castelo é um lugar enfadonho as vezes. – ela tinha bochechas rubras, mas sua aparente timidez não a impediu de falar: timidez não impediu a indiscrição.
- Obrigada, senhorita. Mas devo declinar do convite. Preciso dar suporte a Sakura-chan. – disse o nome da kunoichi com uma notável intimidade proposital e fez questão de usar o sufixo que denota o carinho entre um homem e uma mulher.
- Entendo. – A morena disse sorrindo desconcertada e cabisbaixa.
- Se não se importam, preciso resolver algumas coisas com minha companheira. – Kakashi disse logo que terminaram sua refeição.
- Se está de acordo, amanhã logo cedo começamos o tratamento, senhor. – Sakura disse fazendo uma reverência. - Dê-nos licença.
Seguiram e foram direto para o quarto designado para a kunoichi. Entraram e fecharam a porta.
- Quero terminar logo este trabalho e ir embora. – ela apertou o punho. – Viu o despeito com que ele falou comigo?
- Como poderia não ver. Controlei muito para não o socar. – ele disse sentado no futon com as pernas e os braços cruzados em frente ao corpo.
- Bem, o melhor é terminar isso rápido e voltar pra casa.
- Sem dúvida.
E aí Sakura começou uma pequena encenação: - "Kakashi-sama. Tomarei a iniciativa e a ousadia de convida-lo para conhecer a cidade enquanto Haruno-san administra os antídotos em meu irmão. O castelo é um lugar enfadonho, às vezes." – imitou a mulher de uma forma perfeita até mesmo o timbre da voz. Kakashi assustou-se mas logo começou a rir do ciúmes da garota. – Vê se pode! Garota oferecida! Nem ouse aceitar as investidas daquela falsa tímida, mas nem ouse mesmo, porque não serei capaz de controlar meu soco e vou quebrar todos os dentes dela – ela disse nervosa, com uma mão na cintura e outra apontando pra ele.
- Vem cá, meu tesão-ciumento. Você é única pra mim. Não se preocupe com isso, deixa-me provar o que digo? – fez um sinal com a mão direita pedindo que ela se aproximasse, abaixou a máscara enquanto a puxava para mais perto de si.
- Acho bom mesmo. Você e todos os seus clones são exclusividade minha. – sentou, cruzando as pernas ao redor de sua cintura, aconchegando-se em seu colo e desenhou um biquinho bem redondinho, num notável charminho calculado, mostrava sua indignação.
- Unicamente... seu... – mordeu o biquinho bem redondo da garota.
- Queria ficar com você. Fica aqui comigo?
- Hum... isto é uma intimação?
- É mais um pedido carinhoso.
- Ah, tentação, te amo tanto!
Mordeu de leve sua orelha criando um arrepio por toda sua coluna e cuidadoso deitou-a no futon, subindo por cima dela.
- Bem, devemos manter a discrição durante as missões, então, vou entrar e sair pela sua janela. – murmurou próximo a seu ouvido fazendo arrepiar todos os fios de seu corpo.
- Eu sei. – ela praticamente gemeu as duas palavras e aquilo o levou a loucura.
- Mas agora não precisamos de todas estas roupas. – puxou o zíper de sua blusa com os dentes, abaixando-o completamente. – Melhor ficar em silêncio... – sorriu de lado, malicioso. – Prefiro-a sem essas roupas... Oh, divina tentação!
Abocanhou seu mamilo rosado de uma vez, sugando-o com uma força medida, fazendo-a arquear as costas e morder o lábio inferior na tentativa infrutífera de não fazer barulho.
Kakashi era mau quando queria e brincava com a língua movimentando-a prazerosamente, sentindo o sabor da pele rosada em fogo. Uma de suas mãos sentia o volume de seus seios e apalpando-os, começou uma deliciosa massagem.
Sakura contorcia-se e serpenteava a cada toque de sua língua, mordia os lábios e agarrava os lençóis com força e essa atitude enlouquecia o prateado ainda mais.
Arrastou-se por cima dela, esfregando suas peles em chamas e deixou seu peso sobre o frágil corpo da kunoichi que já encontrava-se entregue e completamente lânguido. Sentiu o hálito quente mentolado e suas bocas se entrosaram numa harmonia praticamente coreografada.
Sakura abriu os olhos, assim que o sentiu afastar ligeiramente e deparou com olhos vermelhos e desenhos formando uma mandala negra. Seu sharingan estava ativo mas ela não assustou-se com isso, confiaria sua vida àquele homem, e manteve-se firme entrando dentro daquele lindo avermelhado para depois observar o lugar onde somente o sharingan ativo podia a levar.
Sem entender como, o cômodo em que estava foi substituído por um cenário totalmente exótico e viu-se dentro de uma gruta iluminada por várias frestas. O luar invadia aquela caverna pela aberturas e banhava o interior da gruta, iluminando-a parcialmente. Era uma visão belíssima quase de outro mundo e proporcionava um clima místico e romântico.
A jovem sentiu seu corpo ser lavado por um delicado toque de água e ela ouvia o som de um córrego que percebeu correr do alto de uma das paredes e escorregar pela pedra lisa.
Notou que seu corpo não estava mais deitado sobre o futon e sim sobre uma pedra ligeiramente inclinada e era banhado por esse suave córrego. A temperatura da água era ligeiramente morna e extremamente agradável.
Kakashi a beijou ardentemente e a mistura da água com sua boca causava-lhe um prazer entorpecente.
- Kami-sama, que lugar lindo! O que é isto?
Sentiu a boca de Kakashi massagear e lamber sua pela nua banhada pelas água tépidas e pela fresta do luar. A sensação do toque da boca quente dele e da água estava a levando a um delírio insano.
- Pode gritar a vontade. Aqui ninguém te ouvirá. – viu um brilho perverso e sensual em seus vermelhos olhos e um sorrisinho mínimo completou a visão erótica daquele homem que movimentou-se para baixo na altura de sua virilha. Rápido, abocanhou a parte interna de sua coxa grossa e bem formada.
- Você... – gemeu realmente alto e arqueou as costas quando ele introduziu um dedo, escorregando-o para dentro dela facilmente pela sua abertura úmida e encharcada.
Aproximou o rosto de seu sexo fervendo e vagarosamente soprou-o para depois lamber os beiços e alisar com a língua aveludada cada centímetro de sua feminilidade rosada. A trilha de saliva deixada fazia-a arfar e cada segundo ela sentia-se mais ensandecida e enlouquecida com a tortura de prazeres que o albino lhe proporcionava.
Ele enterrou a língua dentro dela e movimentou-a estrategicamente. Sakura estava praticamente em transe e começou a rebolar em sua boca descontrolada.
Inconscientemente ela massageava os próprios seios e não tardou muito para sentir a combustão de prazer explodir e irradiar subindo por sua coluna.
Enquanto Sakura vivia seu orgasmo naquele universo paralelo seu corpo reagia a tudo que vivenciava. Ele aproveitou para dar-lhe um delicioso banho de língua. Senti-la gozar desta maneira o fez ficar duas vezes mais duro e excitado.
Ele fez um selo com a mão direita em frente ao peito quebrando o genjutso que usou nela.
Ela sentiu novamente a textura do futon e deixou para analisar o que tinha acabado de vivenciar para depois porque imediatamente sentia o membro duro brincar com seu clitóris excitadíssimo.
- Oh, sensei... quero senti-lo – choramingou implorando por tê-lo dentro de si e completar o que sentia falta.
Sem hesitar o experiente amante escorrega e a estoca lentamente num molejo gingado e altamente provocante. Ele elevou ambas as pernas dela, colocando-as atrás de sua cabeça e isto aumentava a profundidade das estocadas.
Sakura mordeu um pedaço do lençol para impedi-la de gemer alto, ensandecida pelo prazer e aquilo deixou o homem ainda mais excitado.
Ele começou a estocá-la com movimentos curtos e rápidos e não aguentando mais segurar esparrama-se dentro dela e ela derrete-se nele em completa harmonia combinada.
- Esse foi o melhor genjutso da minha vida. – ela disse ofegante e ele exausto riu torto, esbanjando charme.
Continua...
